Percorrer por autor "Sousa, Maria João"
A mostrar 1 - 10 de 164
Resultados por página
Opções de ordenação
- Adaptação da stévia às condições ecológicas de PortugalPublication . Rodrigues, M.A.; Sousa, Maria João; Arrobas, MargaridaA stévia cultivada, Stevia rebaudiana (Bert.) Ber+oni, pertence à família Asteraceae. O género Stevia inclui mais de duas centenas de espécies dispersas por América Central e do Sul. AS. rebaudiana é um arbusto perene que, dependendo da variedade e das condições de crescimento, pode ultrapassar 80 cm de altura. A stévia é cultivada pelo seu poder adoçante. Desta planta podem ser extraídos glicosídeos de esteviol com poder adoçante 250 a 300 vezes superior à sacarose. A stévia é particularmente recomendada a diabéticos e pessoas com necessidade de controlar a ingestão de hidratos de carbono. O organismo não reconhece este composto como um açúcar e praticamente não o absorve.
- Análise de compostos nutricionais e bioativos em partes vegetativas silvestres de Fragaria vesca L. obtidas por cultura in vitroPublication . Dias, Maria Inês; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Santos-Buelga, Celestino; Ferreira, Isabel C.F.R.A espécie Fragaria vesca L. é especialmente consumida e apreciada pelos seus frutos pequenos e doces. No entanto, as suas partes vegetativas têm vindo a ser descritas como fontes importantes de macro e micronutrientes e também de compostos fenólicos (procianidinas e derivados de ácido elágico e hidroxicinamoil) com elevada atividade antioxidante [1, 2]. A crescente procura por produtos naturais com valor nutricional e, simultaneamente, propriedades bioativas requer inovação na forma como se pode obter este tipo de produtos, nomeadamente protegendo as populações silvestres de onde são extraídos e evitando a competição directa com culturas utilizadas na alimentação humana [3] . A cultura de células e tecidos surge como uma técnica viável para a produção de metabolitos secundários, sendo por isso uma alternativa sustentável e ecológica para a obtenção de espécies em risco mas também para a preparação de extratos e compostos bioativos que possam ser, posteriormente, aplicados na área farmacêutica/médica e/ou na indústria alimentar (considerada segura pela FAO) [5]. No presente trabalho, as partes vegetativas de F. vesca foram obtidas em cultura in vitro e, posteriormente, caracterizadas em termos de macronutrientes (métodos AOAC), ácidos gordos (GC-FID), açúcares, ácidos orgânicos, tocoferóis e compostos fenólicos (HPLC acoplado a um detector RI, DAD, fluorescência e DADESI/ MS, respetivamente), como também em relação à sua atividade antioxidante. Estes estudos foram realizados a partir dO material vegetalliofilizado e de extratos hidrometanólicos e aquosos (infusões e decocções). No estabelecimento das culturas, realizaram-se repicagens com intervalos de 4 semanas. A cada repicagem, as partes vegetativas foram recolhidas e caracterizadas, tendo-se obtido maiores conteúdos em proteínas, ácidos gordos, açúcares, ácidos orgânicos (incluindo o ácido ascórbico) e tocoferóis (maioritariamente a-tocoferol) do que com nas partes silvestres recolhidas em campo e também estudadas pelo nosso grupo de investigação [2]. Para além destes resultados, os extratos hidrometanólicos das amostras obtidas por cultura in vitro revelaram maior atividade antioxidante do que as amostras de F. vesca recolhidas em campo [4]. Pelo contrário, apesar do perfil fenólico ser semelhante ao observado nessas amostras, foram detectadas menores concentrações de compostos fenólicos. Serão necessários estudos posteriores para averiguar se esta limitação na acumulação de compostos fenólicos poderá ser ultrapassada pela elicitação da cultura. Com este trabalho, pretendeu-se explorar a cultura in vitro como uma ferramenta biotecnológica muito interessante para obtenção de fitoquímicos com potencial aplicação em diferentes sectores industriais.
