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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/2551

Título: Estudo da relação entre o trabalho por turnos e o estado nutricional dos enfermeiros
Autor: Leite, Cláudia
Moreira, Inês
Roriz, Letícia
Costa, Sónia
Ribeiro, Maria Isabel
Souza, Juliana
Palavras-chave: Trabalho por turnos
Estado nutricional
Enfermeiros
Issue Date: 2010
Editora: Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica
Citação: Leite, Cláudia; Moreira, Inês; Roriz, Letícia; Costa, Sónia; Ribeiro,Maria Isabel; Souza, Juliana (2010) - Estudo da relação entre o trabalho por turnos e o estado nutricional dos enfermeiros. XII Congresso da Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica. Lisboa: APNEP
Resumo: Introdução: O trabalho por turnos tem consequências negativas no estado nutricional devido a alterações biológicas e fisiológicas, nomeadamente a nível alimentar (Sato.2000) Estudos evidenciam que há um aumento do Índice de Massa Corporal(IMC) nos trabalhadores por turnos quando comparados com outros (Cristim,2009). Objectivo: Verificar se o trabalho por turnos influencia e o estado nutricional em enfermeiros. Métodos: Realizou-se um estudo transversal numa amostra aleatória simples constituída por enfermeiros da Unidade Hospitalar e do Centros de Saúde de Bragança. O estado nutricional foi avaliado através de IMC, a percentagem de massa gorda (%MG) e o perímetro abdominal (PA). O tipo de trabalho (TPT) foi classificado em regime de turnos (T) ou não turnos (NT). Resultados e Discussão: O estudo foi realizado com 185 indivíduos, sendo a maior parte do género feminino (81,1%). Observou-se que as idades variaram entre 22 e os 62 anos (média=39,2±9,2) e que a maioria está em T (80,5%). Em relação ao IMC, classificado em normopeso, pré-obesidade e obesidade, os enfermeiros T foram classificados em 52,3%, 40,9% e 6,8%; os NT em 52,8%, 32,1% e 15,1%, respectivamente; e não se encontrou uma relação com o TPT (Qui2=3,590;p=0,166). Quanto ao PA, verificou-se que 68,9% dos enfermeiros T e 71,7%dos NT apresentavam um risco aumentado; contudo, sem associação com TPT(Qui2=0,136;p=0,712). Relativamente à %MG, classificada em baixa, normal e alta, os enfermeiros T foram classificados em 4,5%, 43,9% e 51,5%, os NT em 1,9%, 37,7%, 60,4%, respectivamente, não havendo associação com o TPT (Qui2=1,601;p=0,449). Ao contrário de outros estudos, o trabalho por turnos não influenciou o estado nutricional nesta amostra. Conclusão: Não houve relação entre o estado nutricional e o TPT neste estudo. Algumas limitações poderão ter condicionado os resultados, tais como o tamanho reduzido da amostra e por ser composta apenas por profissionais de saúde. Possíveis estudos longitudinais, em amostras mais alargadas, poderão ser realizados para complementar o mesmo.
URI: http://hdl.handle.net/10198/2551
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