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Orientador(es)
Resumo(s)
Nota Introdutória
A subida de escadas é apontada como uma tarefa desafiante para pessoas com alteração da
mobilidade e/ou idosos (De la Fuente et al., 2022; Hall et al., 2017).
Andar em escadas requer força adicional, amplitude de movimento, equilIbrio e coordenação,
em comparação com a marcha em plano (Administração Central do Sistema de Saúde, 2011).
Na marcha em plano padroniza-se que o tempo de apoio compreende 60% do total do ciclo de
marcha e o tempo de balanço 400Á> do total do ciclo de marcha (Lessa & Gouvêa, 2018). Na
subida de escadas esses valores alteram-se. Os períodos são divididos em três tarefas básicas:
aceitação de peso, apoio simples e avanço do membro (Figura 2.4.4.1). A aceitação de peso
inicia o período de apoio; o apoio simples dá seguimento ao apoio; o avanço do membro
começa na fase final do apoio. Cada uma dessas tarefas compreende algumas fases da marcha.
Na tarefa de aceitação de peso, distinguem-se duas fases: o contacto inicial do pé com a superfície
e a resposta à carga. A tarefa de apoio simples compreende três fases: apoio médio, apoio
terminal e pré-balanço. A terceira tarefa relaciona-se com a fase de avanço do membro e
engloba as seguintes fases: pré-balanço, balanço inicial, balanço médio e balanço terminal
(Lessa & Gouvêa, 2018).
Descrição
Palavras-chave
Escadas Equilibrio Coordenação Mobilidade
Contexto Educativo
Citação
Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Ventura-Silva, João; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, Olga (2026). Subir escadas. In Franco, Filipe Vieira (Coord.). Manual de Procedimentos Técnicos de Enfermagem. Lisboa. Lidel - Edições Técnicas. Lda..p. 82-86. ISBN 978-989-752-980-1
