Percorrer por autor "Azevedo, Ana"
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- Abordagem autónoma do enfermeiro na dorPublication . Azevedo, Ana; Maia, Isabel; Pedro, João; Ribeiro, Jorge; Barbosa, Marta AndreiaA dor é um fenómeno complexo, uma realidade com um grau de abstracção e indefinição sujeita a constantes transformações, que pode interferir nas vertentes biofisiológicas, bioquímicas, psicossociais, comportamentais e morais das pessoas. É, portanto, difícil de definir. No entanto, esta dificuldade não deve, em momento algum, interferir na sua valorização, compreensão e, consequentemente, seu controlo. O controlo da dor é um desafio que deverá estar presente no dia-a-dia de qualquer profissional de saúde e que, «pode e deve ser tratada, com perspectivas de êxito proporcionais ao entendimento que dela temos e fazemos, à adequação e preparação científica dos serviçose profissionais de saúde envolvidos e ao manejo judicioso de todos os recursos, técnicos e humanos disponíveis» (Direcção Geral de Saúde, 2001).
- Alterações do sono na menopausaPublication . Macedo, Luísa Margarida Nunes; Costa, Elizama; Djassi, Lídia Genaba João; Azevedo, Ana; Correia, Teresa I.G.A Menopausa pode ser definida como a última menstruação resultante do esgotamento do património folicular funcionante do ovário e o climatério é considerado o período de transição entre o pleno potencial e a incapacidade reprodutiva, estando associada a um conjunto de sinais e sintomas tais como os sintomas vasomotores, alterações do humor e de sono. Foi nosso objetivo identificar, na literatura científica, as alterações de sono mais prevalentes em mulheres na menopausa. Realizamos uma revisão sistemática da literatura segundo a estratégia PICO (Participantes Intervenção Comparação Outcome), no nosso estudo, utilizámos o acrómio PO. Dos oito artigos encontrados na base de dados PubMed, B-on e Scielo, selecionamos cinco artigos para análise final, depois de aplicar os critérios de inclusão previamente estabelecidos. Os artigos incluídos na nossa revisão, 100% evidenciam que a insónia; a síndrome das pernas inquietas e a síndrome da apneia obstrutiva do sono, são as alterações do sono mais frequentes na menopausa. A evidência científica encontrada revela ainda relação das alterações do sono na mulher em menopausa com a sua qualidade de vida. O estudo dos distúrbios do sono na mulher em menopausa é de extrema importância sendo necessário, para tal, conhecer a arquitetura do sono de cada pessoa para que desta forma seja possível chegar a um tratamento individualizado que permita à mulher neste ciclo de vida melhorar a sua saúde.
- Alterções do sono na menopausaPublication . Macedo, Luísa Margarida Nunes; Costa, Elizama; Djassi, Lídia Genaba João; Azevedo, Ana; Correia, Teresa I.G.A menopausa pode ser definida como a última menstruação menstruação resultante do esgotamento do património folicular funcionante do ovário ovário e o climatério é considerado o período de transição entre o pleno potencial e a incapacidade reprodutiva, estando associada a um conjunto de sinais e sintomas tais como os sintomas vasomotores, alterações do humor e de sono. As alterações do sono na menopausa são então a problemática deste trabalho com o qual pretendemos identificar quais as alterações mais prevalentes.
- Associação entre o nível de adesão à dieta mediterrânica e o IMC, em indivíduos diabéticos.Publication . Fernandes, Matilde; Azevedo, Ana; Fernandes, António; Pires, Cláudia; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA diabetes mellitus tipo 2, doença metabólica crónica, alia, a si, efeitos deletérios, constituindo um problema de saúde pública, equiparando-se a uma epidemia. Com efeito, a doença assume como base etiológica não apenas fatores genéticos, mas também comportamentais, passíveis de prevenção, nomeadamente ao nível do plano dietético. Objetivos: Verificar se existe associação entre o nível de Adesão à Dieta Mediterrânica e o Índice de Massa Corporal, em indivíduos diabéticos tipo 2. Metodologia: Estudo observacional, transversal, de cariz quantitativo, baseado numa amostra não probabilística por conveniência, com 60 diabéticos adultos. Para recolha de dados, utilizou-se um questionário, que incluía a caracterização sociodemográfica, dados clínicos, antropométricos e o Score MEDAS para avaliação da Adesão à Dieta Mediterrânica. A análise estatística dos dados foi realizada através do software IBM Statistical Package for the Social Sciences (IBM SPSS) versão 23.0, para Windows, tendo sido adotado um nível de significância de 5%, com um grau de confiança de 95%. Resultados: Constatou-se um nível moderado de adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico em 60% dos inquiridos. No que diz respeito ao IMC, 43,3% foram classificados com excesso de peso, 38,3% eutróficos e 16,7% obesos. Foi observada existência de uma correlação estatisticamente significativa inversa e moderada, ao nível de significância de 5%, entre o índice de adesão MEDAS e o IMC (p-value= 0,05 e ró= -0,356). Conclusões: Os resultados subjacentes a este estudo de investigação evidenciam a necessidade de aumentar a literacia na população diabética, relativamente ao padrão alimentar mediterrânico. Deve haver um contínuo apelo à consciencialização relativamente à alimentação adotada pelos indivíduos diabéticos, intervindo, maioritariamente, nos indivíduos com excesso de peso, como garantia de uma melhoria no controlo glicémico e na redução do IMC.
