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Título: Dispersão atmosférica na cidade de Bragança com recurso à detecção remota
Autor: Castro, João Paulo
Feliciano, Manuel
Martins, Luís
Palavras-chave: Detecção remota
PM10
O3
Fotografia panorâmica
Regressão linear
Data: 2009
Editora: PARJAP
Citação: Castro, João Paulo; Feliciano, Manuel; Martins, Luis (2009) - Dispersão atmosférica na cidade de Bragança com recurso à detecção remota. In 6º Congresso Ibero-Americano de Parques e Jardins Públicos. Póvoa do Lanhoso. p. 160-165
Resumo: Este trabalho insere-se no projecto de investigação Greenurbe, que tem por objectivo avaliar os impactes dos espaços verdes da cidade de Bragança, na qualidade do ambiente urbano (qualidade do ar, níveis de ruído e condições microclimáticas), em estreita relação com o bem-estar social, de modo a formular recomendações relativas ao desenho dos espaços verdes, enquanto vertente do planeamento urbano. Neste estudo pretende-se avaliar os efeitos da vegetação na qualidade do ar, fazendo a sua relação do "haze" atmosférico, com recurso à fotografia aérea e fotografia panorâmica. O método envolveu a aquisição e tratamento numérico de fotografia aérea de pequeno formato e fotografia panorâmica, com a medição simultânea de alguns parâmetros da qualidade do ar em vários locais de Bragança, como o ozono (O3), partículas em suspensão na atmosfera de diâmetro inferior a 10 micrómetros (PM10). Desde 2006 que se tem vindo a medir, em intervalos de 10 minutos, as concentrações de PM10 e de O3. Das várias fotografias panorâmicas sobre Bragança, obtidas regularmente, foi quantificada a visibilidade atmosférica e procurou relacionar-se essa redução da visibilidade (aumento do haze) com as concentrações de O3 e de PM10. Os resultados até agora obtidos evidenciam a existência de uma relação inversa entre visibilidade da atmosfera e concentrações PM10. Relativamente ao ozono, a relação é contrária, uma vez que este poluente secundário tende a apresentar menores concentrações na proximidade das fontes de poluição. O facto de a cidade de Bragança não ter níveis de poluição muito elevados e os episódios de poluição serem pouco frequentes constituem dificuldades acrescidas ao estudo, porque o fenómeno de haze também está ligado a outros factores como por exemplo a humidade atmosférica. Apontamos algumas situações mais críticas em termos de poluição, resultantes provavelmente das emissões de poluentes pelo tráfego rodoviário, pelos sistemas de aquecimento, pelos fogos florestais em locais próximos, entre outras. Os resultados obtidos aconselham o prolongamento do período de estudo para aumentar a segurança das conclusões e melhorar as correlações entre as variáveis medidas.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10198/4701
Aparece nas colecções:ARN - Artigos em Proceedings Não Indexados ao ISI/Scopus

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