ESE - Capítulos de Livros
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Percorrer ESE - Capítulos de Livros por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "03:Saúde de Qualidade"
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- A Life Learning, Now Is Digital: fomento de la alfabetización digital entre las personas mayores y conservación de historias y recuerdosPublication . Santos, Artur Jorge; Murciano-Hueso, AliciaLas historias y recuerdos atesoran conocimiento cultural, pero su transmisión se ve amenazada con el paso del tiempo y las limitaciones de registro. El proyecto "A Life Learning, Now is Di-gital" busca preservar este legado mediante la formación digital de personas mayores institucio-nalizadas. A través de talleres, exposiciones y un libro, se capturan sus historias sobre educa-ción, familia y deporte, enriqueciendo la investigación educativa y el patrimonio cultural. Este proyecto podría beneficiase a los mayores, empoderándolos digitalmente y fomentando su inter-acción social.
- Beyond the Gym Floor and the Classroom: Physical Education as a Catalyst for Transdisciplinary Physically Active Learning in the Portuguese Educational LandscapePublication . Santos, Artur Jorge; Baptista, Liliana; Amoroso, José; Furtado, Guilherme; Teixeira, Manuela; Lima, Carla Pedroso deThis chapter explores the transformative potential of physical education (PE) when integrated into a transdisciplinary and physically active learning (PAL) framework. By moving beyond the traditional confines of the gym and classroom, we examine how PE can serve as a core component of holistic education. The chapter delves into the theoretical underpinnings of transdisciplinary and active learning, highlighting their alignment with the goals of PE. It will provide practical examples and strategies for implementing transdisciplinary PE programs, emphasizing collaboration with other subject areas and the creation of authentic learning experiences. The chapter will also discuss the role of PE in fostering critical thinking, problem-solving, and creativity, while promoting physical literacy and well-being. Ultimately, this chapter aims to inspire educators to reimagine PE as a dynamic and essential component of a comprehensive curriculum.
- Desenvolvimento motor, espaços físicos e perceção da qualidade de vida de crianças da educação pré-escolar: o que mudou após a pandemia?Publication . Silva, Lilian; Castanheira, Luís; Teixeira, José Eduardo; Vasques, CatarinaO desenvolvimento, a aprendizagem e a qualidade do envolvimento físico das crianças são influenciados pela qualidade dos espaços físicos dos Jardins de Infância (JI). No contexto atual de “pós” pandemia, torna-se necessário identificar se alterações nos espaços influenciam positiva ou negativamente na qualidade de vida (QV) das crianças. O estudo tem como objetivo recolher a perceção de pais/encarregados de educação sobre as mudanças nos espaços do JI e sobre a QV das crianças após o COVID-19, bem como caracterizar o DM das crianças. Fizeram parte do estudo 98 crianças de 6 JI. A média do Quociente Motor Grosso (QMG) em todos os JI se enquadram na classificação descritiva “superior” (QMG = 126,4 a 138,8). Verificou-se que a Idade Equivalente (IE) entre os JI não são independentes, pois existe uma associação significativa com tamanho de efeito moderado [X² (35) = 65,2; p=0,001; V=0,4]. O QMG entre os JI não demonstrou associação estatisticamente significativa, pois se tratam de variáveis independentes, assim como a associação do QMG com as respostas objetivas do formulário (p ≥ 0,05).
- Níveis de atividade física de crianças de um meio rural do Nordeste de Portugal: comparação entre dias da semana e fim de semanaPublication . Sampaio, Tatiana; Teixeira, José Eduardo; Magalhães, Pedro; Vasques, Catarina; Sá, CésarA atividade física (AF) e o comportamento sedentário (CS) são componentes críticos para a saúde e bem-estar de crianças e adolescentes. Globalmente, há uma crescente preocupação com a diminuição dos níveis de AF e o aumento dos estilos de vida sedentários entre os jovens, levando a riscos para a saúde como obesidade, doenças cardiovasculares e problemas de saúde mental. O objetivo deste estudo foi analisar os níveis de AF de crianças (9 a 11 anos) e adolescentes (12 a 15 anos) de uma área rural no nordeste de Portugal, examinando especificamente as diferenças entre os dias de semana e os fins de semana na prática de AF. A recolha de dados ocorreu entre setembro de 2022 e janeiro de 2023, utilizando um desenho transversal. Os dados diários foram recolhidos durante sete dias consecutivos usando acelerómetros (ActiGraph®, GT3X ou GT1M). A amostra consistiu em 84 participantes com idades entre 9-15 anos, sendo 39 raparigas e 45 rapazes. Os participantes eram de Alfândega da Fé, um município altamente rural no distrito de Bragança, ideal para abordar a lacuna rural-urbana na investigação sobre AF. As crianças usaram um acelerómetro num cinto elástico durante sete dias consecutivos (incluindo fins de semana). Verificaram-se diferenças significativas entre os dias de semana e os fins de semana para todos os níveis de intensidade (t = -41,07 a 0,40, p<0,001, d = -0,35 a 0,54), exceto para AF leve. AFMV total e média por hora foram significativamente diferentes entre os dias de semana e os fins de semana (t=5,22, p<0,001, d=0,37). As contagens de passos também mostraram diferenças significativas (t=5,22, p<0,001, d=0,37). Os dias de semana estavam consistentemente associados a níveis mais elevados de AF em comparação com os fins de semana. Estes resultados são particularmente relevantes em contextos rurais, onde os fins de semana oferecem menos oportunidades organizadas de AF.
- Quando as palavras não chegam: comunicação aumentativa e alternativa em contextos de saúdePublication . Fernandes, Ana Matos; Martins, Vânia; Carneiro, Pedro; Vaz, Paula Marisa FortunatoEste capítulo aborda a comunicação aumentativa e alternativa em contextos de saúde. Logo, a impossibilidade de comunicar é deveras inca- pacitante não podendo ser subvalorizada ou desconsiderada. As pessoas que não conseguem comunicar, frequentemente podem vir a depender total ou parcialmente de terceiros, desenvolvem um sentimento de impotência perante o meio, podendo levar a comportamentos de desânimo aprendido, abandono das tare- fas e interiorização da inutilidade das suas ações e diminuição do controlo das situações a que estão expostas (Rosel e Basil, 1998). Perante esta possibilidade, consideramos evidente, ur- gente e pertinente dotar as pessoas com dificuldades na comu- nicação, de meios aumentativos e/ou alternativos de comunica- ção. Entramos, assim, no âmbito da Comunicação Aumentativa e/ou Alternativa (CAA).