- Análise de nutrientes em espécies de cogumelos silvestres dos géneros Amanita e RussulaPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Existem mais de 2000 espécies de cogumelos na natureza, no entanto, menos de 25 espécies são consideradas como alimento e somente algumas destas são comercializadas. Os cogumelos silvestres têm vindo a ser cada vez mais importantes na dieta alimentar devido ao seu valor nutricional e às suas características organoléticas [1]. Em particular, a grande popularidade dos cogumelos na região de Trás-os-Montes e o aumento da sua exportação para países como a Espanha, França e Itália, tornaram importante o estudo das propriedades nutricionais das diferentes espécies silvestres, anteriormente desconhecidas. Neste trabalho, analisaram-se os nutrientes de quatro espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes aos géneros Amanita e Russula, provenientes do Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Amanita crocea, Amanita mairei, Russula aurea e Russula virescens. Foram determinados os teores de humidade, lípidos, proteínas, cinzas e glúcidos, segundo procedimentos AOAC, bem como a sua contribuição energética. Foram ainda analisados os açúcares livres e os ácidos gordos por cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a um detetor de índice de refração (HPLC/RI) e cromatografia gasosa acoplada a um detetor de ionização de chama (GC/FID), respetivamente. O perfil de macronutrientes obtido revelou, genericamente, que os cogumelos silvestres estudados são fontes ricas em proteínas e glúcidos, e que contêm quantidades reduzidas de lípidos. Amanita mairei foi a espécie que apresentou maior contribuição energética (396.67 kcal g/100 g massa seca). As espécies do género Russula revelaram maior concentração de açúcares livres (~11 g/100 g massa seca), com a contribuição de manitol e trealose, e maiores níveis de ácidos gordos polinsaturados (~30%) devido à contribuição do ácido linoleico. Já as espécies de Amanita apresentaram maior teor de ácidos gordos monoinsaturados (~55%) devido à contribuição do ácido oleico. Assim, os cogumelos silvestres tornam-se alimentos adequados para incluir em dietas nutricionalmente equilibradas e pouco calóricas.
- Análise de nutrientes em espécies de cogumelos silvestres dos géneros Amanita e RussulaPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Neste trabalho, avaliou-se o potencial antioxidante de quatro espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes aos géneros Amanita e Russula, provenientes de Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Amanita crocea, Amanita mairei, Russula aurea e Russula virescens. A atividade antioxidante foi determinada através de quatro métodos diferentes: poder redutor, efeito captador de radicais DPPH (1,1-difenil-2-picril-hidrazilo), inibição da descoloração do β-caroteno e inibição da peroxidação lipídica em homogeneizados cerebrais pelo ensaio TBARS (espécies reativas do ácido tiobarbitúrico). Foi ainda determinada a concentração de alguns antioxidantes nomeadamente fenóis pelo método de Folin-Ciocalteu e tocoferóis por HPLC-fluorescência. A. crocea apresentou maior teor fenólico (22.27 mg/g extrato), maior poder redutor (EC50=1.08 mg/mL) e maior capacidade captadora de DPPH (EC50=2.02 mg/mL). R. virescens, a segunda espécie com maior teor fenólico, demonstrou maior inibição da peroxidação lipídica, quer no ensaio da descoloração do β-caroteno (EC50=4.28 mg/mL), quer no ensaio TBARS (EC50=0.23 mg/mL). As espécies de Amanita revelaram maior concentração de tocoferóis (162 µg/100 g massa seca e 59 µg/100 g para A. crocea e A. mairei, respetivamente) do que as espécies Russula (< 50 µg/100 g). Todas as espécies apresentaram α- e γ-tocoferol, mas não apresentaram δ-tocoferol; β-tocoferol só foi detetado em R. virescens. Os resultados sugerem que, espécies de cogumelos silvestres do Nordeste de Portugal são uma potencial fonte de antioxidantes a explorar.
- Análise físico-química para determinação da estabilidade de duas formulações de aplicação tópica com base em produtos apícolasPublication . Frazão, Joana; Sousa, Maria JoãoUm dos passos determinantes do desenvolvimento de formulações cosméticas é a elaboração de estudos de estabilidade, cujo objetivo é prevenir possíveis alterações físico-químicas, químicas e microbianas que possa ocorrer no intervalo de tempo entre a produção do cosmético e o dia no qual este expira. A ela-boração destes estudos contribui para a escolha da embalagem na qual o cosmético será embalado, assim como para o desenvolvimento da formulação, for-necendo informações relevantes acerca de incompatibilidade entre os ingredientes e/ou instabilidade do cosmético. Adicionalmente, os estudos de estabilida-de permitem a avaliação da segurança, eficácia e atuação do cosmético. De entre os vários métodos para a determinação da estabilidade de um cosmético, incluem-se a realização de testes físico-químicos.
