Serviços de Documentação e Bibliotecas do IPB
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- Ask the Data no Dados.IPBPublication . Alves, Adília; Pais, ClarisseO Instituto Politécnico de Bragança (IPB) mantém os seus dados de investigação na plataforma Dados.IPB (https://dados.ipb.pt). Os dados armazenados nesta plataforma abrangem diversas áreas de conhecimento e estão guardados em distintos formatos (ex: .xlsx, .docx, .pdf, .jpg, .tab). O Dataverse possui metadados que classificam os datasets e que permitem a recuperação dos mesmos e respetivos dados após a introdução, pelos utilizadores, de keywords em campos de pesquisa. Os resultados são obtidos com a execução de querys SQL sobre a base de dados Dataverse PostgreSQL. Mais recentemente é possível pesquisar na plataforma Dataverse utilizando, não só os metadados, mas também os próprios dados. A Inteligência Artificial é um componente em crescimento no ecossistema Dataverse, também na funcionalidade de pesquisa de informação nos dados armazenados nos datasets. A extensão Ask the Data (https://github.com/IQSS/askdataverse/tree/main/askthedata) é uma ferramenta externa ao Dataverse que permite fazer perguntas em linguagem natural sobre os dados contidos nas tabelas do Dataverse (dados tabulares, com extensão .tab). Um ficheiro .tab é um ficheiro de texto delimitado por tabulações, ou seja, é um formato de texto simples onde os valores são separados pelo carater de tabulação (\t). Estes ficheiros são frequentemente usados para armazenar e trocar dados estruturados, como folhas de cálculo, tabelas ou bases de dados. Ficheiros .tab são: leves, legíveis por humanos, compatíveis com várias plataformas, menos ambíguos do que .csv porque o texto pode ter vírgulas e não tem o carater '\t'. São, por isso, amplamente utilizados. O IPB instalou a extensão Ask the Data no Dataverse. Este Large Language Model analisa apenas o conteúdo dos dados tabulares e não a descrição do conjunto de dados ou quaisquer metadados. Depois de instalar esta extensão o IPB começou a desenvolver outra ferramenta externa ao Dataverse, Ask the Data2 utiliza o YOLO, que irá detetar objetos previamente definidos em imagens guardadas no Dataverse e responder a perguntas em linguagem natural.
- Avaliação de repositórios institucionais: análise comparativaPublication . Rodrigues, M.E.P.; Amante, Maria João; Pais, Clarisse; Segurado, Teresa; Lopes, SusanaCom a finalidade de testar a aplicação de indicadores com vista à avaliação do desempenho de repositórios institucionais, desenvolveu-se o presente estudo aplicado aos repositórios do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Instituto Politécnico de Castelo Branco e ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Os dados recolhidos foram tratados com recurso ao SPSS. Concluiu-se que é possível aplicar indicadores de desempenho para avaliar os repositórios nas dimensões crescimento e desenvolvimento das comunidades/coleções, grau de internacionalização dos conteúdos, coleções com maior importância em termos de dimensão e autores com maior influência. Os resultados obtidos poderão contribuir para melhorar o desempenho do repositório, nas dimensões assinaladas
- Comércio electrónico e engenharia da variedadePublication . Pinto, Fernanda Clara Carvalho; Carvalho, João ÁlvaroUma das perspectivas possíveis para o estudo das organizações baseia-se nos princípios definidos pela cibernética. Esse estudo assenta em sistemas que pela sua complexidade precisam de ter mecanismos de adaptação, que podem ser conseguidos através da sua regulação e controlo baseados na informação, sendo este o âmbito de aplicação da cibernética. No seio destas questões, associado ao conceito de complexidade surge o conceito de engenharia da variedade que tem por objectivo a interacção entre dois sistemas, recorrendo a amplificadores ou a atenuadores de variedade. Pretendemos com este trabalho numa perspectiva exploratória, analisar de que modo é que as aplicações das tecnologias de informação nas organizações, em particular do comércio electrónico, que permitem a interacção entre o sistema e o ambiente, podem ser utilizadas na perspectiva da engenharia da variedade. Foram analisados os portais de comércio electrónico, sendo as funcionalidades por eles disponibilizadas exploradas na perspectiva da engenharia da variedade. Os resultados obtidos permitem constatar a aplicabilidade de conceitos da engenharia da variedade, no estudo do papel desempenhado pelos sistemas baseados em computador nas organizações. No entanto tendo em vista o conhecimento científico, seria interessante avaliar estas ferramentas não apenas em termos de comércio electrónico mas de outras ferramentas dos sistemas informáticos, que podem e devem complementar esta análise.
