ESSa - Posters em Encontros Científicos Nacionais
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- Consumo de álcool em estudantes do ensino superior e as suas motivaçõesPublication . Ferreira, Ana teresa; Antunes, Cristiana; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesO consumo de bebidas alcoólicas é recorrente entre estudantes universitários constituindo um problema de Saúde Pública, sendo um fator de risco para o desenvolvimento de várias doenças, além de causar consequências sociais e académicas. Objetivos: Avaliar os padrões e as motivações do consumo de bebidas alcoólicas dos estudantes do Instituto Politécnico de Bragança- Campus de Santa Apolónia. Metodologia: Estudo observacional e transversal, baseado numa amostra não probabilística por conveniência composta por 98 estudantes. Para a recolha de dados aplicou-se um questionário que incluía: Dados sociodemográficos, Questionário Alcohol Use Disorders Identification Test e Drinking Motives Questionnaire Revised. Resultados: A amostra era constituída maioritariamente por individuos do sexo feminino (79%), com idades compreendidas entre os 18 e os 44 anos. Relativamente ao padrão de consumo de álcool, 85% dos estudantes apresentavam um consumo de risco baixo e 2% apresentavam vício provável. A comparação entre as diferentes motivações, revelou que: «beber em contextos sociais» e «beber para intensificar emoções positivas» motivam mais o consumo, seguidas de «beber para enfrentar emoções negativas ou problemas» e «beber para se ajustar ou evitar rejeição social». A comparação entre motivações e risco associado ao consumo, revelou diferenças significativas em «beber em contextos sociais», «beber para enfrentar emoções negativas ou problemas» e «beber para intensificar emoções positivas» (p-value<0,05), sendo a mediana minoritária nos indivíduos com risco baixo. Discussão: Os resultados evidenciam que, apesar da maioria dos estudantes apresentarem um consumo de risco baixo, o álcool continua a ocupar um papel central na vida académica. A predominância das motivações relacionadas com beber em situações sociais e intensificar emoções positivas confirma a forte influência do ambiente universitário e das dinâmicas de grupo nos comportamentos de consumo. Intervenções que abordem simultaneamente fatores sociais e emocionais poderão ser eficazes na redução do consumo nocivo de álcool entre estudantes.
- Perfil de macronutrientes na dieta e composição corporal: um estudo em praticantes de atletismoPublication . Menezes, Ana Carolina; Sousa, Ana Carolina; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesUma alimentação equilibrada é fundamental no atletismo, influenciando a recuperação e o rendimento. A ingestão adequada de macronutrientes otimiza a composição corporal e previne a Deficiência Energética Relativa no Desporto. Objetivos: Avaliar a relação entre a ingestão de macronutrientes e a composição corporal em atletas, caracterizando o seu perfil sociodemográfico, alimentar e antropométrico. Metodologia: Estudo observacional transversal com 13 atletas (8 mulheres; 5 homens) de um clube do norte de Portugal. Aplicou‑se um questionário sociodemográfico, um Questionário de Frequência Alimentar e realizou‑se a avaliação da composição corporal por bioimpedância. A análise estatística (SPSS v.31) utilizou testes de Spearman e Mann-Whitney/t-Student (p<0,05). Resultados: A amostra apresentava uma idade média de 29,9 (± 11,9 ) anos. Nas mulheres, a massa gorda (MG) foi 21,4 ± 8,8% e a ingestão de proteína, hidratos de carbono (HC) e lípidos foi 158,8 ±70,1g, 310,3 ± 129,8g e 132,6 ± 88,0g, respetivamente. Nos homens, a MG foi 13,3 ± 7,0%, com ingestão proteica de 147,2 ± 33,1g, HC de 389,8 ± 180,9g e lípidos de 116,0 ± 25,9g. Observou-se uma correlação negativa forte entre a duração do treino e a MG apenas no sexo feminino (ró=-0,879; p=0,021). Atletas de trail apresentaram MG superior (24,7%) aos restantes (12,8%; p=0,008). Não houve associações significativas entre a ingestão de macronutrientes e antropometria. Discussão: A correlação inversa entre volume de treino e a MG nas mulheres ratifica a literatura que identifica o gasto energético como preditor de adiposidade. A MG superior no trail pode prender-se com a especificidade da modalidade. A ausência de associação significativa entre a ingestão de macronutrientes e os indicadores antropométricos pode refletir vários fatores. O tamanho reduzido da amostra limita o poder estatístico para detetar efeitos subtis. A heterogeneidade entre modalidades, cargas de treino e perfis metabólicos individuais pode ter contribuído para a ausência de relações significativas entre ingestão de macronutrientes e antropometria. Estes resultados reforçam a importância de abordagens nutricionais individualizadas e periodizadas, sobretudo em contextos de treino competitivo.
