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ESSa - Posters em Encontros Científicos Nacionais

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  • Estimulação multissensorial nas AVDs
    Publication . Carmo, Daniela; Lameirinhas, Maria Beatriz; Anes, Eugénia; Galvão, Ana Maria
    Nos idosos que apresentam perda de capacidades funcionais, a estimulação sensorial é essencial. Esta estimulação pode ser efetuada através de programas de forma coordenada. Um programa de estimulação multissensorial consiste num combinado de ações que objetivam levar os idosos a experienciarem, sentirem, perceberem, interiorizarem e identificarem as sensações a partir do seu corpo. Objetivo: Esta pesquisa objetiva perceber de que forma a estimulação multissensorial nas atividades de vida diária pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas idosas. Metodologia: Foi efetuada uma revisão narrativa. Foram utilizados como descritores a estimulação multissensorial, idosos e atividades de vida diária. A pesquisa foi efetuada no Google Académico, da qual 4 artigos obedeciam aos critérios estabelecidos, integrando o presente estudo. Resultados: A investigação demonstrou que a estimulação multissensorial exibiu significativas melhorias a nível da orientação espaciotemporal e das funções cognitivas e sensoriais dos participantes, com resultados benéficos a nível da capacidade de memorização auditiva e visual. Foi demonstrado ainda uma diminuição dos comportamentos disruptivos, bem como um aumento da socialização, capacidade de comunicação e diminuição dos níveis de ansiedade. Conclusão: Pode-se concluir efetivamente que a estimulação multissensorial tem um impacto positivo nas atividades de vida diária, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do idoso. Estes resultados contribuem para uma efetiva tomada de decisão, no sentido de melhor contribuir para dar qualidade de vida aos anos ganhos.
  • Segurança no armazenamento de medicamentos em casa: revisão sistemática
    Publication . Sousa, Ana Francisca da Silva; Monteiro, Ana; Pereira, Olívia R.; Teixeira, Sérgio; Taboada Costa, Xavier; Associação Portuguesa de Licenciados em Farmácia (APLF)
    Inadequate home storage of medicines compromises their stability and increases the risk of child access, storage of unused or expired medicines, and improper disposal (1)(2)(3). Objectives: To evaluate, through a systematic review, home medicines storage practices, focusing on safety and associated risks. Methods: A systematic review was conducted in accordance with PRISMA guidelines, and the search was performed in the PubMed database between February and May 2025. The initial query retrieved 369,768 results for the keyword “safety”, which was reduced to 93 when combining “medicines” and “home storage.” After screening, 87 articles were excluded for not meeting the inclusion criteria: cross-sectional design, focus on household storage, involvement of community-based populations, last 15-year publication window. Six studies included in the final review. Results: Frequent inappropriate medicines storage locations, such as kitchens and bathrooms, was reported. In many cases, were stored within reach of children and expired and unused medicines were found in more than half of the households, and improper disposal practices were common. Higher levels of education and training in health-related fields were associated with safer storage and disposal practices. Conclusions: Improper storage and disposal of medicines are widespread among households. Educational interventions, public awareness campaigns, pharmacy-take back medicines programs, and greater involvement of healthcare professionals, are essential to promote safe use and proper disposal of medicines in household settings.
  • Associação entre os polimorfismos do gene abo e risco de infeção e severidade da COVID-19: estudo em profissionais de saúde da ULSNE
    Publication . Amorim, Ana; Caldeira, Maria João; Pereira, Tifany; Vaz, Josiana; Rodrigues, Ângela; Gonçalves; Viviana; Montanha, Maria José; Rodrigues, Carina; Vaz, Josiana A.
