Percorrer por autor "Pires, Manuel Vara"
A mostrar 1 - 10 de 225
Resultados por página
Opções de ordenação
- 1.º Encontro Internacional de Formação na Docência (INCTE): livro de resumosPublication . Mesquita, Cristina; Pires, Manuel Vara; Lopes, Rui PedroO I Encontro Internacional Formação para a Docência - Desafios e Perspetivas apresenta os seguintes objetivos: – Problematizar, no quadro do processo de Bolonha, as estruturas curriculares da formação de educadores e professores; – Debater propostas didáticas inovadoras no âmbito da formação para a docência; – Refletir sobre as práticas formativas nos diversos contextos; – Analisar o contributo da formação na dinamização das instituições;" – Aprofundar a comunicação entre os diferentes intervenientes na formação numa perspetiva de educação para o desenvolvimento.
- A abordagem STEM em contexto educativo: conceções de educadores de infânciaPublication . Azevedo, Maria; Ribeiro, Cristiana; Pires, Manuel Vara; Mesquita, CristinaA investigação científica e as práticas em contexto de educação pré-escolar e do ensino do 1.º ciclo do ensino básico têm acompanhado o impacto da utilização de metodologias ativas e participativas no processo de ensino e aprendizagem e têm revelado a sua elevada eficácia no dia a dia de crianças e jovens. Nesta linha de pensamento, a abordagem STEM tem vindo a ganhar espaço e reconhecimento, num mundo cada vez mais científico e tecnológico, e a revelar-se uma a contribuição relevante para a educação da atualidade. Integrado no projeto “OleaChain - Habilidades para sustentabilidade e inovação na cadeia de valor dos olivais tradicionais no Interior do Norte de Portugal”, o presente estudo tem como objetivo principal recolher e analisar conceções dos educadores de infância de Portugal sobre o uso da abordagem STEM em contexto de jardim de infância. Caraterizado pela natureza qualitativa da investigação, o estudo faz uso de um questionário com questões abertas, construído no Microsoft Forms e distribuído por email, e é constituído por uma secção destinada à identificação dos participantes (com seis questões de escolha múltipla e uma questão de resposta aberta) e outra secção referente às conceções e práticas sobre STEM (com cinco questões de resposta aberta e uma de escolha). Para a análise de dados, recorreu-se à análise de conteúdo para a respetiva interpretação. Observa-se que os educadores de infância implicam, nas suas práticas, momentos de exploração de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (práticas STEM), mas tendem a não relacionar essas explorações, de forma explícita, diretamente com a abordagem STEM, pelo que se torna essencial que projetos, como o “OleaChain”, sejam desenvolvidos nos contextos educativos e contribuam para práticas mais inovadoras e mais próximas do dia a dia das crianças e jovens.
- A abordagem STEM em contexto educativo: conceções de educadores de infânciaPublication . Azevedo, Maria; Ribeiro, Cristiana; Pires, Manuel Vara; Mesquita, CristinaA investigação científica e as práticas em contexto de educação pré-escolar e do ensino do 1.º ciclo do ensino básico têm acompanhado o impacto da utilização de metodologias ativas e participativas no processo de ensino e aprendizagem e têm revelado a sua elevada eficácia no dia a dia de crianças e jovens. Nesta linha de pensamento, a abordagem STEM tem vindo a ganhar espaço e reconhecimento, num mundo cada vez mais científico e tecnológico, e a revelar-se uma a contribuição relevante para a educação da atualidade. Integrado no projeto OleaChain - Habilidades para sustentabilidade e inovação na cadeia de valor dos olivais tradicionais no Interior do Norte de Portugal, o presente estudo tem como objetivo principal recolher e analisar conceções dos educadores de infância de Portugal sobre o uso da abordagem STEM em contexto de jardim de infância. Caraterizado pela natureza qualitativa da investigação, o estudo faz uso de um questionário com questões abertas, construído no Microsoft Forms e distribuído por email, e é constituído por uma secção destinada à identificação dos participantes (com seis questões de escolha múltipla e uma questão de resposta aberta) e outra secção referente às conceções e práticas sobre STEM (com cinco questões de resposta aberta e uma de escolha). Para a análise de dados, recorreu-se à análise de conteúdo para a respetiva interpretação. Observa-se que os educadores de infância implicam, nas suas práticas, momentos de exploração de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (práticas STEM), mas tendem a não relacionar essas explorações, de forma explícita, diretamente com a abordagem STEM, pelo que se torna essencial que projetos, como o OleaChain, sejam desenvolvidos nos contextos educativos e contribuam para práticas mais inovadoras e mais próximas do dia a dia das crianças e jovens.