- Caso clínico - perturbação do comportamento alimentarPublication . Marques, Lara; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Mendes, PauloIntrodução: As Perturbações do Comportamento Alimentar (PCA) envolvem alterações graves na conduta alimentar e na perceção da imagem corporal, e surgem frequentemente associadas a Perturbações da Personalidade, que se caracterizam por padrões persistentes de desregulação afetiva e instabilidade identitária. A privação energética severa e os comportamentos purgativos decorrem de mecanismos disfuncionais de regulação emocional e de disrupção da capacidade racional de autocontrolo. Objetivos: Descrever a intervenção nutricional num caso clínico de PCA, caracterizar a estratégia terapêutica adotada e analisar a evolução dos parâmetros antropométricos, do conflito alimentar e da dismorfofobia ao longo do acompanhamento. Metodologia: Descrição de caso clínico de utente com 18 anos, acompanhada em consulta de nutrição entre fevereiro a abril de 2026. A intervenção baseou-se em princípios cognitivo-comportamentais, integrando a prescrição de um plano alimentar ajustado às necessidades energéticas, a monitorização da composição corporal e o reforço da relação terapêutica. A abordagem visou otimizar o peso e a composição corporal, reduzir o conflito alimentar e promover uma perceção corporal mais funcional. Resultados: Na avaliação inicial, a utente apresentava: Peso: 56kg; Índice de Massa Corporal (IMC) 22,7kg/m2; Massa Gorda MG 12,3kg e Massa Isenta de Gordura (MIG) 43,7kg. Observou-se ao longo dos 3 meses a redução de 1,2kg de peso; 0,5kg/m2 de IMC; 0,6kg de MG e 0,6kg de MIG. A utente relatou a suspensão imediata dos comportamentos purgativos após a primeira consulta e adesão progressiva ao plano alimentar. Discussão: As variações do peso e da composição corporal podem ser preditivas da otimização do aporte energético total diário, e da evolução favorável do comportamento alimentar, expressada pela adesão progressiva à estratégia terapêutica, e pela suspensão dos comportamentos purgativos. A literatura descreve correlação entre privação energética severa e catabolismo proteico, com repercussão na perda de MIG. A variação ligeira da MIG no intervalo temporal analisado, pode ser preditiva de uma evolução favorável deste caso clínico. A intervenção nutricional é determinante na abordagem terapêutica multidisciplinar das PCA.
- Alegações nutricionais em barras de cereais e iogurtes líquidosPublication . Dinis, Raquel; Pinto, Miguel; Meireles, Manuela; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesOs iogurtes líquidos e as barras de cereais são amplamente consumidos como opções práticas de snack, frequentemente associados a alegações nutricionais que influenciam as escolhas alimentares dos consumidores. A conformidade destas alegações com a legislação é essencial para garantir informação clara e fidedigna. Objetivos: Avaliar a conformidade das alegações nutricionais presentes em barras de cereais e iogurtes líquidos com o Regulamento (CE) nº 1924/2006. Metodologia: Realizou-se um estudo observacional com recolha de dados a partir da rotulagem nutricional de produtos disponíveis em comércio eletrónico e em supermercados físicos. Foram analisadas 130 barras de cereais e 150 iogurtes líquidos, provenientes de três superfícies comerciais distintas. As alegações nutricionais identificadas foram avaliadas de acordo com os critérios legais em vigor. Resultados: Dos produtos analisados, das 57 barras identificadas com alegações nutricionais foram registadas 4 inconformidades , sendo estas repartidas equitativamente entre as alegações "Fonte de Fibras" (2) e "Rico em Fibras" (2). Nos iogurtes foram identificados 86 produtos com alegações e no total foram identificadas 65 alegações em inconformidade , sendo esta em maior número (54) na alegação "Sem Adição de Açúcares" , seguida pelas alegações "Sem Gorduras" (3) e "Naturalmente/Natural" (3). As alegações mais encontradas foram a "Fonte de Fibras" (25) no grupo das barras e a "Sem Adição de Açúcares" (54) e "Sem Gorduras" (43) no grupo dos iogurtes líquidos. Discussão: Os resultados sugerem a existência de incumprimento da legislação relativa às alegações nutricionais, o que pode comprometer a transparência da informação disponibilizada ao consumidor. Estes dados reforçam a necessidade de maior fiscalização e rigor na rotulagem alimentar, bem como de sensibilização dos operadores económicos para o cumprimento da legislação.
