Percorrer por autor "Ferreira, Helena"
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- Applying reduce SNP assays for inferring C-lineage introgression patterns in Iberian honeybee populations of the Azores archipelagoPublication . Lopes, Ana; Neves, Cátia J.; Ferreira, Helena; Henriques, Dora; Quaresma, Andreia; Martín-Hernández, Raquel; Azevedo, João; Pinto, M. AliceThe genetic composition of the honeybee populations of the Macaronesian archipelago of the Azores is poorly known. Until now, only honeybee populations of the island of São Miguel have been surveyed for genetic variation through the use of the tRNAleu-cox2 intergenic mitochondrial DNA region and microsatellites. Here, we combine data from the mtDNA obtained with the DraI test (intergenic region) and from the nuclear DNA obtained with newly developed reduced SNP assays to provide a complete picture of introgression patterns in the Azorean honeybee populations at both mitochondrial and nuclear compartments. The sampling was carried out in 2014 and 2015 and comprised 474 colonies widely distributed across the 8 islands populated by honeybees. Our cyto-nuclear results show that C-derived introgression varies across the archipelago ranging from virtually pure populations of the Iberian honeybee in the island of Santa Maria (Q-values <5%) to highly introgressed populations in the island of Graciosa (Q-values>30%). The introgression levels are alarming and contrast with those of the Iberian honeybee populations of the mainland in Iberia, which are still virtually free of C-derived introgression, despite frequent importation of commercial queens.
- Biomarkers of oxidative stress in olive rainfed orchards under different cover cropsPublication . Correia, Carlos M.; Santos, D.; Brito, Cátia; Ferreira, Helena; Bacelar, Eunice; Gonçalves, Berta C.C.; Moutinho-Pereira, José; Rodrigues, M.A.In Northeast Por1ugal, as in •other regions of the Mediterranean Basin, most of the olive orchards are cultivated in hilly areas under rainfed conditions and this picture will not significantly change in the near future due to natural Iimitation on water resources. We propose cover crops to Iimit soil erosion, improve soil quality and fertility, reduce the use of herbicides and other chemicals and develop the nutritional value of food products.
- Boron nutrition affects membrane leakage and chemical composition of leaves and fruits of Olea europaeaPublication . Silva, Ermelinda; Brito, Cátia; Dinis, Lia Tânia; Rocha, Luís; Ferreira, Isabel Q.; Ferreira, Helena; Luís, M.M.; Moutinho-Pereira, José; Rodrigues, M.A.; Correia, Carlos M.Boron (B) is an essential microelement for plants, being its deficiency the most frequent micronutrient disorder in olive tree. The main functions of boron are related to cell wall strength and development, membrane function, cell division, fruit and seed development, water relations, sugar transport and hormone development. The study conducted in Bragança (Northeast Portugal), under rainfed conditions, shows that application of Bfertilizer decreased the symptoms of oxidative stress on leaves, both in summer and, with higher extent, in winter. In fact, B-treated trees presented lower electrolyte leakage, in a closely association with higher concentration of total thiols. Moreover, boron increased the concentration of soluble sugars, while decreased the accumulation of starch in both seasons. Meanwhile, total soluble proteins and total phenols levels were higher in Bfertilized plants during the summer period, whereas in winter, after frost events, the concentration of phenols was higher in B-starved trees. The chemical composition of fruits at final harvest revealed that B-supply increases the soluble sugars and the pulp ash content, decreases organic matter and dietary fiber, whilst the crude protein concentration was similar between treatments. Thus, the present study showed that addition of Bfertilizer affects the metabolism of olive tree and give new insights about the effect of boron on plant physiology and biochemistry that will help to refine the improvement in Bfertilizer recommendations for olive growing areas.
