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ESE - Capítulos de Livros

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Recent Submissions

Now showing 1 - 10 of 327
  • Parental Education for Gender Equality in the family
    Publication . Bergano, Sofia; Bergano, Sofia
    Gender equality in the family and gender equality in the workplace are interrelated dimensions, because in people’s lives, the time of each person (men and women) is differentially distributed between the investment they make in their profession or career and in their personal and family life. This article aims to analyze the confluence of these domains in the daily lives of women and men, and, in this vein, we propose the analysis and interpretation of statistical data from different sources regarding indicators on the professional, family and parental life of men and women. To analyze and interpret this statistical information, we resorted to theoretical foundations in the field of women’s, gender and feminist studies. The analysis of the data leads to the conclusion that, in daily life, patterns of time distribution according to sex remain which, in some way, perpetuate and legitimize gender differences in the assumption of family responsibilities.
  • Sensibilidade intercultural: o encontro com o outro na sua diversidade
    Publication . Novo, Rosa; Prada, Ana Raquel Russo
    Este capítulo analisa a relevância da sensibilidade intercultural num mundo global, diverso e interconetado, partindo da visão teórica de Bennett (1986, 1993, 2012), e colocando especial ênfase no modelo da competência comunicativa intercultural de Chen e Starosta (1996, 1997, 2000) e na sua dimensão afetiva. A sensibilidade intercultural assume um papel fundamental no processo de inclusão dos estudantes num contexto do ensino superior cada vez mais pautado pela coexistência de uma diversidade de estudantes. Escasseando estudos sobre esta temática no contexto do ensino superior português, neste estudo, adotou-se uma metodologia quantitativa, tendo como questão-problema: Qual é o nivel de sensibilidade intercultural dos estudantes? Neste sentido, estipularam-se como objetivos: (i) caracterizar os níveis de sensibilidade intercultural e (ii) refletir sobre relevância da promoção desta componente afetiva da comunicação intercultural no âmbito do ensino superior. Para o efeito utilizou-se um questionário sociodemográfico e a escala de Sensibilidade Intercultural (Chen & Starosta, 2000). A amostra de conveniência incluiu 189 estudantes, maioritariamente do sexo feminino (75.66%) e com uma média etária de 22.78 anos (DP = 4.72). Os estudantes evidenciaram um nível de sensibilidade intercultural relativamente elevado, os quais diferiram em função do sexo, da idade e do domínio de outras línguas. No âmbito da Pedagogia Social, espera-se que esta reflexão aporte contributos para a (re)criação de espaços e tempos potenciadores do desenvolvimento da sensibilidade intercultural.
  • Artificial Intelligence in Higher Education: Institutional Marketing Strategies for Engagement and Global Expansion
    Publication . Serafim, Ana; Fernandes, Sara; Mesquita, Cristina; Veloso, Cláudia M.; Sousa, Bruno Barbosa
    Artificial Intelligence (AI) presents significant challenges and opportunities in educational practices. As AI technologies evolve, they offer transformative potential for personalized learning and administrative efficiency, but they also raise critical ethical concerns that must be addressed. The following sections outline the main aspects of AI's impact on education. The integration of Artificial Intelligence (AI) in education presents numerous opportunities that can significantly enhance learning experiences and administrative efficiency. AI technologies facilitate personalized learning, automate administrative tasks and improve student support services, thus transforming traditional educational paradigms. In turn, the integration of Artificial Intelligence (AI) in education presents several challenges that must be addressed in order to harness its full potential. The main issues include algorithmic bias, data privacy concerns, inadequate infrastructure and the need for teacher training.
  • Bullying em contexto escolar: compreender para prevenir
    Publication . Vaz, Paula Marisa Fortunato; Vaz, Cátia
    As escolas, enquanto espaços privilegiados de socialização e aprendizagem, onde diariamente milhares de crianças e jovens constroem percursos de vida e de formação, constituem um terreno fértil para a análise e reflexão sobre este fenómeno, cuja compreensão e prevenção permanecem essenciais. Assim, este capítulo visa definir o bullying, bem como os conceitos que lhe estão associados, e alavancar uma melhor compreensão do fenómeno em contexto escolar, bem como a sua prevenção.