- Associação entre o nível de adesão à dieta mediterrânica e o índice de massa corporal, em indivíduos diabéticosPublication . Fernandes, Matilde; Azevedo, Ana; Fernandes, António; Pires, Cláudia; Pires, Margarida; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA diabetes Mellitus tipo 2, doença metabólica crónica, alia, a si, efeitos deletérios, constituindo um problema de saúde pública, equiparando-se a uma epidemia. Com efeito, a doença assume como base etiológica não apenas fatores genéticos, mas também comportamentais, passíveis de prevenção, nomeadamente ao nível do plano dietético. Objetivo: Verificar se existe associação entre o nível de Adesão à Dieta Mediterrânica e o Índice de Massa Corporal, em indivíduos diabéticos tipo 2. Material e Métodos: Estudo observacional, transversal, de cariz quantitativo, baseado numa amostra não probabilística por conveniência, com 60 diabéticos adultos. Para recolha de dados, utilizou-se um questionário, que incluía a caracterização sociodemográfica, dados clínicos, antropométricos e o Score MEDAS para avaliação da Adesão à Dieta Mediterrânica. Resultados: Constatou-se um nível moderado de adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico em 60% dos inquiridos. No que diz respeito ao índice de massa corporal, 43.3% foram classificados com excesso de peso, 38.3% eutróficos e 16.7% obesos. Foi observada a existência de uma correlação estatisticamente significativa inversa e moderada, ao nível de significância de 5%, entre o índice de adesão MEDAS e o índice de massa corporal (p-value= 0.05 e ró= - 0.356). Conclusão: Os resultados deste estudo evidenciam a necessidade de aumentar a literacia na população diabética relativamente aos benefícios da adoção de um padrão alimentar mediterrânico
- Avaliação do conhecimento dos estudantes de enfermagem no âmbito do envelhecimentoPublication . Azevedo, Ana; Fernandes, Adília; Magalhães, Carlos Pires; Antão, Celeste; Anes, EugéniaO desconhecimento do processo de envelhecimento está na origem de muitos dos estereótipos de cariz negativo. Este é considerado um fenómeno individual, heterogéneo, multidimensional e multidirecional (Baltes, 1987; Birren, 1995; Sánchez & Ulacia, 2005) à semelhança de outras etapas do ciclo vital, nesta podem surgir quer perdas, quer ganhos. Avaliar o conhecimento dos estudantes do 1º ano de enfermagem no âmbito do envelhecimento; - Facultar os resultados à comunidade científica visando a desmistificação de conceções erradas no âmbito da temática. Estudo quantitativo, descritivo e transversal. Através de uma amostragem não probabilística acidental obteve-se uma amostra de 42 estudantes do 1º Ano, 2º Semestre, do Curso de Licenciatura em Enfermagem, de uma Escola Superior de Saúde, no ano letivo 2010/2011. A recolha de dados foi efetuada através de um formulário elaborado para o efeito. Constatou-se que da totalidade da amostra, 35 (83,3%) são do sexo feminino. A idade média da amostra situa-se próximo dos 20 anos. No local de proveniência, 10 (23,8%) dos nossos estudantes residem com idosos. A classificação média alcançada pela nossa amostra no formulário foi de 13 valores, enquadrando-se na categoria “Suficiente”. O valor mínimo obtido foi de 6 valores, o máximo de 18. Verificou-se que 95,2% da amostra respondeu incorretamente à questão 2 “Devido ao processo de envelhecimento natural que ocorre ao nível cerebral, a maior parte das pessoas de idade avançada acaba por apresentar uma perda cognitiva elevada”. Também na questão 3 “As pessoas idosas assemelham-se muito nas suas características físicas”, a maioria da amostra (71,4%) respondeu erradamente. De destacar a não existência de relação significativa no cruzamento das variáveis “sexo” e “residir ou não com idosos no seu local de proveniência” com a pontuação total obtida no formulário. A nossa amostra revelou desconhecimento em determinados conteúdos que se traduzem em estereótipos negativos: - considerou que, em idades avançadas o envelhecimento natural acarreta perda cognitiva elevada. Berger e Mailloux-Poireier (1995), Belsky (2001), entre outros, referem que o envelhecimento natural não produz alterações de relevo a esse nível, salientando-nos que se estas surgem deve-se ao envelhecimento patológico. - considerou que, as pessoas idosas assemelham-se muito nas suas características físicas. Tal consideração nega a variabilidade interindividual e a heterogeneidade que se incrementam com o passar dos anos, e que pode ocorrer mesmo em idades avançadas, como nos salientam Vega e Bueno (2000). Entendemos como forma de colmatar estas lacunas, ser pertinente incluir conteúdos/programas que promovam uma visão positiva acerca do envelhecimento, da velhice e da pessoa idosa.
