Percorrer por autor "Machado, Dora"
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- Adolescentes de escolas secundárias do norte de Portugal: comportamentos face à sexualidadePublication . Brás, Maria de Fátima; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA escassa informação sexual que os adolescentes possuem, tem frequentemente muitas lacunas o que vem aumentar as dificuldades dos jovens no que toca às escolhas sobre sexualidade. Maximizar os conhecimentos dos jovens sobre a sexualidade, disponibilizar recursos, sentido de autonomia e confiança, de forma a capacitá-los para assumirem o comando da gestão dos meios que possuem e estão ao seu alcance, modificando assim os seus comportamentos levando à prevenção da doença, diminuindo os gastos em saúde. Com o objetivo de procurar analisar os, comportamentos dos adolescentes face à sexualidade, desenvolveu-se um estudo descritivo, correlacional e transversal, de natureza quantitativa. Como instrumento de colheita de dados, foi usado o questionário. A amostra abrange 303 adolescentes a frequentarem o ensino secundário de quatro escolas do distrito de Bragança. Quando inquiridos sobre a existência de uma idade ideal para iniciar a vida sexual, a maioria dos rapazes (54%) e das raparigas (58,2%) dizem que não existe essa idade
- Adolescentes: comportamentos face à sexualidadePublication . Brás, Maria de Fátima ; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA adolescência é um período em que há transformações profundas no corpo, nas relações com os pais e com os outros, em há dificuldades e conflitos relacionados com todas estas transformações, mas também o risco de ideias, experiencias, sonhos e projetos. No comportamento afetivo e sexual das raparigas é frequente estas apresentarem uma atividade sexual menor que a dos rapazes, pela maior culpabilidade e maiores consequências diretas em relação a atividade sexual
- Assertiveness in family nursesPublication . Machado, Dora; Almeida, Assunção; Brás, Manuel Alberto; Vilela, António Carlos LopesAssertiveness is a crucial social skill for effective and efficient communication in nursing (Montezeli et al., 2018). At the professional level, its lack can generate conflicts, frustrations and loss of essential information, compromising the care process (Silva, 2018). In contrast, becoming more assertive contributes to the success of the therapeutic relationship with users and families, by promoting: greater recognition and respect for the nurse as a person and professional; greater satisfaction in the performance of tasks and in the relationship with the team and the user; and also greater security for the user (Haladin et al., 2015; Nakamura et al., 2017; Omura et al., 2017). In addition, it can protect nurses from the daily pressure to which they are exposed and from situations that trigger stress and depression (Alves, 2016). The World Health Organization (WHO, 2016) recognizes assertive communication as essential in the global challenge for patient safety.
- Cancro e luto, realidades que se cruzamPublication . Machado, Dora; Lourenço, Ana Cristina Gonçalves; Almeida, Assunção; Brás, Manuel Alberto; Mendes, Maria Cristina Pinto: A morte não é privilégio nem desgraça particular de ninguém, ela chega a todos sem exceção. O sonho da imortalidade fortaleceu-se nos avanços científico-tecnológicos que induziram à eficácia dos diagnósticos e das terapêuticas. Não obstante, o cancro continua a ser uma das maiores causas de morte mundial. Partindo de uma perspetiva familiar sistémica, sabe-se que as dificuldades experienciadas por um membro da família, afeta-a como um todo. Então, um processo de morte e luto influencia toda a dinâmica familiar, havendo necessidade de reorganização e de redefinição de papeis, para que se crie um novo equilíbrio. Sempre que as transições se relacionam com a área da saúde integram o domínio da Enfermagem. Objetivos: Compreender a família como unidade de cuidados que vivencia transições, reconhecer o papel do Enfermeiro de Família no processo da morte e do luto e refletir sobre a prática de cuidados de Enfermagem neste processo.
- Conhecimentos dos adolescentes de escolas secundárias do norte de Portugal face à sexualidadePublication . Brás, Maria de Fátima ; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA informação sexual dos adolescentes é regra geral reduzida e não raras vezes incorreta. Muita da informação que os jovens conseguem, é adquirida através do grupo de amigos, irmãos e meios de comunicação social. A escassa informação sexual que possuem, tem frequentemente muitas lacunas o que vem aumentar as dificuldades dos jovens no que toca à sua própria sexualidade. Com o objetivo de procurar analisar os, conhecimentos dos adolescentes face à sexualidade, desenvolveu-se um estudo descritivo, correlacional e transversal, de natureza quantitativa. Como instrumento de colheita de dados, foi usado o questionário. A amostra abrange 303 adolescentes a frequentarem o ensino secundário de quatro escolas do distrito de Bragança.
- Conhecimentos dos adolescentes face à sexualidade: estudo numa escola secundária do norte de PortugalPublication . Brás, Maria de Fátima; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA adolescência é um processo que ocorre entre a infância e a idade adulta, caracterizado por uma profunda revolução de ordem, biológica, psicológica e sociocultural. As atitudes refletem o funcionamento do conjunto dos processos psicológicos individuais e das influências sociais, manifestam-se através de expressões verbais ou não verbais, de opiniões, conhecimentos e comportamentos. A sexualidade desabrocha num mundo cultural de tradições, desenvolvendo-se e estruturando-se no seio familiar. O adolescente entra nesta etapa da vida, algo confuso, relativamente ao que lhe era familiar, durante a infância, e às transformações pelas quais está a passar. Não obstante desejar a vida adulta, está refém da sua metamorfose.
