Browsing by Author "Othman, Souha"
Now showing 1 - 9 of 9
Results Per Page
Sort Options
- Efeito do método de extração no perfil fenólico e na atividade antioxidante de extratos de casca de marmeloPublication . Pereira, Alexis; Othman, Souha; Añibarro-Ortega, Mikel; Dias, Maria Inês; Pinela, José; Barros, LillianO marmelo é o fruto de uma pequena árvore decídua (Cydonia oblonga Mill.) nativa do Cáucaso e cultivada em vários países, incluindo Portugal. Devido ao seu sabor amargo e adstringente, o marmelo é geralmente processado em produtos alimentares açucarados, tais como a marmelada, um doce típico português. Durante a confeção deste alimento, a casca deste fruto é frequentemente descartada como subproduto. Apesar disso, estudos anteriores apontaram que a casca do marmelo possui compostos bioativos com efeitos promotores de saúde, bem como propriedades bioativas [1]. Assim, este trabalho teve como objetivo comparar o perfil fenólico e a atividade antioxidante in vitro de extratos de casca de marmelo obtidos por maceração dinâmica hidroetanólica (1 h + 1 h de extração) e decocção (5 min de fervura + 5 min de repouso). Para isso, o rendimento de extração foi avaliado gravimetricamente e os compostos fenólicos detetados nos extratos foram caracterizados por HPLC-DAD-ESI/MSn [2]; a atividade antioxidante in vitro foi avaliada através do ensaio de inibição da formação de substâncias reativas aos ácido tiobarbitúrico (TBARS) e da hemólise oxidativa [2]. A análise cromatográfica permitiu identificar três classes de compostos fenólicos, nomeadamente ácidos fenólicos, flavonóis e flavan-3-óis. O conteúdo de compostos fenólicos foi de 4,70 mg/g no extrato hidroetanólico e de 4,27 mg/g no extrato aquoso. O extrato hidroetanólico foi mais eficaz em inibir a peroxidação lipídica e a hemólise oxidativa do que o extrato preparado por decocção, o que concordou com os maiores teores de flavan-3-óis. Embora os métodos de extração testados tenham empregue diferentes solventes, tempos de processamento e temperaturas, a maceração dinâmica hidroetanólica foi mais adequada para obter extratos com maiores teores de polifenóis e maior atividade antioxidante. Assim, os resultados evidenciaram que o método de extração afeta a extração de compostos fenólicos e, consequentemente, a atividade antioxidante. Desta forma, a casca do marmelo poderá ser reinserida na cadeia de valor através da sua reutilização em ingredientes naturais antioxidantes para alimentos e bebidas.
- Efeito do método de extração no perfil fenólico e na atividade antioxidante de extratos de casca de marmeloPublication . Pereira, Alexis; Othman, Souha; Añibarro-Ortega, Mikel; Dias, Maria Inês; Pinela, José; Barros, LillianO marmelo é o fruto de uma pequena árvore decídua (Cydonia oblonga Mill.) nativa do Cáucaso e cultivada em vários países, incluindo Portugal. Devido ao seu sabor amargo e adstringente, o marmelo é geralmente processado em produtos alimentares açucarados, tais como a marmelada, um doce típico português. Durante a confeção deste alimento, a casca deste fruto é frequentemente descartada como subproduto. Apesar disso, estudos anteriores apontaram que a casca do marmelo possui compostos bioativos com efeitos promotores de saúde, bem como propriedades bioativas [1]. Assim, este trabalho teve como objetivo comparar o perfil fenólico e a atividade antioxidante in vitro de extratos de casca de marmelo obtidos por maceração dinâmica hidroetanólica (1 h + 1 h de extração) e decocção (5 min de fervura + 5 min de repouso). Para isso, o rendimento de extração foi avaliado gravimetricamente e os compostos fenólicos detetados nos extratos foram caracterizados por HPLC-DAD-ESI/MSn [2]; a atividade antioxidante in vitro foi avaliada através do ensaio de inibição da formação de substâncias reativas aos ácido tiobarbitúrico (TBARS) e da hemólise oxidativa [2]. A análise cromatográfica permitiu identificar três classes de compostos fenólicos, nomeadamente ácidos fenólicos, flavonóis e flavan-3-óis. O conteúdo de compostos fenólicos foi de 4,70 mg/g no extrato hidroetanólico e de 4,27 mg/g no extrato aquoso. O extrato hidroetanólico foi mais eficaz em inibir a peroxidação lipídica e a hemólise oxidativa do que o extrato preparado por decocção, o que concordou com os maiores teores de flavan-3-óis. Embora os métodos de extração testados tenham empregue diferentes solventes, tempos de processamento e temperaturas, a maceração dinâmica hidroetanólica foi mais adequada para obter extratos com maiores teores de polifenóis e maior atividade antioxidante. Assim, os resultados evidenciaram que o método de extração afeta a extração de compostos fenólicos e, consequentemente, a atividade antioxidante. Desta forma, a casca do marmelo poderá ser reinserida na cadeia de valor através da sua reutilização em ingredientes naturais antioxidantes para alimentos e bebidas.