- Characterization of Liquid Dosage Forms of Atenolol and Enalapril Maleate for Oral and Enteral Feeding AdministrationPublication . Mota, Sandra; Torres, Ana; Quintas, Clara; Peres, António M.; Ferreiro, Nuno Manuel; Cruz, Rebeca; Ferreira, Helena; Almeida, Isabel F.; Casal, SusanaThe limited availability of pharmaceutical formulations tailored for cardiovascular diseases in both pediatric and geriatric populations generates the need for compounded dosage forms to guarantee precise dosing and medication adherence. This study aimed to analyze the physicochemical properties and stability of formulations of atenolol and enalapril maleate prepared with a proprietary oral vehicle, SuspendIt®. To this end, palatability, injectability, pH, rheological behavior, and physical, microbiological, and chemical stability over a 180-day storage period at 25 ◦C and 5 ◦C were evaluated. Injectability tests confirmed the suitable use of both formulations for administration through enteral feeding tubes. By using a potentiometric electronic tongue, it was confirmed that the SuspendIt® vehicle effectively served as a bitter-blocking strategy for atenolol and enalapril maleate. Adequate stability throughout the storage period was confirmed in terms of the mechanical properties, pH, and effectiveness of the preservative system. The atenolol concentration remained above 90% of the initial amount, while the concentration of enalapril maleate decreased to 88% after 90 days of storage at 25 ◦C. In summary, the atenolol formulation maintained suitable chemical, physical, and microbiological stability after 180 days at both storage temperatures, while the enalapril maleate formulation remained stable up to 60 days at 25 ◦C and for 180 days at 5 ◦C.
- Comparação dos níveis de introgressão da linhagem C na abelha negra (Apis mellifera mellifera) estimados usando microsatélites e SNPs seleccionados pelo critério de proximidadePublication . Ferreira, Helena; Henriques, Dora; Jara, Laura; Chávez-Galarza, Julio; De la Rúa, Pilar; Pinto, M. AliceNa Europa estão presentes duas linhagens de Apis mellifera: linhagem C na parte central e oriental e M na ocidental. A linhagem C agrupa cerca de 10 subespécies, entre as quais se encontram as duas mais utilizadas pela apicultura à escala mundial: a A. m. ligustica e a A. m. carnica. A linhagem M agrupa apenas duas subespécies: a A. m. mellifera, a norte dos Pirenéus, e a A. m. iberiensis, na Península Ibérica. Durante as últimas décadas a actividade humana tem alterado a distribuição na Europa, sobretudo através da introdução em grande escala de rainhas de A. m. ligustica e A. m. carnica na área nativa da A. m. mellifera. Para evitar o desaparecimento de A. m. mellifera, diversos programas de conservação têm sido aplicados, sendo que o cálculo da taxa de introgressão usando marcadores moleculares é uma ferramenta crucial de gestão das populações de conservação. A maioria dos estudos tem utilizado como marcadores moleculares os microsatélites e o mtDNA. No entanto, os SNPs apresentam vantagens em relação aos microsatélites, tais como: uma boa cobertura do genoma, dados de maior qualidade, e facilidade de automatização usando tecnologias de alta capacidade. Diversos estudos mostram que os microsatélites têm um maior poder discriminatório, sendo necessários 100 SNPs para se ter a mesma informação de 10-20 microsatélites. No presente estudo compararam-se as taxas de introgressão estimadas usando os 12 microsatélites com as estimadas usando dois conjuntos de SNPs (um de 60 e outro de 120). Uma vez que dispúnhamos de um conjunto inicial de cerca de 1436 SNPs, neste trabalho escolhemos os 60 e os 120 SNPs que se encontravam mais próximos (em pares de bases) dos microsatélites. Quando comparamos as taxas de introgressão obtidas nas várias simulações verificámos que 8 dos 77 indivíduos analisados apresentam diferenças superiores a 20%. Neste trabalho irão ser apresentados e discutidos os resultados obtidos.