- Análise físico-química para determinação da estabilidade de duas formulações de aplicação tópica com produtos apícolasPublication . Frazão, Joana; Sousa, Maria JoãoUm dos passos determinantes do desenvolvimento de formulações cosméticas é a elaboração de estudos de estabilidade, cujo objetivo é a prever possíveis alterações físico-químicas, químicas e microbianas que sejam possíveis de ocorrer no intervalo de tempo entre a produção do cosmético e o dia no qual este expira. A elaboração destes estudos contribui para a escolha da embalagem na qual o cosmético será embalado, assim como para o desenvolvimento da formulação, fornecendo informações relevantes acerca de incompatibilidade entre os ingredientes e/ou instabilidade do cosmético. Adicionalmente, os estudos de estabilidade permitem a avaliação da segurança, eficácia e atuação do cosmético. Com este trabalho pretendeu-se desenvolver duas formulações cosméticas para aplicação tópica que combinem diferentes produtos apícolas e óleos essenciais de plantas medicinais com efeitos conservantes. Foi testado o efeito de dois produtos apícolas diferentes (extrato hidroalcoólico de própolis e dois méis de Lavandula spp. com diferentes proveniências) e de óleos essenciais de duas espécies diferentes (Thymus Zygis L. subsp. Zygis e Mentha pulegium L.). Para tal elaboraram-se várias preparações às quais foi adicionado um dos óleos essenciais (o.e) e um produto apícola. Foi ainda elaboradas, para cada tipo de formulação, uma preparação com óleo essencial e sem a incorporação de nenhum produto apícola e uma preparação sem a adição de óleo essencial nem de qualquer produto apícola, tendo estas sido utilizadas como referência. Relativamente aos produtos apícolas o mel de Lavandula spp. foi utilizado na proporção de 1:50 (v/m) e de 1:20 (v/m) e o extrato hidraalcoólico de própolis foi adicionado numa concentração de 5% (m/v). A concentração de óleo essencial utilizada foi de 7,86x10-4 g/g o.e/emulsão. Cada uma das preparações obtidas foi subtida a diferentes testes físico-químicos, com o objetivo de avaliar a estabilidade das emulsões. A variação do pH foi analisado ao longo de 15 dias, tendo sido medida de 4 em 4 dias, a viscosidade foi analisada no tempo zero e após 15 dias utilizando diferentes velocidades de rotação por minuto. Procedeu-se ainda à elaboração de testes de vibração, nos quais as amostras foram colocadas num vortex durante 10 segundos e a testes de luminosidade, tendo as amostras sido acondicionadas em caixas de plástico transparentes, com recurso a uma lâmpada dayligth, durante 15 dias, encontrando-se a lâmpada 16 horas ligada e 8 horas desligada, com o objetivo de detetar sinais de instabilidade à exposição à luz. Adicionalmente foi medida a densidade de cada uma das formulações. De todas as amostras analisadas não foi verificada qualquer alteração no aspeto das emulsões quando submetidas ao teste de vibração, o que indica que estas são estáveis e que a utilização dos produtos apícolas não afeta o comportamento das emulsões. Relativamente aos testes de luminosidade, apenas uma das preparações não apresentou alterações na cor, tendo-se verificado no entanto uma diminuição do pH de 4,7 para 3,6. Em relação às restantes amostras todas apresentaram uma alteração na cor de bege para branco, pelo que se pode concluir que estas amostras são fotossensíveis e que devem ser guardadas num local escuro ou em alternativa numa embalagem opaca. O valor da densidade de todas as amostras situou-se no intervalo entre 0,5-0,6.
- Análise preliminar da manteiga clarificada como fonte de um potencial cosmecêuticoPublication . Zacharias, Alessandra; Martins, Valter; Paula, Vanessa B.; Morais, Jorge Sá; Sousa, Maria JoãoGhee (manteiga clarificada) é uma preparação Ayurvédica (medicina tradicional indiana) rica em ácidos gordos essenciais com propriedades anti-inflamatória e antioxidante. Além do uso culinário, é usado na cicatrização de feridas, queimaduras e tratamento de doenças cutâneas. Shatadhauta ghrita é uma emulsão obtida, tradicionalmente, por cem lavagens do ghee, aumentando sua absorção cutânea. Mantém a pele hidratada, proporcionando baixa carga bacteriana potenciando a regeneração celular e histológica. Rosmarinus officinalis L. (Alecrim) e Rosa spp (Rosa) apresentam atividades antibacteriana, anti-inflamatória, antitumoral e antioxidante. Desde a antiguidade, estas plantas são utilizadas medicinalmente e na perfumaria. Com objetivo de avaliação para desenvolvimento de um cosmecêutico inspirado nesta etnofarmacologia, foram preparados dois shatadhautas, utilizando maceração lipídica com Alecrim (A) e Rosas (R) e extrato aquoso dessas plantas para as lavagens. Foi avaliado o pH inicial A=7,71 e R=7,38 e após sete dias A=7,75 e R=7,75. Para teste de estabilidade as amostras ficaram em fotoperíodo de daylith (16/dia;8/escuro), não apresentado alterações nas qualidades organoléticas da formulação mantendo a estabilidade, no final do ensaio. Foi testada resistência ás infeções microbiológicas da formulação com Staphylococos aureos, Echerichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Candida albicans observando-se sensibilidade a estes agentes o que implica a necessidade de adicionar um conservante para tempos de prateleira longos. A cromatografia gasosa (GC) para deteção dos ácidos gordos verificando-se a presença de ácidos gordos saturados e insaturados. Na amostra A ác. Palmítico e ác. Mirístico; na R ác. Oléico e ác. Palmítico foram os com maior expressão.
