ESE - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus
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Browsing ESE - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus by Subject "1.º ciclo do ensino básico"
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- Intervenção pedagógica para a educação ambiental: relato de uma experiênciaPublication . Mesquita, Regina; Rodrigues, Maria JoséA educação ambiental e a sua integração nos contextos educativos configuram-se, atualmente, como um bem necessário. No entanto, percebe-se ainda a sua ausência ao nível pedagógico-didático, sobretudo no que diz respeito aos conteúdos/temáticas a selecionar, às metodologias a utilizar, bem como à relevância que se deve dar às dimensões cognitiva, afetiva, comportamental e atitudinal. Nesta comunicação daremos conta de uma experiência pedagógica realizada com crianças de 4.º ano, do 1.º Ciclo do Ensino Básico, sustentando-nos na influência que a literatura para a infância tem na mudança de atitudes, valores e comportamentos relativamente à educação ambiental. Partimos da questão inicial “Em que medida a literatura para a infância contribui para a evolução do conhecimento ecológico nas crianças de uma turma do 1.º Ciclo do Ensino Básico?” e, debruçando-nos sobre a intervenção pedagógica, estabelecemos como objetivos: (i) identificar temáticas sobre problemas ambientais presentes no livro “Os Gnomos de Gnu, uma aventura ecológica” de Umberto Eco; e (ii) analisar o contributo da educação escolar do 1.º Ciclo do Ensino Básico para a construção e desenvolvimento de competências literácicas ambientais. Após a implementação desta experiência em contexto, suportada na história de literatura para a infância supramencionada, e após a análise dos dados, recolhidos a partir da observação direta e registo de notas de campo, os resultados do estudo parecem evidenciar que, globalmente, houve uma sustentação das atitudes e dos comportamentos das crianças face ao ambiente. Aferimos ainda que a história trabalhada potenciou nas crianças o desenvolvimento de uma consciência ecológica mais sustentada.
- Leitura em suporte digital e papel: contributo motivacional na iniciação à leituraPublication . Bartolomeu, Ana Patrícia Assis; Ribeiro, Maria do CéuAprender a ler é um processo lento, diversificado e complexo. Ler é compreender, apreciar, descobrir o mundo, expandir horizontes e ver o mundo de diferentes formas. Assim sendo, para que esta atividade se realize com êxito, uma, entre muitas condições, é que o professor consiga envolver a criança para a realização da tarefa e para a interação conjunta. A motivação é como uma vontade ou desejo de alcançar sucesso na realização de uma determinada tarefa. Quando estamos motivados para uma atividade, a nossa vontade aumenta, bem como a determinação, a energia e o tempo, fazendo assim que tudo se faça por vontade própria. Para melhor compreender este envolvimento e motivação, quisemos realizar esta investigação numa turma do 1.º ano de escolaridade, do 1.º Ciclo do Ensino Básico, com um grupo de 10 crianças. Para nortear o estudo definimos a seguinte questão-problema: de que forma os diferentes suportes (papel/digital) motivam as crianças no seu processo de leitura, em contexto de 1.º Ciclo do Ensino Básico? Procurando dar resposta a esta questão, delineamos os seguintes objetivos: perceber se o tipo de suporte em que as crianças efetuam as suas leituras influencia a motivação e perceber qual dos dois suportes mais contribui para o desenvolvimento do gosto pela leitura. No nosso quadro teórico focamos essencialmente dois pontos: (i) a importância da leitura no 1.º Ciclo do Ensino Básico, no processo motivacional e de ensino-aprendizagem, e (ii) caraterísticas da leitura em suporte papel/digital. Como instrumentos de recolha de dados, aplicamos um questionário, de questões abertas, e registamos várias notas de campo, no decorrer do processo. Para a análise de dados recorremos à análise de conteúdo. Os resultados obtidos permitem afirmar que a maioria das crianças tem a leitura como uma prática no seu quotidiano. Relativamente ao tipo de suporte onde veem e ouvem histórias, este grupo de crianças apresenta preferências pelo suporte digital.
