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Prevalência da disfagia na pessoa com acidente vascular cerebral na fase aguda

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Capacidade de deglutição, enquanto processo fisiológico fundamental da alimentação, interfere em todos os aspetos da vida social e de lazer, com grande impacto na qualidade de vida da pessoa que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Além do impacto que causa a nível biopsicossocial, a disfagia pode resultar em complicações graves, incluindo pneumonias, desnutrição e desidratação, o que aumenta a mortalidade e os custos em saúde. A sua identificação precoce desempenha um papel fundamental na diminuição das complicações respiratórias, na diminuição do tempo de internamento e na redução dos custos globais de saúde (Mourão et al., 2015). O perfil técnico e o contacto próximo com os doentes, proporciona ao enfermeiro de reabilitação uma intervenção precoce e eficaz reduzindo o risco de complicações e, assim, aumentar a segurança na alimentação dos doentes.

Descrição

Palavras-chave

Acidente Vascular Cerebral Disfagia Reabilitação

Contexto Educativo

Citação

Oliveira. António; Gomes, Maria José; Ferreira, Mónica (2023). Prevalência da disfagia na pessoa com acidente vascular cerebral na fase aguda. In I Jornadas de Enfermagem de Reabiitação go HSOG. Guimarães

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Fascículo

Editora

Hospital da Senhora da Oliveira - Guimarães (ULS Alto Ave)