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Authors
Advisor(s)
Abstract(s)
Food spoilage is one of the main concerns in the food industry, as about one third of food that
is produced is wasted before it even reaches the consumers. Essential oils are known for their
very strong antioxidant and antimicrobial activity. Little is known about the changes that
essential oils undergo when subject to different biotic and abiotic stress. Still, essential oils
have been used to preserve foods by using them as food additives, although the European
legislation does not allow their use, due to potential toxicity regarding human consumption.
Thus, given the high number of volatile molecules present in essential oils, the use of these
airborne molecules could be an interesting prospect, namely using these extracts as volatile
preserving molecules. This work intends to compare the bioactivities (antioxidant, antitumor,
anti-inflammatory and antimicrobial) of Eucalyptus globulus Labill essential oils from leaves
harvested in 2023, with the ones harvested from the same trees in 2022, both extracted through
hydrodistillation. The essential oils were then screened against two foodborne fungi
(Aspergillus brasiliensis and Aspergilus fumigatus) by placing these contaminants in airtight
containers containing the Eucalyptus essential oils, to test if the airborne molecules present in
the oils could inhibit the fungal growth. The findings show that overall, the changes in the
bioactivities in the Eucalyptus essential oils in the two years is very low, with only some
differences being found in the sensitivity of bacteria. The antifungal activity was maintained,
as was the antioxidant activity for the DPPH analysis. In terms of inhibition of the fungi by the
airborne molecules, both were inhibited at all stages of growth (immediately after plating, after
24 and 48 hours), although the essential oils seemed to inhibit to a better extent Aspergillus
fumigatus. Overall, these results prove the antifungal activity of the volatile fraction of
Eucalyptus essential oils, which could be used in the future as a volatile preservative for packed
food.
A deterioração de alimentos é uma das principais preocupações na indústria alimentar, já que cerca de um terço dos alimentos produzidos é desperdiçado antes mesmo de chegar aos consumidores. Os óleos essenciais são conhecidos pela sua excelente atividade antioxidante e antimicrobiana. Pouco se sabe sobre as alterações que os óleos essenciais sofrem quando submetidos a diferentes estresses bióticos e abióticos. Ainda assim, os óleos essenciais têm sido usados para preservar alimentos, utilizando-os como aditivos alimentares, embora a legislação europeia não permita seu uso, devido à possível toxicidade em relação ao consumo humano. Assim, dada a alta quantidade de moléculas voláteis presentes nos óleos essenciais, o uso dessas moléculas em recipientes fechados poderia ser uma perspetiva interessante, especialmente usando esses extratos como moléculas voláteis conservantes. Este trabalho pretende comparar as bioatividades (antioxidante, antitumoral, anti-inflamatória e antimicrobiana) dos óleos essenciais de Eucalyptus globulus Labill de folhas colhidas em 2023, com aqueles obtidos das folhas das mesmas árvores em 2022, ambos extraídos por hidrodestilação. Os óleos essenciais foram testados contra dois fungos alimentares (Aspergillus brasiliensis e Aspergilus fumigatus), colocando esses contaminantes em recipientes herméticos contendo os óleos essenciais de eucalipto, para verificar se as moléculas voláteis presentes nos óleos poderiam inibir o crescimento fúngico. Os resultados mostram que, globalmente, as mudanças nas bioatividades nos óleos essenciais nos dois anos são muito baixas, com apenas algumas diferenças encontradas na sensibilidade de algumas bactérias. A atividade antifúngica foi mantida, assim como a atividade antioxidante através da análise de DPPH. Em termos de inibição dos fungos pelas moléculas no ar, ambos foram inibidos em todas as fases de crescimento (imediatamente após a sementeira, após 24 e 48 horas), embora os óleos essenciais parecessem inibir de maneira mais eficaz o Aspergillus fumigatus. Em geral, esses resultados comprovam a atividade antifúngica da fração volátil dos óleos essenciais de Eucalipto, que poderia ser utilizada no futuro como conservante volátil para alimentos embalados.
A deterioração de alimentos é uma das principais preocupações na indústria alimentar, já que cerca de um terço dos alimentos produzidos é desperdiçado antes mesmo de chegar aos consumidores. Os óleos essenciais são conhecidos pela sua excelente atividade antioxidante e antimicrobiana. Pouco se sabe sobre as alterações que os óleos essenciais sofrem quando submetidos a diferentes estresses bióticos e abióticos. Ainda assim, os óleos essenciais têm sido usados para preservar alimentos, utilizando-os como aditivos alimentares, embora a legislação europeia não permita seu uso, devido à possível toxicidade em relação ao consumo humano. Assim, dada a alta quantidade de moléculas voláteis presentes nos óleos essenciais, o uso dessas moléculas em recipientes fechados poderia ser uma perspetiva interessante, especialmente usando esses extratos como moléculas voláteis conservantes. Este trabalho pretende comparar as bioatividades (antioxidante, antitumoral, anti-inflamatória e antimicrobiana) dos óleos essenciais de Eucalyptus globulus Labill de folhas colhidas em 2023, com aqueles obtidos das folhas das mesmas árvores em 2022, ambos extraídos por hidrodestilação. Os óleos essenciais foram testados contra dois fungos alimentares (Aspergillus brasiliensis e Aspergilus fumigatus), colocando esses contaminantes em recipientes herméticos contendo os óleos essenciais de eucalipto, para verificar se as moléculas voláteis presentes nos óleos poderiam inibir o crescimento fúngico. Os resultados mostram que, globalmente, as mudanças nas bioatividades nos óleos essenciais nos dois anos são muito baixas, com apenas algumas diferenças encontradas na sensibilidade de algumas bactérias. A atividade antifúngica foi mantida, assim como a atividade antioxidante através da análise de DPPH. Em termos de inibição dos fungos pelas moléculas no ar, ambos foram inibidos em todas as fases de crescimento (imediatamente após a sementeira, após 24 e 48 horas), embora os óleos essenciais parecessem inibir de maneira mais eficaz o Aspergillus fumigatus. Em geral, esses resultados comprovam a atividade antifúngica da fração volátil dos óleos essenciais de Eucalipto, que poderia ser utilizada no futuro como conservante volátil para alimentos embalados.
Description
Mestrado de dupla diplomação com a Université Libre de Tunis
Keywords
Hydrodestillation Essential oils Eucalyptus globulus Labill Antimicrobial Food preservative
