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ESSa - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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  • Miosite vírica: um caso clínico
    Publication . Pimentel, Maria Helena; Cruz, João Ricardo Miranda da; Antão, Celeste
    Doença muscular rara que acompanha infeções virais agudas, observada principalmente em crianças em idade escolar (Maciel et al., 2022). Relato do caso: Criança com 8 anos de idade, saudável. Antecedentes pessoais: parto pré-termo de 34+5 semanas, internamento por baixo peso e icterícia; seguida em consulta de cardiologia até aos 4 anos por sopro cardíaco, que resolveu espontaneamente. Rinite e conjuntivite alérgica; sensibilidade a gramíneas e hipersensibilidade à amoxicilina. Toma Montelucaste na Primavera. Observada no serviço de urgência por apresentar mialgias nos membros inferiores, com 24 horas de evolução e agravamento progressivo. Apresenta incapacidade total à locomoção e quadro de obstrução nasal, tosse seca, rinorreia com 5 dias de evolução, com alguns picos febris. Dor presente à palpação dos gémeos bilateralmente, restantes grupos musculares livres. Incapacidade em manter-se de pé por dor nos gémeos. Assintomática em repouso. Submetida a estudo analítico revelou ligeira leucopenia, monócitos aumentados, creatina de 0,6 mg/dL, porém a Creatinaquinase total (CK) muito elevada, 4060 U/L, tal como aumentada a TGO/ AST, 131 U/L, sem alteração de função renal. Perante resultados sugestivos de miosite foi internada com prescrição de soroterapia e repouso no leito. Realizado aspirado nasofaríngeo testou positivo para vírus Influenza B. Recebeu tratamento antiviral durante 4 dias com boa resposta. Teve alta hospitalar após melhoria clínica e analítica (CK de 512 U/L).
  • Incidência da prematuridade e perfil do recém-nascido internado numa unidade de cuidados intensivos neonatais
    Publication . Caridade, Joana Rita da Silva; Amorim, Francisco; Pimentel, Maria Helena
    Em Portugal, de acordo com os dados do INE (2022), 7,4% dos nascimentos são prematuros. Objetivo: conhecer a incidência e o perfil dos prematuros internados numa unidade de cuidados neonatais. Metodologia: estudo quantitativo descritivo-correlacional, inclui a totalidade de nadosvivos com idade gestacional inferior a 37 semanas internados numa unidade de cuidados intensivos neonatais (UCEN) de um hospital do norte do país, no período de 01 de janeiro a 31 de maio de 2019, num total de 65 prematuros. Elaborou-se um guião para recolher dados dos processos clínicos (B-simple), após autorização. Resultados: de um total de 1263 nascimentos, 10 corresponderam a situações de morte fetal in útero, contabilizaram-se 108 nados-vivos com idade gestacional inferior a 37 semanas, tendo-se verificado uma incidência de prematuridade de 8,62%, ligeiramente acima da média nacional de 7,4% (INE, 2022). O estudo recai sobre 65 prematuros, maioritariamente do sexo masculino (65%), primíparas (46,2%) e parto por cesariana (51%). A média de idade gestacional é de 33 semanas e 2 dias, com desvio padrão de 2 semanas e 6 dias e com peso médio à nascença de 1891,2 gramas com desvio padrão de 537,3 gramas. A média e respetivo desvio-padrão do APGAR ao 1º, 5º e 10 minuto é de 8,31 ± 1,29, 9,42 ± 0,68 e 9,82 ± 0,43, respetivamente. Verificaram-se 19 patologias referentes às complicações clínicas desenvolvidas pelos prematuros internados, a maioria com mais do que uma complicação. As complicações ligadas ao foro respiratório (n=50), as alterações hemodinâmicas (n=19) e a icterícia neonatal (n=12) foram as mais expressivas. Outras complicações foram intolerância alimentar (n=6), sépsis neonatal (n=4), gastrosquisis (n=2) e colestase (n=1). Os prematuros que não desenvolveram complicações no período neonatal (23,1%) tinham, em média, maior peso à nascença com diferenças estatisticamente significativas (p=0,037). O mesmo para o índice de APGAR mais elevado (p<0,001).
