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O enfermeiro especialista e o controlo da dor em obstetrícia em Portugal

dc.contributor.authorMoulaz, Ana Luiza Silva de
dc.contributor.authorCorreia, Teresa I.G.
dc.date.accessioned2020-03-17T15:05:46Z
dc.date.available2020-03-17T15:05:46Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractIntrodução e objetivo: O medo da dor do parto contribui para o cenário obstétrico contemporâneo português, que apresentou 33,1% dos nascimentos por cesariana, em 2016. O Plano Nacional de Luta Contra a Dor, em 2001, traz a dor em obstetrícia como área prioritária de atuação do plano. O presente estudo teve por objetivos específicos: identificar o conhecimento dos profissionais acerca das técnicas não-farmacológicas preconizadas no controlo da dor; identificar a frequência de aplicação das técnicas; identificar a técnica utilizada com maior frequência. Metodologia: Estudo descritivo a partir da aplicação de questionário semiestruturado aos Enfermeiros ESMO sobre as técnicas não-farmacológicas no controlo da dor em Obstetrícia. O tratamento dos dados foi realizado com o programa Numbers da Mac, versão 5.1. Resultados e discussão: É importante destacar que, apesar de apenas 12% conhecer o Plano Nacional de Luta contra a Dor, 76% refere o uso das TNF em mais de 50% das parturientes e 47% tem a técnica massagem por preferência. Entretanto, 60% dos profissionais desconhece a definição de TNF e 72% não escolheria uma TNF específica em diferentes fases do trabalho de parto. Apenas 4% acredita que o uso das TNF retarda a necessidade de analgesia epidural. Relativamente às TNF recomendadas pela Ordem dos Enfermeiros, 52% conhece os efeitos da massagem lombar, 100% dos Enfermeiros desqualifica, em desacordo com a OMS, o TENS e a injeção de água estéril como TNF e 76% desconsidera a hipnose, relaxamento ou biofeedback como ferramentas no controlo da dor. Quanto a aromaterapia, 76% afirma que esta técnica não é baseada em evidências contrariando a revisão da Cochrane em 2012. Conclusões: A pesquisa apontou um conhecimento limitado por parte dos profissionais acerca das técnicas não-farmacológicas no controlo da dor. Entretanto, a maioria dos profissionais utiliza das TNF em pelo menos 50% das pacientes. No que respeita as estratégias não farmacológicas utilizadas pela equipe pesquisada destaca-se a técnica de massagem. Concluímos, desta forma, que há necessidade de capacitação e atualização profissional acerca das técnicas não-farmacológicas no controlo da dor em Obstetrícia.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationMoulaz, Ana; Correia, Teresa I.G. (2019). O enfermeiro especialista e o controlo da dor em obstetrícia em Portugal. In Suplemento digital Rev ROL Enferm 2019; 42(11-12).pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/21031
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherRevista Rol de Enfermeríapt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectTrabalho de partopt_PT
dc.subjectDorpt_PT
dc.subjectAnalgesiapt_PT
dc.subjectTécnicas não-farmacológicaspt_PT
dc.titleO enfermeiro especialista e o controlo da dor em obstetrícia em Portugalpt_PT
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dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceEspanhapt_PT
oaire.citation.endPage16pt_PT
oaire.citation.startPage16pt_PT
oaire.citation.titleRev ROL Enfermeriapt_PT
person.familyNameCorreia
person.givenNameTeresa I.G.
person.identifier.ciencia-id7912-CA66-5D04
person.identifier.orcid0000-0001-9975-7908
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeconferenceObjectpt_PT
relation.isAuthorOfPublicationf1ec3e63-173e-4495-95e8-118ed5c184d1
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