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ESSa - Artigos em Revistas Indexados à WoS/Scopus

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  • Effect of mobility at ICU discharge on mortality and length of post-ICU stay: a retrospective analysis
    Publication . Mendes, Roberto Gonçalves; Nunes, Manuel Lourenço; Branco, Miguel Castelo; Novo, André
    Admission to intensive care can be accompanied by significant adverse effects for patients, which last beyond their stay in the unit. Early mobilisation is part of a set of a bundle to minimise these effects and is now unanimously considered to be safe and beneficial. It is therefore important to understand how it is being implemented in practice and what its real benefits are. Aim/Objective To characterise mobility in the ICU and correlate the level of mobility at discharge from the ICU with the results of post-intensive care, namely: length of stay after intensive care and hospital mortality. Methods This was an observational, retrospective study carried out in the Intensive Care Department of a Local Health Unit located in the Portuguese countryside. A quantitative research methodology was used. Results Of the 244 patients included in the sample, 54.5% achieved orthostatism during the ICU stay and 36.5% achieved deambulation. The average length of stay between leaving the ICU and hospital discharge was 8.0 ± 7.5 days. Patients who remained at bed rest at discharge had longer hospital stays than patients who were ambulating (p = 0.014); and patients who performed activities in bed also had longer hospital stays than those who were orthostatic or ambulating (p = 0.026 and 0.002 respectively). Post-ICU mortality was 5.7%, and there was a strong correlation with mobility on discharge from the ICU (p < 0.001), with less mobile patients having a higher mortality rate than expected (odds ratio = 5.13). Conclusions The mobility levels founded in this study are in line with international reality. Patients who achieve higher levels of mobility during their stay in intensive care have shorter hospital stays and lower mortality.
  • Programa de reabilitação cardíaca na capacidade funcional da pessoa internada por insuficiência cardíaca descompensada: estudo multicaso
    Publication . Monteiro, Diana; Delgado, Bruno; Rocha, Inês; Novo, André
    A insuficiência cardíaca descompensada conduz a uma diminuição da capacidade funcional, pelo que urge a necessidade de se implementar precocemente um programa de reabilitação cardíaca. Objetivo: Avaliar a evolução da capacidade funcional da pessoa internada por insuficiência cardíaca descompensada após a implementação de um programa de treino físico aeróbio e individualizado, com recurso à Short Physical Performance Battery. Metodologia: Descrição retrospetiva de casos clínicos submetidos ao programa Early Rehabilitation in Cardiology - Heart Failure com avaliação dos parâmetros vitais, perceção subjetiva de esforço (antes/após a sessão), Short Physical Performance Battery (admissão/regresso a casa) e teste de marcha de 6 minutos (regresso a casa). Resultados: Foram selecionados cinco casos clínicos, três do género feminino e dois do género masculino, com uma média de idades de 75 anos, sendo que três apresentaram fração de ejeção preservada (> 50%), dois com classe IV e três com classe III da New York Heart Association. O tempo médio de internamento foi de 50,00±38,42 dias. O programa de reabilitação teve uma duração média de 16,20±14,60 sessões, sem registos de eventos adversos associados. Todas as pessoas beneficiaram do programa de intervenção, com melhorias na pontuação total da Short Physical Performance Battery (4,60±3,04 versus 8,40±3,36 pontos), o que representa um incremento da capacidade funcional. A média do teste de marcha de 6 minutos foi de 128,00±98,00 metros percorridos, no regresso a casa. Conclusão: A aplicação do programa Early Rehabilitation in Cardiology - Heart Failurem ambiente hospitalar, pode ter influenciado os ganhos na capacidade funcional das pessoas estudadas, verificando-se evolução positiva da aplicação da Short Physical Performance Battery com diferenças relevantes nos momentos avaliados.