  • Prevalence and correlates of fear of falling in community-dwelling older adults
    Publication . Pires, Patrícia; Carvalho, Joana; Pereira, Anabela; Pires, Telma; Ribeiro, Oscar
    Introduction: Fear of falling (FoF) is highly prevalent among older adults and can negatively affect mobility, physical activity (PA) levels fall risk, and falls. This study aimed to assess the prevalence of fall risk and FoF, and their associations with demographic variables, mobility, physical activity, and fall history in community-dwelling older adults. Methods: A cross-sectional study was conducted with individuals aged C 65 years without cognitive impairment. Data collected included demographics, fall risk (Morse Fall Scale), FoF (Falls Efficacy Scale International-FES-I), mobility and balance (Timed Up and Go-TUG test), PA (Brief Physical Activity Assessment-BPAA), and fall history. Statistical analyses included Pearson’s correlation coefficient, chi-square test, t-test, and ANOVA. Results: The sample comprised 300 older adults (mean age: 74.7 years; 55.3% female). Higher FoF was observed in women (M = 30.4, SD = 10.3) and those aged C 80 years (M = 33.1, SD = 13.3) (p \ 0.001). FoF was positively correlated with impaired mobility/balance (TUG: R = 0.453) and fall risk (R = 0.399), negatively correlated with PA (BPAA: R =- 0.351) and strongly associated with prior falls (R = 0.660) (all p \ 0.001). Conclusions: FoF is common among older adults, particularly women and the oldest age group, and is significantly associated with mobility limitations, low PA levels, increased fall risk, and history of falls. These findings highlight the need for tailored interventions focusing on improving mobility and promoting active lifestyles to mitigate FoF and fall risk.
  • Relação entre tipos de avc e a recuperação funcional dos doentes numa unidade de avc no norte de Portugal
    Publication . Alves, Isabel; Machado, Carla; Pires, Telma; Pires, Patrícia; Paulo, Marta; Enfermagem de Reabilitação
    O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de mortalidade e morbilidade a nível global, com impacto significativo na função neurológica. As principais alterações verificam-se ao nível da força muscular, equilíbrio e marcha, comprometendo a mobilidade e a capacidade do indivíduo para a realização das AVDs. Objetivos: Analisar a relação entre o tipo de AVC e a força muscular, equilíbrio e deambulação na admissão e alta clínica; avaliar a associação entre a idade e a evolução da força muscular, equilíbrio e deambulação, nos diferentes grupos etários. Material e Métodos: Estudo descritivo-correlacional de natureza quantitativa. A amostra inclui 185 doentes (49.2% sexo feminino) com idades entre os 28 e os 100 anos (Média = 75.1, DP = 13.4): 18.4% com menos de 65 anos, 37.8% entre os 65 e os 79 anos e 43.8% com 80 ou mais anos, no período de 01 janeiro a 30 de setembro de 2023. Relativamente ao tipo de AVC, predominam os TACI (46.5%), seguindo-se os PACI (25.9%), POCI (17.8%) e LACI (9.7%). O protocolo de recolha de dados incluiu a idade, sexo, dias de internamento, tipo de AVC, destino após a alta clínica, escala de Council (MRC scale) e índice de Tinetti aplicados na admissão e na alta. Os testes estatísticos realizados foram os testes Wilcoxon, Kruskal-Wallis, McNemar-Bowker e independência do Qui-quadrado. Nível de significância de 5%. Software: SPSS - versão 29. Resultados e Conclusões: Este estudo investigou a associação entre a força muscular, equilíbrio e deambulação pós- AVC, com foco nas diferenças relacionadas ao tipo de AVC e à idade. Os resultados revelaram que a força muscular do membro superior (MS) e do membro inferior (MI) aumentou significativamente em todos os tipos de AVC (p < 0.05), com diferenças significativas na força muscular do MS nos doentes com POCI enquanto os PACI mostraram a menor força muscular. No entanto, não houve diferenças significativas na força muscular do MI entre os tipos de AVC, tanto à entrada como na alta (p > 0.05). A percentagem de doentes com equilíbrio aumentou significativamente em todos os tipos de AVC: TACI de 25.6% para 57.0% (p < 0.001), POCI de 33.3% para 72.7% (p < 0.001), PACI de 27.1% para 62.5% (p < 0.001) e LACI de 27.8% para 77.8% (p = 0.002). A percentagem de doentes que deambulavam aumentou significativamente em todos os tipos de AVC: TACI de 30.2% para 57.0% (p < 0.001), POCI de 42.4% para 72.7% (p = 0.001), PACI de 39.6% para 56.3% (p = 0.010) e LACI de 44.4% para 83.3% (p =0.008).Quanto à idade, observou-se que os doentes com 80 anos ou mais anos apresentaram menor força muscular nos MS e MI em comparação com os mais jovens (p < 0.05). Embora a força muscular tenha aumentado significativamente em todos os grupos etários (p <0.01), a percentagem de doentes com equilíbrio e que deambulam, diminuiu com o aumento da idade (p <0.05). Os resultados deste estudo sugerem que, independentemente do tipo de AVC, intervenções de reabilitação eficazes podem levar a melhorias significativas na força muscular, equilíbrio e deambulação, embora a idade seja um fator a considerar na avaliação da recuperação funcional.
