ESSa - Capítulos de Livros
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Percorrer ESSa - Capítulos de Livros por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "03:Saúde de Qualidade"
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- Análise de provérbios à luz das teorias do envelhecimento.Publication . Antão, Celeste; Magalhães, Carlos Pires; Vicente de Castro, Florêncio; Anastácio, Zélia CaçadorO conceito de velhice e a forma como pensamos a velhice na sociedade antevê-se através da língua que utilizamos para nos referirmos a ela em forma de frases, alusões, provérbios, canções, contos, novelas, poemas, etc. Os termos associados à velhice anteveem a forma como as crianças, jovens e adultos se relacionam com as pessoas mais velhas (Vicente Castro et al., 1996). Para poder compreender a representação social da velhice é necessário, em primeiro lugar, delimitar o próprio conceito de velhice e, em segundo lugar, seria desejável conhecer o sistema de crenças e representações sociais que se formam ao longo do desenvolvimento humano em relação ao contexto sociocultural. A psicologia como ciência ajudanos a entender como uma ciência do comportamento, percebendo o comportamento como linguagem. Nesta linha de pensamento, o objeto da Psicologia é compreender, observar, traduzir, analisar, contrastar, comparar, interpretar cientificamente aquela linguagem, aquele comportamento, seja normal ou patológico, encontrar uma resposta científica à sua etiologia, desenvolvimento e significado, colocando esse conhecimento ao serviço da humanidade.
- Andarilho/bengala/pirâmidePublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaOs andarilhos melhoram a estabilidade em pessoas com fraqueza nos membros inferiores ou equilíbrio comprometido e facilitam a mobilidade, fornecendo três a quatro pontos de contacto com o solo e, assim, melhorando o equilíbrio devido ao aumento da base de suporte, maior estabilidade anterior e lateral e maior suporte do peso da pessoa (American Academy of Orthopaedic Surgeons; Administração Central do Sistema de Saúde, 2011; Saad, 2007). Propiciam também maior sensação de segurança às pessoas que apresentam medo de cair ao andar. Os tamanhos dos andarilhos são ajustáveis, sendo a sua altura variável entre 81-92 centímetros. Geralmente, são feitos de alumínio tubular e pegas de vinil moldado. Existem alguns recursos adicionais que os andarilhos podem fornecer, como cestas, sistemas de travagem, assentos, deslizadores, apoios de mãos e mecanismo dobrável. Há pelo menos cinco tipos de andarilho: articulado, fixo, com rodas dianteiras, de quatro rodas e de três rodas.
- Aptidão física, funcionalidade e equilíbrio em idosos internados em uma unidade de cuidados continuados da ilha da Madeira (Portugal)Publication . Silva, John Emmanuel Pereira; Lucas, Jaime José Daniel Fernandes; Preto, LeonelObjetivo: Caracterizar o perfil sociodemográfico e clínico de idosos internados numa unidade da Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados (RRCCI), da ilha da Madeira, Portugal, e avaliar a sua funcionalidade, aptidão física e equilíbrio, analisando as relações entre estas variáveis. Metodologia: Estudo transversal, quantitativo e descritivo-correlacional, envolvendo 10 participantes com 65 ou mais anos. A recolha de dados incluiu um questionário sociodemográfico e clínico, o Índice de Barthel (IB), a Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), o teste de levantar e sentar em 30 segundos (TLS) e o Timed Up and Go (TUG). Procedeu-se à análise estatística descritiva e correlacional. Resultados: A maioria dos participantes apresentava múltiplas comorbilidades, défices sensoriais e história de quedas. No IB, 70% revelaram dependência ligeira. A aptidão física mostrou-se comprometida, com média de 4,9 repetições no TLS e tempos elevados no TUG (média de 1m16s). A EEB indicou risco moderado de queda (média de 34,5 pontos). Verificaram-se correlações significativas entre força, mobilidade, equilíbrio e independência funcional. Conclusão: Os participantes apresentavam limitações relevantes na mobilidade, equilíbrio e funcionalidade, reforçando a necessidade de programas de reabilitação multicomponentes orientados para a prevenção de quedas e promoção da autonomia em contexto de cuidados continuados.