- Avaliação do conhecimento dos estudantes de enfermagem no âmbito do envelhecimentoPublication . Fernandes, Adília; Azevedo, Ana; Magalhães, Carlos Pires; Antão, Celeste; Anes, EugéniaO desconhecimento do processo de envelhecimento está na origem de muitos dos estereótipos de cariz negativo. Este é considerado um fenómeno individual, heterogéneo, multidimensional e multidirecional (Baltes, 1987; Birren, 1995; Sánchez & Ulacia, 2005) à semelhança de outras etapas do ciclo vital, nesta podem surgir quer perdas, quer ganhos. Pretende-se com este estudo, avaliar o conhecimento dos estudantes do 1º ano de enfermagem no âmbito do envelhecimento, e facultar os resultados à comunidade científica visando a desmistificação de conceções erradas no âmbito da temática. Optou-se por um estudo quantitativo, descritivo e transversal. Através de uma amostragem não probabilística acidental obteve-se uma amostra de 42 estudantes do 1º ano, 2º semestre, do curso de licenciatura em enfermagem, de uma escola superior de saúde, no ano letivo 2010/2011. A recolha de dados foi efetuada através de um formulário elaborado para o efeito, cujo constructo teve em consideração a bibliografia sobre a temática, bem como os estudos de investigação produzidos neste âmbito. A nossa amostra revelou desconhecer alguns conteúdos que se traduzem em estereótipos negativos.
- Avaliação do conhecimento dos estudantes de enfermagem no âmbito do envelhecimentoPublication . Azevedo, Ana; Fernandes, Adília; Magalhães, Carlos Pires; Antão, Celeste; Anes, EugéniaO desconhecimento do processo de envelhecimento está na origem de muitos dos estereótipos de cariz negativo. Este é considerado um fenómeno individual, heterogéneo, multidimensional e multidirecional (Baltes, 1987; Birren, 1995; Sánchez & Ulacia, 2005) à semelhança de outras etapas do ciclo vital, nesta podem surgir quer perdas, quer ganhos. Avaliar o conhecimento dos estudantes do 1º ano de enfermagem no âmbito do envelhecimento. - Facultar os resultados à comunidade científica visando a desmistificação de conceções erradas no âmbito da temática. Estudo quantitativo, descritivo e transversal. Através de uma amostragem não probabilística acidental obteve-se uma amostra de 42 estudantes do 1º Ano, 2º Semestre, do Curso de Licenciatura em Enfermagem, de uma Escola Superior de Saúde, no ano letivo 2010/2011. A recolha de dados foi efetuada através de um formulário elaborado para o efeito. Constatou-se que da totalidade da amostra, 35 (83,3%) são do sexo feminino. A idade média da amostra situa-se próximo dos 20 anos. No local de proveniência, 10 (23,8%) dos nossos estudantes residem com idosos. A classificação média alcançada pela nossa amostra no formulário foi de 13 valores, enquadrando-se na categoria “Suficiente”. O valor mínimo obtido foi de 6 valores, o máximo de 18. Verificou-se que 95,2% da amostra respondeu incorretamente à questão 2 “Devido ao processo de envelhecimento natural que ocorre ao nível cerebral, a maior parte das pessoas de idade avançada acaba por apresentar uma perda cognitiva elevada”. Também na questão 3 “As pessoas idosas assemelham-se muito nas suas características físicas”, a maioria da amostra (71,4%) respondeu erradamente. De destacar a não existência de relação significativa no cruzamento das variáveis “sexo” e “residir ou não com idosos no seu local de proveniência” com a pontuação total obtida no formulário. A nossa amostra revelou desconhecimento em determinados conteúdos que se traduzem em estereótipos negativos: - considerou que, em idades avançadas o envelhecimento natural acarreta perda cognitiva elevada. Berger e Mailloux-Poireier (1995), Belsky (2001), entre outros, referem que o envelhecimento natural não produz alterações de relevo a esse nível, salientando-nos que se estas surgem deve-se ao envelhecimento patológico. - considerou que, as pessoas idosas assemelham-se muito nas suas características físicas. Tal consideração nega a variabilidade interindividual e a heterogeneidade que se incrementam com o passar dos anos, e que pode ocorrer mesmo em idades avançadas, como nos salientam Vega e Bueno (2000). Entendemos como forma de colmatar estas lacunas, ser pertinente incluir conteúdos/programas que promovam uma visão positiva acerca do envelhecimento, da velhice e da pessoa idosa.
