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O coelho bravo e zoonoses emergentes – Tularémia

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Resumo(s)

O Coelho-bravo europeu (Oryctolagus cuniculus algirus) desempenha um papel preponderante nos nossos ecossistemas. Para além de “animar” a paisagem rural, gera muita riqueza às populações que vivem do negócio da caça, é um alimento para um número elevado de fauna selvagem como: o lince-ibérico (Lynx pardinus), a águia-imperial (Aquila adalberti), o lobo ibérico (Canis lupus), o javali (Sus scrofa), a raposa e outras espécies importantes para o equilíbrio da natureza. Em Portugal e país vizinho, as populações de coelho-bravo têm sofrido um declínio muito acentuado devido: ao êxodo rural, abandono das terras agrícolas, caça pelo Homem excessiva e o aparecimento de doenças. Entre as doenças mais comuns destacam-se as doenças virais como a Mixomatose e a Doença Vírica Hemorrágica (DHV). Nesta comunicação pretendemos alertar para um outro tipo de doença que é transmissível ao Homem - a Tularémia. A tularemia (febre do coelho, febre do moscardo) é uma infeção bacteriana causada pelo microrganismo chamado Francisella tularensis. As pessoas infetam-se com Francisella tularensis ao comer ou tocar em animais infetados.

Descrição

Palavras-chave

Coelho bravo Oryctolagus cuniculus algirus Tularemia Francisella tularensis

Contexto Educativo

Citação

Carvalho, Marieta (2012). O coelho bravo e zoonoses emergentes – Tularémia. In (eds.) Amílcar Teixeira, Ana Geraldes, Paulo Cortez, Ramiro Valentim IV Congresso da Fauna Selvagem WAVES Portugal: Livro de Resumos. Bragança: ESA. ISBN 978-972-745-145-6

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Editora

Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária

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