- Relação entre a qualidade do sono e os comportamentos alimentares de estudantes do ensino superiorPublication . Gonçalves, Alexandra; Gomes, Ana Rita; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA qualidade do sono desempenha um papel fundamental na regulação fisiológica, cognitiva e emocional, sendo particularmente relevante em populações jovens expostas a elevados níveis de exigência académica. Entre estudantes universitários, padrões de sono irregulares e privação de sono são frequentes e podem influenciar comportamentos alimentares, potenciando o risco de transtornos alimentares. Objetivos: Analisar a relação entre a qualidade do sono e o risco de desenvolvimento de transtornos alimentares em estudantes universitários. Metodologia: Estudo observacional, transversal, realizado em 120 estudantes do Instituto Politécnico de Bragança. A recolha de dados foi efetuada através de um questionário, constituído por questões sociodemográficas e pela aplicação do Pittsburgh Sleep Quality Index e o Eating Attitudes Test . O tratamento estatístico foi realizado no IBM SPSS Statistics versão 31, considerando p < 0,05. Resultados: Os indivíduos apresentavam uma idade média de 21,0 anos (DP = 2,64). 84,2% não apresentaram risco de transtornos alimentares, enquanto 15,8% evidenciaram risco. Relativamente ao sono, 92,5% apresentaram má qualidade do sono e apenas 7,5% boa qualidade. Dado que os dados não seguiram distribuição normal, utilizou se a correlação de Spearman, não se verificando associação significativa entre os scores do PSQI e do EAT 26 (p = 0,422). Nenhuma componente do PSQI apresentou correlação estatisticamente significativa com o risco de comportamentos alimentares disfuncionais. Discussão: Embora a elevada prevalência de má qualidade do sono seja consistente com estudos prévios em populações universitárias, a ausência de associação significativa com o risco de transtornos alimentares sugere que esta relação poderá ser influenciada por outros fatores, como stress académico, saúde mental, hábitos alimentares ou variáveis comportamentais não avaliadas. Assim, torna se pertinente desenvolver investigações futuras com amostras mais amplas, metodologias longitudinais e inclusão de variáveis psicológicas e contextuais que permitam compreender de forma mais abrangente a interação entre sono e comportamentos alimentares mais alargados e a análise de outros fatores potencialmente associados.
- Efeito da dieta Mind na prevenção de declínios cognitivosPublication . Dias, Mariana Aguiar; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesO declínio cognitivo representa um processo progressivo que pode evoluir para quadros demenciais, constituindo um dos principais desafios do envelhecimento populacional. A Doença de Alzheimer, enquanto patologia neurodegenerativa irreversível, destaca se como a causa mais prevalente de demência. Objetivo: Analisar o efeito da Mediterranean-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay (MIND) na prevenção do declínio cognitivo. Métodos: Realizou-se uma revisão sistemática da literatura de acordo com as recomendações PRISMA. Foram utilizados os descritores “cognitive decline”, “Alzheimer´s Disease”, “Diet Mind” e as associações entre os mesmos. Foram, no total, selecionados 9 artigos de um total de 204 artigos encontrados na base de dados PubMed e publicados entre 2023 e 2026. Resultados: Dos artigos totais, 77,8% dos estudos incluíam apenas indivíduos idosos. Em 55,6% dos estudos, verificou-se uma relação direta entre a adesão à Dieta MIND e um menor risco de incidência de demência bem como de outros graus de declínios cognitivos. Em 22,2%, não se verificou associação direta entre a adesão à dieta MIND e o aparecimento dos sintomas de declínios cognitivos. Nos restantes 22,2% dos artigos, constatou-se que a adesão à dieta MIND associada a alterações do estilo de vida, nomeadamente a prática de exercícios físicos e mentais, retarda o declínio cognitivo. Conclusão: A adesão à Dieta MIND acaba por ser, segundo os resultados obtidos, uma aliada ao retardamento do aparecimento de doenças neurodegenerativas, incluindo a Doença de Alzheimer, reforçando a importância de intervenções nutricionais e comportamentais na preservação da função cognitiva ao longo do envelhecimento.
- Nível de conhecimentos em suporte avançado de vida: validação exploratória de um instrumento de avaliação em enfermagem de cuidados críticosPublication . Macedo, Pedro Ribeiro; Veiga-Branco, AugustaA avaliação do conhecimento clínico constitui um elemento essencial na formação e desenvolvimento profissional em enfermagem, particularmente em áreas de complexidade nas decisões e intervenções, como o Suporte Avançado de Vida (SAV). A literatura demonstra que o conhecimento adquirido em programas de reanimação pode diminuir ao longo do tempo, fenómeno descrito como knowledge decay, reforçando a necessidade de instrumentos válidos para avaliar a manutenção do conhecimento (Oermann et al., 2021). A construção de instrumentos de avaliação em contextos clínicos permite assegurar rigor metodológico, validade de conteúdo e consistência interna entre os itens, e representar o construto avaliado (Polit & Beck, 2021; Pasquali, 2010). Neste contexto, torna-se pertinente desenvolver e validar instrumentos capazes de avaliar conhecimentos em SAV, com clareza conceptual e alinhamento com recomendações internacionais. Assim, o objetivo desta investigação foi proceder à criação, desenvolvimento e validação exploratória de instrumento de avaliação do Nível de Conhecimentos Teóricos em Suporte Avançado de Vida (NCT-SAV) numa amostra de enfermeiros de cuidados críticos, identificar as dimensões emergentes da análise exploratória e analisar relação entre dimensões e NCT-SAV.
