Percorrer por autor "Ribeiro, Olga"
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- Andarilho/bengala/pirâmidePublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaOs andarilhos melhoram a estabilidade em pessoas com fraqueza nos membros inferiores ou equilíbrio comprometido e facilitam a mobilidade, fornecendo três a quatro pontos de contacto com o solo e, assim, melhorando o equilíbrio devido ao aumento da base de suporte, maior estabilidade anterior e lateral e maior suporte do peso da pessoa (American Academy of Orthopaedic Surgeons; Administração Central do Sistema de Saúde, 2011; Saad, 2007). Propiciam também maior sensação de segurança às pessoas que apresentam medo de cair ao andar. Os tamanhos dos andarilhos são ajustáveis, sendo a sua altura variável entre 81-92 centímetros. Geralmente, são feitos de alumínio tubular e pegas de vinil moldado. Existem alguns recursos adicionais que os andarilhos podem fornecer, como cestas, sistemas de travagem, assentos, deslizadores, apoios de mãos e mecanismo dobrável. Há pelo menos cinco tipos de andarilho: articulado, fixo, com rodas dianteiras, de quatro rodas e de três rodas.
- Auxiliares de marchaPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaA mobilidade é uma condição relativa de movimento, tomando-se numa das capacidades mais importantes da pessoa, uma vez que está estreitamente relacionada com a sua capacidade e habilidade para realizar atividades de vida diária. Esta é fundamental para o desempenho dos auto cuidados e também para garantir a satisfação das necessidades psicossociais que envolvam a qualidade de vida. Segundo a Classificação Internacional para a Prática da Enfermagem (CIPE®), a mobilidade é a "Capacidade para Mobilizar-se" (Conselho Internacional de Enfermeiros, CIPE® Versão 2 - Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem, 2010), definindo a capacidade para mobilizar-se como "Capacidade: Movimento voluntário do corpo" (Conselho Internacional de Enfermeiros, 2010). Como consequência de situações físicas ou clínicas a mobilidade funcional pode sofrer alterações resultantes de determinadas patologias, lesões ou cirurgias, revestindo-se de um carácter negativo com repercussões reconhecidas. A intervenção do enfermeiro especialista em enfermagem de reabilitação, mais especificamente no treino de exercícios isométricos, mobilizações passivas, ativas, ativas assistidas e ativas resistidas, treino de equilíbrio e de proprioceção, tem uma função importante na preparação dos grupos musculares envolvidos na marcha (Lourenço et aI., 2021). As transferências de peso dos membros superiores e inferiores não afetados para os membros afetados, quando permitido, também são de grande importância, pois promovem a estimulação da sensibilidade postural.
- CanadianasPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaAs canadianas, usadas, em geral, bilateralmente, são úteis para indivíduos que necessitam de usar os membros superiores para sustentação de peso e propulsão (Saad, 2007). A transferência de peso para os membros superiores permite uma deambulação funcional e, ao mesmo tempo, uma descarga ao nível dos membros inferiores (De la Fuente et al., 2022). As canadianas podem ter vários formatos. Os mais utilizados são as canadianas de antebraço, axilares e umbracais (American Academy of Orthopaedic Surgeons; Bradley, & Hemandez, 2011). Estas diferem apenas nos pontos de apoio dos membros superiores e das pegas: As canadianas de antebraço são as mais utilizadas, pois conferem melhor balanço em termos de alívio da carga e risco de lesão; ... As muletas axilares são menos utilizadas do que as canadianas de antebraço, devido ao risco de lesão do nervo radial por compressão prolongada na região axilar. No entanto, estas são as que conferem maior alívio de carga sobre o membro afetado; A canadiana umbracal é utilizada quando não é possível exercer carga no punho. Devem ser sempre utilizadas em par e nunca de forma individual, de modo a evitar danos musculoesqueléticos. Atendendo às várias condições clínicas podem ser recomendados e prescritos diferentes tipos de carga nos membros inferiores (Lourenço et al., 2021; Ordem dos Enfermeiros, 2013)
- Descer escadasPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaAndar em escadas requer força adicional, amplitude de movimento, equilíbrio e coordenação, em comparação com a marcha ao nível do solo (Administração Central do Sistema de Saúde, 2011; De la Fuente et al., 2022; Hall et al., 2017). Segundo Lessa e Gouvêa (2018), durante a marcha em plano, o tempo de apoio corresponde a cerca de 60% do ciclo total da marcha, enquanto o tempo de balanço representa os 40% restantes. No entanto, ao descer escadas, esses valores sofrem alterações. Neste contexto, o ciclo da marcha é dividido em três tarefas fundamentais: aceitação de carga, apoio simples e avanço do membro (Figura 2.4.5.1). A aceitação de carga dá início ao período de apoio; o apoio simples assegura a continuidade dessa fase; e o avanço do membro inicia-se na fase final do apoio. Cada uma destas tarefas inclui diferentes fases da marcha. Na tarefa de aceitação de carga, distinguem-se duas fases: o contacto inicial do pé com a superfície e a resposta à carga. A tarefa de apoio simples compreende três fases: apoio médio, apoio terminal e pré-balanço. Por fim, a tarefa de avanço do membro inclui as fases de pré-balanço, balanço inicial, balanço médio e balanço terminal (Lessa & Gouvêa, 2018).