    Vários estudos epidemiológicos têm sido realizados com o propósito de compreender as diferentes suscetibilidades à infeção pelo novo coronavírus, bem como as diferentes manifestações da doença do novo coronavírus 19 (COVID-19) (1,2). Estudos de associação entre os grupos sanguíneos do sistema ABO e o risco e severidade da COVID-19 têm vindo a corroborar o facto da presença do grupo sanguíneo O conferir proteção enquanto a presença do grupo A parece conferir maior suscetibilidade à infeção e a uma sintomatologia mais grave da doença, no entanto há estudos com resultados contraditórios (3). Está estabelecido que determinados grupos do sistema ABO está associado a um maior risco para várias doenças infeciosas, incluindo hepatite B e dengue hemorrágico. Os mecanismos que podem explicar esta associação carecem de investigação mais aprofundada. Com este trabalho pretendeu-se contribuir para elucidar esta possível associação entre o genótipo ABO e o risco de infeção e severidade da doença COVID-19 na nossa opulação e estabelecer frequências genótipicas do gene ABO.
  • Rastreio serológico do sars-cov-2 em pequenos ruminantes de explorações do nordeste transmontano
    Publication . Pereira, Tifany; Caldeira, Maria João; Quintas, Helder; Rodrigues, Carina
    Desde o início da pandemia, a disseminação do vírus SARS-CoV-2 tem sido rápida e abrangente, afetando milhões de pessoas em todo o mundo1. Além de humanos, o vírus foi detetado em várias espécies animais, incluindo pequenos ruminantes2 , o que levanta preocupações sobre a possibilidade de zoonoses reversas e a manutenção de reservatórios deste vírus em animais. Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), a situação epidemiológica do SARS-CoV-2 em humanos e animais está em constante evolução. Diversas mutações do SARS-CoV-2 deram origem a novas linhagens e à descoberta de novas espécies de animais suscetíveis à infeção.
  • Q fever in Portugal: a one health-oriented literature review
    Publication . Caldeira, Maria João; Pereira, Tifany; Mesquita, João R.; Rodrigues, Carina; Quintas, Helder
    Q fever, caused by Coxiella burnetii, is a neglected zoonosis in Portugal, with mandatory notification (1). Transmission to humans occurs mainly by inhalation of contaminated aerosols generated in small-ruminant settings, with shedding peaking around parturition (placenta, bedding, dust) (2 - 4). Evidence from Portugal documents showed animal exposure, peripartum PCR positivity and signals among occupational groups (5-7), but surveillance remains fragmented and methodologies are heterogeneous across studies (5, 4). Regional gaps persist, including in the Portuguese northeastern region (5, 7).
  • Revisão epidemiológica da toxoplasmose no nordeste transmontano: perspetiva one health
    Publication . Pereira, Tifany; Quintas, Helder; Lopes, Ana Patrícia; Caldeira, Maria João; Salvador, Sílvia; Rodrigues, Carina
    A toxoplasmose é uma zoonose causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, com impacto na saúde humana, animal e ambiental. Representando um excelente exemplo do conceito “One Health”. A infeção ocorre principalmente pela ingestão dos diferentes estádios infetantes do parasita: oocistos esporulados eliminados por felídeos e presentes no ambiente (água, solo e alimentos contaminados), cistos teciduais em carne crua ou mal cozinhada, e taquizoítos, por via transplacentária durante a gestação. A toxoplasmose é geralmente assintomática em humanos e animais saudáveis, mas pode causar complicações graves em imunodeprimidos e gestantes. Os pequenos ruminantes são os animais de produção mais suscetíveis, e a doença está associada a perdas reprodutivas e representa um risco zoonótico pelo consumo de carne infetada.
  • Avaliação da imunidade humoral em profissionais de saúde e utentes em lares de idosos em Bragança antes da administração das duas primeiras doses de reforço da vacina COVID-19
    Publication . Teixeira, Catarina; Caldeira, Maria João; Pereira, Tifany; Teixeira, Cristina; Rodrigues, Ângela; Gonçalves, Viviane; Montanha, Maria José; Rodrigues, Carina
    Vacinação surge como uma estratégia profilática eficaz, muitos estudos corroboram a sua capacidade de reduzir a incidência da infeção por COVID-19, bem como a gravidade dos sintomas e a mortalidade associada a esta doença. Tanto a infeção natural pelo vírus SARS-CoV-2 quanto a imunização por meio da vacinação induzem uma resposta imunitária caracterizada pela produção de anticorpos direcionados contra a glicoproteína viral Spike (IgG anti-S). Nos indivíduos que foram vacinados com vacinas de mRNA é possível identificar aqueles que estiveram infetados recentemente pela deteção de anticorpos anti-Nucleocápside (IgG anti-N) uma vez que o segmento relativo à nucleocapside não é o alvo na formulação destas vacinas. O principal objetivo deste estudo foi avaliar a imunidade humoral gerada pela vacinação e infeção em profissionais de saúde da Unidade Local de Saúde do Nordeste de Bragança e em lares da terceira idade do distrito de Bragança, em dois momentos distintos, o primeiro antes da administração da primeira dose de reforço da vacina COVID-19 (T1), e a segunda antes da 2ª dose de reforço (T2) através de uma quantificação de anticorpos específicos anti-SARS-CoV-2, no soro dos participantes.