  • Atividade e exercício físico em enfermagem de reabilitação: análise documental baseada em evidência e teorias de enfermagem
    Publication . Loureiro, Maria; Delgado, Bruno; Vaz, Sérgio; Martins, Maria Manuela; Schoeller, Soraia Dornelles; Novo, André
    O aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico é uma intervenção central na prática dos Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação (EEER). Alinhada com guidelines internacionais e fundamentada em Modelos e Teorias de Enfermagem, essa prática visa promover a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida de pessoas com necessidades de cuidados de reabilitação. Objetivo: Discutir o aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico pelos Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação. Metodologia: Análise documental de guidelines internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do American College of Sports Medicine (ACSM), de fundamentação teórica baseada em Modelos e Teorias de Enfermagem e dos referenciais legais para o exercício da prática especializada em Enfermagem de Reabilitação. Resultados: O aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico pelos EEER revela-se uma intervenção essencial na promoção da funcionalidade e autonomia, bem como na prevenção e reabilitação de condições agudas e crónicas, com consequente impacto na capacidade de autocuidado e qualidade de vida. Os EEER utilizam abordagens baseadas em guidelines internacionais, como as recomendações da OMS e do ACSM, garantindo segurança e eficácia do aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico. Os EEER possuem competências específicas que permitem a conceção, implementação e monitorização de programas de atividade e exercício físico, assegurando a sua adaptação ao contexto clínico, aos objetivos terapêuticos e à própria pessoa. A fundamentação teórica em Modelos e Teorias de Enfermagem reforça a relevância da atividade e exercício físico como um meio de reabilitação e promoção da qualidade de vida. Conclusão: A prescrição de atividade e exercício físico pelos EEER é uma prática baseada em evidência científica, alinhada com as guidelines internacionais e fundamentada em Modelos e Teorias de Enfermagem, de forma a promover a autonomia, a funcionalidade e a qualidade de vida das pessoas com necessidade de cuidados de reabilitação.
  • Heart transplant patients and telehealth interventions: scoping review
    Publication . Loureiro, Maria; Oliveira, Isabel; Mota, Liliana; Simões, ricardo; Martins, Maria Manuela; Novo, André
    A telessaúde tem sido reconhecida como uma oportunidade para enfrentar os desafios dos cuidados de saúde, superar barreiras geográficas e permitir uma monitorização consistente. Transplantados cardíacos (TC) necessitam de monitorização rigorosa para facilitar a manutenção da saúde, identificação precoce de complicações, adequada gestão do regime terapêutico e hábitos de vida saudáveis. Estas são áreas centrais da intervenção de enfermagem e a telessaúde é uma abordagem inovadora que pode aumentar o acesso aos cuidados de enfermagem Objetivo: Mapear a intervenção de telessaúde em transplantados cardíacos. Métodos: Foi desenvolvida uma scoping review segundo metodologia proposta pelo Joanna Briggs Institute, com pesquisa na Pubmed (via Medline), CINHAL (via Ebsco) e Web of Science. Foi realizada uma busca adicional por referências relevantes e literatura cinzenta. Foram incluídos todo o tipo de estudos com TC e o uso de qualquer intervenção fornecida por telessaúde. Três revisores independentes realizaram análise de relevância, extração de dados e síntese. Resultados: Foram obtidos 706 artigos e seis atenderam aos critérios de inclusão. Foram identificadas três áreas de intervenção em telessaúde: acompanhamento de gestão de saúde, telemonitorização de sinais e sintomas e complicações, telerreabilitação; tele-educação, para literacia dos TC e seus cuidadores, e telecapacitação, uma intervenção de ensino/educacional para capacitar os doentes. Conclusão: Diferentes áreas de intervenção em telessaúde podem ser realizadas para prestar cuidados às pessoas TC, o que deve ser considerado no planeamento de cuidados e recursos de saúde. No entanto, o acompanhamento presencial deve ser realizado sempre que considerado mais adequado. Este é o primeiro passo para a sistematização da intervenção de enfermagem nesta área.
  • Produção científica em enfermagem de reabilitação e exercício físico em Portugal: revisão bibliométrica
    Publication . Novo, André; Parola, Vítor; Mendes, Eugénia; Preto, Leonel; Martins, Maria Manuela; Schoeller, Soraia Dornelles
    Mapear a enfermagem de reabilitação e o exercício físico. Estudo bibliométrico realizado nas bases SCOPUS, MEDLINE (via PubMed) Web of Science e Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal, com utilização do software VOSviewer. Foram aplicadas técnicas de coocorrência de palavras-chave, títulos, análise de coautoria, agrupamento por modularidade e aplicação de leis para validação. Foram analisadas 96 publicações, com 153 autores e 44 colaborações em coautoria. Autores como André Novo, Bruno Delgado e Eugénia Mendes foram os mais produtivos nessa temática. A produção científica aumentou significativamente após 2020. A Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e o Instituto Politécnico de Bragança concentram a maior parte da produção científica. As palavras-chave evoluíram de enfoques clínicos para abordagens integradas de promoção da funcionalidade e autonomia. Foram identificados quatro clusters temáticos. O exercício físico é uma ferramenta central no cuidado de Enfermagem de Reabilitação. Cada vez mais publicações em Enfermagem de Reabilitação colocam-no como estratégia predominante de cuidado. Contribuição para a prática: valorização da prescrição de exercício baseada em evidências científicas por enfermeiros de reabilitação.