- A atividade física na pessoa com intolerância à atividadePublication . Loureiro; Maria; Delgado, Bruno; Duarte, João; Ângela, Óscar; Novo, AndréAs doenças cardíacas são um dos mais significativos desafios de saúde no mundo de hoje e uma das principais causas de morbi-mortalidade, com impactos económicos e de saúde elevados (Tsao et al., 2022). Uma das manifestações clínicas mais comuns na pessoa com doença cardíaca é a intolerância à atividade (IA), sendo um foco importante de avaliação e intervenção. A IA é definida como a falta de capacidade para manter a energia física e psicológica, suficiente para tolerar ou completar as atividades diárias necessárias ou desejadas, com associação a cansaço fácil e movimentos corporais extenuantes (Conselho Internacional de Enfermagem, 2011). Também é descrita como uma incapacidade de realizar atividades físicas (AF) acompanhada de sintomas como a dispneia e/ou fadiga. A IA é desta forma uma marca registada de doença cardíaca crónica, ex. insuficiência cardíaca (Del Buono et al., 2019; Tucker et al., 2020) e/ou aguda, ex. doença cardíaca isquémica (Rasch-Halvorsen et al., 2020; Tajima et al., 2019), e está associada à redução da qualidade de vida (QV) e aumento da mortalidade. Ainda que seja um sintoma de elevada prevalência na pessoa com doença cardíaca, a sua génese parece multifatorial, e a idade surge como um fator de risco/agravamento importante (Upadhya et al., 2015). A IA pode ter diagnóstico em internamento ou ser monitorizada em contexto de gestão da doença cardíaca.
- CanadianasPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaAs canadianas, usadas, em geral, bilateralmente, são úteis para indivíduos que necessitam de usar os membros superiores para sustentação de peso e propulsão (Saad, 2007). A transferência de peso para os membros superiores permite uma deambulação funcional e, ao mesmo tempo, uma descarga ao nível dos membros inferiores (De la Fuente et al., 2022). As canadianas podem ter vários formatos. Os mais utilizados são as canadianas de antebraço, axilares e umbracais (American Academy of Orthopaedic Surgeons; Bradley, & Hemandez, 2011). Estas diferem apenas nos pontos de apoio dos membros superiores e das pegas: As canadianas de antebraço são as mais utilizadas, pois conferem melhor balanço em termos de alívio da carga e risco de lesão; ... As muletas axilares são menos utilizadas do que as canadianas de antebraço, devido ao risco de lesão do nervo radial por compressão prolongada na região axilar. No entanto, estas são as que conferem maior alívio de carga sobre o membro afetado; A canadiana umbracal é utilizada quando não é possível exercer carga no punho. Devem ser sempre utilizadas em par e nunca de forma individual, de modo a evitar danos musculoesqueléticos. Atendendo às várias condições clínicas podem ser recomendados e prescritos diferentes tipos de carga nos membros inferiores (Lourenço et al., 2021; Ordem dos Enfermeiros, 2013)
- Competências e estratégias de comunicação em enfermagemPublication . Baptista, Gorete; Galvão, Ana MariaNo contexto dos cuidados de saúde, a comunicação desempenha um papel fundamental na interação entre profissionais e pacientes. Para que seja eficaz, torna-se necessário o desenvolvimento de competências específicas, bem como a utilização de estratégias adequadas. Antes de abordarmos a especificidade das competências e estratégias em comunicação, é pertinente dissertar um pouco sobre ambos os conceitos, pois muitas vezes são confundidos. Competências profissionais são as habilidades e qualificações que uma pessoa possui para executar as tarefas e responsabilidades do dia a dia no trabalho. Elas podem ser classificadas em técnicas de gestão ou comportamentais. De acordo com Boyatzis (2011), competências são características subjacentes a uma pessoa que resultam num desempenho eficaz e/ou superior em um trabalho. Ele identifica três tipos principais de competências: técnicas (habilidades e conhecimentos específicos), de gestão (habilidades de liderança e gestão) e comportamentais (traços de personalidade e habilidades interpessoais).