  • Challenges of Artificial Intelligence in Teacher Training: Perceptions of Future Teachers
    Publication . Gonçalves, Bruno F.; Patrício, Maria Raquel; Mesquita, Elza
    The growing presence of AI-based tools in teaching practices presents new challenges for training institutions, requiring future teachers to be prepared not only to use these technologies but also to critically understand their implications. This study aims to investigate future teachers’ perceptions of the main challenges of AI in teacher training, focusing on three central dimensions: technological, pedagogical, and ethical challenges. The research employed a quantitative–descriptive approach, utilizing a questionnaire-based method with a sample of 72 participants. The respondents were students enrolled in the Bachelor’s degree in Basic Education and the professional Master’s degree in Teaching at a higher education institution located in northern Portugal. The results not only reveal a widespread perception of the relevance of AI for pedagogical practice but also point to significant limitations. On the technological level, difficulties related to the available infrastructure and the digital training of teachers in training stand out. Pedagogical challenges are associated with the effective integration of AI tools into teaching strategies, as well as the redefinition of the teacher’s role in a technology-mediated setting. Finally, ethical challenges include concerns about data privacy, algorithm transparency, and the risks of dehumanization of the educational process. It is concluded that teacher training should incorporate a critical and interdisciplinary approach to AI, promoting technical, pedagogical, and ethical skills that enable future educators to act responsibly and conscientiously in an increasingly digital and automated educational setting.
  • L’éthique de la restitution dans Une femme d’Annie Ernaux. Mémoire maternelle et enjeux sociologiques
    Publication . Alves, Ana M.
    Dans Une femme, Annie Ernaux ne se limite pas à un hommage intime à sa mère. À travers une écriture sobre et factuelle, elle s'engage dans une démarche de restitution éthique, en rendant compte d’une trajectoire individuelle profondément inscrite dans les transformations sociales et historiques du XXe siècle. Ce texte, à la frontière de l’autobiographie et de l’analyse sociologique, explore les tensions entre mémoire personnelle et responsabilité narrative. Cette communication propose d’interroger comment Ernaux restitue la figure maternelle en conciliant fidélité au souvenir intime et mise en lumière des dynamiques sociales. L’auteure, consciente des enjeux éthiques de la représentation, adopte une écriture dépouillée qui évite la glorification ou la simplification. Ce choix stylistique incarne une éthique de la restitution, où la narration devient un acte de reconnaissance des multiples facettes de l’expérience féminine : ascension sociale, émancipation, mais aussi les contraintes d’un héritage patriarcal. Nous analyserons les procédés narratifs et les choix esthétiques qui permettent à Ernaux de dépasser l’intime pour offrir une réflexion universelle sur les rapports entre générations, genres et classes sociales. En restituant la complexité de la condition féminine, Une femme devient un espace de dialogue entre mémoire individuelle et histoire collective, où l’acte de transmission s’inscrit dans une éthique du respect et de la vérité.
  • Impacto da tecnologia no desenvolvimento do ‍pensamento crítico: um estudo com crianças do 1.º ano do 1.º ciclo do ensino básico
    Publication . Neiva, Helena; Mesquita, Elza; Patrício, Maria Raquel; Gonçalves, Bruno F.
    Neste capítulo apresenta-se parte de uma investigação que se preocupou com a eficácia da integração de tecnologias educativas, tais como aplicações interativas, realidade aumentada e robótica, no desenvolvimento do pensamento crítico em crianças do 1.º ano de escolaridade do 1.º ciclo do ensino básico, numa instituição pública do nordeste português. Investigou-se de que forma as tecnologias educativas podem fortalecer o pensamento crítico em crianças que estavam a iniciar o processo de ensino formal. O objetivo foi identificar mecanismos que favorecessem essa competência, aplicar estratégias eficazes em diferentes ambientes escolares e observar os seus efeitos. A metodologia adotada foi qualitativa, recorrendo à observação direta, notas de campo, registos fotográficos e trabalhos realizados pelas crianças. Através de uma abordagem pedagógica construtivista e centrada na criança, a pesquisa demonstra que a tecnologia atua como um catalisador para a curiosidade, o questionamento, a colaboração e a resolução de problemas. As atividades práticas, como a exploração de aplicações de desenho digital, a interação com realidade aumentada e a programação de robôs, revelaram um aumento significativo na motivação e envolvimento das crianças. Os resultados indicam uma melhoria notável em competências como a formulação de perguntas, a comunicação de ideias, a utilização criativa da tecnologia para resolver problemas e a reflexão metacognitiva. O estudo conclui que o sucesso desta integração tecnológica não reside na sua sofisticação, mas na intencionalidade do professor em criar ambientes de aprendizagem que capacitem as crianças a tornarem-se cidadãs ativas, reflexivas e críticas.