- Effect of the extraction method on the phenolic profile and antimicrobial activity of quince peel extractsPublication . Pereira, Alexis; Othman, Souha; Dias, Maria Inês; Cirić, Ana; Añibarro-Ortega, Mikel; Soković, Marina; Pinela, José; Barros, LillianQuince is the golden yellow fruit of Cydonia oblonga Mill., a deciduos small tree native to the Trans-Caucasia and north of Iran and which has spread to west and east Asia, Europe, and America
- Hortas citadinas como laboratório de Educação AmbientalPublication . Othman, Souha; Ramos, Ricardo; Lobo, WyvirlanyAs hortas urbanas comunitárias e pedagógicas são cada vez mais presentes nas cidades. São uma manifestação sociocultural de preservação de tradições de cultivo e, uma prática agrícola que contribui para o desenvolvimento sustentável, mas que devem seguir o princípio de uma postura biocêntrica. O presente trabalho propõe promover por meio da horta urbana o conceito de hortas comunitárias como um espaço de reflexão e interação sobre o desenvolvimento sustentável e educação ambiental. Perante isto, propusemo-nos a analisar horta urbana do Instituto Politécnico de Bragança. Esta análise teve como finalidade compreender a dinâmica deste projeto desenvolvido através de um inquérito e perceber por fim se os intervenientes se propunham a adotar uma agricultura de cariz biológico. Tentamos também perceber se as hortas urbanas podem funcionar como laboratórios de educação ambiental e ser entendidas como ferramentas de desenvolvimento comunitário indo de encontro à Agenda 2030 dos objetivos do desenvolvimento sustentável
- Novel antioxidant and fibre-rich food ingredients from quince peelPublication . Pereira, Alexis; Othman, Souha; Dias, Maria Inês; Añibarro-Ortega, Mikel; Ferreira, Isabel C.F.R.; Pinela, José; Barros, LillianQuince (Cydonia oblonga Mill.) is a sour and astringent fruit usually processed into various food products, such as jam, jelly, and quince pudding, or marmalade. Although the peel is often discarded as a by-product during the processing steps, it has been reported as a valuable source of bioactive phytoconstituents [1-3]. Therefore, this work was carried out to characterize the quince peel composition in phenolic compounds and dietary fiber, and to evaluate its antioxidant activity. The dry peel powder was subjected to extractions by hydroethanolic maceration (HM) and hot water (HW). The obtained extracts were characterized for their phenolic composition by HPLC-DAD-ESI/MSn [4] and their antioxidant activity was evaluated in vitro by their ability to inhibit the oxidative hemolysis and the formation of thiobarbituric acid reactive substances (TBARS) using sheep erythrocytes and porcine brain cells, respectively [4]. The fiber content in the solid residues from the extractions was determined by an enzymatic-gravimetric method [5]. The analysis allowed to identify of 16 phenolic compounds, including caffeoylquinic acids, flavan-3-ols, and flavonol glycosides. Flavan-3-ols accounted for about 57% and 48% of the total phenolic fraction of the HM and HW extracts, respectively. The HM extract showed greater antioxidant activity than the HW extract in both in vitro assays, a result that strongly correlated with the higher content of flavan-3-ols. In turn, both extraction residues revealed fiber contents that reached nearly 37 g/100 g. Overall, this study demonstrated that it is possible to obtain antioxidant phenolic extracts and novel fiber-rich ingredients from quince peel, which could be used in food and beverage formulation. Future work is planned to optimize the extraction processes and assess their effectiveness as natural food preservatives and fortifiers.
- Perfil fenólico, atividade antioxidante e teor de fibra da casca de marmeloPublication . Pereira, Alexis; Añibarro-Ortega, Mikel; Dias, Maria Inês; Othman, Souha; Rodrigues, Matilde; Ferreira, Isabel C.F.R.; Pinela, José; Barros, LillianO marmelo tem sido objeto de vários estudos científicos focados na caracterização da sua composição nutricional e fitoquímica e na avaliação de proprieddaes biológicas, sobretudo da polpa e das sementes.
