Percorrer por autor "Lameiras, Joana"
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- Adaptação e validação da escala perceived movement skill competence for young children: aspetos metodológicosPublication . Costa, André D.; Lameiras, Joana; Gonçalves, Celina; Saraiva, Linda Maria Balinha; Lopes, Vitor P.A proficiência das crianças nas habilidades motoras básicas (HMB) (por ex. lançar, pontapear e saltar) está associada aos níveis de a'vidade Msica habitual (AF)(1). A perceção da competência motora também parece desempenhar um papel importante na mo'vação para a AF (2). Harter e Pike publicaram um instrumento de avaliação da competência percebida para crianças da segunda infância (4 a 8 anos de idade)(3). Contudo, embora avalie a perceção da competência Msica em termos das ações Wpicas ou genéricas das crianças, tais como apertar os cordões dos sapatos ou baloiçar num baloiço, não avalia de forma adequada a competência percebida no 'po de habilidades motoras subjacentes aos desportos e jogos Wpicos da infância e de outros períodos etários posteriores. O desenvolvimento de um instrumento de avaliação da competência motora percebida (CMP) mais específico irá permi'r uma melhor e mais aprofundado esclarecimento das relações entre a competência motora (CM), a CMP e a AF nas crianças.
- Adaptação e validação da escala Perceived movement skill competence for young children: aspetos metodológicosPublication . Costa, André D.; Lameiras, Joana; Gonçalves, Celina; Saraiva, Linda Maria Balinha; Lopes, Vitor P.O objetivo foi fazer a validação de um instrumento específico de avaliação da CMP já validado para a língua inglesa. A escala foi aplicada a 188 crianças, de ambos os sexos (meninas n=100) com idades entre os 4 e os 10 anos (7,35±1,38). Uma sub-amostra aleatória foi avaliada duas vezes com um intervalo de uma semana para estudar a fiabilidade do instrumento, através do coeficiente de correlação intraclasse (CCI). A consistência interna foi estimada através do alfa de Cronbach. A fiabilidade item a item variou entre 0,22 e 0,91 para as habilidades de locomoção e entre 0,75 e 0,80 para as habilidades de controlo de objetos. A consistência interna para a globalidade dos itens foi de a=0,72. Para o conjunto das habilidades de controlo de objetos foi de a=0,72 e de a =0,55 para o conjunto das habilidades de locomoção. Estes resultados preliminares apontam que o instrumento apresenta índices de precisão que suportam a sua utilização para avaliar a perceção da competência percebida motora em crianças portuguesas. Contudo, falta ainda desenvolver a sua validação facial.
- Associação da competência motora atual com a competência motora percebidaPublication . Lameiras, Joana; Costa, André D.; Gonçalves, Celina; Lopes, Vitor P.Existem evidências de que as crianças menos competentes em habilidades motoras básicas, tais como agarrar, correr, lançar, pontapear e saltar são menos aFvas(1) . Uma revisão sistemáFca(2) recente mostrou que a competência motora percebida (CMP) Fnha uma associação mais forte com a aFvidade asica (AF) comparaFvamente a outros aspetos do autoconceito e que a idade moderava posiFvamente esta relação. Da mesma forma, foi mostrada uma associação posiFva entre a competência motora atual (CM) e a CMP na adolescência(3) e na terceira infância(4). Em crianças da segunda infância existe alguma evidência de que existe associação entre a CM e a CMP(5,6), contudo um estudo em crianças da segunda infância reporta que não existe associação(7) . Assim, parece que embora exista uma relação recíproca entre a CM e a CMP em crianças mais velhas e na adolescência, nas crianças mais novas a relação é menos clara.
- Associação da competência motora atual com a competência motora percebidaPublication . Lameiras, Joana; Costa, André D.; Gonçalves, Celina; Lopes, Vitor P.O objetivo do presente estudo foi estudar a associação entre a competência motora atual (CM) e a competência motora percebida (CMP). Participaram 188 crianças de ambos os sexos (7,35±1,38 de idade), divididas em 2 grupos etários (grupo 1: 4 a 7 anos; grupo 2: 8 a 10 anos). A CM foi avaliada com o TGMD-2. A CMP foi avaliada com a escala pictográfica da competência motora percebida de Barnett et al.(1). Foi calculado o r de Pearson entre CM e CMP. Os valores da CMP são em ambos os sexos e em ambos os grupos etários elevados, variando entre 19,4 e 21,4. Considerando os valores estandardizados para a CM o resultado para as habilidades de controlo de objetos variaram entre 5,87 e 6,75 e para as habilidades de locomoção variaram entre 7,73 e 8,87, sendo, em ambos os casos, abaixo do valor intermédio (10). Os valores de r são baixos e alguns deles negativos, variando entre 0,04 e -0,23. As crianças da amostra apresentam uma perceção da competência elevada pouco consonante com os valores da CM que são relativamente baixos, o que de facto se confirma pelas correlações negativas e baixas entre os dois conceitos.
- O papel do professor de desporto na vida ativa dos idososPublication . Fonte, Sérgio; Lameiras, Joana; Pereira, Diana A.; Monteiro, A.M.O professor necessita de conhecimentos mínimos das áreas relacionadas ao seu trabalho e das possibilidades de orientação e encaminhamento com o intuito de fazer das suas aulas um momento de afeto e de educação. Sem estes conhecimentos a sua prática torna-se isolada, afastada da realidade, reduzindo-se ao papel de “distrair os idosos”, “tirá-los de casa”, “levá-los para apanhar sol”. Quem trabalha com atividade física para idosos precisa de contextualizar a prática pedagógica dentro das dimensões históricas e sociais das quais os idosos provêm. É objetivo do nosso trabalho, contextualizar a prática pedagógica dentro das dimensões históricas e sociais das quais os idosos provêm, com o papel que o professor assume, na condução de programas de atividade física regular. Podemos concluir que, através de uma boa formação profissional, o desporto pode ser constituído como um elemento chave na melhoria da qualidade de vida das pessoas no processo de envelhecimento. Assim sendo, podemos considerar também, que o professor de desporto é um dos profissionais com maior responsabilidade para o aumento da qualidade de vida dos idosos.
- O papel do professor de desporto na vida ativa dos idososPublication . Fonte, Sérgio; Lameiras, Joana; Pereira, Diana A.; Monteiro, A.M.O professor necessita de conhecimentos mínimos das áreas relacionadas ao seu trabalho e das possibilidades de orientação e encaminhamento com o intuito de fazer das suas aulas um momento de afeto e de educação. Sem estes conhecimentos a sua prática torna-se isolada, afastada da realidade, reduzindo- se ao papel de “distrair os idosos”, “tirá-los de casa”, “levá-los para apanhar sol”. Quem trabalha com atividade física para idosos precisa de contextualizar a prática pedagógica dentro das dimensões históricas e sociais das quais os idosos provêm. É objetivo do nosso trabalho, contextualizar a prática pedagógica dentro das dimensões históricas e sociais das quais os idosos provêm, com o papel que o professor assume, na condução de programas de atividade física regular. Podemos concluir que, através de uma boa formação profissional, o desporto pode ser constituído como um elemento chave na melhoria da qualidade de vida das pessoas no processo de envelhecimento. Assim sendo, podemos considerar também, que o professor de desporto é um dos profissionais com maior responsabilidade para o aumento da qualidade de vida dos idosos.