- From health Literacy to self-care: contributions of the specialist nurse in rehabilitation nursingPublication . Dias, Marina do Rosário Jesus; Faria, Ana da Conceição Alves; Ferreira, Maria Salomé Martins; Faleiros, Fabiana; Novo, André; Gonçalves, Maria Narcisa; Rocha, Carla Gomes da; Teles, Paulo João; Ribeiro, Marlene Patrícia; Ventura-Silva, João Miguel Almeida; Ribeiro, OlgaInitiatives aimed at assessing and intervening in health literacy have the potential to promote adherence to self-care behaviours, which is the main focus of intervention by rehabilitation nurses. Thus, the objectives were to analyse the level of health literacy of working-age citizens and identify priority areas for intervention by rehabilitation nurses. (2) Methods: Quantitative, correlational and cross-sectional study, conducted in a multinational company, with the participation of 161 workers. The data were collected between 14 April and 7 May 2021, using a self-completion questionnaire composed of sociodemographic and clinical characterization and the European Health Literacy Survey, following a favourable opinion from the Ethics Committee and the company’s management. (3) Results: Overall, low to moderate literacy scores were predominant. Age and education were significantly associated with literacy scores. Workers with higher levels of health literacy had no diagnosed illnesses, took less medication, reported less sadness, fewer memory changes and less muscle and joint pain. (4) Conclusions: The fact that higher levels of health literacy trigger self-care behaviours and, consequently, fewer health problems reinforces the need for rehabilitation nurses to invest in this area.
- A intervenção dos enfermeiros de reabilitação na pessoa com síndrome de pusher: revisão integrativaPublication . Novo, André; Cavadas, Brígida Amélia; Teles, Cristiana; Sousa, Rui Filipe Rodrigues; Costa, Teresa; Ribeiro, OlgaA síndrome de pusher é uma perturbação postural pouco conhecida, mas relativamente frequente. Verifica-se quando os doentes sentados ou em posição ortostática utilizam os membros não paréticos para empurrar (push) no sentido do lado parético, o que resulta numa postura inclinada, resistindo com o lado não parético a qualquer tentativa de correção postural. Esta condição é um desafio para os Enfermeiros de Reabilitação. O objetivo deste estudo é identificar as estratégias a utilizar nos cuidados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa com síndrome de pusher após AVC. Metodologia: Revisão integrativa da literatura, com síntese narrativa de 9 artigos resultantes da pesquisa na Medline e Web of Science. Resultados: As estratégias definidas para capacitar a pessoa com síndrome de pusher passam por orientar a pessoa no sentido da sua linha média, recorrendo a estratégias de feedback visual. Treinos de equilíbrio, exercícios de facilitação cruzada e de alternância de peso, treinos de levantar/sentar com transferência de peso para o lado não afetado e treinos de transferência com orientação verbal e auxílio de profissionais, em ambos os lados, demonstram-se fundamentais. O espelho é um recurso frequente nos estudos analisados. Conclusão: Existe escassa evidência sobre as estratégias a utilizar na pessoa com síndrome de pusher. O uso de instrumentos de avaliação permitem caracterizar a perturbação postural, sendo determinante no planeamento dos cuidados. A colocação de espelho quadriculado nas enfermarias e/ou casas de banho das unidades/serviços constitui um recurso fundamental.
