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Orientador(es)
Resumo(s)
A maioria dos inquiridos considera importante a educação sexual (96%), mas 70,2%
confirmam a inexistência de programas nas instituições. Embora 29% tenham
participado em ações de formação, 44,4% indicaram nunca ter tido qualquer tipo de
formação específica. Esta lacuna reflete a insuficiência formativa identificada por
Costa et al., (2021) e também referida por Borges e Silva (2019), que reforçam a
urgência de intervenções estruturadas. Diferenças estatísticas significativas foram
observadas entre perceção e tempo de serviço na saúde mental (p=0,015), instituição
de trabalho (p=0,002) e formação prévia (p<0,05), corroborando os dados de
Fernandes et al., (2020) sobre o impacto da experiência profissional na abordagem
da sexualidade.
Descrição
Palavras-chave
Educação Sexual
Contexto Educativo
Citação
Pires, Maria José Afonso; Brás, Manuel Alberto; Anes, Eugénia (2025). Perceções profissionais sobre a educação sexual em saúde mental: um olhar sobre as instituições. In Livro de Resumos do VI Congresso Internacional de Enfermagem de Saúde Familiar / VI International Congress in Family Health Nursing. Porto. ISBN 978-989-54290-0-4. p. 227-228
Editora
Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Familiar (SPESF)