- Avaliação do conhecimento referente à deteção precoce e prevenção do acidente vascular cerebralPublication . Fernandes, Adília; Azevedo, Ana; Magalhães, Carlos Pires; Antão, Celeste; Anes, EugéniaEste estudo procurou investigar qual o nível de conhecimento dos sinais e sintomas do acidente vascular cerebral. Optou-se por um estudo quantitativo, descritivo e transversal. Participaram 171 indivíduos. Os dados foram recolhidos em 2009, utilizando-se a técnica de amostragem não probabilística acidental. A maioria da amostra revela desconhecimento dos três sinais de alerta primordiais na deteção precoce do acidente vascular cerebral, pois 34 indivíduos (19,9%) selecionaram as três opções corretas relativas aos primeiros sinais de alerta (dificuldade em falar; menos força no braço; desvio da comissura labial), 20 dos respondentes (11,7%) não identificaram corretamente qualquer manifestação.
- Avaliação do equilíbrio postural de idosos em plataforma de forçaPublication . Novo, André; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Azevedo, Ana; Correia, JoãoObjectivo: Determinar importância das diferentes variáveis do equilíbrio em pessoas idosas. Método: Os dados de equilíbrio postural foram colhidos em três testes distintos, numa plataforma de força Metitur® (posição normal olhos abertos, posição normal olhos fechados, almofada olhos abertos, almofada olhos fechados, cada um com a duração de 30 segundos). Resultados: Foram avaliadas 49 pessoas idosas (42 mulheres e 7 homens) com uma média de idades de 68,73±9,39 anos e com um IMC de 28,63±4,77. Os dados do equilíbrio postural foram os seguintes: Velocidade média do eixo x em posição normal com olhos abertos – 3,56±1,39 mm/s Velocidade média do eixo y em posição normal com olhos abertos – 6,82±2,5 mm/s Velocidade média do eixo x em posição normal com olhos fechados – 4,51±2,35 mm/s Velocidade média do eixo y em posição normal com olhos fechados – 10,96±4,75 mm/s Velocidade média do eixo x em almofada com olhos abertos – 4,37±1,67 mm/s Velocidade média do eixo y em almofada com olhos abertos – 9,29±2,86 mm/s Velocidade média do eixo x em almofada com olhos fechados – 5,59±2,62 mm/s Velocidade média do eixo y em almofada com olhos fechados – 15,01±4,29 mm/s Ao estabelecer correlações entre os vários dados obtidos, podemos observar que a idade se correlaciona positivamente com as diferentes avaliações efectuadas em almofada velocidade média do eixo x em almofada com olhos abertos (0,358*; p=0,011), velocidade média do eixo y em almofada com olhos abertos (0,419**, p=0,002), velocidade média do eixo x em almofada com olhos fechados (0,331*, p=0,02) e velocidade média do eixo y em almofada com olhos fechados (0,345*, p=0,015). Ao efectuar-se a comparação com os valores de referência para sujeitos da mesma idade e mesmo sexo, podemos observar que os indivíduos avaliados alcançam melhores resultados (menos velocidade) quer no eixo x, quer no eixo y (avaliados vs. Valores de referência): • Velocidade média do eixo x em posição normal com olhos abertos – 3,56±1,39 mm/s vs. 4,18±081 mm/s • Velocidade média do eixo y em posição normal com olhos abertos – 6,82±2,5 mm/s vs. 7,27±1,84 mm/s • Velocidade média do eixo x em posição normal com olhos fechados – 4,51±2,35 mm/s vs. 5,68±1,44 mm/s • Velocidade média do eixo y em posição normal com olhos fechados – 10,96±4,75 mm/s vs. 12,20±3,01 mm/s O software específico da plataforma tem em conta os resultados em todos os testes e atribui uma classificação à importância dos diferentes sistemas envolvidos no equilíbrio. Assim, o sistema vestibular é resposável por 55,19% do equilíbrio dos indivíduos avaliados. Conclusões: Os sujeitos avaliados apresentam melhores resultados relativamente ao equilíbrio que os valores de referência para indivíduos da mesma idade e do mesmo sexo. Têm também tendência a apresentar maior oscilação com a idade nos testes efectuados em almofada com os olhos abertos e fechados, quer no eixo x quer no eixo y, o que significa que o sistema vestibular tem um papel muito importante no equilíbrio dos idosos avaliados.