- Comunicação em cuidados intensivosPublication . Baptista, Gorete; Magalhães, Bruno; Rodrigues, VítorCom o avanço da tecnologia médica e a crescente diversidade nos cenários de cuidados de saúde, as estratégias de comunicação têm evoluído, enfrentando desafios únicos e oportunidades inovadoras. Nos ambientes de alta pressão das Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), a comunicação eficaz entre enfermeiros, pacientes críticos e suas famílias é um elemento fundamental para garantir um atendimento de qualidade e centrado no paciente. Enfermeiros, atuando como intermediários cruciais, enfrentam o desafio de comunicar efetivamente em um ambiente onde os pacientes estão muitas vezes incapacitados. Como destacado por Jones et al. (2021), os enfermeiros desempenham um papel crucial ao facilitar a comunicação em ambientes intensivos, o que pode impactar significativamente os resultados clínicos e a satisfação do paciente. A habilidade comunicativa dos enfermeiros é tão vital quanto suas competências clínicas em UTIs. A comunicação na UTI transcende a mera transmissão de informações clínicas, é um componente integral do cuidado que afeta diretamente a segurança do paciente, a qualidade do cuidado e a experiência do paciente e da família, conforme observado por Smith e Nguyen (2020).
- Conceitos gerais sobre atividade física e exercício físicoPublication . Delgado, Bruno; Vaz, Sérgio; Loureiro, Maria; Novo, André; Preto, Leonel; Mendes, EugéniaDesde pelo menos 1985 que se tentam definir os termos atividade física e exercício físico e a sua relação com a saúde (Caspersen et al., 1985). Já desde essa data que se descreve que atividade física e exercício físico são termos diferentes, mas muitas das vezes confundidos entre si. E esta situação mantém-se praticamente inalterada quase 40 anos depois. Com este capítulo pretende-se descrever os principais conceitos associados à atividade física e exercício físico e descrever as recomendações atuais para pessoas aparentemente saudáveis.
- Descer escadasPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaAndar em escadas requer força adicional, amplitude de movimento, equilíbrio e coordenação, em comparação com a marcha ao nível do solo (Administração Central do Sistema de Saúde, 2011; De la Fuente et al., 2022; Hall et al., 2017). Segundo Lessa e Gouvêa (2018), durante a marcha em plano, o tempo de apoio corresponde a cerca de 60% do ciclo total da marcha, enquanto o tempo de balanço representa os 40% restantes. No entanto, ao descer escadas, esses valores sofrem alterações. Neste contexto, o ciclo da marcha é dividido em três tarefas fundamentais: aceitação de carga, apoio simples e avanço do membro (Figura 2.4.5.1). A aceitação de carga dá início ao período de apoio; o apoio simples assegura a continuidade dessa fase; e o avanço do membro inicia-se na fase final do apoio. Cada uma destas tarefas inclui diferentes fases da marcha. Na tarefa de aceitação de carga, distinguem-se duas fases: o contacto inicial do pé com a superfície e a resposta à carga. A tarefa de apoio simples compreende três fases: apoio médio, apoio terminal e pré-balanço. Por fim, a tarefa de avanço do membro inclui as fases de pré-balanço, balanço inicial, balanço médio e balanço terminal (Lessa & Gouvêa, 2018).
- Desenvolvimento de competências de comunicaçãoPublication . Baptista, Gorete; Ala, Sílvia Maria Fernandes; Galvão, Ana MariaO desenvolvimento de competências de comunicação em ambientes de saúde é de importância crucial por várias razões, impactando diretamente a qualidade do atendimento ao paciente, a eficiência dos serviços de saúde e a satisfação tanto dos profissionais quanto dos pacientes e suas famílias. Destacam-se como pontos-chave: Melhoria da Qualidade do Atendimento ao Paciente, a Comunicação eficaz entre profissionais de saúde e pacientes é essencial para o diagnóstico correto e a administração apropriada dos tratamentos (Brighton et al., 2018); Envolvimento do Paciente, quando os pacientes são bem informados e sentem que estão a ser ouvidos eles tendem a envolver-se mais ativamente no seu próprio cuidado. Isto inclui seguir regimes de tratamento e tomar decisões informadas, o que pode levar a melhores resultados de saúde (Brighton et al., 2018); Satisfação do Paciente, a habilidade dos profissionais de saúde em comunicar de maneira empática e eficaz aumenta significativamente a satisfação do paciente (Moore et al., 2018).
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