  • Vivências sobre o autocuidado andar em pessoas com lesão medular incompleta na fase aguda
    Publication . Sousa, Salomé; Andrade, Maria João; Fernandes, Carla Sílvia; Barbeiro, Sara; Teixeira, Vanessa; Preto, Leonel; Martins, Maria Manuela
    O autocuidado andar é frequentemente afetado na pessoa com lesão medular originando estados de dependência adquirida. Ainda durante a fase aguda, um programa de reabilitação deve ser iniciado, tendo em vista a recuperação funcional e o desenvolvimento de estratégias à nova condição. Objetivo: Compreender as vivências sobre o autocuidado andar na pessoa com lesão medular incompleta, na fase aguda. Métodos: Estudo qualitativo, de cariz fenomenológico, com recurso a entrevistas semiestruturadas a dezasseis participantes. Análise de conteúdo temático-categorial, com auxílio da ferramenta Atlas-Ti. Categorias baseadas na Teoria do Défice de Autocuidado de Enfermagem. Resultados: Foram identificadas cinco categorias que resultam das necessidades relacionadas com o autocuidado andar, desde a Conscientização do Défice de Autocuidado, que envolveu sentimentos de medo e ansiedade de não recuperar o andar, até a Participação na Reabilitação, que fez emergir a motivação e esperança na recuperação. A Necessidade de Aceitação surgiu do confronto inicial com a cadeira de rodas. Na categoria Condicionantes do Autocuidado Andar destacaram-se sentimentos como o medo de cair e na categoria Promotores do Autocuidado Andar foram valorizados ambientes favorecedores de aprendizagem e sentimentos de alegria e otimismo na recuperação do andar. Conclusão: Vivências marcantes sobre o autocuidado andar iniciam-se no internamento inicial após lesão medular. Os profissionais de saúde deverão integrar e desenvolver os cuidados nas áreas manifestadas neste estudo, para incrementar atitudes de autocuidado e potenciar a reconstrução da autonomia.
  • Effect of inspiratory muscle training in hemodialysis patients: a systematic review of randomized controlled trials
    Publication . Casado, Sónia Alexandra Claro; Mendes, Eugénia; Preto, Leonel; Vila-Chã, Carolina Júlia Félix; Novo, André
    To clarify the effect of inspiratory muscle training on inspiratory muscle strength, lung function, and functional capacity in hemodialysis patients. Methods: Randomized controlled trials evaluating inspiratory muscle strength, lung function, and functional capacity in hemodialysis patients were searched. The search was conducted in Medline, Web of Science, and Scopus between August and December 2024. Risk of bias was assessed using the Cochrane Collaboration’s risk of bias tool-2. Results: 316 Studies were analyzed, and 12 were included, involving 460 patients. The intervention consisted of training the respiratory muscles using linear loading devices, varying between 30% and 70% of Maximum Inspiratory Pressure, for 4 to 24 weeks. One study was classified as high risk of bias, three with some concerns, and eight low risk of bias. Inspiratory muscle strength increased significantly in the intervention groups. Significant changes concerning lung function were observed only in some groups. Considerable variations in the distance covered in the 6-MWT test were also found in some studies. Conclusions: Inspiratory muscle training appears to influence several outcomes. Replicating randomized controlled trials with standardized protocols and robust assessment methods is necessary to more effectively establish their effectiveness.