- Algoritmo(s) da divisão: “baixar o número”, porquê?Publication . Martins, Cristina; Pires, Manuel VaraÉ frequente ouvir dizer que “muitos alunos não sabem fazer uma divisão”. De uma forma geral esta afirmação, feita quer por pais quer por professores, refere-se a dificuldades dos alunos em seguir e aplicar o algoritmo “tradicional” da divisão. Este algoritmo, articulado com o cálculo mental ou a utilização da calculadora, é um recurso que pode ajudar o aluno a sentir-se confiante na resolução de situações que envolvam a divisão. Em nosso entender, as dificuldades na aplicação de um algoritmo resultam, em larga medida, da não compreensão das condições do seu funcionamento. Também no programa de matemática do ensino básico é indicado, precisamente, que a aprendizagem dos algoritmos deve ser feita com compreensão, valorizando o sentido de número e de operação, pelo que, num primeiro momento, os alunos devem ter a possibilidade de usar formas de cálculo escrito informais, de construir os seus próprios algoritmos ou de realizar os algoritmos usuais com alguns passos intermédios. Nesta sessão prática, a partir da resolução de tarefas que poderão ser propostas a alunos do 1.º ciclo do ensino básico, analisaremos e discutiremos aspetos relevantes no ensino e na aprendizagem da divisão, como seja a compreensão dos passos a seguir na aplicação do algoritmo “tradicional”.
- Algoritmos (mais) antigos: justificando a sua eficáciaPublication . Martins, Cristina; Pires, Manuel VaraQuando necessitamos de efetuar um cálculo numérico é importante saber selecionar o melhor processo para o realizar. Por vezes, o cálculo mental é o melhor processo a seguir, em algumas situações é desejável a utilização da calculadora e em outras o recurso a um algoritmo pode revelar-se vantajoso. Esta comunicação pretende apresentar, analisar e justificar alguns algoritmos (mais) antigos relacionados com a multiplicação de números inteiros. O estudo de algoritmos das operações elementares usados ao longo dos tempos pode motivar os alunos, especialmente aqueles que sentem mais dificuldades, e contribuir para uma melhor compreensão dos processos de cálculo. Por exemplo, o recurso ao método dos camponeses russos para efetuar uma multiplicação ainda hoje é seguido em algumas regiões do planeta. Este algoritmo baseia-se na “regra” do dobro e da metade. Para multiplicar 134 por 28 fazem-se, sucessivamente, duplicações de 134 e calculam-se as metades inteiras (por defeito) de 28 até chegar a 1. Depois adicionam-se apenas os números resultantes das sucessivas duplicações de 134 correspondentes aos números ímpares. Portanto, 134 x 28 = 536 + 1072 + 2144 = 3752. Como justificar, do ponto de vista matemático, o método utilizado pelos camponeses russos será uma tarefa a ser realizada pelos participantes na sessão.
- Análise de comentários escritos em grupo por alunos sobre trabalhos dos colegasPublication . Leite, Cristiana Pinto; Pires, Manuel VaraA importância dos processos comunicativos nas aprendizagens dos alunos é fortemente reconhecida quer pela investigação educacional quer pelas práticas de professores e alunos. Esta comunicação pretende apresentar um estudo exploratório desenvolvido no âmbito do relatório final de estágio do Mestrado em ensino do 1.º e do 2.º ciclo do ensino básico, cuja componente investigativa da prática pedagógica se centrou na capacidade de comunicação escrita dos alunos em sala de aula. O estudo envolveu alunos dos dois ciclos de ensino e das diversas áreas disciplinares curriculares. Enquadrada por uma abordagem qualitativa e interpretativa, a investigação teve o propósito de identificar e analisar aspetos da capacidade dos alunos comentarem, por escrito, trabalhos de grupo produzidos pelos colegas, e focou-se em dois objetivos principais: (i) identificar aspetos que os alunos têm em conta quando comentam, por escrito, trabalhos apresentados pelos seus colegas; e (ii) analisar os comentários escritos dos alunos, atendendo a quatro dimensões: clareza, fundamentação, lógica e profundidade, e em três níveis de desempenho: baixo, médio e elevado. A análise dos comentários escritos revela que os alunos focam aspetos diversificados, como a sua natureza estética, apresentação ou raciocínios envolvidos, e aponta, em termos gerais, para melhores desempenhos em clareza e em lógica e para maiores dificuldades em fundamentação e em profundidade. O estudo reforça, assim, a necessidade de proporcionar, na sala de aula, momentos que possibilitem aos alunos escrever sobre os diversos temas disciplinares, no sentido de expressarem, justificarem e fundamentarem as suas ideias e raciocínios. | The importance of the communication processes in learning is strongly recognized by both the educational research and teachers and students practices. This proposal presents an exploratory study in the context of the Master final report in teaching in the 1st and 2nd basic education cycles, whose research component of teaching practice focused on the students' written communication ability in the classroom. The study involved students of the two basic education cycles and of the different disciplinary curricular areas. Following a qualitative and interpretative approach, the research aimed to identify and analyze aspects of students' ability to comment, in written form, work produced in groups by their colleagues, and focused on two main objectives: (i) to identify aspects that students take into account when commenting, in written form, productions presented by their colleagues; and (ii) to analyze the students' written comments in four dimensions: clarity, reasoning, logic and depth, and three levels of performance: low, medium and high. The analysis of written comments reveals that students focus on diversified aspects, such as its aesthetic nature, presentation or reasoning involved, and points to better performances in both clarity and logic and to greater difficulties in both reasoning and depth. Thus, the study reinforces the need to provide classroom moments that allow students to write about the different disciplinary themes, in order to express and justify their ideas and reasoning.
