Browsing by Author "Seabra, Marcela"
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- Diagnóstico, dificuldades e desafios: um projeto no ensino da geometriaPublication . Seabra, Marcela; Martins, Cristina; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel VaraA comunicação pretende apresentar e discutir o projeto “EGID3: ensino da geometria, investindo no diagnóstico, dificuldades e desafios” que estamos a desenvolver na unidade curricular de Geometria, numa turma de futuros professores. Reconhecemos que as perspectivas que os alunos têm sobre a geometria e o seu ensino, a par do diagnóstico das dificuldades que podem sentir, devem constituir preocupações na planificação e no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. Por isso, pretendemos identificar perceções de alunos sobre a geometria e o seu ensino, bem como analisar o contributo quer de um ensino do tipo exploratório, apelando à diversificação de tarefas, quer de práticas de avaliação de diagnóstico para a aprendizagem da geometria. O estudo apresenta características de investigação sobre a própria prática profissional, de natureza reflexiva e colaborativa, e tem como participantes a professora e os alunos da turma. A recolha de dados recorre a questionários, observação participante e produções dos alunos. A sua análise foca-se na análise de conteúdo, com categorias definidas a priori mas aperfeiçoadas no desenvolvimento do estudo.
- E nesta aula eu utilizasse o Scratch?Publication . Barros, Paula Maria; Seabra, MarcelaA utilização de tecnologias na sala de aula pode trazer ao aluno um maior protagonismo na sua própria aprendizagem, passando de ouvinte atento e passivo do saber do professor para interveniente ativo na construção do seu próprio conhecimento. O Scratch poderá impulsionar este processo, visto que permite que os alunos se envolvam dinamicamente nas tarefas propostas, desenvolvam a sua capacidade criativa e de resolução de problemas, possibilitando abordagens com importantes contributos para a aprendizagem da matemática. Mas afinal o que é o Scratch? O Scratch é um ambiente gráfico de programação inovador, concebido no Massachusetts Institute of Technology (MIT), que torna a programação mais cativante e acessível às crianças, e a todos os que não possuem competências nessa área. A programação em Scratch é efetuada através da criação de sequências de comandos simples, que correspondem a blocos de várias categorias (movimento, controlo, aparência, sensores, som, operações, caneta e variáveis), encaixados e encadeados de forma a produzirem as ações desejadas. Como o Scratch torna fácil a combinação de gráficos, imagens, fotografias, música e som, em criações interativas, é possível criar histórias com cenários variados, conceber um jogo, fazer uma apresentação interativa para as aulas, representar e simular situações problemáticas, construir figuras geométricas, entre muitos outros exemplos. Nesta sessão prática pretende-se “apresentar” o Scratch, explorar algumas tarefas no domínio da matemática e refletir sobre as suas potencialidades educativas.
- EGID3 project: prior knowledge of future teachers in geometryPublication . Seabra, Marcela; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel Vara; Martins, CristinaIn this paper we intend to present and discuss knowledge about geometric concepts and procedures developed by students, future teachers, during their non-higher education path. The identification of this knowledge is carried out in the context of the research project "EGID3: Geometry teaching, investing in diagnosis, difficulties and challenges", developed within the Geometry curricular unit of the Undergraduate Degree in Basic Education of a higher education institution, involving the teacher (first author) and the students of her class in a context of investigation about their own professional practice, of a reflective and collaborative nature. The project aims, among other objectives: (i) to investigate students' perceptions about Geometry and its teaching; and (ii) to verify the contribution of diagnostic assessment practices to the learning of Geometry. For the construction (or consolidation) of new learning it is crucial to build on the knowledge that students have been previously developing, in order to enhance more significant learning. For a student to achieve significant learning, he needs to mobilize and restructure his previous knowledge in order to establish connections between what he already posesses and the new content to be learned. Valuing a student's prior knowledge allows the teacher to map and develop planning strategies that take such knowledge into account. In this sense, data collection used, in the first class of the curricular unit, a ten-question open-ended questionnaire involving geometric concepts and procedures that students had worked on in their basic education. Subsequently, a content analysis of the answers given was performed. The results reveal that there are concepts in which the students feel more secure (triangle). They also reveal that many of them use inaccurate language when communicating their ideas about some concepts and procedures (angle, rectangle, bisector) or do not recognize them (convexity).