  • Virtual escapes: a pedagogical strategy for developing emotional competence in nursing students
    Publication . Gomes, Lisa; Cassar, Maria; Bugeja, Roderick; Oliveira, Inês; Cainé, João; Pereira, Rui; Chircop, Daren; Veiga-Branco, Augusta
    Emotional competence, the ability to manage interpersonal relationships through understanding one's and others' emotions, encompasses two dimensions: cognitive and behavioral. In nursing practice, the combination of these dimensions allows for better performance in highly complex clinical situations. Nursing education does not always emphasize these competences. This pilot study explored the potential of an escape room, a Serious Games (SGs) prototype with virtual reality (VR), as a pedagogical strategy for eliciting emotions in a safe learning environment. Participants' immersion in the game provided an opportunity to identify, manage, and process emotions. Data were gathered by a questionnaire and by observation of performance. The findings revealed that participants felt various emotions (n = 51) while playing the game. The least frequent reported emotions were hope, shame, and contempt. Admiration, pride, satisfaction, and fear were the most frequently reported emotions. These findings suggest that using a SGs prototype with VR as a pedagogical tool holds significant potential in emotion elicitation in a safe learning environment, implying its value as a construct of emotional competence. Further research to verify educational value is recommended.
  • “Sit-to-stand test to assess muscle strength after intradialytic exercises in chronic kidney disease patients: A systematic review with meta-analysis”
    Publication . Almeida, Klebson da Silva; Costa, Natália Silva; Lima, Bráulio Nascimento; Neves, José Leonardo Dos Reis; Barreto, Luiz Gustavo Pereira; Freitas, Luana de Jesus; Silva, Monique Mesquita; Maneschy, Mariela de Santana; Novo, André; Chiavegato, Luciana Dias
    Chronic kidney patients undergoing hemodialysis (HD) experience a decline in muscle strength and functionality, as musculoskeletal disorders affect both strength and functional capacity. This study aims to evaluate the influence of intradialytic (ID) exercise on the strength and functionality of chronic kidney patients, as assessed by sit-to-stand test, and to identify the most commonly used sit-to-stand protocol. Methods: A search was conducted across eight databases to identify relevant studies published before March 29, 2024. Clinical trials investigating intradialytic exercises and utilizing the sit-to-stand test as an assessment tool were eligible. The risk of bias in individual studies was assessed using the Physiotherapy Evidence Database (PEDro) scale. Mean differences (MD) and 95 % confidence intervals were calculated and pooled in metaanalyses. The quality of meta-analyses was assessed using the Grades of Recommendation, Assessment, Development, and Evaluation (GRADE) approach. Results: A total of 6717 studies were initially identified. After screening,17 articles involving 870 participants, met the inclusion criteria demonstrating acceptable methodological quality, with a mean PEDro scale of 5,23 (+/- 1,56). Despite the lack of robust evidence, this review suggests that the ID exercise improves strength and functionality. Among the various sit-to-stand test subtypes, the 10-repetition sit-to-stand test was found to be the most effective. Conclusion: Despite the low quality of studies, the 10-repetition sit-to-stand test (10-STS) seems to be the most effective for evaluating muscle strength of lower limbs and functionality. ID exercise seems to positively impact muscle strength and, consequently, the functionality of chronic kidney disease patients undergoing HD.
  • O efeito da COVID-19 na mortalidade: causas subjacentes no excedente de óbitos em Portugal Continental
    Publication . Pires, Cláudia Sofia martins; Pimentel, Maria Helena; Teixeira, Cristina
    O excedente de mortalidade durante a pandemia COVID-19 não é totalmente explicado pela infeção. Objetivos: Avaliar causas subjacentes ao excedente de mortes, durante a pandemia, em Portugal Continental (PC). Metodologia: Óbitos por causa subjacente e população, por género e idade (< 60, 60-69, 70-79 e =80), para 2015-2019 e 2020-2021 obtidos do INE. Avaliação de diferenças entre períodos através da razão padronizada de mortalidade (RPM) e respetivo intervalo de confiança a 95% (IC95%). Resultados: A mortalidade por “doenças mentais e do comportamento” foi superior ao esperado em todos os grupos, particularmente em mulheres mais jovens (RPM = 168%; IC95%:127-217) e mais velhas (RPM = 140%; IC95%:137-144). Mortalidade por “doenças do sistema genito-urinário” é superior ao expectável em idade mais avançada, com valores de RPM entre 110% (IC95%:105-114) e 113% (IC95%:104-122). Mortalidade por “doenças do aparelho circulatório”, é inferior ao expectável em grupos etários até aos 80 anos. Conclusão: Os “transtornos mentais e do comportamento”, e as “doenças do sistema genito-urinário” associam-se a vulnerabilidade no contexto de COVID-19.