Repository logo
 
Publication

Características comportamentais da abelha melífera: comparação da tolerância térmica entre as subespécies Apis mellifera iberiensis e Apis mellifera mellifera

datacite.subject.fosCiências Agrárias::Ciência Animal e dos Laticínios
datacite.subject.fosEngenharia e Tecnologia::Engenharia do Ambiente
datacite.subject.sdg04:Educação de Qualidade
datacite.subject.sdg12:Produção e Consumo Sustentáveis
datacite.subject.sdg15:Proteger a Vida Terrestre
datacite.subject.sdg13:Ação Climática
dc.contributor.advisorPinto, M. Alice
dc.contributor.advisorBrito, Ana Rita Lopes de
dc.contributor.advisorPotrich, Michele
dc.contributor.authorPires, Samuel Henrique
dc.date.accessioned2025-09-10T10:45:25Z
dc.date.available2025-09-10T10:45:25Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionMestrado de dupla diplomação com a UTFPR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná
dc.description.abstractEsta dissertação tem como objetivo comparar a tolerância térmica de duas subespécies de abelha melífera, Apis mellifera iberiensis (Portugal) e Apis mellifera mellifera (Noruega). Foram avaliadas obreiras, forrageiras e zangões, por meio de ensaios laboratoriais que determinaram o tempo até o estupor térmico (HT) e o tempo de recuperação do coma induzido por frio (CCRT). Utilizou-se metodologia experimental com controle de temperatura e análise estatística não paramétrica. Os resultados indicaram maior resistência ao calor nos zangões em comparação com as obreiras, independentemente da subespécie. As forrageiras demonstraram maior resistência ao calor do que as amas, especialmente em temperaturas elevadas. Comparando as subespécies, A. m. iberiensis suportou temperaturas mais altas por mais tempo, sugerindo adaptações fisiológicas ao clima mediterrânico. Quanto ao frio, não houve diferenças estatisticamente significativas entre amas e zangões de Portugal embora as amas tenham apresentado menor variabilidade nos tempos de recuperação. Os dados sugerem diferenças morfológicas, comportamentais e fisiológicas entre as amas e forrageiras que influenciam diretamente a tolerância térmica. Este trabalho contribuiu para a compreensão da resiliência térmica em abelhas e destaca a importância da diversidade genética na adaptação a cenários de alterações climáticas, com implicações relevantes para a conservação de polinizadores e o maneio apícola em diferentes regiões.por
dc.description.abstractThis dissertation aims to compare the thermal tolerance of two subspecies of honey bees, Apis mellifera iberiensis (Portugal) and Apis mellifera mellifera (Norway). Workers, foragers and drones were evaluated through laboratory tests that determined the time to thermal stupor (HT) and the recovery time from cold-induced coma (CCRT). An experimental methodology with temperature control and nonparametric statistical analysis was used. The results indicated that drones presented greater resistance to heat compared to workers, regardless of the subspecies. Foragers support greater thermal tolerance than workers, especially at high temperatures. Comparing the subspecies, Portuguese bees withstood higher temperatures for longer, indicating physiological adaptations to the Mediterranean climate. Regarding cold, there were no statistically significant differences between nurses and drones from Portugal, although nurses showed less variability in recovery times. The data suggest that morphological, behavioural and physiological differences between nurses and foragers that directly influence thermal tolerance. This work contributes to the understanding of the mechanisms of thermal resilience in bees and highlights the importance of genetic diversity in adaptation to climate change scenarios, with relevant implications for pollinator conservation and beekeeping management in different regions.por
dc.description.sponsorshipEste trabalho foi conduzido no âmbito do projeto Better-B, financiado pela União Europeia, pela Secretaria de Estado da Suíça para a Educação, Investigação e Inovação e pela Investigação e Inovação do Reino Unido, sob a garantia de financiamento do programa Horizonte Europa ao governo do Reino Unido (referência 10068544). A Fundação para a Ciência e Tecnologia forneceu apoio financeiro através de fundos nacionais (FCT/MCTES) ao CIMO (PIDDAC): CIMO, UIDB/00690/2020 (DOI: 10.54499/UIDB/00690/2020) e UIDP/00690/2020 (DOI: 10.54499/UIDP/00690 /2020); e SusTEC, LA/P/0007/2020 (DOI: 10.54499/LA/P/0007/2020).
dc.identifier.tid203999142
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/34752
dc.language.isopor
dc.relationMountain Research Center
dc.relationUIDP/00690/2020
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/
dc.subjectApis mellifera
dc.subjectTolerância térmica
dc.subjectEstupor térmico
dc.subjectRecuperação do coma
dc.subjectSubespécies
dc.titleCaracterísticas comportamentais da abelha melífera: comparação da tolerância térmica entre as subespécies Apis mellifera iberiensis e Apis mellifera mellifera
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.awardTitleMountain Research Center
oaire.awardURIinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UIDP%2F00690%2F2020/PT
oaire.fundingStream6817 - DCRRNI ID
project.funder.identifierhttp://doi.org/10.13039/501100001871
project.funder.nameFundação para a Ciência e a Tecnologia
relation.isProjectOfPublication0aac8939-28c2-46f4-ab6b-439dba7f9942
relation.isProjectOfPublication.latestForDiscovery0aac8939-28c2-46f4-ab6b-439dba7f9942
thesis.degree.nameAgroecologia

Files

Original bundle
Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
Samuel Henrique Pires.pdf
Size:
2.5 MB
Format:
Adobe Portable Document Format
License bundle
Now showing 1 - 1 of 1
No Thumbnail Available
Name:
license.txt
Size:
1.75 KB
Format:
Item-specific license agreed upon to submission
Description: