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Percorrer CIMO - Livros por autor "Aguiar, Carlos"
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- Arquitetura de plantasPublication . Aguiar, CarlosA arquitetura de plantas, o objeto maior deste livro, é o ramo da morfologia vegetal especializado no estudo integrado da natureza e do arranjo espacial das partes das plantas. Embora se sirva de conceitos e termos cuja origem recua, em muitos casos, ao séc. XVII, a arquitetura de plantas desenvolveu-se tardiamente, a partir da segunda metade do séc. XX. A fenologia, outro tema deste documento, tem por objeto fenómenos biológicos recorrentes e a sua variabilidade em função das condições ambientais. Nesta publicação optou-se por uma abordagem descritiva da fenologia, restringindo-a à descrição dos chamados estádios fenológicos, percorridos pelas plantas ao longo dos seus ciclos vegetativo e reprodutor. Este texto tem por destinatários alunos de nível universitário de agronomia e silvicultura, com um domínio razoável dos conceitos básicos de morfologia externa e interna (anatomia) das plantas-com-semente. Neste sentido é um prolongamento (com algumas matérias comuns) de um Manual de Botânica a ser publicado em 2015 (Aguiar, 2015). Não preciso de me perder em grandes considerações para justificar a importância do domínio destas matéria sem disciplinas aplicadas de ciências agrárias, como sejam a arboricultura, a viticultura, a silvicultura ou mesmo a horticultura. O texto justificar-se-à a si próprio, espero. Ficam muitos caminhos para explorar. Espero numa próxima edição abordar ou aprofundar questões tão importantes como o efeito da disponibilidade de recursos na estrutura da canópia, a seleção de modelos de poda em função da posição das inflorescências, a resposta das plantas lenhosas a diferentes tipos de corte, e a arquitetura das plantas herbáceas, com especial incidência nas leguminosas. A fenologia também precisa de ser mais aprofundada.
- Atlas Flora Europaeae. Distribution of vascular plants in Europe: Rosaceae (Rubus)Publication . Coutinho, A.X.P.; Aguiar, Carlos; Alves, Paulo Jorge Mendes; Silveira, Paulo Cardoso da; Almeida, João Domingues; Crespí, António; Honrado, João José; Silva, L.; Silva, Vasco
- Biologia da reprodução das plantas com florPublication . Aguiar, Carlos; Aguiar, CarlosA sexualidade das plantas foi reconhecida e documentada, pela primeira vez e de forma clara, pelo médico e botânico alemão Rudolf Camerarius (1665-1721), num ensaio publicado em 1694, intitulado De Sexu Plantarum Epistola. Nesta obra pioneira, Camerarius demonstrou experimentalmente que os estames (órgãos masculinos) e os pistilos (órgãos femininos) das flores são intervenientes essenciais e indispensáveis na reprodução por semente. A aceitação definitiva no meio científico de que as plantas são efetivamente seres sexuados demorou, contudo, mais de um século a sedimentar-se, culminando nas experiências de hibridação conduzidas por outro cientista de língua alemã, o botânico Karl Friedrich von Gaertner (1772-1850) (Vogel, 1996). O processo celular da reprodução sexual só foi devidamente compreendido muito mais tarde, após a descoberta da meiose pelo zoólogo belga Édouard van Beneden (1846-1910), em 1883, e da constatação da duplicação do número de cromossomas no esporófito (em oposição à sua redução no gametófito) pelo botânico francês Léon Guignard (1852-1928), em 1885 (Qiu et al., 2012)
- Checklist da Flora de Portugal Continental, Açores e MadeiraPublication . Sequeira, Miguel; Espírito Santo, Dalila; Aguiar, Carlos; Capelo, Jorge; Honrado, João JoséEm Novembro de 2007 realizou-se uma reunião entre a Direcção da ALFA e Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB). Ficou então decidido que a ALFA tomaria a seu cargo a elaboração da Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira). Após quase 3 anos de trabalho, a ALFA apresentou publicamente a Checklist durante os VIII Encontros Internacionais de Fitossociologia – ALFA, que decorreram em Lisboa entre 13 e 16 de Setembro de 2010. A ALFA disponibiliza agora a todos os interessados a Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira). Através da página http://www3.uma.pt/alfa/checklist_flora_pt/output_db.php podem ainda ser enviados comentários, sugestões ou correcções. A Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira) foi formalmente adoptada pelo ICNB e será parte integrante do inventário da biodiversidade prevendo-se a sua integração no futuro Sistema de Informação do Património Natural (SIPNAT,www.icn.pt/sipnat).
- Ciclos de vida das plantas terrestresPublication . Aguiar, CarlosA informação veiculada neste livro esteve até aqui centrada nas angiospérmicas. Ficou provado que os esporófilos ♂ e ♀ (e a flor) das angiospérmicas têm uma ancestralidade comum e que os seus gametófitos ♂ e ♀ foram profundamente simplificados ao longo do processo evolutivo destas plantas. As gimnospérmicas, embora mais antigas do que as angiospérmicas, foram propositadamente omitidas até agora porque possuem estruturas reprodutivas mais complexas, variáveis de grupo para grupo, e em muitos casos não homólogas. O mesmo ocorre com os 'pteridófitos' e os briófitos. É, por isso, pedagogicamente mais eficaz principiar o estudo das estruturas e dos processos envolvidos na reprodução pelas angiospérmicas e, só depois, abordar os ciclos de vida das ‘plantas de esporulação livre’ e das gimnospérmicas.
- O corpo reprodutivo das plantasPublication . Aguiar, CarlosA inflorescência é um sistema de caules com uma ou mais flores (Classen-Bockhoff, 2001). Somente as angiospérmicas têm inflorescências. A sua diferenciação a nível meristemático foi abordada no ponto «Meristemas». A inflorescência é, historicamente, um dos tópicos mais difíceis e conflituosos da organografia vegetal (Classen-Bockhoff & Bull-Hereñu, 2013; Prenner et al., 2009). As dificuldades em torno da arquitetura das inflorescências vão muito para além da inconsistência terminológica: muitas inflorescências são, per se, difíceis de interpretar morfológica e evolutivamente, ou não estão ainda suficientemente compreendidas para serem enquadradas nos tipos estritos definidos na bibliografia clássica. Para escapar a estas armadilhas, as Floras e as monografias taxonómicas evitam, muitas vezes, qualificar rigorosamente as inflorescências, ficando-se por descrições vagas do tipo «inflorescência racemosa» (semelhante a um cacho) ou «inflorescência corimbiforme» (semelhante a um corimbo).
- O corpo vegetativo das plantasPublication . Aguiar, CarlosA raiz é um dos três órgãos fundamentais das plantas. Evoluiu após o caule e antes da folha (volume II). Ao contrário dos caules e das folhas, o sistema radicular apresenta gravitropismo positivo (cresce ao afundar-se no solo) e, salvo raras exceções, permanece oculto no solo durante todo o ciclo de vida das plantas. Além do gravitropismo positivo, caracterizam a raiz a simetria radial, a ramificação endógena, a presença de pelos radiculares e de caliptra, e a ausência de adaptações à fotossíntese (e.g., estomas e cloroplastos) (Groff & Kaplan, 1988; Kenrick & StrulluDerrien, 2014). As raízes não têm nós porque não têm meristemas axilares nem suportam folhas. As raízes desempenham múltiplas funções, combinadas de diferentes formas, consoante as espécies, e distribuídas desigualmente por todo o sistema radicular (Quadro 10). A absorção e o transporte de água e nutrientes, a ancoragem ao solo e a acumulação de reservas são as funções mais evidentes.
- Crescimento, arquitetura, fenologia e fisionomia das plantasPublication . Aguiar, CarlosA configuração espacial (= arquitetura) do sistema radicular condiciona o acesso das plantas aos recursos retidos no solo. Se uma qualquer planta é capaz de absorver mais água e nutrientes do que as suas vizinhas, tem condições para produzir mais biomassa e uma maior superfície fotossintética, com folhas mais eficientes na captura de luz. Isso maximiza o crescimento, a sobrevivência e, por fim, a produção de descendentes. A arquitetura da raiz é, assim, determinante na fitness dos indivíduos. A importância do estudo da arquitetura e da fisiologia do sistema radicular e da canópia das plantas é equivalente.
- Estrutura e biologia das plantasPublication . Aguiar, Carlos9 PRÓLOGO Os vários autores da coleção «Botânica em Português» quiseram escrever um conjunto de obras que abarcasse o mundo da Biologia das Plantas em diversos níveis. Por um lado, cientes de que na tradição de notáveis escritos de naturalistas botânicos portugueses do passado – Félix de Avelar Brotero, Conde de Ficalho, Júlio Henriques, António Xavier Pereira Coutinho, Gonçalo Sampaio, Rosette Batarda Fernandes, João A. do Amaral Franco e António Rodrigo Pinto da Silva, para citar apenas alguns dos mais notáveis – haveria que voltar a escrever, no presente, sobre Botânica numa lógica para além da produção académica. Por outro lado, esta seria uma forma também, não de se lhes comparar, mas de fazer alguma justiça ao seu trabalho, continuando-o em moldes contemporâneos. A premência de proceder ao inventário da biodiversidade vegetal é inegável e autoevidente no contexto atual da crise ambiental e da procura de soluções baseadas no conhecimento científico. Deste modo, é fundamental que haja mais e mais botânicos, desde cidadãos amadores, aos técnicos com deveres operacionais complexos, a investigadores académicos produzindo boa investigação aplicada e fundamental. Podemos pensar nalgumas fases de interregno ou menor interesse na Botânica, mor de modismos científicos diversos ou de necessidades de sobrevivência académica diversas. Ainda assim, são atualmente várias as gerações de botânicos ativos em Portugal que desenvolvem atividade nos diversos campos científicos da Botânica: Sistemática, Florística, Ecologia das plantas e da vegetação. Esta atividade ocorre em contextos que extravasam em muito a academia, e em particular a Universidade, sendo que a Botânica nunca foi um exclusivo desta; ao invés e frequentemente, a Ciência Botânica viu a sua vitalidade maior no contexto de outras instituições dedicadas à investigação que não as universitárias, como laboratórios do Estado, jardins botânicos, institutos politécnicos, organizações não-governamentais e cidadãos individuais. Este facto é característico da história da Botânica desde o começo da sua formulação científica em finais do século xvi, onde herbários, jardins botânicos e sociedades científicas tiveram o papel maior nesta Ciência. De igual modo, a situação atual da Botânica não difere muito deste carácter polifacetado e de ciência democrática.
- European red list of vascular plantsPublication . Abeli, Thomas; Acevedo Rodríguez, Aurelio; Aguiar, CarlosThe European Red List is a review of the conservation status of c. 6,000 European species (mammals, reptiles, amphibians, dragonflies, butterflies, freshwater fishes, and selected groups of beetles, molluscs, and vascular plants) according to IUCN regional Red Listing guidelines. It identifies those species that are threatened with extinction at the regional level – in order that appropriate conservation action can be taken to improve their status. This Red List publication summarises results for selected vascular plants in Europe.
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