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Título: Intenção empreendedora dos alunos do ensino superior agrário português: o caso da região do Alto Trás-os-Montes
Autor: Ribeiro, Maria Isabel
Fernandes, António
Cabo, Paula
Matos, Alda
Palavras-chave: Empreender
Estudantes
Ensino Superior
Data: 2011
Editora: Junta de Castilla y León
Citação: Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António;: Cabo, Paula; Matos, Alda (2011) - Intenção empreendedora dos alunos do ensino superior agrário português: o caso da região do Alto Trás-os-Montes. In Actas del 12º Congreso de Economía de Castilla y León. Valladolid
Resumo: Conhecer a intenção empreendedora dos estudantes e analisar a percepção dos mesmos relativamente a obstáculos e a dificuldades do processo de empreendedorismo são os objectivos desta investigação. Para isso, foi levado a cabo um estudo quantitativo e transversal que teve como base a administração directa de um questionário aos alunos, de uma organização escolar de ensino superior, durante o mês de Julho de 2010. Participaram neste estudo 269 estudantes, o que corresponde a uma taxa de resposta de aproximadamente 34%. Do total de respondentes, 69% são do género feminino e 30,7% são do género masculino. Os inquiridos têm idades compreendidas entre os 18 e os 46 e a esmagadora maioria é estudante em regime ordinário (83,9%). De acordo com os resultados, 35,2% dos respondentes gostariam de trabalhar, exclusivamente, por conta própria. A possibilidade da empresa falir é o factor que suscita maior receio na criação de um negócio próprio. A falta de apoio financeiro é apontada como a maior dificuldade ao desenvolvimento do negócio. Nestes aspectos, tendo em conta o género e as classes etárias, verifica-se que existem diferenças, estatisticamente, significativas entre o género feminino e masculino no que diz respeito, aos receios relacionados com a instabilidade no emprego, a possibilidade de falhar e a possibilidade da empresa falir, sendo a mulher a mais receosa. No que concerne à idade registam-se diferenças quanto à possibilidade de falhar, sendo os estudantes mais novos os mais receosos. Por outro lado, verifica-se a existência de diferenças, estatisticamente, significativas entre o género nas dificuldades relacionadas com o facto do processo administrativo ser complexo, a falta de competências na área da gestão, o grande risco de falhar e o clima económico desfavorável para o desenvolvimento de um negócio próprio. É de salientar que, uma vez mais, são os indivíduos do género feminino que identificam estes factores como os mais difíceis de ultrapassar. Quantos às classes etárias, os resultados provaram que independentemente da idade, as dificuldades são encaradas da mesma forma pelos inquiridos. Por fim, destacam-se como factores de sucesso no desenvolvimento do negócio próprio a qualidade quer da equipa de gestão quer da equipa técnica.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/5777
Aparece nas colecções:CSE - Resumos em Proceedings Não Indexados ao ISI/Scopus

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