  • Desenvolvimento motor, espaços físicos e perceção da qualidade de vida de crianças da educação pré-escolar: o que mudou após a pandemia?
    Publication . Silva, Lilian; Castanheira, Luís; Teixeira, José Eduardo; Vasques, Catarina
    O desenvolvimento, a aprendizagem e a qualidade do envolvimento físico das crianças são influenciados pela qualidade dos espaços físicos dos Jardins de Infância (JI). No contexto atual de “pós” pandemia, torna-se necessário identificar se alterações nos espaços influenciam positiva ou negativamente na qualidade de vida (QV) das crianças. O estudo tem como objetivo recolher a perceção de pais/encarregados de educação sobre as mudanças nos espaços do JI e sobre a QV das crianças após o COVID-19, bem como caracterizar o DM das crianças. Fizeram parte do estudo 98 crianças de 6 JI. A média do Quociente Motor Grosso (QMG) em todos os JI se enquadram na classificação descritiva “superior” (QMG = 126,4 a 138,8). Verificou-se que a Idade Equivalente (IE) entre os JI não são independentes, pois existe uma associação significativa com tamanho de efeito moderado [X² (35) = 65,2; p=0,001; V=0,4]. O QMG entre os JI não demonstrou associação estatisticamente significativa, pois se tratam de variáveis independentes, assim como a associação do QMG com as respostas objetivas do formulário (p ≥ 0,05).
  • O clima está a mudar, e as crianças sabem? um olhar sobre a literacia climática
    Publication . Ramos, Ricardo; Rodrigues, Maria José; Isilda Rodrigues
    A sociedade contemporânea, profundamente marcada por uma cultura de consumo descartável, contribui significativamente para o agravamento da pegada ecológica e, consequentemente, para as alterações climáticas (AC). Torna-se, por isso, urgente uma educação sólida e eficaz que forme os cidadãos, desde cedo, para compreender e enfrentar este fenómeno global. Educar para as alterações climáticas representa um desafio complexo, dada a vastidão e a profundidade do problema (Chen, 2011; Worth, 2021). Diversos estudos indicam que muitos jovens evidenciam dificuldades em compreender conceitos fundamentais da ciência climática (Brindle, 2018, 2021; Parker & Kumar, 2018), enquanto numerosos professores referem sentir-se pouco preparados para abordar estas temáticas nas suas práticas pedagógicas (Monroe et al., 2017; Plutzer et al., 2016). Em Portugal, as AC estão previstas no currículo nacional ao longo de toda a escolaridade obrigatória, desde a educação pré-escolar até ao final do ensino secundário. Estas questões ambientais, de natureza transversal, podem ser trabalhadas em diferentes áreas disciplinares como Cidadania e Desenvolvimento, Estudo do Meio e Ciências Naturais (Casimiro, 2021).
  • Terrários, histórias e jogos: abordagens inovadoras: Para promoção da literacia climática em crianças
    Publication . Ramos, Ricardo; Rodrigues, Maria José; Rodrigues, Isilda
    As alterações climáticas (AC) representam um dos desafios globais mais urgentes da atualidade, com impactos profundos e abrangentes que afetam ecossistemas, economias e comunidades em todo o mundo. O sistema educativo tem responsabilidade para formar cidadãos mais conscientes do ponto de vista ambiental, no entanto, são muito e significativos os desafios que enfrenta (Eilam, 2022; Monroe et al., 2017). A sociedade contemporânea, marcada pela cultura do consumo, contribui para aumentar a pegada ecológica o que, por sua vez, agrava as alterações climáticas (Bauman, 2008; Druyan, 2020). Assim, educar para as AC torna-se um desafio complexo, não só pela extensão e profundidade do problema, mas também devido aos equívocos comuns que o rodeiam (Chen, 2011; Worth, 2021). Em estudos realizados, muitos jovens demonstraram dificuldades em compreender os conceitos básicos da ciência climática (Brindle, 2021; Ramos et al., 2023) e professores reportaram falta de formação adequada para abordar estas temáticas (Plutzer et al., 2016). Em 2021, a UNESCO avaliou os currículos de 100 países, e concluiu que apenas 47% desses países mencionam as alterações climáticas, geralmente, de forma superficial (UNESCO, 2022). Existe, portanto, uma urgência de educar, desde cedo, para a problemática do clima.