Percorrer por autor "Moulaz, Ana Luiza Silva de"
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- O enfermeiro ESMO e a dor em obstetríciaPublication . Correia, Teresa I.G.; Moulaz, Ana Luiza Silva deO medo do parto vaginal, frequentemente relacionado com a dor, contribui para a situação obstétrica contemporânea em Portugal, que apresentou 33,1% dos nascimentos através de cesariana, em 2016. O estudo da dor em obstetrícia tem a responsabilidade de desmisDficar a supervalorização do medo da dor e as suas repercussões, principalmente no final da gestação com a proximidade do parto2. Desta forma, o controlo da dor em obstetrícia é, também, uma importante ferramenta para a humanização do parto e nascimento, como preconiza a OMS3. IdenDficar a informação dos Enfermeiros ESMO acerca das técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetrícia; IdenDficar a prevalência de aplicação das técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetrícia.
- O Enfermeiro Especialista e as técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetríciaPublication . Moulaz, Ana Luiza Silva de; Correia, Teresa I.G.O medo do parto vaginal, frequentemente relacionado com a dor, contribui para a situação obstétrica contemporânea em Portugal, que apresentou 33,1% dos nascimentos através de cesariana, em 2016. Objetivo Geral: Identificar a informação e a aplicação acerca das técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetrícia nos Enfermeiros ESMO. Metodologia: Estudo transversal a partir da aplicação de um questionário semi-estruturado aos 57 Enfermeiros ESMO, que trabalham nos serviços de obstetrícia no Nordeste de Portugal, sobre as técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetrícia. A análise estatística foi realizada pelo programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados: O perfil sociodemográfico dos Enfermeiros ESMO, mostra que 40% da amostra apresenta até 10 anos de experiência como especialista e que 60% dos profissionais não possui formação específica sobre dor e técnicas não farmacológicas de controlo da dor. Contudo, 76% refere o uso das TNF em mais de 50% das parturientes e 47% consideram a sua principal escolha, as técnicas de relaxamento e massagem. Dos Enfermeiros ESMO, 60% discorda do conceito de TNF e 4% acredita que o uso das TNF retarda a necessidade de analgesia epidural. Dos participantes, 52% conhece os efeitos da massagem lombar. Por outro lado, 76% não considera a hipnose, relaxamento ou biofeedback como TNF. Sobre os exercícios, 60% não recomenda o uso da bola de pilates na fase ativa do trabalho de parto. Sobre acupunctura e acupressão, apenas 16% entende que estes métodos podem ser utilizados para o controlo da dor em qualquer idade gestacional ou fase de trabalho de parto. Já sobre o TENS, 100% discorda que esta técnica reduza a necessidade de analgesia epidural. Quanto à aromaterapia, 76% desconhece a existência de evidências científicas que comprovem a eficácia desta técnica e, sobre a injeção de água estéril, 100% dos Enfermeiros ESMO não considera que esta seja uma TNF. Conclusões: A presente investigação aponta para a necessidade de intervenções com vista à melhoria dos cuidados prestados pelos Enfermeiros ESMO, no que respeita às diretrizes globais pela Humanização, a fim de tornar cada vez mais agradável a experiência do parir em Portugal.