- +Perto - programa de enfermagem de reabilitação tecnológicoPublication . Araújo, Tiago Emanuel Soares; Rodrigues, Elsa; Ribeiro, Olga; Novo, André; Ribeiro Nunes, JoséO Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) abrange 5% da população portuguesa, distribuída por 2000Km2. As características geográficas da região onde se insere faz com que esteja distante da maioria dos seus utentes. A distância física, no que concerne a cuidados de saúde, é por si só uma barreira quando se pretende cuidados com qualidade, centrados na pessoa, personalização de serviços, humanização e rapidez na prestação de auxílio nas diferentes vertentes. Levar o hospital até casa do utente tem sido uma tendência mundial de mudança de paradigma. O +PERTO®, “Programa de Enfermagem de Reabilitação Tecnológico”, vai ao encontro desta necessidade e, de forma inovadora e pioneira, pretende dar resposta e de forma muito célere a um grupo de utentes específico. Anualmente realizam-se no CHTS cerca de 220 artroplastias totais do joelho (ATJ), em que os utentes permanecem internados em média 3 a 5 dias. O +PERTO® visa a implementação de um programa de reabilitação digital, acompanhado por um canal de comunicação e monitorização, por via APP, para os utentes e cuidadores elegíveis. Objetivos: A equipa de enfermeiros de reabilitação de Ortopedia do CHTS sempre se preocupou com a preparação pré-operatória, em proporcionar ferramentas para uma cirurgia mais segura, com telefonemas de follow-up mas, neste momento, há a necessidade de acompanhar a evolução, de atualização e ainda de melhores cuidados de enfermagem de reabilitação onde a proximidade, a disponibilidade e o acompanhamento on-time são alguns dos pontos fortes. Neste sentido definiu-se como objetivo conceber um programa de enfermagem de reabilitação com vista a melhorar a preparação física, psicológica e pré-operatória, potenciando as capacidades da pessoa para uma melhor experiência cirúrgica, empoderamento no seu processo de reabilitação e recuperação pós- operatória. Material e Métodos: Para a construção do programa de reabilitação digital, acompanhado de canal comunicacional e monitorização para pessoas submetidas a artroplastia total do joelho, desde pré-operatório até às primeiras seis semanas de pós-operatório, definiram-se duas etapas.Na Etapa I será realizado um estudo qualitativo exploratório dividido em duas partes: a primeira referente à revisão da literatura, que sustentou a construção do programa e a segunda relativa à validação do conteúdo do programa, por meio de focus group. Na Etapa II serão desenvolvidos os conteúdos audiovisuais que integrarão o +PERTO®. Conclusão: Uma melhor transição no processo saúde/doença destes utentes, aumento da consciencialização da real recuperação, funcionalidade e expectativas pós-operatórias, constituem os resultados esperados com a utilização do + PERTO®.
- Posicionamentos em padrão antiespástico: olhar sobre as práticas dos enfermeiros no contexto hospitalarPublication . Pinto, Emília da Conceição Marinho; Martins, Maria Manuela; Ribeiro, Olga; Novo, AndréAnalyze whether the positioning is performed in an antispastic pattern in persons following a cerebrovascular accident (Stroke), which positions are most used and whether these decisions are influenced by the characteristics of patients or of the nurses. Methodology: Quantitative and cross-sectional study carried out in a hospital located in Northern of Portugal. The sample consists of the pattern positioning performed by nurses in persons following cerebrovascular accident, admitted to a neurology ward service. The sampling technique is a non-probability and was selected by convenience. Data collection took place between February and May 2019 using a form and observation of positions in an antispastic pattern. Results: Of the 376 positions, the most frequent was the supine (dorsal decubitus) position (n=152) and the least frequent the sitting position (n=28). The lateral decubitus position for the affected side obtained a higher average. The percentage of positioning with maximum classification, that is, with all body segments positioned in an antispastic pattern, was residual. Regarding the patients, the affected hemibody, spasticity and joint amplitude were significantly related to the classifications attributed to the positions. Regarding professional training, rehabilitation nurses positioned better in antispastic pattern in the supine position and in the lateral position to the unaffected side. Conclusion: During hospitalization, nurses do not systematically position persons following a stroke, in an anti-spastic pattern and the gaps identified in the positioning of various body segments require (re)thinking practices.