- Composição genética das populações de abelha melífera (Apis mellifera L.) da MacaronésiaPublication . Henriques, Dora; Lopes, Ana; Ferreira, Helena; Neves, Cátia J.; Pinto, M. AliceA região biogeográfica da Macaronésia engloba as ilhas do Atlântico Norte situadas perto da Europa e África e é composta pelos arquipélagos dos Açores e da Madeira, Canárias e Cabo Verde. As ilhas são locais com uma biogeografia única associada a elevados níveis de endemismo, sendo, por isso, um verdadeiro laboratório para o estudo da diversidade. Apesar de atualmente a abelha melífera (Apis mellifera L.) se encontrar em todo o mundo, a sua distribuição natural está restrita a África, Europa, Médio Oriente e a algumas regiões das Ásia. Nesta ampla área geográfica encontram-se 31 subespécies que estão agrupadas em quatro linhagens evolutivas: A (África), M (Europa Ocidental), C (Europa Oriental) e O (Médio Oriente). Das 31 subespécies até hoje descritas, cinco delas são nativas de ilhas. No entanto, apesar de existirem abelhas nas ilhas da Macaronésia, estas não atingiram o estatuto de subespécie. Embora existam vários estudos de diversidade genética nos diferentes arquipélagos da Macaronésia, uma compreensão mais completa da história evolutiva das populações insulares requer uma amostragem representativa de todos os arquipélagos. Nesta comunicação irão apresentar-se os resultados de um estudo genético levado a cabo por uma equipa do CIMO sobre a composição genética das populações dos Açores e da Madeira. Entre 2014 e 2015 foram amostradas 474 colónias nos Açores, e na Madeira foram amostradas 50 colónias. A composição genética foi determinada usando uma região do ADN mitocondrial (que tem uma herança materna) muito variável designada por tRNAleu-cox2. As 474 amostras dos Açores foram também analisadas usando um marcador do ADN nuclear designado por “polimorfismo de nucleótido simples, ou SNP, (com herança biparental). Os nossos resultados revelam que a semelhança genética entre as populações dos Açores e Madeira com as populações do Norte de Portugal é concordante com a hipótese da introdução histórica de abelha melífera a partir do século XV pelos colonizadores Portugueses. Além disso, a composição genética é marcada por uma forte componente materna de origem Africana sendo também bastante heterogénea entre ilhas, fundamentalmente em resultado da introdução de abelhas comerciais a partir da Europa oriental na década de 1980, no âmbito de um programa de modernização da apicultura apoiado pelo Governo Regional dos Açores. Este estudo aprofunda a compreensão da diversidade genética das abelhas melíferas existentes na Macaronésia
- Composição genética materna das abelhas da Madeira - comparação com as populações dos arquipélagos dos Açores e das Canárias e de Portugal continentalPublication . Henriques, Dora; Lopes, Ana; Ferreira, Helena; Pinto, M. AliceO ADN mitocondrial é um dos marcadores moleculares mais usados globalmente no estudo da diversidade genética da abelha melífera (Apis mellifera L.). Uma das razões para a sua ampla utilização devese à particularidade de este marcador ser transmitido intacto pela rainha aos seus descendentes (obreiras e zangãos), o que signifi ca que todos os indivíduos da colónia vão partilhar o mesmo tipo de ADN mitocondrial. Consequentemente, se quisermos conhecer a linhagem materna de uma colónia, basta analisar o ADN mitocondrial de um único individuo.
- Composição genética materna das abelhas da Madeira: comparação com as populações dos arquipélagos dos Açores e das Canárias e de Portugal continentalPublication . Henriques, Dora; Lopes, Ana; Ferreira, Helena; Pinto, M. AliceA Apis mellifera iberiensis é uma das 31 subespécies de abelha melífera e tem como distribuição, tal como o nome indica, a Península Ibérica. Esta subespécie tem sido amplamente estudada na Península Ibérica devido aos seus padrões de diversidade complexos. Apesar de também ter sido introduzida em alguns arquipélagos da Macaronésia (Açores, Canárias e Madeira), estas populações insulares, em especial as da Madeira, têm sido alvo de menos estudos. Um dos marcadores moleculares que tem sido amplamente usado para estudar as diferentes populações de A. m. iberiensis é o ADN mitocondrial, mais especificamente a região intergénica tRNAleu- COX2. Assim, com o uso dessa região, o objetivo deste trabalho foi estudar a composição genética da população da Madeira e compara-la com as populações dos Açores, Canárias e da Península Ibérica. Para tal, um total de 51 colónias foram amostradas e as amostras sujeitas a extração de ADN, seguido de uma Reação em Cadeia da Polimerase (PCR). Pósteriormente, o produto da PCR foi tratado com a enzima de restrição DraI que ao cortar o ADN em locais específicos cria fragmentos com tamanhos diferentes, permitindo diferenciar as variantes genéticas (haplótipo). Cada haplótipo pode pertencer a cinco linhagens distintas: A (Africana), M (Europeia Ocidental), C (Europeia Oriental), O (Médio Oriente) e Y (Etiópia), sendo as duas primeiras nativas da Península Ibérica. Na linhagem Africana ainda é possível distinguir entre as sub-linhagens AI, AII, AIII e Z. No conjunto das 51 colónias