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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A violĂȘncia obstĂ©trica constitui uma violação dos direitos humanos e reprodutivos das mulheres, manifestando-se atravĂ©s de prĂĄticas desrespeitosas, abusivas ou negligentes durante o processo de gestação, parto ou puerpĂ©rio.
Objetivo: Identificar, na literatura cientĂfica, as formas de violĂȘncia obstĂ©trica e os seus impactos na saĂșde fĂsica e mental das mulheres.
MĂ©todo: RevisĂŁo integrativa da literatura nas bases PubMed, Web of Science e SciELO. Aplicaram-se critĂ©rios de inclusĂŁo (2020â2025, textos em portuguĂȘs, inglĂȘs ou espanhol, com foco em grĂĄvidas e parturientes) e exclusĂŁo (opiniĂ”es, artigos fechados, irrelevantes). Dos 1353 artigos identificados, 5 foram selecionados para anĂĄlise aprofundada.
Resultados: A prevalĂȘncia da violĂȘncia obstĂ©trica varia entre 25% e 62%. As formas mais comuns incluem falta de consentimento, episiotomias e manobras nĂŁo justificadas, abuso verbal e psicolĂłgico. Os impactos reportados abrangem desde trauma fĂsico atĂ© depressĂŁo pĂłs-parto, stress pĂłs-traumĂĄtico e perturbaçÔes no vĂnculo mĂŁe-bebĂ©.
ConclusĂŁo: A violĂȘncia obstĂ©trica Ă© uma realidade transversal, exigindo maior sensibilização dos profissionais de saĂșde. O papel da enfermagem Ă© essencial na promoção de cuidados respeitosos, empĂĄticos e centrados na mulher, atravĂ©s da escuta ativa, educação para os direitos reprodutivos e vigilĂąncia Ă©tica durante o parto.
Descrição
Palavras-chave
ViolĂȘncia obstĂ©trica SaĂșde materna Direitos das mulheres Parto humanizado
Contexto Educativo
Citação
Azevedo, Ana (2025). ViolĂȘncia obstĂ©trica. In XVIII Jornadas Internacionais de Enfermagem de SaĂșde Materna e ObstĂ©trica. TECMAIA Parque, Maia, Portugal
Editora
CESPU