  • Prevalência de disfagia no idoso numa unidade de avc no norte de Portugal
    Publication . Pires, Patrícia; Alves, Isabel; Paulo, Marta; Machado, Carla; Meireles, Cláudio; Pires, Telma; Ad Médic
    A disfagia é uma complicação comum e significativa em idosos com AVC. A avaliação precoce da disfagia permite reduzir custos, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vi Determinar a prevalência de disfagia no idoso numa unidade de AVC; Comparar a prevalência de disfagia em duas faixas etárias distintas (65-79 anos e ≥ 80 anos). Material e métodos: Estudo descritivo-correlacional de natureza quantitativa. A amostra inclui 163 idosos (53.4% do sexo feminino) de uma unidade de AVC do Norte de Portugal com idades entre os 65 e os 100 anos (Média = 80.1, DP = 7.9): 74 (45.4%) entre os 65-79 anos e 89 (54.6%) entre os 80-100 anos. O protocolo de recolha de dados incluiu a idade, sexo, dias de internamento, tipo de AVC, destino após a alta clínica e a escala Gugging swallowing screen (GUSS) aplicada no momento da admissão e na alta clínica. Os testes estatísticos realizados foram os testes de McNemar-Bowker e de independência do Qui-quadrado. Nível de significância de 5%. Software: SPSS - versão 29. Resultados: A prevalência de disfagia na admissão foi de 75.5%: 40.5% tinham disfagia moderada e 35.0% tinham disfagia grave. A prevalência de disfagia diminuiu significativamente de 74.8% na admissão para 45.7% na alta (p < 0.001). A percentagem de idosos com disfagia moderada diminuiu de 42.4% para 26.5% e a percentagem de idosos com disfagia grave diminuiu de 32.5% para 19.2%. A prevalência de disfagia é mais alta nos idosos com 80 ou mais anos do que nos 65-79 anos. As diferenças são próximas da significância estatística na admissão (80.2% vs 68.6%, p = 0.072) e não são significativas no momento da alta (50.6% vs. 40.0%, p = 0.127). A prevalência de disfagia diminuiu significativamente em ambos os grupos etários: no grupo de 65-79 anos de 68.6% para 40.0% (p < 0.001) e no grupo com 80 ou mais anos de 80.2% para 50.6% (p < 0.001). Discussão/Conclusões: A prevalência de disfagia na admissão foi de 75.5%, embora tenha sido mais alta entre os idosos com 80 anos ou mais em comparação com os de 65-79 anos na admissão. A prevalência de disfagia diminuiu significativamente de 74.8% na admissão para 45.7% na alta (p < 0.001). Estes resultados vão de encontro a Teasell et al. (2018), que referem que nas primeiras semanas após AVC existe recuperação da deglutição, mas cerca de 11 a 50% mantêm disfagia até 6 meses. É crucial que os profissionais de saúde compreendam a complexidade do envelhecimento e sua relação com a disfagia pós AVC. Os programas de reabilitação direcionados à disfagia são fundamentais para melhorar a deglutição do idoso e a sua funcionalidade global.
  • Access to community pharmacies by rural populations in northeastern Portugal
    Publication . Costa, Carolina; Pires, Diana; Pereira, Olívia R.; Pinto, Isabel C.