- Literatura para a infância: importância do contacto das crianças com o livroPublication . Renca, Joana Daniela Farias; Mesquita, Elza; Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito SantoA investigação sobre a qual versa esta comunicação integra-se na Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada do plano de estudos do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, realizado na Escola Superior de Educação de Bragança (ESEB). Trata-se de uma compilação dos resultados obtidos ao longo do ano letivo 2018/2019 em três contextos diferentes: creche, educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico. Procedemos a uma análise de dados recolhidos ao longo da investigação que salientam a importância da leitura e da escrita no contacto com livros de literatura para a infância. Salienta-se que ao longo das experiências de aprendizagem, através do contacto com os livros, conduzimos as crianças a novas leituras e reflexões sobre diversas temáticas da sociedade, relacionando-as com as várias áreas do conhecimento. A concretização desta investigação decorreu da necessidade de proporcionar às crianças boas leituras, com significado para as mesmas e que promovessem, de igual forma, o gosto pela leitura autónoma, caminhando esta a par com a escrita. Neste sentido, procuramos dar resposta à seguinte questão-problema: como pode a literatura para a infância influenciar a construção de competências de leitura e escrita? Para lhe darmos resposta(s) delineamos os seguintes objetivos: (i) verificar se existe prática de leitura de livros; (ii) perceber em que fase de leitura se encontram as crianças; (iii) promover o contacto com a escrita em diferentes suportes; (iv) explorar diversas técnicas de leitura; e (v) confirmar se houve evolução no contacto com os livros. No que confere à abordagem metodológica baseamo-nos num estudo de caráter qualitativo. As técnicas e instrumentos de recolha de dados foram a observação direta e participante, as notas de campo, o diário de bordo, a checklist, a análise de fotografias (que nos ajudaram a documentar o trabalho das crianças) e as grelhas de observação que nos possibilitaram uma análise reflexiva. Após a análise dos dados recolhidos foi-nos possível aferir alguns resultados que nos permitiram compreender que o contacto com os livros (sendo eles significativos para as crianças) viabiliza diversas experiências de aprendizagem motivadoras e integradoras nos programas educativos, pois permite o desenvolvimento da imaginação, da criatividade e implica que a criança seja mais autónoma e capaz de refletir, defendendo a sua opinião mais sustentadamente.
- Materiais manipuláveis e metodologias ativas: que relação?Publication . Tadeu, Pedro José Arrifano; Ribeiro, Maria do Céu; García-Martínez, InmaculadaOs materiais manipuláveis, como recurso pedagógico, em contexto educativo são muito importantes para a aprendizagem já que funcionam como facilitadores de aprendizagem. No entanto o seu uso deve estar associado a metodologias que designamos de ativas em que o aluno é o protagonista da sua aprendizagem e o professor orientador da mesma. Este é o cerne da aprendizagem ativa. O foco passa a ser o diálogo com os alunos, o diagnóstico dos conhecimentos prévios e as perceções que estes têm sobre os conteúdos a abordar, com incidência na problematização, contextualização e, de preferência, com aplicação prática dos conhecimentos. Tendo como base o recurso a materiais manipuláveis pretende-se construir conhecimento recorrendo a uma parceria entre professor e aluno em que este assume o papel de ator principal, e o professor o de mediador e estimulador do processo de ensino. Esta metodologia pretende incentivar a autonomia intelectual do aluno, alicerçadas numa planificação da ação educativa, por parte do professor, em que se quer promover, entre outros domínios, o recurso a diversas habilidades de pensamento como interpretar, analisar, sintetizar, classificar, relacionar e comparar. É uma metodologia que pretende por em prática o trabalho partilhado com os seus pares, orientada pela seguinte questão problema: Qual a relação que se estabelece entre os materiais manipuláveis, recursos pedagógicos e fomentadores de metodologias ativas, e a construção do conhecimento em ambiente de sala de aula? Procurando dar resposta à mesma, delineamos os seguintes objetivos: (i) perceber qual a função/papel que os intervenientes diretos no processo educativo atribuem aos materiais manipulá- veis; (ii) analisar qual a relação entre os materiais manipuláveis, metodologias ativas e construção do conhecimento. Trata-se de um estudo qualitativo de natureza descritiva e interpretativa, que utiliza o questionário de questões fechadas, para a recolha de dados. Para a análise dos dados recorremos ao programa SPSS. Os dados analisados apontam para uma relação direta entre o recurso a materiais manipuláveis, metodologias ativas e construção de conhecimento do próprio aluno.
