Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10198/5790
Título: Limites e possibilidades da economia ambiental
Autor: Matos, Alda
Fernandes, António
Ribeiro, Maria Isabel
Cabo, Paula
Palavras-chave: Economia ambiental
Quantificação
Recursos
Bens ambientais
Data: 2011
Editora: Instituto Politécnico da Guarda
Citação: Matos, A.; Fernandes, A.; Ribeiro, M.; Cabo, P. (2011) - Limites e possibilidades da economia ambiental. Revista Egitania Sciencia. ISSN 1646-8848. 8:1, p. 39-60
Resumo: Existem diversas correntes de pensamento económico preocupadas com os problemas ambientais. Subsiste, contudo, uma certa incapacidade da Economia para lidar com esta temática, encontrando-se, não raras vezes, desajustada da realidade ecológica. A delimitação do campo de acção e os métodos de algumas abordagens são ainda incipientes, denotando um contínuo processo de aperfeiçoamento e aprendizagem, sobretudo quando visam a quantificação económica de bens e serviços ambientais. Assim, este artigo tem como objectivo estudar e compreender esta temática. Para tal, far-se-á uma breve incursão crítica às teorias de pensamento económico, com base numa pesquisa bibliográfica e consequente revisão da literatura. Por se adaptar, perfeitamente, aos diversos modelos democráticos e neo-liberalistas, dar-se-á maior relevo à Economia Ambiental. Conclui-se que os antagonismos entre as escolas de pensamento económico sobre a temática ambiental acabam por diluir-se, já que são, em grande medida, decorrentes da especificidade, da abordagem e da natureza multifacetada e multidisciplinar do Meio Ambiente. Convém destacar contudo, que a teoria neoclássica possui uma forte ideologia antropocêntrica, na qual a prevalência de instrumentos governamentais dificulta a inclusão de outras perspectivas, enquanto que as outras escolas preconizam métodos de abordagem como a apropriação e emprego dos recursos naturais, princípios de negociação, vantagem das tecnologias ambientais, entre outros. There’s several currents of thought concerned about environmental problems. However, there’s a certain incapacity of the Economy to work with this theme. Frequently, is misadjusted from the ecological reality. The action field delimitation and some approaches methods are still incipient, denoting a continuous improvement process and learning, especially, when they seek the economical valuation of goods and environmental services. Thus, the main objective of this article is to study and to understand this theme. For such, a critical incursion to the economical thought theories is conducted based in a bibliographical research and, subsequent, literature revision. The focus will rely on Environmental Economy once is, particularly, adapted to several democratic and neo-liberalists models. It is concluded that the antagonisms among the schools of thought on the environmental theme are reduced since they are, in great measure, result from the specificity, approach and multifaceted and multidisciplinary nature of the Environment. However, neoclassical theory possesses a strong anthropocentric ideology where prevalence of government instruments block the inclusion of other perspectives, while other schools extol other approach methods like appropriation and use of natural resources, negotiation principles, advantage of environmental technologies, among others. Hay varias corrientes de pensamiento preocupadas con los problemas medioambientales. Sin embargo, hay una cierta incapacidad de la Economía para trabajar con este tema, encontrándose, no raras veces, desajustada de la realidad ecológica. La delimitación del campo de acción y los métodos de algunas aproximaciones todavía es incipiente, denotando un proceso de mejora continuo y aprendizaje, sobretodo, cuando buscan la valoración económica de bienes y servicios medioambientales. Así, el objetivo principal de esta investigación es estudiar y entender este tema. Para tal, se hace una incursión crítica a las teorías del pensamiento económico, basada en una pesquisa bibliográfica y revisión de la literatura. Por se adaptar, perfectamente, a varios modelos democráticos y neo-liberales, el enfoque recaerá en la Economía Medioambiental. Se verifica que los antagonismos entre las escuelas de pensamiento económico sobre el tema medioambiental acaban por diluir-se una vez que, en gran medida, son decurrentes de la especificidad, del abordaje y de la naturaleza multifacética y multidisciplinaria del Medioambiente. Sin embargo, conviene destacar que la teoría neoclásica posee una fuerte ideología antropocéntrica en la cual el predominio de instrumentos gubernamentales impiden la inclusión de otras perspectivas, mientras que las otras escuelas preconizan otros métodos de abordaje como la apropiación y uso de los recursos naturales, los principios de la negociación, la ventaja de las tecnologías medioambientales, entre otros.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/5790
ISBN: 1646-8848
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