    Background: Rural populations face significant challenges in accessing medicines and healthcare due to the increasing depopulation of rural areas and geographic isolation. Community pharmacies play a crucial role in rural areas, often serving as the first point of contact for healthcare (1,2,3). Objectives: This study aims to explore the accessibility of community pharmacies in rural areas, understand the satisfaction and identify challenges of these residents with this aspect. Methods: This is an observational, descriptive and cross-sectional study, with a non-probability convenience sample of 168 people living in two villages two villages in the municipality of Alfândega da Fé, Bragança District, in northeastern Portugal. An online and paper self-completion questionnaire was used, with 3 parts: sociodemographic, pharmacies accessibility and satisfaction with accessibility. Statistical analysis was performed in Microsoft Excel, based on the calculation of absolute and relative frequencies, measures of central tendency and dispersion. Results: The results showed that 42.3% (n=71) of the participants had stopped going to the pharmacy because of the challenges they faced, such as distance, the time needed to get to the pharmacy and the lack of transport. In addition, it was concluded that the majority of participants (78%; n=131) feel dissatisfied with the accessibility of community pharmacies. Conclusions: The results of this study reveal that the rural population is dissatisfied with access to community pharmacies and faces several difficulties and accessibility challenges. Policies must be created to facilitate access to community pharmacies for rural populations.
  • Adherence to the mediterranean diet and the risk of metabolic syndrome: a preliminary study
    Publication . Alves, Sara Elisa Brás; Monteiro, António M.; Fernandes, Adília; Fernandes, Hélder; Vaz, Josiana A.; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Mendes, Eugénia
    The Mediterranean Diet has been widely recognized for its protective effects against cardiovascular and metabolic diseases (Zazpe et al., 2008). Metabolic syndrome, often defined as the simultaneous occurrence of health-related risk factors, is a growing concern in ageing populations (Swarup et al., 2024). Understanding how dietary patterns influence metabolic health in older adults is essential for promoting healthy ageing and preventing disease. Objectives: To explore the association between adherence to the Mediterranean Diet and health-related risk factors among older adults. Methods: A crosssectional study was employed. Self-administered questionnaires were used to collect participant data and assessed for sociodemographic characteristics, self-reported health status, presence of chronic diseases. Diet adherence was evaluated through the PREDIMED instrument (Zazpe et al., 2008). Metabolic Syndrome was inferred following cut-off values defined by The Third Report of the National Cholesterol Education Program Expert Panel on Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Cholesterol in Adults (Cleeman, 2001). Blood collection for laboratory tests was performed following WHO guidelines. Informed consent obtained from all participants. Study approved by Ethical Council of Unidade Local de Saúde do Nordeste, Nº41/2024. Results: Ten participants, aged 69 to 81, adhere to the study. Most were female (90%), with 70% reporting at least one chronic disease. Abdominal obesity was noted in 40%, and 10% had elevated triglycerides, while 20% had high blood pressure. Approximately 50% of individuals exhibited a high level of Diet adherence, while 40% demonstrated moderate and low adherence. No participants met the criteria for Metabolic Syndrome. Statistically significant associations were found between adherence to the Mediterranean Diet and the presence of chronic disease (r=0.869, p<0.01), and an inverse correlation with Mediterranean Diet score and the number of Metabolic Syndrome criteria (r=–0.707, p<0.05). Moreover, the Mediterranean diet score was inversely associated with cholesterol (r=–0.740, p<0.05). Conclusions: While no participants fulfilled the criteria for metabolic syndrome, individual risk factors were present in the sample. Higher adherence to the Mediterranean Diet was associated with fewer metabolic risk factors and better overall health indicators. These preliminary findings suggest that dietary patterns may play a key role in the metabolic health of older adults and warrant further investigation with a larger sample.
