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Autores
Aguiar, Carlos
Orientador(es)
Resumo(s)
A sexualidade das plantas foi reconhecida e documentada, pela primeira vez e de forma clara, pelo médico e botânico alemão Rudolf Camerarius (1665-1721), num ensaio publicado em 1694, intitulado De Sexu Plantarum Epistola. Nesta obra pioneira, Camerarius demonstrou experimentalmente que os estames (órgãos masculinos) e os pistilos (órgãos femininos) das flores são intervenientes essenciais e indispensáveis na reprodução por semente. A aceitação definitiva no meio científico de que as plantas são efetivamente seres sexuados demorou, contudo, mais de um século a sedimentar-se, culminando nas experiências de hibridação conduzidas por outro cientista de língua alemã, o botânico Karl Friedrich von Gaertner (1772-1850) (Vogel, 1996). O processo celular da reprodução sexual só foi devidamente compreendido muito mais tarde, após a descoberta da meiose pelo zoólogo belga Édouard van Beneden (1846-1910), em 1883, e da constatação da duplicação do número de cromossomas no esporófito (em oposição à sua redução no gametófito) pelo botânico francês Léon Guignard (1852-1928), em 1885 (Qiu et al., 2012)
Descrição
Palavras-chave
Biologia da reprodução de plantas Angiospérmicas Biologia da polinização Sistemas de cruzamento Juvenilidade Fecundação Germinação da semente Dispersão da semente
Contexto Educativo
Citação
Aguiar, Carlos (2025). Biologia da reprodução das plantas com flor. Bragança: Instituto Politécnico
