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Boas práticas e autonomia da puérpera após a alta clínica

dc.contributor.authorCorreia, Teresa I.G.
dc.date.accessioned2020-03-25T21:59:02Z
dc.date.available2020-03-25T21:59:02Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjetlvo: Analisar a satisfação com a informação e as explicações dos enfermeiros recebidas pelas puérperas face às boas práticas da técnica do banho ao recém-nascido, da amamentação e do autocuidado após a alta clínica. Metodologia: Estudo epidemiológico de prevalência, realizado numa unidade local de saúde portuguesa. A população alvo era constituida por todas as puérperas internadas no serviço de Obstetrfcia durante o mês de fevereiro e o mês de abril de 2013, num total de 120 puérperas. Critérios de exclusão: a puérpera ter o RN internado no serviço de Neonatologia. Para a recolha da informação foi usado um questionário adaptado de dois questionários originais de Nogueira CLS (2010) e Limão A, et ai (2009). As boas práticas foram operacionalizadas tendo em conta: os cuidados prestados às puérperas. Cada uma destas técnicas englobou um conjunto de itens sobre os quais a puérpera manifestou a sua satisfação com a informação e a explicação dadas pelo enfermeiro. Foi construlda uma base de dados e analisados os dados no programa SPSS versão 20. Usou-se o teste paramétrico t para comparação de duas amostras de grande dimensão provenientes de populações independentes e ao teste não paramétrico Kruskaii-Wallis. Recorreu-se, ainda, ao coeficiente de correlação de Spearman para averiguar as passiveis correlações entre as variáveis de satisfação. O nfvel de significância utilizado foi de 0,05. Foi obtido parecer favorável da Comissão de Ética da Unidade Local de Saúde do onde o trabalho decorreu. Foi obtido o consentimento informado das utentes participantes garantindo a confidencialidade e proteção das informações pessoais recolhidas, pois em nenhum dos registos consta qualquer identificação acerca das utentes. Resultados: Relativamente à técnica do autocuidado após o parto, verificou-se que cerca de 86% das mulheres questionadas afirmaram que foram dadas explicações acerca dessa técnica. A maioria das mulheres (95%) afirmou sentir-se satisfeita com a informação para a exeeu ção de todas as tarefas no seu autocuidado, após a alta hospitalar e jà fora do ambiente hospitalar. Dos itens inclufdos no autocuidado, a informação sobre a lavagem das mãos antes e depois de se cuidarem foi referida por 97% das mulheres. A informação sobre os cuidados de higiene e conforto diários e sobre os cuidados com as mamas foi manifestada por cerca de 94% das mulheres. Verificou-se uma variação nos aspetos não explicados, com valores entre 6% a 11%, realçando os itens sobre as caraterlsticas dos lóquios, o aplicar toalhas frias nas mamas após as mamadas para reduzir o ingurgitamento, que foram os menos claros. Quanto aos resultados de aplicação do teste exat.o de Fisher conclui-se que existe associação estatisticamente significativa (p<0,001) para afirmar que a satisfação com a informação disponibilizada sobre o autocuidado está significativamente associada à explicação de cada tópico a abordar. Em relação à técnica do banho ao recém-nascido, cerca de 97% das mulheres inquiridas afirmaram que foi explicada a técnica pelos Enfermeiros e praticamente a totalidade das mulheres (99%) está satisfeita com a informação recebida relativamente a esta técnica. Conclui-se que não existe associação estatisticamente significativa entre a explicação do tópico e a satisfação com a informação. Para a técnica da amamentação, verificou-se que das mulheres inquiridas cerca de 96% afirmaram que foram dadas explicações acerca dessa e aproximadamente 94% está satisfeita com a informação recebida relativamente a esta técnica. Quanto aos resultados de aplicação do teste exalo de Fisher conclui-se que existe associação estatisticamente significativa (p<0,001) para afirmar que a satisfação com a informação disponibilizada sobre a amamentação está significativamente associada à explicação de cada tópico a abordar, com exceção dos tópicos. Conclusões: As puérperas consideraram que a explicação sobre as técnicas de autocuidado e o banho ao recém-nascido, disponibilizada pelo enfermeiro especialista, é menos satisfatória do que a informação acerca dessas técnicas. A generalidade das utentes afirma sentir-se confiante na execução de todas as tarefas após a alta hospitalar.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationCorreia, Teresa I.G. (2018). Boas práticas e autonomia da puérpera após a alta clínica. In Encontro Nacional da Associação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras e XXI Encontro Nacional & 5° Congresso Internacional APEO. Coimbrapt_PT
dc.identifier.issn978-989-97008-2-6
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/21129
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherAssociação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetraspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectBoas práticaspt_PT
dc.subjectAutonomiapt_PT
dc.subjectPuerperapt_PT
dc.subjectEnfermeiropt_PT
dc.subjectAlta clinicapt_PT
dc.titleBoas práticas e autonomia da puérpera após a alta clínicapt_PT
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceCoimbrapt_PT
oaire.citation.titleAssociação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras e XXI Encontro Nacional & 5° Congresso Internacional APEO.pt_PT
person.familyNameCorreia
person.givenNameTeresa I.G.
person.identifier.ciencia-id7912-CA66-5D04
person.identifier.orcid0000-0001-9975-7908
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
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relation.isAuthorOfPublicationf1ec3e63-173e-4495-95e8-118ed5c184d1
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