amostradas foram detetados sete haplótipos, todos pertencentes à linhagem A. Tal como nas ilhas das Canárias, o haplótipo Africano mais comum na Madeira é o A14’ (41%) enquanto nos Açores é o A14, ambos da sub-linhagem AIII. Outra diferença entre os dois arquipélagos portugueses é que o segundo haplótipo mais frequente na Madeira é o A1 (33%), sub-linhagem AI, enquanto nos Açores este haplótipo é raro. Além disso, não foram detetados haplótipos da linhagem C (que é característica do Leste da Europa e Itália), à semelhança da Península Ibérica onde esta linhagem é praticamente inexistente, sugerindo que a importação de rainhas exóticas para a Madeira tem tido pouca expressão. Pelo contrário, a frequência de colónias da linhagem C é elevada em 3 ilhas dos Açores, nomeadamente: Pico (89%), Faial (75%) e Graciosa (62%). Nas Canárias também foi detetada, mas com uma frequência mais baixa, com Tenerife a ter a maior prevalência da linhagem C (39%). A presença e abundância da sub-linhagem AIII na Madeira, Açores e Canárias sugere que as populações destes arquipélagos têm uma origem comum e provavelmente no norte de Portugal continental, onde esta sub-linhagem é mais frequente sendo muito rara no resto da Península Ibérica. Verificou-se ainda que as populações geneticamente mais próximas da população da Madeira são as de La Gomera e Santa Maria. Estes resultados sugerem que, havendo necessidade de se introduzir enxames no arquipélago da Madeira a origem deveria ser La Gomera ou preferencialmente Santa Maria pois, juntamente com São Miguel, Terceira, São Jorge, Graciosa e Corvo, esta ilha foi recentemente reconhecida pela Comissão Europeia como sendo indemne de varroose. Assim, este estudo para além de revelar a composição genética das colónias da Madeira também realça a importância do uso do conhecimento científico aliado ao desenvolvimento apícola das regiões.
- Cover cropping effects on olive physiology in rainfed orchardsPublication . Gonçalves, Berta C.C.; Correia, Carlos M.; Moutinho-Pereira, José; Bacelar, Eunice; Brito, Cátia; Ferreira, Helena; Rodrigues, M.A.Olive orchards are often cultivated under rainfed conditions, although the irrigated areas are currently increasing. In Trás-os-Montes region, only 5% of the total area harvested is irrigated, and this picture will not change in the near future, due to natural limitation on water resources. Therefore, despite the importance of some high-density and super-high-density orchards that have been planted in the South of Portugal, it is still crucial for the olive sector, and in particular for many inland regions, that the rainfed orchards are managed in a profitable and environmentally sustainable way.
- Cover crops for the sustainability of rainfed olive orchardsPublication . Bacelar, Eunice; Correia, Carlos M.; Santos, D.; Moutinho-Pereira, José; Gonçalves, Berta C.C.; Brito, Cátia; Ferreira, Helena; Rodrigues, M.A.Olive tree (Olea europaea L.) is present in large areas of mainland PortugaL predominantly in less-favored regions. In spite of the fact that irrigated areas are currently increasing, most of the olive orchards are still cultivated under rainfed conditions. The success of olive farming under rainfed conditions is mainly due to the high capacity of olive tree to develop anatomical, physiological and biochemical drought resistance mechanisms. Nevertheless, the productivity is low. We propose cover cropping to control soil erosion, improve soil quality and fertility of rainfed oli\'e orchards. Cover cropping is widespread in fruit farming in temperate climates and in irrigated olive orchards, where water is not a limiting resource. The effects of cover cropping were investigated on a 14-year-old olive orchard (Olea europaea L., c. Cobrançosa) with 240 trees ha-1, grown under rainfed conditions. The commercia! orchard was located in Mirandela, in the Northeast of Portugal (41 0 31' N; 7° 12' W). Four different soil management systems were compared: (i) development of natural vegetation, (ii) self-reseeding pasture species, such as subterranean clover and other annual legume species with short growing cycle grown as cover crop; (iii) white lupine cover crop; (iv) conventional tillage, included as the control treatment. We verified that self-reseeding pasture cover crop improved the photosynthetic activity of the olive trees in association with increases of stomatal conductance, the quantum effective efficiency of PSI!, the photochemical quenching and the apparent electron transport rate. The total leaf soluble protein content in the leaves was higher in trees with self-reseeding pasture cover crop that may represent increased activity of antioxidant enzymes. The level of lipid peroxidation, measured in terms of thiobarbituric acid-reactive substances (TBARS) contents, was lower in pasture cover crop and in the control treatments during the dry season. In early winter lupine cover crop and conventional tillage had higher TBARS concentrations, revealing increased peroxidative damage. At this early stage of the study, data support the use of cover crop in olive rainfed orchards, specially using self-reseeding pasture species.