- Programa +perto® - tele-reabilitação na artroplastia total do joelhoPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Fernandes; José; Files, Ana; Ribeiro, Olga; Novo, AndréO aumento significativo das artroplastias totais do joelho, aliado à crescente utilização de tecnologias móveis pela população, evidencia a necessidade de inovar nos cuidados de saúde. A distância geográfica entre utentes e unidades de saúde dificulta a prestação de cuidados personalizados e céleres. Neste contexto, o programa +PERTO® surge como uma solução tecnológica inovadora, permitindo aproximar os cuidados de enfermagem de reabilitação aos utentes submetidos a artroplastia total do joelho, desde o período pré-operatório até às primeiras seis semanas do pós-operatório. Através de uma aplicação móvel, pretende-se melhorar a literacia em saúde, capacitar os utentes e reduzir complicações pós-operatórias, contribuindo para a sustentabilidade social em áreas emergentes. OBJETIVOS Capacitar utentes e cuidadores, aumentando a literacia em saúde sobre a artroplastia total do joelho. Reduzir complicações pós-operatórias e reinternamentos através da monitorização contínua e intervenções precoces. DESENVOLVIMENTO O programa +PERTO®, implementado na Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) integra-se numa aplicação móvel, disponível gratuitamente para dispositivos iOS e Android. O desenvolvimento contou com a colaboração de profissionais de saúde, peritos em enfermagem de reabilitação, docentes e investigadores. O +PERTO é composto por três fases: Fase 1 - Preparação Pré-Operatória: Inicia-se entre 15 e 30 dias antes da cirurgia. Os utentes recebem planos de exercícios diários e informações úteis, visando a preparação física e psicológica para a cirurgia. Através de notificações programadas, são disponibilizados conteúdos sobre o procedimento, autocuidados e adaptações necessárias no domicílio. Fase 2 - Internamento: Durante o período de hospitalização, os utentes continuam a ter acesso às informações úteis na aplicação, beneficiando simultaneamente de cuidados de reabilitação presenciais. Nesta fase, são trabalhados objetivos funcionais como mobilidade no leito, transferências, treino de marcha e autocuidado. Fase 3 - Recuperação Pós-Operatória: Abrange as seis semanas seguintes à alta hospitalar. O programa fornece planos de exercícios adequados à fase de recuperação, notificações motivacionais e um canal de comunicação direto com os enfermeiros de reabilitação. São monitorizados parâmetros como dor, edema e funcionalidade, permitindo intervenções precoces em caso de complicações. O +PERTO® proporciona uma preparação pré-operatória eficaz, aumentando a capacitação dos utentes e reduzindo a ansiedade associada ao procedimento. A disponibilização de informações e exercícios personalizados contribui para uma recuperação mais rápida e funcional, promvendo a autonomia dos utentes nas atividades de vida diária e facilitando a sua reintegração social. A monitorização contínua permite identificar precocemente sinais de complicações, reduzindo a taxa de infeções, reinternamentos e visitas ao serviço de urgência. A implementação do +PERTO® demonstra que a integração da tecnologia nos cuidados de enfermagem de reabilitação é uma estratégia eficaz para superar barreiras geográficas e melhorar a qualidade dos cuidados prestados. A proximidade virtual estabelecida entre os utentes e a equipa de saúde promove o empoderamento dos utentes e aumenta a satisfação com os serviços. Além disso, o programa contribui para a sustentabilidade dos serviços de saúde, ao reduzir custos associados a complicações pós-operatórias e reinternamentos. CONSIDERAÇÕES FINAIS /CONCLUSÃO O programa +PERTO® evidencia o potencial das tecnologias móveis na promoção da saúde e reabilitação, especialmente em áreas geograficamente dispersas. Ao capacitar utentes e cuidadores, melhora-se a literacia em saúde e promove-se uma recuperação mais eficiente. A monitorização contínua e a comunicação direta com a equipa de enfermagem de reabilitação permitem intervenções atempadas, reduzindo complicações e aumentando a satisfação dos utentes. Este modelo poderá ser adaptado e replicado para outras intervenções cirúrgicas e áreas terapêuticas, contribuindo para a sustentabilidade social e a inovação nos cuidados de saúde.
- Subir escadasPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Ventura-Silva, João; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaNota Introdutória A subida de escadas é apontada como uma tarefa desafiante para pessoas com alteração da mobilidade e/ou idosos (De la Fuente et al., 2022; Hall et al., 2017). Andar em escadas requer força adicional, amplitude de movimento, equilIbrio e coordenação, em comparação com a marcha em plano (Administração Central do Sistema de Saúde, 2011). Na marcha em plano padroniza-se que o tempo de apoio compreende 60% do total do ciclo de marcha e o tempo de balanço 400Á> do total do ciclo de marcha (Lessa & Gouvêa, 2018). Na subida de escadas esses valores alteram-se. Os períodos são divididos em três tarefas básicas: aceitação de peso, apoio simples e avanço do membro (Figura 2.4.4.1). A aceitação de peso inicia o período de apoio; o apoio simples dá seguimento ao apoio; o avanço do membro começa na fase final do apoio. Cada uma dessas tarefas compreende algumas fases da marcha. Na tarefa de aceitação de peso, distinguem-se duas fases: o contacto inicial do pé com a superfície e a resposta à carga. A tarefa de apoio simples compreende três fases: apoio médio, apoio terminal e pré-balanço. A terceira tarefa relaciona-se com a fase de avanço do membro e engloba as seguintes fases: pré-balanço, balanço inicial, balanço médio e balanço terminal (Lessa & Gouvêa, 2018).
