Vol. 1 N.º 1 (2022): Dossiê Temático
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Recent Submissions
- Resenha do livro Escolas e Professores proteger, transformar, valorizar, de autoria de António Nóvoa, com colaboração de Yara AlvimPublication . Munhoz, Lucianna; Prado, Guilherme do ValO presente trabalho tem por objetivo apresentar uma resenha crítica a respeito do último livro de António Nóvoa publicado no Brasil, no ano de 2022. A obra foi escrita em colaboração com a professora Yara Alvim e tem como intenção suscitar a discussão sobre a formação de professores, que se tornou ainda mais urgente devido às novas demandas impostas pela pandemia do Coronavírus. A obra foi dividida em seis capítulos: os dois primeiros abordam a necessidade de reinvenção da escola, o terceiro versa sobre as dificuldades e soluções que os professores encontraram na pandemia e nos três últimos textos os autores apostam na importância da formação inicial e da continuada como resposta para as transformações almejadas. O modelo de formação proposto por eles sugere um terceiro espaço formativo que não é somente a universidade e nem somente a escola, mas uma casa comum, na qual a formação dos futuros professores e a formação de professores em exercício ocorram concomitantemente, com atenção especial ao momento do ingresso dos professores iniciantes em sala de aula, chamado de período de indução profissional. Tal modelo remete a projetos de formação de professores organizados por universidades, como o UniverCidade, da Universidade de Évora e o Complexo de Formação de Professores, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, nos quais as relações entre todos os envolvidos ‒ estudantes, escolas e universidade ‒ acontecem de forma dialógica, horizontal e colaborativa
- La línea de investigación: educabilidad -Formación Universitaria Municipalizada - imaginarios sociales complejos como aporte a la educación comunitaria Venezolana en los postgradosPublication . Mirabal Rodriguez, Mireya del ValleEl objetivo complejo de la investigación es analizar la línea de investigación educabilidad – formación universitaria municipalizada – imaginarios sociales complejos, para ello se utiliza la deconstrucción rizomática, que permite romper los dogmas reduccionistas para ir a la reconstrucción de los saberes y los imaginarios sociales. Hay que buscar la concordancia y la unificación de criterios para que se dé un entendimiento claro y preciso con los diálogos de saberes, así como el reconocimiento de las diferentes culturas. Y continuar con el proceso de descolonización del pensamiento, porque la educación continua siendo permeada educando de manera integral donde se conjugue la praxis educativa con la cotidianidad de la vida
- Educação Decolonial Planetária em três aforismosPublication . Fortunato, Ivan; Araújo, Osmar; Medeiros, Emerson AugustoEste artigo foi escrito na forma de um ensaio com o objetivo de discutir transversalmente a Educação Decolonial Planetária. Trata-se de um texto em primeira pessoa, cuja redação nasce do cotidiano visto e vivido em nosso ofício de professores formadores de professores, motivado principalmente pela necessidade latente de que a docência (em formação e em exercício) seja menos normativa, técnica e apegada às ordens de comando para manutenção do status quo. Com o objetivo de fortalecer à resistência, o artigo se desenvolve em três aforismos comentados: alegria, afeto e anti-protagonismo. Com esses aforismos esperamos sensibilizar(-nos) para outra docência... consequentemente, para outra educação. Quem sabe, outro projeto de humanidade.