- EGID3 project: prior knowledge of future teachers in geometryPublication . Seabra, Marcela; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel Vara; Martins, CristinaIn this paper we intend to present and discuss knowledge about geometric concepts and procedures developed by students, future teachers, during their non-higher education path. The identification of this knowledge is made in the context of the research project "EGID3: Geometry teaching, investing in diagnosis, difficulties and challenges", developed in the context of the Geometry curricular unit of the Undergraduate Degree in Basic Education of a Portuguese higher education institution, involving the teacher (first author) and the students of her class in a reflexive and collaborative research context about their own professional practice. The project aims, among other objectives, (i) to investigate students' perceptions about Geometry and its teaching; and (ii) to verify the contribution of diagnostic assessment practices to the learning of Geometry. For the construction (or consolidation) of new learning it is crucial to build upon the knowledge that students have been previously developing, in order to enhance more significant learning. For a student to achieve significant learning, he needs to mobilise and restructure his previous knowledge in order to establish connections between what he has already mastered and the new content to be learned. The valorisation of a student's previous knowledge allows the teacher to map and elaborate planning strategies in order to take this knowledge into account. In this sense, the data collection involved, in the first lesson of the curricular unit, a questionnaire of ten questions of open nature, involving geometric concepts and procedures that the students had worked in their basic education. Subsequently, a content analysis of the answers was performed. The results reveal that there are concepts in which students feel more secure (geometric figure, rectangle). They also reveal that many of them use a not very rigorous language when communicating their ideas about some concepts and procedures (angle).
- EGID3: conceções dos estudantes sobre o processo de avaliaçãoPublication . Seabra, Marcela; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel Vara; Martins, CristinaO projeto “EGID3: ensino da geometria, investindo no diagnóstico, dificuldades e desafios” tem como um dos principais objetivos identificar conceções de estudantes sobre a Geometria e o seu ensino. A recolha de dados foi realizada através de questionários, recorrendo-se à análise de conteúdo para tratar os dados obtidos. O projeto foi desenvolvido na unidade curricular (UC) de Geometria, numa turma de futuros professores, e tem características de investigação sobre a própria prática profissional. Na fase de averiguação das conceções, verificou-se que, sobre estratégias/metodologias de ensino, os estudantes apontaram a importância da utilização de estratégias passíveis de aplicar em sala de aula, bem como aludiram a aulas práticas, realização de exercícios, aulas expositivas e associação de aulas expositivas com outras estratégias/metodologias de ensino. Neste artigo, além da contextualização e fundamentação do estudo, pretendemos apresentar as conceções dos estudantes no respeitante ao processo de avaliação a seguir na UC, concretamente: Que avaliação é perspetivada pelos estudantes? Em momentos de avaliação, que questões consideram ser pertinentes?, em articulação com as conceções sobre estratégias/metodologias de ensino que serão também explicitadas. Destaca-se que testes sumativos, trabalho de grupo, trabalhos com ligação à prática futura e avaliação contínua são algumas das perspetivas dos estudantes face a este processo de avaliação. As questões de escolha múltipla, resposta curta, com envolvimento de cálculos, práticas e teóricas surgem nas respostas dos estudantes. Estes resultados estão em sintonia com as estratégias/metodologias de ensino, sendo visível o foco numa perspetiva de avaliação das aprendizagens em detrimento da avaliação para as aprendizagens
- EGID3: conhecimentos prévios de estudantes sobre conceitos geométricosPublication . Seabra, Marcela; Martins, Cristina; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel VaraPara dar (mais) significado ao que aprendem, os alunos necessitam mobilizar e reestruturar os seus conhecimentos prévios no sentido de desenvolver novas e melhores compreensões dos conceitos a abordar. A valorização desses saberes permite também ao professor prever e seguir estratégias de ensino adequadas a esses conhecimentos. Integrado no projeto “EGID3: ensino da Geometria, investindo no diagnóstico, dificuldades e desafios” foi aplicado, no início da unidade curricular de Geometria, da Licenciatura em Educação Básica, um questionário com questões de natureza aberta, envolvendo conceitos geométricos que os estudantes trabalharam na sua educação não superior. Nesta comunicação pretendemos apresentar e discutir os conhecimentos prévios revelados pelos futuros educadores e professores sobre os conceitos de figura geométrica, polígono, ângulo e retângulo.