- Conhecimentos dos adolescentes face à sexualidade: estudo de uma escola secundária no norte de PortugalPublication . Brás, Maria de Fátima ; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA adolescência é um processo que ocorre entre a infância e a idade adulta, caracterizado por uma profunda revolução biológica, psicológica e sociocultural. As atitudes refletem o funcionamento do conjunto dos processos psicológicos individuais e das influências sociais, manifestam-se através de expressões verbais ou não verbais, de opiniões, conhecimentos e comportamentos. A sexualidade desabrocha num mundo cultural de tradições, desenvolvendo-se e estruturando-se no seio familiar. O adolescente entra nesta etapa da vida, algo confuso, relativamente ao que lhe era familiar, durante a infância, e às transformações pelas quais está a passar. Não obstante desejar a vida adulta, está refém da sua metamorfose.
- Eating habits of undergraduate health graduatesPublication . Machado, Dora; Brás, Manuel Alberto; Almeida, Assunção; Lourenço, Ana Cristina GonçalvesIn 2021 non-communicable diseases caused 90% of deaths and 85% of comorbidities in the European region of the World Health Organization. An unbalanced diet is one of the behavioral factors associated with mortality from non-communicable diseases. In Portugal 53.6% of adults are overweight or obese. Often the transition to university is associated with students leaving their parents' home, so there is often a change in the eating pattern of young adults. : To verify whether attending the last year of a degree course in the health area can be a factor promoting a complete, balanced and varied diet.
- Emoções na saúdePublication . Machado, Dora; Brás, Manuel Alberto; Almeida, Assunção; Costa, Laura; Anes, EugéniaA evolução baseada nos progressos da investigação é essencial para a prática, nomeadamente quando falamos em saúde. Contudo, tal facto conduz ao aumento da esperança média de vida e, por conseguinte, a situações de dor e sofrimento prolongado. Por outro lado, inserir-se numa equipa multidisciplinar e trabalhar com utentes significa lidar com emoções variadas e potenciadoras de stress. Face ao exposto, a inteligência emocional, enquanto capacidade para avaliar as próprias emoções e de outros, discernindo o impacto que elas causam e utilizando essa informação para influenciar positivamente o comportamento, apresenta-se como essencial para um desempenho de cuidados humanizados e adequados e para um trabalho bem-sucedido. Objetivos: Este estudo pretende avaliar a importância da inteligência e da competência emocional nos profissionais de saúde. Metodologia: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica, operacionalizada na SciELO, na biblioteca do conhecimento online e no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal, limitada ao hiato temporal 2015-2021, com as seguintes palavras-chave: Profissional de Saúde; Inteligência Emocional. Definiram-se como critérios de inclusão: artigos publicados entre 2015 e 2021; acesso integral ao documento; artigos referentes a estudos quantitativos/qualitativos que retratem a temática pertinente ao objetivo do trabalho; artigos em português, inglês e espanhol. E como critérios de exclusão: artigos quantitativos/qualitativos que não abordem a temática; artigos que se distanciem do tema. Foram encontrados 409 artigos, tendo sido selecionados, após verificação dos critérios de inclusão e de exclusão 7 artigos. Resultados: A inteligência emocional poderá ser útil na gestão de emoções, prevenindo que os sentimentos experimentados se repercutam negativamente nos cuidados prestados (Rebelo & Martins, 2015). Além disso, contribui para um ambiente de trabalho mais agradável, afeta positivamente a satisfação no mesmo (Cavaco, 2015), associa-se ao sucesso profissional, pessoal, afetivo e económico (Júnior, 2018) e protege do Burnout (Cavaco, 2015). Sabe-se que, na sua ausência, a segurança do local de trabalho e dos procedimentos e a satisfação do utente e do profissional não ficam asseguradas (Doas, 2011). Conclusão: Muito embora pese a importância da inteligência emocional na prestação de cuidados em saúde ainda são poucas as investigações na área, a nível nacional (Sousa, 2015). Ainda assim, os estudos encontrados permitem concluir que a humanização, satisfação e segurança dos cuidados implicam um aumento da compreensão das emoções próprias e dos outros, por parte dos profissionais de saúde, pelo que a competência emocional nos mesmos é primordial.
- Emoções na saúdePublication . Machado, Dora; Brás, Manuel Alberto; Almeida, Assunção; Costa, Laura; Anes, EugéniaA evolução baseada nos progressos da investigação é essencial para a prática, nomeadamente quando falamos em saúde. Contudo, tal facto conduz ao aumento da esperança média de vida e, por conseguinte, a situações de dor e sofrimento prolongado. Por outro lado, inserir-se numa equipa multidisciplinar e trabalhar com utentes significa lidar com emoções variadas e potenciadoras de stress. Face ao exposto, a inteligência emocional, enquanto capacidade para avaliar as próprias emoções e de outros discernindo o impacto que elas causam e utilizando essa informação para influenciar positivamente o comportamento, apresenta-se como essencial para um desempenho de cuidados humanizados e adequados e para um trabalho bem-sucedido. Objetivos: Este estudo pretende avaliar a importância da inteligência e da competência emocional nos profissionais de saúde.