  • Depressão na pessoa idosa: fatores desencadeantes
    Publication . Barbas, Bernardete; Anes, Eugénia; Galvão, Ana Maria
    A depressão é um transtorno mental comum na população idosa, afetando significativamente a sua qualidade de vida e o bem-estar. É caracterizada por sintomas emocionais e físicos. Identificar os fatores desencadeantes que podem despertar esta patologia é crucial para a prevenção e o tratamento adequado. Assim, esta investigação teve como objetivo mapear na literatura científica quais os fatores desencadeantes de depressão na pessoa idosa. Foi utilizado o protocolo de scoping review de Joanna Briggs Institute (JBI), para o mapeamento da literatura. Para a elaboração da questão de investigação foi utilizada a mnemónica “PCC”, de acordo com as recomendações do JBI para as revisões scoping, traduzindo-se em população, conceito e contexto. A pesquisa foi efetuada com recurso às bases de dados Scielo e B-on, após aplicação dos critérios de elegibilidade, obtiveram-se 5 artigos. Através da análise de cada artigo, constatou-se que existem algumas variações significativas entre os diferentes estudos analisados, no que diz respeito ao peso de cada determinante, no entanto identificam-se como fatores desencadeantes de depressão na pessoa idosa o género, a idade, a qualidade de vida e capacidade funcional. As mulheres idosas e faixa etária de 80 anos ou mais mostram maior prevalência de depressão. A qualidade de vida e a capacidade funcional são determinantes críticos, ou seja, uma baixa qualidade de vida e a perda de capacidade funcional estão fortemente associadas a uma maior incidência de depressão na pessoa idosa. Pode concluir-se que o gênero, a idade, a qualidade de vida e a capacidade funcional, desempenham papéis cruciais no desencadeamento dos sintomas depressivos. Estas avaliações são fundamentais para que de forma precoce se possam programar intervenções que previnam o aparecimento da depressão no idoso.
  • Economia prateada
    Publication . Filipe, Ana Catarina; Diniz, Catarina; Anes, Eugénia
    Com o aumento progressivo do envelhecimento demográfico a nível global surge a necessidade de encontrar políticas económicas adaptadas ao setor do envelhecimento. É necessário dar qualidade de vida, aos anos de vida ganhos O envelhecimento, visto inicialmente como um desafio social, tornou-se uma oportunidade económica, promovendo inovação, crescimento e novos empregos. Estão aqui incluídas medidas para promover o envelhecimento saudável, embora sejam ainda limitadas, requerem colaboração entre governos, empresas e sociedade civil para alcançar uma abordagem comum e eficaz. Objetivo: Este trabalho objetivou mapear informação encontrada sobre a economia prateada de modo a entender o seu conceito e de que forma pode contribuir para um envelhecimento mais ativo e saudável da população de forma a proporcionar uma melhor qualidade de vida para a pessoa idosa. Metodologia: Assim, foi realizada uma revisão narrativa, com a utilização dos descritores “economia prateada” e “silver economy”. Resultados: A economia prateada (em inglês, silver economy) ou a economia da longevidade, abarca um leque de atividades econômicas relacionadas com as necessidades das pessoas idosas, com os produtos e serviços que consomem ou que poderão vir a consumir. Sendo a parte da economia relacionada com os bens e serviços dirigidos à pessoa idosa e população em envelhecimento, é fundamental conhecer os comportamentos e as preferências desta geração e como comunicar com este público, de forma a promover oportunidades de negócio. Estas oportunidades de negócios para a longevidade podem englobar diversas áreas como o entretenimento, viagens, educação, saúde, habitação, serviços financeiros e muitos outros. Esta transformação da “economia prateada” em “economia de ouro” deve implicar aumentar anos de vida saudável, criando ambientes agradáveis aos longevos, aumentando a sua participação ativa na sociedade e criando um mercado de produtos relacionados com a saúde e com requisitos de acessibilidade para todos os cidadãos.