- EGID3: perceções dos estudantes sobre o processo de avaliaçãoPublication . Seabra, Marcela; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel Vara; Martins, CristinaO projeto “EGID3: ensino da geometria, investindo no diagnóstico, dificuldades e desafios” tem como um dos principais objetivos identificar perceções de estudantes sobre a Geometria e o seu ensino. A recolha de dados foi realizada através de questionários, recorrendo-se à análise de conteúdo para tratar os dados obtidos. O projeto foi desenvolvido na unidade curricular (UC) de Geometria, numa turma de futuros professores, e tem características de investigação sobre a própria prática profissional. Na fase de averiguação das perceções dos estudantes, verificou-se a indicação da Geometria como uma área da Matemática, incluindo o estudo de figuras, sólidos e formas geométricas, ângulos e polígonos. Na categoria Conteúdos e temas associados à Geometria verificou-se, igualmente, uma forte associação a sólidos geométricos, figuras geométricas e outros temas mais discrepantes. Sobre Estratégias/ metodologias de ensino os alunos apontaram para a importância da utilização de estratégias passíveis de aplicar em sala de aula, bem como aludiram a aulas práticas, realização de exercícios, aulas expositivas e associação de aulas expositivas com outras estratégias/metodologias de ensino. Sobre os Materiais/recursos a usar nas aulas de Geometria, os instrumentos de desenho e medição, modelos de figuras ou sólidos geométricos, recursos digitais, jogos e outros recursos fizeram parte das perceções dos estudantes. Quanto às dificuldades sentidas, às atividades do seu agrado e aos materiais/recursos utilizados nos ensinos básico e secundário, constatou-se que acompanham e intersetam, com clarividência, as perceções elencadas. Nesta comunicação, além da contextualização e fundamentação do estudo, pretendemos apresentar as perceções dos estudantes no respeitante ao processo de avaliação a seguir na UC, concretamente: Que avaliação é perspetivada pelos estudantes? Em momentos de avaliação, que questões consideram ser pertinentes? Destaca-se que testes sumativos, trabalho de grupo, trabalhos com ligação à prática futura e avaliação continua são algumas das perspetivas dos estudantes face a este processo de avaliação. As questões de escolha múltipla, resposta curta, com envolvimento de cálculos, práticas e teóricas surgem nas respostas dos estudantes. Estes resultados estão em sintonia com as Estratégias/metodologias de ensino e os Materiais/recursos a usar, sendo visível o foco numa perspetiva de avaliação das aprendizagens em detrimento da avaliação para as aprendizagens.