- Aprender a “ser professor”: por uma formação inicial sustentada e de qualidade, sempre!Publication . Pires, Manuel VaraA figura do professor reveste-se de uma enorme complexidade. Ser professor é um processo que se desenvolve no tempo. Começando ainda antes da formação formal e prolongando- se ao longo da vida profissional, atravessa diferentes contextos, vive diversos dilemas e desenvolve conhecimento em vários domínios. O professor vai enfrentando (e resolvendo) situações de características únicas e cada vez mais exigentes, necessitando de mobilizar saberes especializados em múltiplas dimensões. De facto, o professor deve saber como a Matemática se integra no currículo, deve sentir-se seguro nos temas matemáticos a tratar e na(s) maneira(s) de os ensinar, deve perceber os alunos com quem trabalha e a(s) forma(s) como aprendem, deve recorrer aos materiais didáticos mais adequados, deve refletir sobre as suas práticas, deve valorizar a colaboração com os outros professores, deve intervir na escola e na comunidade…
- Aprender matemática com compreensãoPublication . Pires, Manuel VaraA investigação educacional e as práticas de sala de aula sugerem que os alunos, para além de conhecerem factos e procedimentos matemáticos básicos, devem desenvolver uma compreensão da Matemática, sustentada em processos matemáticos complexos, como a procura de regularidades, a validação de conjeturas ou a formulação de generalizações. Esta comunicação centra-se, então, em tarefas matemáticas de natureza mais aberta e exploratória e discute implicações da sua utilização na aula de Matemática.
- Aprender Matemática com investigaçõesPublication . Pires, Manuel VaraAs orientações curriculares actuais, nomeadamente as expressas no programa de Matemática do ensino básico, sugerem que os alunos, para além de conhecerem os factos e procedimentos matemáticos básicos, devem desenvolver uma compreensão da Matemática orientada para entender o significado dos conceitos, compreender relações ou analisar um raciocínio ou estratégia. Para isso, as tarefas de natureza investigativa, sustentadas em processos matemáticos complexos, podem proporcionar formas de trabalho na aula adequadas a essa exigência, permitindo que os alunos procurem regularidades, façam e testem conjecturas, formulem generalizações ou validem e refutem conclusões. Nesta comunicação, pretendo analisar a exploração de relações numéricas no triângulo de Pascal feita por alunos de uma turma do quinto ano de escolaridade e discutir implicações da utilização deste tipo de tarefas na aula de Matemática.
- Aprendizagens realizadas pelo professor e pelos alunos: reflexão no estágio profissionalizantePublication . Martins, Cristina; Pires, Manuel Vara; Sousa, João Sérgio CarvalhoEm Portugal, os mestrados profissionalizantes incluem a prática de ensino supervisionada, correspondente ao estágio de natureza profissional e objeto de relatório final, a defender em provas públicas. Na nossa instituição, este relatório deve apresentar e refletir sobre experiências de ensino e aprendizagem realizadas nos ciclos de ensino e nas disciplinas de docência. Este texto apresenta aspetos de um estudo de identificação, análise e sistematização das vertentes – conteúdo e profundidade – das reflexões escritas apresentadas na área da Matemática por doze futuros professores, no âmbito do Mestrado em ensino do 1.º e do 2.º ciclo do ensino básico. reflexão escrita, conteúdo da reflexão, profundidade da reflexão, aprendizagens realizadas, matemática
