Percorrer por autor "Rodrigues, Pedro Alexandre da Rosa"
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- Ativação da via verde coronária num serviço de urgência do norte de Portugal: um estudo descritivoPublication . Bemposta, Maria Cristina Mós; Fernandes, Sílvia; Fernandes, Alfredo Carlos Preto; Afonso, Sandra da Conceição Vaz; Rodrigues, Pedro Alexandre da Rosa; Magalhães, Carlos PiresA principal causa de morte no mundo são as doenças cardiovasculares, constituindo uma preocupação central em saúde. Objetivo: Descrever o número de ativações da via verde coronária (VVC) num serviço de urgência médico-cirúrgica (SUMC) de uma unidade hospitalar do norte de Portugal. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo e transversal, respeitante aos doentes admitidos num SUMC, a quem foi ativada VVC, entre dezembro de 2017 e dezembro de 2021. Resultados: Amostra de 831 indivíduos, maioritariamente do sexo masculino (60,5%), com 45,3% a integrar o grupo dos 61-80 anos e 48% a apresentar a hipertensão arterial como antecedente patológico. Constatou-se que 98,9% das ativações foram efetuadas pelos enfermeiros. Em 2020 (ano da pandemia), verificou-se um considerável decréscimo no número de ativações. Realizou-se eletrocardiograma nos primeiros 10 minutos em 99,2% das ativações. A hora do início de sintomas com maior predomínio ocorreu entre as 6-12 horas. Diagnosticado Enfarte Agudo do Miocárdio a 11,7% da amostra. Conclusão: O número elevado de ativações da VVC, efetuadas essencialmente pelos enfermeiros, enfatiza a importância do seu papel.
- Determinantes da competência emocional de profissionais em saúde na abordagem ao doente críticoPublication . Rodrigues, Pedro Alexandre da Rosa; Veiga-Branco, AugustaA bibliografia emergente defende a Competência Emocional (CE) como determinante da qualidade e gestão pessoal no trabalho dos profissionais de saúde. Alves (2012) defende que a CE assume um papel de destaque no contexto hospitalar, potenciando um trabalho mais flexível entre as equipas multidisciplinares. O objetivo deste trabalho consiste em estudar os determinantes da CE em profissionais de saúde na abordagem ao doente crítico. Estudo quantitativo, de caracter descritivo-exploratório e correlacional, com elaboração de Análise Fatorial de Componentes Principais, da qual resultou a extração de 20 fatores correspondentes às 5 capacidades de CE. Foi realizada análise correlacional da CE para o estudo da relação entre a Competência Emocional e as suas Capacidades, a Auto-motivação (X=5.11; s=0.67) resultou ser a capacidade que estabelece maior valor de correlação (r=0.812). Em relação aos determinantes da CE, verificou-se que todas as capacidades são preditivas da CE, a Automotivação é a capacidade que mais fortemente contribui para a CE da amostra, é por si só responsável por 65% do valor preditivo da CE, contrapondo com a Gestão de Emoções que se apresenta como a capacidade com menor representatividade no valor preditivo da Competência Emocional.
- Determinantes da competência emocional em profissionais de enfermagem – uma abordagem sistemáticaPublication . Rodrigues, Pedro Alexandre da Rosa; Veiga-Branco, AugustaA bibliografia emergente, defende a Competência Emocional (CE) como determinante da qualidade e gestão pessoal no trabalho de enfermagem em contexto hospitalar, sendo considerada promotora da flexibilidade relacional intermultidisciplinar e da prestação de cuidados e consequente inter-relação de profissionais de saúde e comunidade. Este estudo, tem como objetivo: Conhecer a significação do constructo de CE para os enfermeiros e Identificar o estatuto que a CE assume como variável determinante nas competências de enfermagem; Metodologia qualitativa, descritiva, através de revisão sistemática, com seleção, recolha e análise relativa à produção da última década - teses, dissertações e artigos - tendo como base a estratégia PICO, através dos descritores: “competência emocional” e “enfermagem”. Dos 37 estudos encontrados, foram selecionados 15, sendo 13 estudos primários e dois de revisão. Os resultados revelam correlação positiva significativa entre a competência emocional e as competências de enfermagem (8 artigos) e relação com conceitos importantes da profissão, como assertividade, profissionalismo, nível de desempenho e intuição. Em 7 estudos verificou-se efeito moderador/ determinante da CE nas competências de enfermagem: além de ser considerada primordial para os enfermeiros, enquanto gestores emocionais, verificou-se que se estabeleceram correlações altamente significativas, mas com direção oposta: positiva com o Domínio Psicológico, e o ato de cuidar, e negativa com o Burnout. Estes resultados são corroborados por um estudo, onde se apresenta que a CE é tanto mais frequente quanto mais intensa a componente cuidativa.
