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Publicação

Mobilidade e incentivos: a política pública convence os médicos?

dc.contributor.authorMesquita, Sofia
dc.contributor.authorCosta, Cláudia S.
dc.contributor.authorPires, Rui A.R.
dc.date.accessioned2022-11-16T15:41:05Z
dc.date.available2022-11-16T15:41:05Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractÉ comum os governos definirem políticas de incentivos para atrair médicos para zonas consideradas, legalmente, mais carenciadas. No entanto, estas políticas nem sempre alcançam os resultados pretendidos, pelo que os responsáveis pela sua formulação devem considerar quais os objetivos políticos, os mecanismos de influência e os grupos de médicos alvo. Neste sentido, este artigo pretende obter resposta para a seguinte questão de investigação: Quais os fatores de atratividade para a fixação dos médicos internos de formação específica em zonas carenciadas, especificamente na Unidade Local de Saúde no Nordeste, E.P.E. (ULSNE)? O pressuposto principal visa compreender quais os fatores de atratividade, intrínsecos e extrínsecos, para a fixação dos médicos internos que se encontram a frequentar a formação especializada, nesta zona carenciada, de modo a perceber o que os motivaria, após o término da especialidade, a nela permanecer para o exercício da prática médica. Com a resposta a esta questão de investigação pretende-se contribuir para o desenvolvimento e implementação de políticas públicas mais adequadas para corrigir os desequilíbrios da distribuição geográfica dos médicos. A informação recolhida através da realização das entrevistas semiestruturas permitiu averiguar que fatores intrínsecos e extrínsecos contribuem para a escolha, por parte dos médicos internos de formação específica da ULSNE, da zona para a prática médica. Permitiu verificar, também, o impacto reduzido que os incentivos atribuídos pelo Governo apresentam relativamente à decisão dos médicos internos em permanecer na ULSNE, ou noutra zona carenciada, mostrando a necessidade de reformulação da política de incentivos.pt_PT
dc.description.abstractIt's common for the governments to set political initiatives to lure doctors to deprived areas. However, these policies do not always reach their wanted results. Their success depends on the process of development and implementation. In this sense, policy makers should carefully consider which are the policy goals, mechanisms of influence, and target doctors. Therefore, this article aims to answer to the following research question: Which are the attractiveness factors for the establishment of interns with specific training in deprived areas, specifically in the Northeast Local Health Unit, E.P.E. (ULSNE)? The main assumption aims to understand the attractiveness factors, intrinsic and extrinsic, for the establishment of internal doctors, who are attending specialized training in this deprived area, to understand what would motivate them, after the end of their training, to remain in the deprived area for the exercise of medical practice. The answer to this research question intends to contribute to the development and implementation of more appropriate public policies to correct the imbalances in the geographical distribution of doctors. The information gathered through the semi structured interviews allowed us to verify that intrinsic and extrinsic factors contribute to the choice made by internal doctors with ULSNE specific training of the area for medical practice. It also verified the reduced impact that the incentives granted by the Government have in relation to the decision of the internal doctors to stay in ULSNE, or in another deprived area, showing the need for reformulation of the incentives policy.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationMesquita, Sofia; Costa, Cláudia S.; Pires, Rui A.R. (2022). Mobilidade e incentivos: a política pública convence os médicos?. In III Encontro Internacional de Língua Portuguesa e Relações Lusófonas - LUSOCONF2021: livro de atas. Bragança: Instituto Politécnico. p. 173-182. ISBN 978-972-745-295-8pt_PT
dc.identifier.doi10.34620/lusoconf.2021pt_PT
dc.identifier.isbn978-972-745-295-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/26111
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectFixação de médicospt_PT
dc.subjectZonas carenciadaspt_PT
dc.subjectPolítica pública de incentivospt_PT
dc.subjectJovens médicospt_PT
dc.titleMobilidade e incentivos: a política pública convence os médicos?pt_PT
dc.title.alternativeMobility and incentives: do public policy persuade doctors?pt_PT
dc.typeconference paper
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceInstituto Politécnico de Bragançapt_PT
oaire.citation.endPage182pt_PT
oaire.citation.startPage173pt_PT
oaire.citation.titleIII Encontro Internacional de Língua Portuguesa e Relações Lusófonas - LUSOCONF2021pt_PT
person.familyNameCosta
person.familyNamePires
person.givenNameCláudia S.
person.givenNameRui A.R.
person.identifier.ciencia-id2F1B-0FEA-A447
person.identifier.ciencia-id2B11-583E-8E83
person.identifier.orcid0000-0001-8294-2218
person.identifier.orcid0000-0001-8217-8459
person.identifier.ridAAL-4392-2020
person.identifier.ridM-2554-2018
person.identifier.scopus-author-id25624613800
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rcaap.rightsopenAccesspt_PT
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