- A poesia para a infância: criatividade no processo pedagógicoPublication . Pinheiro, Catarina Alexandra Lima; Castanheira, Luis; Teixeira, CarlosEsta investigação incide na temática sobre a poesia para a infância realizada nas práticas educativas da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada (PES) que se desenvolveu nos contextos de Creche, Educação Pré-escolar e 1.o Ciclo do Ensino Básico. O estudo reporta-se às atividades pedagógicas desenvolvidas e incorpora uma dimensão investigativa sobre essas práticas, centrando-se no tema ”Poesia para a infância: criatividade no processo pedagógico”. Foram delineados objetivos aos quais pretendemos dar resposta, sendo eles: (i) Analisar propostas pedagógicas no âmbito do ensino- aprendizagem da poesia para a infância; (ii) Conhecer as perceções das crianças sobre a poesia e, (iii) Refletir sobre as propostas de leitura de poesia propiciadas às crianças nos diferentes contextos. Trata- se de um trabalho como uma abordagem de natureza qualitativa, tendo como técnica a observação participante e como instrumentos de recolha de dados as notas de campo e os registos fotográficos. Esta investigação teve como base de sustentação teórica, alguns documentos curriculares para a educação, como as Orientações Curriculares para Educação Pré-Escolar e as Aprendizagens essenciais do 1.o Ciclo do Ensino Básico. De uma forma geral, concluímos que a leitura de textos poéticos continua a ser uma prática pouco valorizada no percurso escolar das crianças, o que se verifica quer pela sua representatividade nos manuais escolares quer pelo tempo que lhe é dedicado em contexto de sala de aula. Com esta investigação concluímos que o texto poético tem grandes potencialidades na educação das crianças e que, sendo um texto caraterizado por uma relação profundamente estética com a língua portuguesa, abre amplas possibilidades ao desenvolvimento de uma pedagogia orientada para a criatividade.
- Que farei com estes livros? -propostas para o 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo; Luís, Ana Paula Cordeiro; Alves, Rafael Alexandre; Vaqueiro, Sara; Tiago, Elsa Cristina Dinis; Dinis, TâniaOs livros de potencial receção infantil apresentam-se como instrumentos pedagógicos essenciais para o desenvolvimento de diversos valores, atitudes e comportamentos, importantes na construção de cidadãos conscientes do que é viver em sociedade (Azevedo, 2016). O presente trabalho de investigação seguiu uma linha de cariz qualitativo, centrada numa análise comparativa de artigos científicos que apoiou o projeto intitulado “Que farei com estes livros?” desenvolvido, no âmbito da unidade curricular: Didática do Português no 1.º Ciclo do Ensino Básico, cadeira do 1.º ano do Mestrado em Educação Pré -Escolar e Ensino do 1.º Ciclo em Ensino Básico O projeto teve como objetivos: (i) trabalhar duas obras de Literatura para a Infância, dentro de um corpus textual fornecido pela docente; (ii) perceber a importância da leitura integral destes textos; (iii) valorizar o papel da família e dos professores/escolas como mediadores de leitura; (iiii) implementar algumas estratégias de dinamização da leitura e exploração textual no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e (iiiii) desenvolver algumas planificações, a curto e a médio prazo, com base nessas obras. Os livros escolhidos foram: Sou especial porque sou eu! de Ann Meek e Sarah Massini (2006) e O meu livro é um navio de José Fanha e Maria Abreu (2019). No final do trabalho chegámos às seguintes conclusões: (i) o conceito de Literatura para a Infância e o conceito de Criança foram sendo historicamente reelaborados; (ii) a leitura integral do álbum é fundamental, no 1.º Ciclo do Ensino Básico; (iii) a família e os professores/escolas têm um papel essencial enquanto mediadores de competências lecto escritas ; (iiii) deve valorizar-se particularmente o momento de planificação, permitindo aos primeiros leitores o contacto precoce com os livros, enquanto instrumentos pedagógicos facilitadores de uma educação literária e cívica.