- Phenolic profile, bioactivity and fiber content of quince peelPublication . Pereira, Alexis; Othman, Souha; Dias, Maria Inês; Añibarro-Ortega, Mikel; Ferreira, Isabel C.F.R.; Pinela, José; Barros, LillianThe resources on our planet are finite and limited. Still, more and more waste is being produced worldwide. In this sense, it is essential to acquire circularity and "zero waste" approaches to move from the current environmentally unsustainable agri-food system to a more sustainable practice. Quince (Fig. 1) is the golden yellow pome fruit of Cydonia oblonga Mill. (syn. C. vulgaris Pers., Rosaceae family), a deciduous small tree native to the Trans-Caucasia and north of Iran and which has spread to west and east Asia, Europe, and America [1]. This fruit has an intense aroma, flavor, and acidity, but most varieties are too hard and sour to be eaten raw, so it is cooked or processed into other food products such as jam, jelly, and quince pudding or marmalade, being the peel discarded in the process as by-product [2]. Despite this, quince peel has been reported in previous studies to be rich in phenolic compounds with antioxidant potential such as hydroxycinnamic acids (caffeoylquinic acids), flavan-3-ols, and flavonol glycosides (quercetin and kaempferol glycosides) [2,3].
- Valorisation of quince (Cydonia oblonga Mill.) peel as a source of nutrients and bioactive polyphenolsPublication . Othman, Souha; Pinela, José; Barros, LillianGiven the current and future needs of the human population and the finite resources our planet can provide, it is necessary to move from the current unsustainable food system to a circular and resource-efficient paradigm. Since the industrial production of quince-based foods generates a large amount of fruit by-products, this study was carried out to characterize the nutritional and chemical composition and bioactive properties of quince peel, following a “zero waste” approach. The proximate composition was estimated following official methods of food analysis, minerals were analysed by atomic absorption spectroscopy, free sugars and organic acids were analysed by high-performance liquid chromatography (HPLC) coupled to refractive index and photodiode array detectors, respectively, and fatty acids were identified by gas chromatography with flame ionization detection. Quince peel extracts obtained by dynamic hydroethanolic maceration and hot water extraction were investigated for their composition in phenolic compounds, by HPLC coupled to mass spectrometry, and antioxidant, anti-inflammatory, antimicrobial, and cytotoxic activities, using in vitro assays involving oxidizable cell substrates, foodborne microorganisms, lipopolysaccharide-stimulated macrophages, and tumour and non-tumour cell lines, respectively. The residues resulting from the extractions were also studied for fibre content. The peel dry powder was particularly rich in fibre, fructose, malic acid, and potassium. The hydroethanolic and aqueous extracts yielded 4.70 and 4.27 mg/g of phenolic compounds, respectively, with a prevalence of flavan-3-ols. The hydroethanolic extract was the most effective in inhibiting lipid peroxidation and oxidative haemolysis, and also showed better antimicrobial effects against foodborne pathogens, which agreed with the higher levels of flavan-3-os. The extracts were better than control food additives against some of the tested fungi and bacteria. On the other hand, no ability to inhibit nitric oxide production or toxicity to tumour and non-tumour cell lines was observed. Furthermore, the solid residues remaining after extraction were characterized as having 35–37 g/100 g of fibre. Overall, it was demonstrated that quince peel can be upcycled into fibre-rich and bioactive ingredients to endow the value chain with natural food fortifiers and preservatives.
- Valorization of quince peel into functional food ingredients: A path towards “zero waste” and sustainable food systemsPublication . Othman, Souha; Añibarro-Ortega, Mikel; Dias, Maria Inês; Cirić, Ana; Mandim, Filipa; Soković, Marina; Ferreira, Isabel C.F.R.; Pinela, José; Barros, LillianQuince (Cydonia oblonga Mill.) is an astringent fruit widely processed into marmalade and other sweets through processes that discard the peel as a by-product. Therefore, this study was performed to characterize the quince peel composition in nutrients and phytochemicals and evaluate its in vitro biological activity, following a “zero waste” approach. The quince peel dry powder was particularly rich in fiber (20.2 g/100 g), fructose (34 g/100 g), malic acid (7.2 g/100 g), and potassium (692 mg/100 g). Extracts prepared by dynamic hydroethanolic maceration and hot water extraction yielded 4.70 and 4.27 mg/g of phenolic compounds, respectively, with a prevalence of flavan-3-ols. The hydroethanolic extract was the most effective in inhibiting lipid peroxidation and oxidative hemolysis, and also presented better antimicrobial effects against foodborne pathogens, which agreed with the highest flavan-3-ol contents. The extracts were better than control synthetic food additives against some tested fungal and bacterial strains. On the other hand, no ability to inhibit nitric oxide production or toxicity to the tumor and non-tumor cell lines was observed. Furthermore, the solid residues remaining after extraction contained 35–37 g/100 g of fiber. Overall, quince peel can be upcycled into fiber-rich and bioactive ingredients to endow the value chain with natural food fortifiers, preservatives, and health promoters.