  • Fragilidade em idosos: intervenções de enfermagem baseadas em evidência para a sua prevenção e reversão
    Publication . Sousa, Ana; Vieira, André; Sousa, Catarina; Fazenda, Miguel; Teixeira, Vera; Morais, Sofia; Anes, Eugénia; Brás, Manuel Alberto
    A fragilidade é uma síndrome geriátrica caracterizada por um estado de vulnerabilidade fisiológica progressiva, resultante do declínio multissistémico associado ao envelhecimento. Este fenómeno dinâmico compromete a capacidade adaptativa do idoso, aumentando o risco de quedas, hospitalizações, institucionalização e mortalidade (Fried et al., 2001; Dent et al., 2019). No entanto, evidências recentes demonstram que a fragilidade pode ser prevenida ou revertida, sobretudo quando identificada precocemente e alvo de intervenções apropriadas (Apóstolo et al., 2018; Cameron et al., 2013). Os enfermeiros, enquanto profissionais-chave na promoção da saúde e funcionalidade do idoso, têm um papel central nesse processo (Fairhall et al., 2015). Objetivo: Identificar, na literatura científica recente, intervenções de enfermagem eficazes para prevenir e reverter a fragilidade em pessoas com 65 ou mais anos, e discutir a sua aplicabilidade nos cuidados de saúde primários. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa conforme o método de Whittemore e Knafl (2005). As bases de dados consultadas foram PubMed, e Web of Science, utilizando descritores controlados combinados com operadores booleanos. Foram incluídos estudos publicados entre 2018 e 2024, com amostras iguais ou superiores a 30 participantes, redigidos em inglês, português ou espanhol. A análise dos dados foi conduzida segundo a abordagem de Braun e Clarke (2006), permitindo a identificação de cinco categorias temáticas de intervenções de enfermagem eficazes. Resultados: Categorias de intervenção identificadas: Exercício físico multicomponente supervisionado – treino de força, equilíbrio e resistência, com melhorias até 30% na mobilidade (Cameron et al., 2013). Intervenção nutricional precoce – suplementação proteica e educação alimentar, eficaz na reversão da pré-fragilidade (Apóstolo et al., 2018). Estimulação cognitiva e individualizados apoio psicossocial – programas de literacia em saúde que promovem bem-estar e desaceleram a progressão da fragilidade (Fairhall et al., 2015). Gestão de caso e visitas domiciliárias por enfermeiros – cuidados com avaliação multidimensional, promovendo autonomia (Dent et al., 2019). Rastreio sistemático da fragilidade – uso de instrumentos validados como a Clinical Frailty Scale e a Edmonton Frail Scale permite intervenções precoces e direcionadas (Rockwood & Theou, 2015; Rolfson et al., 2006). Conclusão: Os resultados desta revisão integrativa evidenciam que os enfermeiros dispõem de um conjunto diversificado de intervenções seguras, acessíveis e eficazes na prevenção e reversão da fragilidade em pessoas idosas, especialmente no âmbito dos cuidados de saúde primários. Estas estratégias revelam-se fundamentais para a promoção da autonomia, mitigação de riscos e melhoria da qualidade de vida na velhice (Apóstolo et al., 2018; Cameron et al., 2013; Dent et al., 2019; Fairhall et al., 2015). A incorporação sistemática destas práticas na atuação clínica diária e na formação contínua dos profissionais de saúde constitui um imperativo, alinhado com as recomendações das diretrizes internacionais que preconizam um envelhecimento ativo, saudável e digno (Fried et al., 2001; Rockwood & Theou, 2015).