- Repensar o 1.º ciclo do ensino básico: organização e práticas em sala de aulaPublication . Teixeira, CarlosEsta comunicação propõe-se refletir sobre a organização de práticas letivas, da planificação e da gestão curricular, a nível dos agrupamentos escolares, e sobre as práticas em sala de aula no 1.º ciclo do ensino básico (CEB), tendo por base um questionário por entrevista feito a professores/as que estão a assumir a coordenação do 1.º CEB nos agrupamentos escolares de Bragança. Assim sendo, pretende-se compreender, pela análise da opinião de coordenadores/as do ciclo, as formas de organização das práticas letivas no 1.º CEB e, por outro lado, explicitar a ação educativa que se tem desenvolvido neste contexto de ensino, gerando uma reflexão sobre como são planificadas as atividades letivas, que metodologias são mais recorrentes e quais são as práticas de avaliação. Os dados recolhidos são analisados e cruzados com uma análise documental em que se procede a uma revisitação da documentação oficial (quadro legal, programas e metas curriculares) e da literatura científica de relevância para o repensar deste ciclo. Assim sendo, a entrevista centra-se em duas grandes dimensões: (i) a organização e (ii) as práticas letivas. No que se refere à organização, serão considerados tópicos como a organização de turmas e do horário, a integração das atividades extracurriculares, os mecanismos de transição de ciclo, a atribuição das turmas a docente, a organização do trabalho docente com a problematização da monodocência. No âmbito das práticas em sala de aula, alguns dos tópicos relevantes para análise referem-se à planificação das experiências de ensino-aprendizagem, às metodologias em sala de aula, à utilização de recursos didáticos e à avaliação dos alunos. Os dados recolhidos e a sua análise abrem espaço para uma problematização de relevantes aspetos no âmbito das práticas de ensino-aprendizagem neste ciclo ao qual se deve reconhecer uma particular importância pela sua natureza inicial no processo de escolarização das crianças.
- Transição entre ciclos: a perspetiva das criançasPublication . Lopes, Susana Raquel Oliveira; Ribeiro, Maria do CéuA transição entre ciclos deve ser vista e sentida pela criança como uma oportunidade para crescer, para fazer algo diferente, para aprender coisas novas e para ganhar um novo estatuto. O processo de transição implica ir para um local desconhecido, prosseguir, evoluir e crescer, permitindo adaptar-se a algo novo. Este processo é complexo e não pode ser visto como um acontecimento pontual, pois implica a perda de algo conhecido e, simultaneamente, a integração da criança num contexto novo e desconhecido, dai acharmos pertinente conhecer a perspetiva das crianças em relação este tema, em contexto de Educação Pré-Escolar e de 1.º Ciclo do Ensino Básico onde a vivência da problemática estava muito presente, pelo que percebemos no decorrer da Prática de Ensino Supervisionada. Desta forma, consideramos pertinente desenvolver o tema a partir da voz da criança, escutando-as, com o objetivo de compreender perspetivas sobre o 1.º Ciclo do Ensino Básico, procurando que descrevam e interpretemoseudia-a-dianaEducaçãoPré-Escolareperspetivemoseufuturono1.ºCiclodoEnsino Básico. Para orientar o nosso estudo delineamos a seguinte questão problema: Qual a perceção das crianças sobre a transição entre ciclos educativos? Para orientar para uma possível resposta definimos os seguintes objetivos: (i) conhecer a perceção das crianças sobre a transição entre ciclos; (ii) analisar as perspetivas das crianças sobre a próxima etapa formativa. A investigação decorreu com um grupo de catorze crianças de Educação Pré-Escolar, de cinco anos de idade e com um grupo de nove crianças de seis anos de idade (1.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico). Os dados foram recolhidos recorrendo a umaentrevistasemi-estruturada,permitindoalivreexpressãodascrianças.Paraaanálisedosmesmos recorremosàanálisedeconteúdo,devidamentevalidada.Aanálisedosdadosfoiorganizadaportemas, categorias, subcategorias e unidades de registo. A investigação integra-se no paradigma qualitativo, de caracter exploratório. Os dados analisados permitem-nos concluir que as crianças perspetivam a transição como algo positivo, que suscita entusiamo, mas também, inquietação. Estas identificam diferenças entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico, ao nível das aprendizagens, das regras, das metodologias, das interações e do espaço físico e dos materiais.
