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Resumo(s)
No século IV a.C., Aristóteles dividiu os seres vivos em dois grandes grupos, depois de Carl Linnaeus (1707-1778) categorizados ao nível do reino: os reinos Plantae e Animalia (= Metazoa). Em 1866, o zoólogo alemão Ernst H. Haeckel (1834-1919) reconheceu que nem todos os seres vivos são animais ou plantas e sugeriu, então sem grande sucesso no meio académico, a criação de um novo reino – o reino Protista – para absorver os atuais procariotas, os protozoários, as algas e os fungos, um imenso biota entretanto desvendado pelos progressos da microscopia. Durante boa parte do século XX, os livros-texto de botânica, além das plantas terrestres, incluíram no reino das Plantas todo o tipo de algas, os fungos e até alguns grupos de bactérias (Hagen, 2012). Somente em 1962, quase cem anos depois da proposta de E. Haeckel, os microbiologistas R. Y. Stanier e C. B. van Niel clarificaram a dicotomia fundamental da vida entre procariotas e eucariotas, identificada na década de 1920 pelo biólogo francês Édouard Chatton (1883-1947), eliminando, em definitivo, a clássica oposição planta-animal.
Descrição
Palavras-chave
Biologia de plantas Estrutura das plantas Interações ecológicas Estrutura modular das plantas Plasticidade fenotípica Simetria
Contexto Educativo
Citação
Aguiar, Carlos (2025). A natureza e a estrutura das plantas. Bragança: Instituto Politécnico