- O enfermeiro especialista e o controlo da dor em obstetrícia em PortugalPublication . Moulaz, Ana Luiza Silva de; Correia, Teresa I.G.Introdução e objetivo: O medo da dor do parto contribui para o cenário obstétrico contemporâneo português, que apresentou 33,1% dos nascimentos por cesariana, em 2016. O Plano Nacional de Luta Contra a Dor, em 2001, traz a dor em obstetrícia como área prioritária de atuação do plano. O presente estudo teve por objetivos específicos: identificar o conhecimento dos profissionais acerca das técnicas não-farmacológicas preconizadas no controlo da dor; identificar a frequência de aplicação das técnicas; identificar a técnica utilizada com maior frequência. Metodologia: Estudo descritivo a partir da aplicação de questionário semiestruturado aos Enfermeiros ESMO sobre as técnicas não-farmacológicas no controlo da dor em Obstetrícia. O tratamento dos dados foi realizado com o programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados e discussão: É importante destacar que, apesar de apenas 12% conhecer o Plano Nacional de Luta contra a Dor, 76% refere o uso das TNF em mais de 50% das parturientes e 47% tem a técnica massagem por preferência. Entretanto, 60% dos profissionais desconhece a definição de TNF e 72% não escolheria uma TNF específica em diferentes fases do trabalho de parto. Apenas 4% acredita que o uso das TNF retarda a necessidade de analgesia epidural. Relativamente às TNF recomendadas pela Ordem dos Enfermeiros, 52% conhece os efeitos da massagem lombar, 100% dos Enfermeiros desqualifica, em desacordo com a OMS, o TENS e a injeção de água estéril como TNF e 76% desconsidera a hipnose, relaxamento ou biofeedback como ferramentas no controlo da dor. Quanto a aromaterapia, 76% afirma que esta técnica não é baseada em evidências contrariando a revisão da Cochrane em 2012. Conclusões: A pesquisa apontou um conhecimento limitado por parte dos profissionais acerca das técnicas não-farmacológicas no controlo da dor. Entretanto, a maioria dos profissionais utiliza das TNF em pelo menos 50% das pacientes. No que respeita as estratégias não farmacológicas utilizadas pela equipe pesquisada destaca-se a técnica de massagem. Concluímos, desta forma, que há necessidade de capacitação e atualização profissional acerca das técnicas não-farmacológicas no controlo da dor em Obstetrícia.
- O Enfermeiro especialista e o controlo da dor em obstetrícia em PortugalPublication . Moulaz, Ana Luiza Silva de; Correia, Teresa I.G.O medo da dor do parto contribui para o cenário obstétrico contemporâneo português, que apresentou 33,1% de cesarianas, em 2016. Objetivos: identificar o conhecimento dos profissionais sobre técnicas não-farmacológicas no controlo da dor; identificar a frequência de aplicação das TNF e, identificar a TNF prevalente. Metodologia: Estudo transversal descritivo a partir da aplicação de questionário aos Enfermeiros ESMO sobre as TNF. Conclusões: A pesquisa apontou um conhecimento limitado por parte dos profissionais acerca das técnicas não-farmacológicas no controlo da dor. A maioria dos profissionais utiliza das TNF em pelo menos 50% das pacientes. Sobre as TNF utilizadas pela equipa pesquisada, destaca-se a técnica de massagem. Concluímos, desta forma, que há necessidade de capacitação e atualização profissional acerca das técnicas não-farmacológicas no controlo da dor em Obstetrícia.
- Gestão da dor em obstetrícia: a experiência dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétricaPublication . Moulaz, Ana Luiza Silva de; Correia, Teresa I.G.A gestão da dor no trabalho de parto é uma das competências específicas dos enfermeiros ESMO. Ao longo dos últimos anos, a dor em obstetrícia passou a ser uma questão de saúde pública, não somente pela necessidade de transformar a experiência dolorosa ao parir numa experiência positiva, mas pela promessa de controlar a dor no trabalho de parto que trouxe uma série de riscos e consequências obstétricas. O objetivo é identificar a experiência dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica acerca das terapias alternativas à medicação na gestão da dor no trabalho de parto. Este é um estudo transversal a partir de um questionário semiestruturado a 57 enfermeiros ESMO, que trabalham nos serviços de obstetrícia no Norte de Portugal, sobre a gestão da dor em obstetrícia. A análise estatística foi realizada pelo programa Numbers da Mac, versão 5.1. O estudo identificou que 60% dos participantes não possui formação específica acerca da gestão da dor. Entretanto, 76% referem o uso das terapias alternativas em mais de 50% das parturientes e 47% consideram a massagem e técnicas de relaxamento como a sua principal escolha. Por outro lado, sobre as seis técnicas recomendadas pela Ordem dos Enfermeiros, a maioria dos participantes, além de não as reconhecer, discorda, em algum momento, da efetividade destas na gestão da dor. Este estudo aponta para a necessidade de intervenções com vista à melhoria dos cuidados prestados pelos enfermeiros ESMO, no que respeita às diretrizes globais pela Humanização, a fim de proporcionar uma experiência de parto positiva.