- Análise preliminar de formulações Ayurvédicas como fonte potencial para cosméticosPublication . Zacharias, Alessandra; Martins, Valter; Paula, Vanessa B.; Morais, Jorge Sá; Sousa, Maria JoãoGhee (manteiga clarificada) é uma preparação Ayurvédica (medicina tradicional indiana) rica em PUFA’s, com potencial anti-inflamatório e antioxidante. Além do uso culinário, é usado em queimaduras, cicatrização e tratamento de doenças cutâneas. Rosmarinus officinalis L. e Rosa spp. apresentam atividades antibacteriana, anti-inflamatória, anti tumoral e antioxidante. Desde a antiguidade, estas plantas são utilizadas medicinalmente e na perfumaria. Com objetivo de avaliação para desenvolvimento de um cosmeceutico inspirado nesta etnofarmacologia, foram preparadas duas emulsões, utilizando, extrato aquoso e lipídico: 1- Alecrim (A); 2- Rosas (R). Foi avaliado o pH inicial A=7,71 e R=7,38 e após 7 dias A=7,75 e R=7,75. Para teste de estabilidade as amostras ficaram em fotoperíodo de luz day-light (16h/dia;8h/escuro), não apresentado alterações nas qualidades organoléticas da formulação mantendo a estabilidade. Na análise de cromatografia gasosa (GC) para deteção dos ácidos gordos verificou-se a presença de ácidos gordos saturados e insaturados nas duas amostras. Na amostra A os ácidos Palmítico, Mirístico e Esteárico foram os com maior expressão; na amostra R foram os ácidos Oléico, Palmítico e Linoleico. Foi testada resistência ás infeções microbiológicas da formulação com Staphylococos aureos, Echerichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Candida albicans observando-se sensibilidade a estes agentes o que indica a necessidade de adicionar um conservante para tempos de prateleira longos. Como continuação da investigação pretende-se analisar a composição fitoquímica e bioatividades de extratos e óleos essenciais de novas plantas ayurvedicas, como a Centella asiatica L. para incorporação no cosmético a desenvolver.
- Analytical methods applied to the chemical characterization and antioxidant properties of three wild edible mushroom species from Northeastern PortugalPublication . Reis, Filipa S.; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.The chemical composition and the antioxidant potential of three species of wild mushrooms from Northeastern Portugal, namely Agaricus albertii, Agaricus urinascens var. excellens, and Pleurotus eryngii, were compared. Standard procedures were followed in the nutritional value evaluation, while chromatographic procedures were used to analyze free sugars, fatty acids, tocopherols, phenolic compounds, and organic acids. To assess the antioxidant potential, reducing power, radical-scavenging activity, and lipid peroxidation inhibition were evaluated. P. eryngii revealed the highest levels of macronutrients, except proteins, as also the highest sugars, tocopherols, and monounsaturated fatty acids contents. A. albertii and A. urinascens var. excellens showed similar macronutrients composition. However, A. albertii revealed the highest content in PUFA and phenolic compounds. P. eryngii revealed the highest reducing power and radical-scavenging activity and A. albertii the highest lipid peroxidation inhibition. This study provides a detailed chemical characterization and antioxidant potential evaluation of three species of wild mushrooms from Portugal not yet previously reported. Thus, this work intended to contribute to the increase of information concerning species of edible mushrooms (directed to the scientific community and general population) as well as contribute to the conservation of these resources as sources of compounds of interest.
- Antioxidant activity and polyphenols characterization of in vivo and in vitro grown Coriandrum sativumPublication . Barros, Lillian; Dueñas, Montserrat; Dias, Maria Inês; Sousa, Maria João; Santos-Buelga, Celestino; Ferreira, Isabel C.F.R.
