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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Fomentar a criação de novos ângulos de perceção, geradores de saber,
divulgar os avanços científicos produzidos, dividir experiências, só podem ter
um único fulcro – humanizar a fragilidade que carateriza a 4ª etapa da vida,
evocar a oportunidade desta etapa ser um hino à vida. É imprescindível
desmistificar os estereótipos e conceder ao idoso a condição de ser maior, um
olhar não de comiseração, mas de respeito, cuidado e assunção de toda a
virtude que encerra a sua condição. O ex Presidente da República, General Ramalho Eanes confidenciou, numa
entrevista que era um “velho de 85 anos”, e oportunamente um intelectual, em
concreto Henrique Raposo num excelente artigo que produziu, aduziu que,
Ramalho Eanes não é um velho de 85 anos, e passo a citar “é um ser humano
tão valioso e intocável como uma criança. Acrescento que as palavras
proferidas pelo ex-Presidente vêm da honra castrense - e não da sabedoria
anciã. Ou seja, quem falou foi o General que se sente inútil, e não o velho
sábio”. E Henrique Raposo termina afirmando que o “ex-Presidente está
errado”.
Nunca podemos olvidar a lição do Velho e o Mar. Início dos anos 50, do
século XX, ilha de Cuba. Um velho pescador, Santiago, permanece há 84 dias
sem pescar um único peixe. É unanime, todos os habitantes da ilha asseveram
que Santiago está velho de mais, a sua condição torna-o incapaz de ser o
pescador que outrora fora, mas Manolin, o pequeno rapaz, mantém a sua
crença depositada no velho amigo, instigando-o a regressar ao mar no seu
pequeno barco.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Cruz, João Ricardo Miranda da (2024). Desafios da gestão farmacológica no idoso. In II Seminário Gerontológico. I Encontro de Investigação Aplicada em Gerontologia. Longevidade e Bem-estar/Anos com Vida: livro de atas. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança. p. 58-62. ISBN 978-972-745-348-1
Editora
Instituto Politécnico de Bragança