- Burnout nos profissionais de farmácia comunitária do distrito de BragançaPublication . Cunha, Carlos; Teixeira, Daniela; Branco, Letícia; Cartageno, Margarida; Rodrigues, Maria Clara; Pinto, Isabel C.; Coelho, JoanaO síndroma de Burnout é um distúrbio emocional causado pelo stress crónico no trabalho, caracterizada por exaustão emocional, despersonalização e baixa realização profissional, que afeta a saúde física e emocional dos profissionais de saúde, especialmente os profissionais de farmácia. As condições de trabalho desfavoráveis, assim como a carga excessiva e falta de recursos, agravam o problema, compro metendo a qualidade do atendimento e a segurança dos doentes1-5. Objetivo: Avaliar os níveis de Burnout nos profissionais de Farmácia Comunitária do distrito de Bragança, bem como os seus fatores associados, tais como variáveis sociodemográficas, socioprofissionais. Método: Estudo do tipo quantitativo, descritivo-correlacional, observacional e transversal. A população alvo é constituída pelos profissionais de farmácia comunitária do distrito de Bragança. Como instrumento de recolha de dados recorreu-se a um questionário online, via Google Forms, utilizando um questionário dividido em duas partes: uma para caracterização sociodemográfica e socioprofissional, e outra com a versão Maslach Burnout Inventory (MBI) para avaliar os níveis de Burnout. A amostra não probabilística voluntária foi constituída por 30 profissionais de farmácia comunitária. Resultados: Foi possível verificar que, embora a maioria dos participantes apresente baixo risco (56,7%), 13,3% apresenta risco elevado de desenvolver o síndroma de Burnout. Quanto aos fatores associados, constatou-se que “Já alguma vez ter pensado desistir do trabalho” (100%; p=0,006) e o stress (33,3%), sobrecarga de trabalho e ambiente de trabalho tóxico (22,2%), estão positivamente relacionados com o desenvolvimento da síndroma Burnout (p=0,042). Discussão: A amostra era maioritariamente do género feminino (55,6%) e tinha em média 35 anos. Os dados mostraram altos níveis de exaustão emocional (43,3%), despersonalização (46,7%) e baixa realização pessoal (53,3%), indicando uma prevalência significativa de Burnout. Os jovens entre 18 e 30 anos, profissionais sem filhos e profissionais de farmácia com 11 a 15 anos de carreira foram os mais afetados. Muitos profissionais recorreram a antidepressivos (60%) e terapias alternativas (16,7%) para lidar com o Burnout. Conclusão: Este estudo permitiu identificar a presença de risco elevado de desenvolvimento de Burnout em profissionais de farmácia comunitária, estando positivamente relacionado com fatores socioprofissionais. Houve uma associação entre o Burnout e fatores como a intenção de desistir do trabalho, a carga horária de 40 horas semanais e o cargo de Técnico Superior de Diagnóstico e Terapêutica de Farmácia, embora essas relações não tenham sido estatisticamente significativas. É necessário implementar medidas preventivas, como programas de saúde mental e apoio aos profissionais, para reduzir o risco de desenvolvimento do síndroma de Burnout entre os profissionais de farmácia.
- Tradução, adaptação cultural e validação da escala de medo da dependência para o português europeuPublication . Pires, Patrícia; Carvalho, Joana; Pires, Telma; Ribeiro, OscarO medo da dependencia refere-se ao receio das pessoas parecerem fracas e/ou dependentes dos outros. A Escala de Medo de Depende.ncia (EMD) foi desenvolvida por Adams-Price e Ralston em 2016, nos Estados Unidos, e mede as atitudes de um individuo em relacao a ser ajudado. A EMD original e. constituida por 5 itens avaliados numa escala de Likert com 5 opc.o.es de resposta, variando de gdiscordo totalmente h a gconcordo totalmente h, com pontuac.o.es mais elevadas a indicar mais medo da depende.ncia. A EMD e. um instrumento relevante pois permite identificar atitudes negativas em relac.a.o ao envelhecimento e pode constituir uma mais valia para a pra.tica cli.nica e investigac.a.o em gerontologia e geriatria
- Spirituality and aromatherapy in palliative care: a systematic review on enhancing well-beingPublication . Matos, Rita S; Pires, Telma; Martins, Maria; Almeida, Carlos Manuel Torres; Sara, Gonçalves