- Crítica aos fundamentalismos identitários: Comentários ao “Eu Soberano” de RoudinescoPublication . Demo, PedroRoudinesco, psicanalista francesa muito renomada, analisa identidades étnicas ou similares exacerbadas – daí a expressão provocativa “Eu Soberano” – que exigem uma autonomia já incapaz de conviver com outras autonomias. Postam-se como referência fundamentalista, no sentido de não admitirem contestação ou mesmo diálogo, impedindo a convivência em sociedade. A tese básica sugere que, para conviver em sociedade, é preciso não ser fundamentalista, ou seja, saber conviver com a diversidade, hoje um tema fundamental das democracias mais abertas. A França está no pano de fundo de uma experiência europeia iluminista que adotou a laicidade do Estado, as “Luzes” (Iluminismo) em termos científico-culturais, a democracia e a república. O livro ainda se alinha a algumas expectativas eurocêntricas supremacistas, como a de ser possível algum universalismo dos Direitos Humanos, enquanto hoje se defende que a validade só pode ser relativa, embora não relativista: dinâmicas históricas e evolucionárias valem sempre, mas de modo relativo, não por defeito, mas porque é seu modo próprio de valer. Enquanto é muito veemente e bem documentada a análise crítica da Autora das experiências fundamentalistas identitárias, notamos alguns resquícios colonialistas de uma civilização que gosta de ser pôr como modelo. Lutas identitárias fundamentalistas, ou mesmo terroristas, não são aceitáveis, mas não se pode esquecer que reagem ao colonialismo europeu e similar, que também precisa ser contestado
- Direitos humanos e etnomatemática: formas outras de compreender a educação (matemática)Publication . Peres, Élida de Sousa; Sousa, Charleston SilvaEste artigo tem como objetivo debater um caminho de reflexão no âmbito dos direitos humanos, por meio de uma abordagem qualitativa do tipo bibliográfica. O texto parte dos estudos de D’Ambrosio, Vergani, Benevides, Mignolo e Ballestrini, e busca aproximar direitos humanos e etnomatemática. Como experiência de pensamento, este estudo propicia uma releitura histórica para a compreensão do sistema mundo, destacando a colonialidade enraizada no sistema educativo desde o período colonial até os dias atuais, onde o conhecimento europeu é legitimado como marco científico, acadêmico e mundial, invisibilizando os saberes de grupos subalternos. Concluímos que este trabalho visa experiências de libertação e transgressão no processo formativo da produção de conhecimento no contexto educacional nas práticas de ensino de matemática
- Interfaces entre o pensamento de António Nóvoa e a Teoria Decolonial na formação de professoresPublication . Tomelin, Nilton Bruno; Santos, Aline Coêlho; Rausch, Rita BuzziÀ luz do pensamento de António Nóvoa, este estudo teve como objetivo estabelecer interfaces desse pensamento com a teoria decolonial à formação de professores. Parte-se da concepção de que é preciso centralizar essa formação em teorias e práticas pautadas no enfrentamento das marcas coloniais, ainda muito expressivas nos ambientes escolares. Nesse contexto, emerge a questão: Quais proposições podem ser depreendidas nas obras de António Nóvoa à formação de professores em uma perspectiva decolonial? Essa pesquisa é um estudo teórico, com procedimentos de pesquisa bibliográfica nas obras de Nóvoa (2022, 2019, 2017, 2009, 2002, 2000, 1995). Para tratar da teoria decolonial, usa-se como referência Ballestrin (2013), Castro-Gómez e Grosfoguel (2007), Fleuri (2003), Ocaña, Arias e Canedo (2018), Quijano (2000), Restrepo e Rojas (2010) e Walsh (2012, 2009a, 2009b e 2001). Esta pesquisa assume abordagem qualitativa e os dados são analisados a partir do paradigma indiciário descrito por Ginzburg (2004, 2001, 1989). Dos indícios decoloniais percebidos nesta investigação, destacam-se a necessidade de ruptura em quatro dimensões: (i) a formação docente voltada para dentro da escola e para o desenvolvimento profissional do professor; (ii) uma relação de horizontalidade não linear, que unifica as relações professor-aluno-comunidade enquanto escola; (iii) a compreensão de múltiplas formas de aprender e ensinar e (iv) a mudança nos modos de produção do conhecimento científico