- A pessoa em situação crítica submetida a ventilação não invasiva num serviço de urgênciaPublication . Fernandes, Sílvia; Veiga-Branco, Augusta; Rodrigues, Pedro Alexandre da RosaA eficácia da ventilação não invasiva (VNI), pode decorrer com possíveis complicações que exigem atenção preventiva por parte da enfermagem. Objetivo: Identificar as complicações da pessoa em situação crítica, submetida a terapia VNI, internada no serviço de urgência. Metodologia: Estudo exploratório-descritivo, observacional, de caráter quantitativo, realizado através da aplicação de dois instrumentos de recolha de dados: um questionário e uma grelha de observação, a uma amostra de 35 doentes, na sua maioria do sexo feminino (57,14%) e com idade superior a 85 anos (37,14%). Resultados: O diagnóstico clínico mais frequente foi a insuficiência respiratória (45,71%). As complicações mais frequentes foram a sensação de claustrofobia, as ulcerações da face, a dor e a acumulação de secreções. As complicações menos frequentes foram a congestão nasal, a conjuntivite, a distensão gástrica, a aerofagia e a sensação de vómitos. Conclusão: Defende-se a divulgação dos resultados, no sentido de abrir a discussão intra e inter equipas, para reforçar a pertinência da formação de enfermagem relativamente aos cuidados em doentes com VNI.
- The awareness over experience with critical patient (CP) at high risk of l ife – exploratory descriptive approachPublication . Rodrigues, Pedro Alexandre da Rosa; Veiga-Branco, AugustaRecognizing feelings experienced in approaching a critical patient (CP), prepares us to learn about what we feel and experience in such situations. Objective: To know the level of training in emotional education (EE) of health professionals who interact with CP and to recognize how (through words and expressions) health professionals are aware of the type of feelings that invade them after approach to CP. Methodology: Qualitative, descriptive study, through the application of a questionnaire, prepared for this purpose and applied on-line in a sample "snowball". The sample is composed of 4 types of health professionals (doctors, nurses, diagnostic and therapeutic technicians and operational assistants) working in differentiated care units, in interaction with the CP, aged between 25-29 (5.6%) and 55-59 years old (2.8%), 28.2% male and 71.8% female, with a bachelors degree (66, 2%), master's degree (28.2%) and PhD (1.4%). Of this sample, 54.3% had specific training to approach CP and 45.7% did not. Results: Results show that 4,9% have EE training, in opposed to 95,1% that do not have. Preliminary results about the level of awareness of the type of feelings that invade them, the majority of the sample, 66.7% said “...for me, of course, I remember exactly what I felt throughout the process”. The remaining sample expresses some gaps, 33.3% “... when I talk to someone (ex: colleague, friend) about this episode”, 4.9%, “... I know I felt feelings, but I can not say which or how”, 3.7%, “... I do not remember anything” and 1.2% “... only after some time (1 to 6 months) I remember what I felt” Conclusions: The fact that there are 9.8% of professionals unable to conscientiously realize what they have lived, makes EE and social emotional learning relevant.
- What heal th professionals feel when they think about their work wi th cri tical patients – exploratory descriptive approachPublication . Rodrigues, Pedro Alexandre da Rosa; Veiga-Branco, AugustaRecent literature confirms the positive relationship between emotions and feelings perceived by health professionals and the well-being in their workplace. To know the average time of contact with the critical patient during the working day and to know the emotions and feelings perceived by the health professionals in interaction with the CP Quantitative, descriptive study, through the application of a questionnaire, prepared for this purpose and applied on-line in a sample "snowball", consisting of 4 types of health professionals (doctors, nurses, diagnostic and therapeutic technicians and operational assistants) working in differentiated care units, in interaction with the CP, aged between 25-29 (5.6%) and 55- 59 years old (2.8%), 28.2% male and 71.8% female, with a bachelors degree (66, 2%), master's degree (28.2%) and PhD (1.4%). Of this sample, 54.3% had specific training to approach CP and 45.7% did not. The majority of the sample (53%) had a mean time of contact with the CP of 5 and more hours of work / day: 4.9% passed 5 and 6 hours respectively, 9.9% passed 7, 24.7 % 8 hours and 8.6% more than 8 hours with CP. The majority express Sentiment of Duty Fulfilled (67.9%) and 3.7% Relief and Distress, respectively. Despite the fact that 60.5% and 25.9% of the sample indicated Interest and Joy, respectively, the most expressed emotions were emotions with negative polarity: 33.3% of professionals feel Sadness, 28.4%, Anguish, 12.3%, Anger / fury / cholera, 7.4%, Shame, and 3.7% and 1.2% feel Fear and Blame, respectively. From the sample 9.9% indicates Surprise. The diversity of emotions and feelings makes pertinent the development of studies in this area, for the health and well-being of professionals.