  • Let´s get inclusive
    Publication . Cunha, Beatriz; Galvão, Ana Maria; Chumbo, Isabel; Anes, Eugénia
    In Portugal, higher education has been undergoing changes related to globalization and democratization of access on the one hand and, on the other hand, to the expansion and diversification of the training offer. The increase in the number of foreign students brings greater diversity in terms of their individual, social, economic and cultural characteristics. Figures made available to Lusa by the Ministry of Science, Technology and Higher Education, confirm that the number of PALOP students has increased by 170% in five years, from 7.355 to almost 19.993, The number of students from Portuguese-speaking African countries in higher education in Portugal has almost tripled in five years, but many face difficulties and there are high levels of dropouts, warns Miguel Chaves from the New University of Lisbon, stressing that the communication difficulties of these students are reflected in a "big problem", namely in terms of academic success. With diversity comes new challenges, which include: a greater demand to ensure effective higher education for all; the need for culturally inclusive and responsive teaching, with a focus on promoting equity, equality, and respect for diversity; and creating a space that allows different people to learn differently [1]. The challenge: to highlight the need to provide sustainable psychosocial support to students from PALOP countries. The approach and process: the approach was based on the Design thinking (DT) process [2]. It took place over the course of a semester. DT is a humanistic approach to innovation and creativity and in this project, the process focused on the students Stakeholders), starting with a deep empathy and discovery of needs in terms of mental health and well-being issues; difficulties encountered in the IPB platform depending on the needs and motivations of the students [3]. The result achieved: in order to raise awareness among IPB managers, the project was presented to the IPB board and academic services. The need for an up-to-date, intuitive platform with clear communication was highlighted, both for academic aspects and for support in the health area. Based on the report, two part-time medical doctors were hired. The next steps planned: it is our goal to contribute to a healthy and happy academic environment, with emphasis on the area of psychological and social well-being.
  • Alelos do grupo sanguíneo do sistema ABO e suscetibilidade para a doença COVID-19: revisão sistemática
    Publication . Amorim, Ana; Caldeira, Maria João; Pereira, Tifany; Vaz, Josiana A.; Rodrigues, Carina
    A COVID-19 é uma doença causada pelo vírus SARS-COV-2 que recentemente teve um grande impacto mundial pela sua evolução pandémica. O sistema ABO tem sido associado a certas doenças ao longo do tempo, e mais recentemente iniciaram estudos sobre a sua associação com a doença da COVID-19. Acredita-se a genética dos hospedeiros podem contribuir nas diversas manifestações clinicas e na severidade da doença apresentadas de individuo para individuo. Como tal, este estudo teve o objetivo de perceber se as variações genéticas encontradas cromossoma 9 do locus do gene ABO podem ter influência na suscetibilidade dos indivíduos para a doença COVID-19.
  • Redes sociais, literacia em saúde e a utilização da medicina alternativa e complementar: uma revisão narrativa
    Publication . Carvalho. Ângela Almeida; Galvão, Ana Maria; Anes, Eugénia
    Uma das principais fontes de informações atualmente são as redes sociais devido a facilidade de acesso e a quantidade de dados que agrega. É um veículo que soma uma enorme quantidade de informação ou desinformação em saúde e as medicinas alternativas e complementares (MAC). Bons níveis de literacia em saúde (LS) são essenciais para a capacidade de discernir a qualidade e veracidade das informações obtidas antes da tomada de decisões individuais. Objetivo: objetiva-se analisar a associação entre a literacia em saúde, a utilização das redes das redes sociais e a utilização de medicinas alternativas e complementares. Métodos: Realizada uma revisão narrativa da literatura através das plataformas digitais Google Académico, PubMed e ScienceDirect, com 21 artigos incluídos para análise. Resultados: As redes sociais são amplamente utilizadas atualmente pela população, constituindo uma das principais fontes de informação para temas como a saúde e a medicina alternativas e complementares. A quantidade de desinformação presente nas redes sociais representa um perigo à saúde devido ao potencial de influenciar atitudes e potencializar comportamentos de risco. A literacia em saúde aparece como um fator determinante e mediador da capacidade de discernir a qualidade das informações obtidas, influenciando a forma como os indivíduos processam e buscam informações das redes sociais, e suas atitudes perante as medicinas alternativas e complementares. A literacia em saúde, as redes sociais e as medicinas alternativas e complementares estão associadas no que diz respeito à obtenção, interpretação e utilização de informações de saúde e de práticas alternativas e complementares. Conclusão: As MACs possibilitam diversas opções para além das convencionais, sendo vital que os indivíduos sejam informados de todas as opções disponíveis com os mais atualizados dados para poderem exercer seu direito de decisão da forma mais informada e contextualizada possível.