- Família e educação: notas para uma compreensão sistêmica a partir do paradigma da complexidade de Edgar MorinPublication . Andrade Salazar, José AlonsoEste trabajo se aproxima a la comprensión de la familia y la educación como sistemas complejos en mutualidad e interdependencia partiendo de los aportes de la teoría de la complejidad y el pensamiento complejo de Edgar Morin. Se encontró que el sistema familia—educación constituye un bucle auto–reflexivo que permite la interpretación por diversas rutas de su complejidad sistémica y a la vez lo revela como un sistema cerrado para conservar la identidad de sus operaciones internas, pero, abierto a la reorganización a través de la integración–absorción del caos emergente tanto del entorno que propicia relaciones e intercambio inter–sistémicos, como de los movimientos y transformaciones internas. Este sistema conjuga autos y Oikos lo que garantiza su autoorganización, además de las funciones de computación y cogitación y las relaciones trinitarias entre individuo—sociedad—especie; caos—orden—organización; cerebro—cultura—espíritu; razón—afectividad—pulsión. Integrar estos elementos permite una mirada más amplia de su complejidad, en contraste a la influencia de múltiples perspectivas explicativas, casi siempre insulares y mono paradigmáticas. La complejidad y el pensamiento complejo cuestionan el análisis disciplinar y fragmentario en aras de una comprensión dialógica y en contexto del sistema familia—educación, lo cual, desvincula los saberes en torno a dicho campo del molde lineal que caracteriza la colonialidad analítica y reduccionista adscrita a la conceptualización y el cálculo
- Indagaciones rizomáticas - Educación Decolonial Planetaria Compleja como rupturas asignificantesPublication . Rodriguez, Milagros ElenaEn la crisis planetaria, sus análisis y desmitificación de la fría ignorancia de muchos ante la eminente posibilidad de perecer todos con la Tierra como patria, la educación colonial tiene gran responsabilidad en la formación de un ser acrítico, indolente y con falta de amor y solidaridad ante las dificultades. Desde una transmetodología compleja, con el transmétodo la deconstrucción rizomática se han sustentados respuestas a ¿por qué indagaciones rizomáticas en Educación Decolonial Planetaria Compleja? contestaciones que son rupturas asignificantes; es este el objetivo complejo de la investigación. Pertenece la pesquisa a las líneas de investigación de la autora: transepistemologías de los conocimientos-saberes y transmetodologías transcomplejas y educación-transepistemologías transcomplejas. La deconstrucción rizomática como transmétodo decolonial planetario, complejo y transdisciplinar reconstruye la decadente educación colonial a esencias humanas, inclusivas que formando rupturas asignificantes va a la aceptación a la diversidad y dignifica los tópoi; los acerca a su natura de la vida, disminuyendo el pensamiento abismal. Se reconstruye, en conclusiones inacabadas de la indagación las condiciones carentes de condición humana y se ejemplifican rupturas asignificantes desde las características de los rizomas y las estrategias complejas de urgentes concepciones en la Educación Decolonial Planetaria Compleja. El sujeto investigador es incluido con su sentipensar, subjetividad en el discurso recorriendo la complejidad del ser humano: naturaleza-cuerpo-mente-alma-espíritu-Dios. Fe fuera de las religiones impuestas soslayantes de la modernidad-postmodernidad-colonialidad
- Desiderata de la Educación Decolonial Planetaria en re-ligajes complejosPublication . Rodriguez, Milagros Elena; Fortunato, Ivan; Araújo, OsmarSe presenta el Dossier titulado Educación Decolonial Planetaria: Re-ligajes complejos, organizado por Milagros Elena Rodríguez, Ivan Fortunato y Osmar Hélio Alves Araújo. En ese sentido el objetivo complejo de este artículo es presentar generalidades del dossier y los aspectos más resaltantes de cada autor y sus aportes. Las propuestas de artículos debieron estar vinculadas a los ejes que componen la convocatoria temática, tal como se publicó en la Revista EduSer, centrándose en: el pensamiento complejo en la decolonialidad planetaria de la educación; la decolonialidad planetaria y pedagogías complejas; la educación planetaria y proyectos decoloniales planetarios; los aportes de la Educación planetaria a la salvaguarda de la Tierra como patria; los conocimientos-saberes como promotores de un educación decolonial y compleja y las investigaciones complejas en la Educación Planetaria. Que maravilloso que ese inmenso confluir se han cumplido en las metas propuestas; y sabemos que faltan muchos dossiers en estas grandes temáticas para asistir a los aportes de los investigadores del planeta. Valientes, guerreros en medios de las dificultades planetarias se crecen en el servicio y búsqueda de una Educación Decolonial Planetaria. Gracias a los editores de esta maravillosa revista y a todos los que acudieron a la convocatoria