- Comunicação institucional no ensino superior: usabilidade e visitas virtuais num estudo de casoPublication . Suarez, Atilano Mendes ReisA crescente competitividade do sistema de ensino superior coloca as instituições na necessidade de exporem a sua oferta em função do mercado, de forma coordenada com os seus sítios Web. Neste estudo descreve-se uma tentativa de integração de técnicas de webdesign e de marketing apoiadas em estudos de usabilidade. Realizou-se um estudo de usabilidade do sítio Web do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), orientadas para diferentes públicos-alvo, recorrendo a técnicas de usabilidade de guerrilha. De seguida elaborou-se uma proposta de beneficiação do sítio actual, que procurou corrigir os problemas de usabilidade detectados. Adicionalmente foram incluídos conteúdos multimédia de índole afectiva e emocional de forma a complementar e enriquecer a informação objectiva e racional existente. A proposta de beneficiação do sítio foi posteriormente avaliada por idênticos testes de usabilidade, com os quais se procurou aferir a resposta às mudanças por parte dos públicos alvo.
- Comunicação institucional no ensino superior: visitas virtuais e usabilidadePublication . Suarez, Atilano Mendes Reis; Moreira, Rui Silva; Carrapatoso, EuricoA crescente competitividade do sistema de Ensino Superior português conduz à necessidade de uma oferta orientada para o mercado, coordenada com os sítios Web institucionais. Neste artigo ilustra-se o recurso a técnicas de marketing e webdesign, apoiadas em estudos de usabilidade. Foi realizado um estudo de usabilidade no sítio Web do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), utilizando técnicas de “usabilidade de guerrilha” orientadas para diferentes públicos-alvo. O redesenho subsequente do sítio web visou corrigir problemas de usabilidade e incluir conteúdos multimédia de índole afectiva e emocional, complementando assim a actual informação mais objectiva e racional. A resposta dos públicos-alvo foi avaliada por meio de uma nova ronda de testes de usabilidade.
- Construir um Portal de Investigação para a Ciência Aberta com o software VIVO – o caso o projeto PortAberta da UMinho e do IPBPublication . Pais, Clarisse; Principe, Pedro; Saraiva, Ricardo; Truta, RaquelO projeto PortAberta – Portal de Investigação para a Ciência Aberta – tem como promotores a Universidade do Minho (UMinho) e o Instituto Politécnico de Bragança (IPB). A iniciativa surge com o propósito de colmatar uma necessidade partilhada de estabelecer um sistema CRIS e um Portal de Investigação, como ferramentas para apoiar e reforçar a afirmação na investigação e inovação alicerçada em sistemas de software aberto, sob os princípios da Ciência Aberta e alinhado com as iniciativas nacionais, assegurando a sustentabilidade à operação e a sua relevância como uma boa prática a nível nacional e europeu. O “Portal de Investigação para a Ciência Aberta” em desenvolvimento no quadro da operação SAMA de modernização PortAberta, surgiu com o objetivo de disponibilizar “Portais de Investigação” que facilitem o acesso, a consulta e a utilização da informação da Investigação na UMinho e IPB, quer internamente pelos seus membros e órgãos, quer externamente, promovendo a visibilidade, o impacto da atividade e dos resultados de I&D. Estes portais de investigação da UMinho e do IPB serão operacionalizados através da implementação do software VIVO. O VIVO é um software de código aberto, apoiado pela Comunidade Lyrasis, para representar a atividade académica e científica de investigadores, instituições, centros de investigação e projetos. A operacionalização do software VIVO apoia a edição, pesquisa, navegação e visualização da atividade académica e científica individual e institucional, encorajando o registo académico e a avaliação do impacto dos resultados de investigação. Na prática, o software VIVO é um sistema de gestão de informação académica e cientifica que se apresenta com as seguintes funções: . Acesso online – o VIVO disponibiliza um portal online onde é possível consultar a Comunidade Académica, o seu trabalho e as suas interligações. . Obtenção de dados – disponibilização de determinados dados conforme as permissões atribuídas aos diferentes intervenientes. . Controlo de acesso – possibilidade de autenticação através de Shibboleth ou com base em palavra-chave A nível da arquitetura, o VIVO depende de vários componentes de software de código aberto Fundamentalmente, a VIVO baseia-se no Vitro1. VIVO adiciona uma coleção de ontologias para representar dados sobre o sistema académico. O Vitro é um motor de web semântica de código aberto, de uso geral, sendo a plataforma de desenvolvimento de aplicações subjacente ao VIVO. Por último, o VIVO, como sistema de gestão de informação académica e científica, recolhe e armazena dados estruturados sobre unidades de investigação, pessoas (docentes, investigadores), projetos e resultados de investigação (publicações, dados, patentes). Esta recolha pode ser feita de forma automática a partir de sistemas locais, tais como os serviços de Recursos Humanos, ou a partir de sistemas externos como o CienciaVitae, agregadores de publicações, projetos e/ou agências de financiamentos. Esta apresentação, para além de apresentar o software VIVO e o caso de uso do PortAberta, irá explicitar as principais razões para a opção por este software para o desenvolvimento de portais de investigações em Instituições de investigação e Ensino Superior em Portugal.