- Gestão da dor em obstetrícia: um contributo de enfermagem obstétrica para uma experiência positiva de parto.Publication . Moulaz, Ana Luiza Silva de; Correia, Teresa I.G.identificar as ações de enfermagem relativamente à gestão da dor que concorrem para uma experiência positiva de parto .Estudo transversal e correlacional, com uma amostra de 57 enfermeiros, de dois serviços de obstetrícia no Norte de Portugal. Foram excluídos os questionários incompletos, restando para a análise final 25. Foi aplicado um questionário adaptado de Sousa, (2009), constituído por duas partes: a primeira dizia respeito às variáveis independentes e a segunda à informação dos enfermeiros sobre as técnicas não farmacológicas (TNF) no controlo da dor. A análise estatística foi realizada no programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados: mais de metade dos participantes não possui formação específica acerca da gestão da dor, mas 76% refere o uso das técnicas alternativas em mais de 50% das parturientes. Aproximadamente 33% não utiliza nenhuma das técnicas preconizadas pela Ordem dos Enfermeiros. Outros 48% informa que, se puder usar a epidural, não utiliza nenhuma outra técnica. Discussão: A partir dos dados apresentados pode-se observar que, ainda que o Plano Nacional de Controlo da Dor, trouxesse, em 2008, a sensibilização das Escolas Superiores de Enfermagem para a necessidade de melhorar a formação, pré e pós-graduada, na abordagem da dor1, 60% dos participantes deste estudo não foram contemplados com nenhuma formação específica sobre dor e técnicas não farmacológicas de controlo da dor. Seja durante a graduação, especialização ou em cursos de atualização em obstetrícia, esta parcela dos profissionais não foi preparada para lidar com a dor no trabalho de parto com o uso das técnicas não farmacológicas.Vale ressaltar que, mesmo sem a formação específica, a percentagem da utilização das técnicas não farmacológicas é significativa, apesar de limitada. Significativa, pois 76% refere o uso das TNF em pelo menos 50% das utentes, que seria o ideal segundo a OMS. Limitada, pois apenas, das técnicas recomendadas pela Ordem do Enfermeiros, são utilizadas sendo a massagem por 47% dos profissionais e a musicoterapia por 20%. E curiosamente, 33% dos Enfermeiros ESMO refere não utilizar nenhuma das técnicas sugeridas pela Ordem dos Enfermeiros. Conclusões: O enfermeiro obstetra é considerado pela Organização Mundial da Saúde como um dos pilares da Humanização do Nascimento. O seu papel na gestão da dor transcende a aplicação das terapias alternativas e das terapias de controlo da dor no intuito de auxiliar a parturiente a dar um novo sentido à dor experimentada a fim de proporcionar uma experiência positiva de parto. Este estudo demonstrou que, ainda que a formação acerca da gestão da dor em obstetrícia apresente algumas limitações, vale destacar o empenho dos enfermeiros ESMO em prestar ações de cuidado na gestão da dor que concorrem para uma experiência positiva de parto. Assim, este estudo ainda identifica a necessidade de intervenções com vista à melhoria da práxis acerca da gestão da dor, no que respeita às diretrizes globais pela Humanização.
- A informação dos enfermeiros especialistas e a aplicação das técnicas não farmacológicas no controlo da dorPublication . Correia, Teresa I.G.; Moulaz, Ana Luiza Silva deA dor do parto é uma experiência individual e que sofre transformação durante as fases de trabalho de parto. O estudo da dor em obstetrícia tem a responsabilidade de desmistificar a supervalorização do medo da dor e as suas repercussões, principalmente no final da gestação com a proximidade do parto. Desta forma, o controlo da dor em obstetrícia é, também, uma importante ferramenta para a humanização do parto e nascimento, como preconiza a OMS. Objetivo: Correlacionar a informação dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstetrícia com a aplicação das técnicas não farmacológicas realizadas. Métodos: Estudo transversal e correlacional, com uma amostra de 57 enfermeiros, de dois serviços de obstetrícia no Norte de Portugal. Foram excluídos os questionários incompletos, restando para a análise final 25. Foi aplicado um questionário adaptado de Sousa, (2009), constituído por duas partes: a primeira dizia respeito às variáveis independentes e a segunda à informação dos enfermeiros sobre as técnicas não farmacológicas (TNF) no controlo da dor. A análise estatística foi realizada no programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados: Relativamente aos enfermeiros especialistas que possuem formação específica sobre a dor e TNF, 60% deles aplica sempre TNF, 30% em pelo menos 50% das parturientes e apenas 10% refere nunca aplicar TNF (correlação forte R2=0,72). Entre os que não possuem formação específica, cerca de 13% aplica sempre as TNF, aproximadamente 53% aplica, em pelo menos, 50% das parturientes e cerca de 33% nunca aplica TNF (correlação fraca R2=0,35). Discussão: No que diz respeito à correlação entre a Formação específica sobre dor e TNF e Frequência de aplicação das TNF, apresentou-se forte entre os Enfermeiros ESMO contemplados com a formação na abordagem da dor conforme o esperado, e, por outro lado, fraca entre os Enfermeiros ESMO sem formação específica sobre dor. O que significa, de forma generalizada, que o déficit apresentado pela falta de formação na abordagem da dor, não impediu os Enfermeiros ESMO de, ainda assim, aplicarem as TNF no controlo da dor em pelo menos 50% das parturientes. Mais uma vez, corroborando com a premissa de que o Enfermeiro ESMO é fundamental e necessário para a Humanização do Parto e Nascimento proposta pela OMS, não só pelo conhecimento técnico-científico, mas, também, pelo seu olhar diferenciado com o foco nas necessidades apresentadas pela mulher em trabalho de parto.Ainda que seja uma diretriz do Plano Nacional de Controlo da Dor, a maioria dos especialistas não foi contemplada com a formação, competências ou atualização sobre a dor nem sobre a aplicação das TNF. É importante reforçar a temática sobre o controlo da dor e as TNF nos currículos dos cursos de licenciatura e pós-graduação e na formação contínua nos serviços.
- A prevalência de aplicação das técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetríciaPublication . Correia, Teresa I.G.; Moulaz, Ana Luiza Silva deNo sentido de auxiliar as mulheres na experiência do parir, a analgesia tem sido uma forte aliada por viabilizar o parto sem dor. Apesar da eficácia no alívio da dor, a analgesia farmacológica resulta num prolongamento do tempo da segunda fase do trabalho de parto, além de elevar o número de partos instrumentalizados. Objetivo: Identificar a prevalência de aplicação das técnicas não farmacológicas no controlo da dor. Métodos: Estudo transversal e inferencial. Amostra constituída por 57 enfermeiros especialistas, de dois serviços de obstetrícia no Norte de Portugal. Excluíram-se os questionários incompletos, restando para a análise final 25. Foi aplicado um questionário adaptado de Sousa, (2009). Para avaliar a prevalência da aplicação das técnicas não farmacológicas (TNF) foi colocada a questão: No seu exercício profissional aplica técnicas não farmacológicas no controlo da dor em obstetrícia? “sempre”, “em pelo menos 50% das pacientes” e “nunca”. A análise estatística foi realizada no programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados: A prevalência de aplicação das TNF foi realizada por 32% dos enfermeiros especialistas a todas as parturientes. Aproximadamente 44% referiram usar as TNF em pelo menos metade das parturientes. Menos de um quarto dos enfermeiros referiu nunca ter aplicado as técnicas não farmacológicas em nenhuma parturiente.Os enfermeiros com mais tempo de profissão (> 16 anos) foram os que mais aplicaram as TNF, verificando-se uma associação forte (R2= 0,91) entre ter mais anos de profissão e aplicação da TNF. Discussão: É importante salientar que a prevalência de aplicação das TNF é significativa, pois 76% refere o uso das TNF em pelo menos 50% das utentes, que seria o ideal segundo a OMS. Relativamente à correlação entre o Tempo de profissão e a Frequência de aplicação das TNF, pode-se observar que não há correlação entre estas duas variáveis. Tendo em vista que o esperado seria que, com o passar do tempo, o profissional deixasse de realizar com apreço as suas atividades específicas, seja pela carga de trabalho ou desvio de função. Conclusões: A maioria dos enfermeiros aplica as técnicas não farmacológicas em pelo menos 50% das parturientes, em consonância com o preconizado pela Ordem dos Enfermeiros, havendo uma parcela que nunca as aplica. É necessário incentivar a educação contínua nos serviços de obstetrícia e atualização sobre as condutas, baseadas em evidências científicas, e conscientizar quanto à importância deste profissional como agente de mudança na forma de parir e nascer. Descritores: enfermeiros especialistas; formação; técnicas não farmacológicas; controlo da dor; obstetrícia.
