Publication
Gestão da dor em obstetrícia: um contributo de enfermagem obstétrica para uma experiência positiva de parto.
| dc.contributor.author | Moulaz, Ana Luiza Silva de | |
| dc.contributor.author | Correia, Teresa I.G. | |
| dc.date.accessioned | 2020-01-17T17:24:43Z | |
| dc.date.available | 2020-01-17T17:24:43Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.abstract | identificar as ações de enfermagem relativamente à gestão da dor que concorrem para uma experiência positiva de parto .Estudo transversal e correlacional, com uma amostra de 57 enfermeiros, de dois serviços de obstetrícia no Norte de Portugal. Foram excluídos os questionários incompletos, restando para a análise final 25. Foi aplicado um questionário adaptado de Sousa, (2009), constituído por duas partes: a primeira dizia respeito às variáveis independentes e a segunda à informação dos enfermeiros sobre as técnicas não farmacológicas (TNF) no controlo da dor. A análise estatística foi realizada no programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados: mais de metade dos participantes não possui formação específica acerca da gestão da dor, mas 76% refere o uso das técnicas alternativas em mais de 50% das parturientes. Aproximadamente 33% não utiliza nenhuma das técnicas preconizadas pela Ordem dos Enfermeiros. Outros 48% informa que, se puder usar a epidural, não utiliza nenhuma outra técnica. Discussão: A partir dos dados apresentados pode-se observar que, ainda que o Plano Nacional de Controlo da Dor, trouxesse, em 2008, a sensibilização das Escolas Superiores de Enfermagem para a necessidade de melhorar a formação, pré e pós-graduada, na abordagem da dor1, 60% dos participantes deste estudo não foram contemplados com nenhuma formação específica sobre dor e técnicas não farmacológicas de controlo da dor. Seja durante a graduação, especialização ou em cursos de atualização em obstetrícia, esta parcela dos profissionais não foi preparada para lidar com a dor no trabalho de parto com o uso das técnicas não farmacológicas.Vale ressaltar que, mesmo sem a formação específica, a percentagem da utilização das técnicas não farmacológicas é significativa, apesar de limitada. Significativa, pois 76% refere o uso das TNF em pelo menos 50% das utentes, que seria o ideal segundo a OMS. Limitada, pois apenas, das técnicas recomendadas pela Ordem do Enfermeiros, são utilizadas sendo a massagem por 47% dos profissionais e a musicoterapia por 20%. E curiosamente, 33% dos Enfermeiros ESMO refere não utilizar nenhuma das técnicas sugeridas pela Ordem dos Enfermeiros. Conclusões: O enfermeiro obstetra é considerado pela Organização Mundial da Saúde como um dos pilares da Humanização do Nascimento. O seu papel na gestão da dor transcende a aplicação das terapias alternativas e das terapias de controlo da dor no intuito de auxiliar a parturiente a dar um novo sentido à dor experimentada a fim de proporcionar uma experiência positiva de parto. Este estudo demonstrou que, ainda que a formação acerca da gestão da dor em obstetrícia apresente algumas limitações, vale destacar o empenho dos enfermeiros ESMO em prestar ações de cuidado na gestão da dor que concorrem para uma experiência positiva de parto. Assim, este estudo ainda identifica a necessidade de intervenções com vista à melhoria da práxis acerca da gestão da dor, no que respeita às diretrizes globais pela Humanização. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Moulaz, Ana; Correia, Teresa I.G. (2019). Gestão da dor em obstetrícia: um contributo de enfermagem obstétrica para uma experiência positiva de parto. In XII Jornadas de Obstetrícia. Famalicão : CESPUS – Escola Superior de Saúde de Vale do Ave | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10198/20432 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
| dc.publisher | CESPUS - Escola Superior de Saúde de Vale do Ave | pt_PT |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | pt_PT |
| dc.subject | Enfermagem obstétrica | pt_PT |
| dc.subject | Gestão da dor | pt_PT |
| dc.subject | Terapias alternativas | pt_PT |
| dc.subject | Trabalho de parto | pt_PT |
| dc.title | Gestão da dor em obstetrícia: um contributo de enfermagem obstétrica para uma experiência positiva de parto. | pt_PT |
| dc.type | conference poster | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Famalicão | pt_PT |
| oaire.citation.title | Escola Superior de Saúde de Vale do Ave | pt_PT |
| person.familyName | Correia | |
| person.givenName | Teresa I.G. | |
| person.identifier.ciencia-id | 7912-CA66-5D04 | |
| person.identifier.orcid | 0000-0001-9975-7908 | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | conferenceObject | pt_PT |
| relation.isAuthorOfPublication | f1ec3e63-173e-4495-95e8-118ed5c184d1 | |
| relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | f1ec3e63-173e-4495-95e8-118ed5c184d1 |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1
Loading...
- Name:
- Ana Moulaz & Teresa Correia. Jornadas Obstetrícia 2019.pdf
- Size:
- 997.28 KB
- Format:
- Adobe Portable Document Format
License bundle
1 - 1 of 1
No Thumbnail Available
- Name:
- license.txt
- Size:
- 1.75 KB
- Format:
- Item-specific license agreed upon to submission
- Description:
