ESE - Capítulos de Livros
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Percorrer ESE - Capítulos de Livros por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Sociais::Psicologia"
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- Bullying em contexto escolar: compreender para prevenirPublication . Vaz, Paula Marisa Fortunato; Vaz, CátiaAs escolas, enquanto espaços privilegiados de socialização e aprendizagem, onde diariamente milhares de crianças e jovens constroem percursos de vida e de formação, constituem um terreno fértil para a análise e reflexão sobre este fenómeno, cuja compreensão e prevenção permanecem essenciais. Assim, este capítulo visa definir o bullying, bem como os conceitos que lhe estão associados, e alavancar uma melhor compreensão do fenómeno em contexto escolar, bem como a sua prevenção.
- Gravidez precoce : histórias na primeira pessoa de ex-adolescentes cabo-verdianasPublication . Semedo, Labigail Jesus Cabral; Mesquita, Elza; Freire-Ribeiro, Ilda; Vaz, Paula Marisa FortunatoA gravidez na adolescência é um fenómeno complexo que depende do contexto social em que a adolescente vive, do significado de gravidez, bem como do impacto dessa experiência no desenvolvimento da jovem e das suas repercussões sociais (Dias & Teixeira, 2010). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) (2020), cerca de 12 milhões de raparigas entre os 15 e os 19 anos de idade e pelo menos 770 mil com menos de 15 anos, em países em desenvolvimento, deram à luz (Darroch et al., 2016). Como nos revela Natalia Kanem, no prefácio do relatório do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) (2022), «todo ser humano tem direito à autonomia corporal, e talvez nada seja mais fundamental para o exercício desse direito do que a capacidade de escolher se, quando e com quem engravidar» (p. 4). Na verdade, a gravidez na adolescência constitui um problema a nível mundial, veja-se a iminente preocupação patente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em que se entende como meta a alcançar até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planeamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais.
- Quando as palavras não chegam: comunicação aumentativa e alternativa em contextos de saúdePublication . Fernandes, Ana Matos; Martins, Vânia; Carneiro, Pedro; Vaz, Paula Marisa FortunatoEste capítulo aborda a comunicação aumentativa e alternativa em contextos de saúde. Logo, a impossibilidade de comunicar é deveras inca- pacitante não podendo ser subvalorizada ou desconsiderada. As pessoas que não conseguem comunicar, frequentemente podem vir a depender total ou parcialmente de terceiros, desenvolvem um sentimento de impotência perante o meio, podendo levar a comportamentos de desânimo aprendido, abandono das tare- fas e interiorização da inutilidade das suas ações e diminuição do controlo das situações a que estão expostas (Rosel e Basil, 1998). Perante esta possibilidade, consideramos evidente, ur- gente e pertinente dotar as pessoas com dificuldades na comu- nicação, de meios aumentativos e/ou alternativos de comunica- ção. Entramos, assim, no âmbito da Comunicação Aumentativa e/ou Alternativa (CAA).
- Sensibilidade intercultural: o encontro com o outro na sua diversidadePublication . Novo, Rosa; Prada, Ana Raquel RussoEste capítulo analisa a relevância da sensibilidade intercultural num mundo global, diverso e interconetado, partindo da visão teórica de Bennett (1986, 1993, 2012), e colocando especial ênfase no modelo da competência comunicativa intercultural de Chen e Starosta (1996, 1997, 2000) e na sua dimensão afetiva. A sensibilidade intercultural assume um papel fundamental no processo de inclusão dos estudantes num contexto do ensino superior cada vez mais pautado pela coexistência de uma diversidade de estudantes. Escasseando estudos sobre esta temática no contexto do ensino superior português, neste estudo, adotou-se uma metodologia quantitativa, tendo como questão-problema: Qual é o nivel de sensibilidade intercultural dos estudantes? Neste sentido, estipularam-se como objetivos: (i) caracterizar os níveis de sensibilidade intercultural e (ii) refletir sobre relevância da promoção desta componente afetiva da comunicação intercultural no âmbito do ensino superior. Para o efeito utilizou-se um questionário sociodemográfico e a escala de Sensibilidade Intercultural (Chen & Starosta, 2000). A amostra de conveniência incluiu 189 estudantes, maioritariamente do sexo feminino (75.66%) e com uma média etária de 22.78 anos (DP = 4.72). Os estudantes evidenciaram um nível de sensibilidade intercultural relativamente elevado, os quais diferiram em função do sexo, da idade e do domínio de outras línguas. No âmbito da Pedagogia Social, espera-se que esta reflexão aporte contributos para a (re)criação de espaços e tempos potenciadores do desenvolvimento da sensibilidade intercultural.