- EGID3: Perceções sobre Geometria e o seu ensinoPublication . Seabra, Marcela; Barros, Paula Maria; Pires, Manuel Vara; Martins, CristinaO projeto de investigação EGID3 – ensino da Geometria, investindo no diagnóstico, dificuldades e desafios – tem como contexto a unidade curricular de Geometria da Licenciatura em Educação Básica de uma instituição do ensino superior portuguesa. Numa primeira etapa, averiguaram-se as perceções dos estudantes face à Geometria e ao seu ensino, dando-se nas etapas posteriores importância ao diagnóstico das dificuldades dos estudantes, à valorização de um ensino do tipo exploratório e ao papel das tarefas matemáticas na condução da prática letiva. Esta comunicação reporta-se apenas à primeira etapa e pretende aprofundar o estudo em desenvolvimento, cruzando os resultados relativos às perceções dos estudantes sobre o significado atribuído à Geometria e às estratégias que consideram ser as adequadas no processo de ensino-aprendizagem da unidade curricular em causa, com as perceções manifestadas face ao experienciado nos ensino básico e secundário: dificuldades sentidas, atividades que recordam com agrado e recursos utilizados. Os participantes no projeto são a professora (primeira autora deste texto) e os estudantes de uma turma, tendo a recolha de dados, para a etapa aqui abordada, recorrido a um questionário. A análise dos dados focou-se na análise de conteúdo das respostas dos estudantes a este questionário. Considerando as referências ao ensino não superior, é possível destacar: (i) a realização de cálculos sobressai nas dificuldades sentidas no estudo da Geometria ; (ii) o trabalho com sólidos geométricos é enfatizado na identificação de estratégias de maior agrado; e (iii) a régua, o esquadro e o compasso são referidos como os recursos mais utilizados.
- Em busca da matemática em Terras de Trás-os-Montes: um olhar fotográficoPublication . Barros, Paula Maria; Silva, Flora; Seabra, MarcelaSe lhe propusessem o desafio – Olha à tua volta! Onde é que vês matemática? – e o convidassem a expressar esta sua visão na forma fotográfica, que aspetos escolheria fotografar? Esse foi o repto lançado à comunidade educativa da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, Portugal, e que deu origem às mostras de fotografia “A matemática na cidade de Bragança”, “A matemática no IPB” e a “Matemática do meu país”, realizadas, respetivamente, nos anos letivos de 2014/15, 2015/16 e 2019/20. Nesta comunicação, para além de contextualizarmos os procedimentos associados aos eventos, pretendemos apresentar um roteiro matemático por terras transmontanas, com particular incidência na cidade de Bragança, a partir de uma seleção de fotografias das várias mostras. Debateremos também o potencial pedagógico deste tipo de eventos, tanto para possível aproveitamento para tarefas de sala de aula como para promover a literacia matemática da comunidade. De realçar, que para além de estimularem o espírito criativo e a comunicação por imagens, as exposições permitem realçar a importância da matemática no mundo que nos rodeia e levar os visitantes a recordar alguns conceitos matemáticos. Constituem, assim, uma forma de desmistificar a ideia de que “a matemática é só para alguns” e sensibilizar para a relevância de falar em matemática num ambiente completamente informal, como um assunto que se pode debater em qualquer circunstância como acontece com a música, a literatura e outras artes.
- Em busca da matemática em Terras de Trás-os-Montes: um olhar fotográficoPublication . Barros, Paula Maria; Silva, Flora; Seabra, MarcelaSe lhe propusessem o desafio – Olha à tua volta! Onde é que vês matemática? – e o convidassem a expressar esta sua visão na forma fotográfica, que aspetos escolheria fotografar? Esse foi o repto lançado à comunidade educativa da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, Portugal, e que deu origem às mostras de fotografia “A matemática na cidade de Bragança”, “A matemática no IPB” e a “Matemática do meu país”, realizadas, respetivamente, nos anos letivos de 2014/15, 2015/16 e 2019/20. Neste documento, para além de contextualizarmos os procedimentos associados aos eventos, apresentamos um excerto de um percurso matemático por terras transmontanas, com particular incidência na cidade de Bragança, a partir de uma seleção de fotografias das várias mostras. Debateremos também o potencial pedagógico deste tipo de eventos, tanto para possível aproveitamento para tarefas de sala de aula como para promover a literacia matemática da comunidade. De realçar, que para além de estimularem o espírito criativo e a comunicação por imagens, as exposições permitem realçar a importância da matemática no mundo que nos rodeia e levar os visitantes a recordar alguns conceitos matemáticos. Constituem, assim, uma forma de desmistificar a ideia de que “a matemática é só para alguns” e sensibilizar para a relevância de falar em matemática num ambiente completamente informal, como um assunto que se pode debater em qualquer circunstância como acontece com a música, a literatura e outras artes.