- D. Carlos: atirador de caçaPublication . Oliveira, Águedo deVão passados quase três lustros após a leitura pública do testamento do Doutor Artur Aguedo de Oliveira sem que os preceitos nele consignados tenham encontrado resposta que dê satisfação possível às últimas vontades do generoso espírito que presidiu à sua redacção a favor dos transmontanos do distrito de Bragança, sediando na cidade deste nome a Fundação OS NOSSOS LIVROS e em Macedo de Cavaleiros o que deveria ser o Infantário "Dona Júlia Águeda de Oliveira", preito filial cm memória de sua Mãe. Não é de estranhar que depois de morto se faça letra morta daquilo que representa a vontade expressa num testamento cerrado como este a que nos referimos. E assim também não é de estranhar que se registem faltas no cumprimento das últimas intenções testamentadas pelo Doutor Artur Águeda de Oliveira, porquanto mesmo em vida, teve certamente o desgosto de ver que aduladores de tempos idos lhe negavam colaboração para a publicação de um livro, como se consegue perceber através da seguinte troca de correspondência.
- Estudo técnico e projeto piloto para disponibilização de sistema de Cadernos Eletrónicos de Laboratório para centros de investigação da UMINHO e IPBPublication . Príncipe, Pedro; Truta, Raquel; Rocha, Alexandre; Pais, ClarisseOs cadernos de laboratório são fundamentais para os investigadores recolherem dados primários, incluindo hipóteses, configurações experimentais, cálculos e análises iniciais, para documentar os procedimentos e descobertas. Os cadernos de laboratório tradicionais, em papel, são propensos à deterioração, ou mesmo à perda de dados, e tornam a partilha de dados mais difícil, sendo complexo um acesso rápido ao seu conteúdo. Neste contexto, os cadernos eletrónicos de laboratório (ELN) são uma ferramenta cada vez mais popular para a investigação, como forma de otimizar o fluxo de trabalho, minimizar custos, poupar tempo, ao mesmo tempo que apresentam uma forma fiável de gerir e armazenar os dados recolhidos em contexto laboratorial. Os ELNs também facilitam a partilha de dados em ambiente colaborativos, permitindo mecanismos de depósito em repositórios de dados. No âmbito do projeto PortAbertai, desenvolvido pela Universidade do Minho (UMINHO) e pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB) foi desenvolvido um estudo técnico e projeto piloto para escolha e disponibilidade de sistema de ELN para centros de investigação das duas instituições. No estudo técnico foi feita uma análise de ferramentas, nomeadamente, Docollab, LabArchives, Lab Collector, eLabFTW e SciNote, tendo sido usados os dados de uma matrix comparative de 25 fornecedores de soluções de ELNii . Foram consideradas características relacionadas com: licença, versão móvel, integração, protocolos, documentação, interatividade, segurança, armazenamento, partilha de dados, colaboração, integração com repositórios. Com vista ao projeto piloto a desenvolver e como forma de complementar o estudo, foram realizadas entrevistas e inquérito a investigadores representando três centros de investigação, procurando compreender junto dos investigadores: i) se utilizavam alguma aplicação de ELN, ii) qual a sua opinião quanto à função, ii) qual a utilidade e importância dos ELN, iii) que vantagens ou desvantagens identificavam em transformar os cadernos em suporte digital (eletrónico) em vez de cadernos em suporte papel, iv) utilidade da documentação gerada num sistema de ELN ser usada para efeitos de publicação em repositórios. Com esta apresentação pretendemos partilhar as principais conclusões do estudo diagnóstico, destacar as principais opções tecnológicas para o projeto piloto e o desenvolvimento em curso com utilização da ferramenta eLabFTWiii , solução identificadas para disponibilizar o serviço de ELN para a UMinho e IPB.
- Integração de e-books nas bibliotecasPublication . Cardoso, Maria Manuela Tavares de Matos; Pais, ClarisseO aparecimento dos e-books supõe uma mudança de comportamentos e hábitos sociais no acto da leitura e no próprio acto de ler. O quotidiano exigente do nosso tempo impõem-nos um ritmo voraz do querer saber, a que as bibliotecas como divulgadoras do conhecimento humano têm que se adaptar e criar estruturas para esta nova concepção de livro.
