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Auto-eficácia do cuidador informal de idosos dependentes - estudo preliminar de adaptação e validação da escla de auto-eficácia do cuidador

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Resumo(s)

O contributo fornecido pelo cuidador informal de idosos dependentes e insubstituível por qualquer outro tipo de cuidado, uma vez que seria impensável ter capacidade monetária para os substituir. Se este tipo de cuidado tivesse de ser substituído por cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde, verificar-se-ia um aumento de custo para 0 pais que rondaria os 45 a 94 biliões de dó1ares (Allen, Claude, (2003). Face a uma situação emergente de cuidar de um familiar dependente, qualquer pessoa se questionara se será capaz. As crenças de auto-eficácia determinam a forma como as pessoas sentem, pensam, se motivam e se comportam. Tais crenças produzem diversos efeitos através de quatro grandes processos: 0 processo cognitivo, motivacional, afectivo e decisicional (Bandura, 1994, 1998). Steffen, Mckibbin, Zeiss, Gallagher-Thomson e Bandura (2002) desenvolveram uma escala de auto-eficácia do cuidador, escala essa que foi por nós traduzida e adaptada.

Descrição

Palavras-chave

Autoeficácia Sobrecarga Cuidador informal

Contexto Educativo

Citação

Mata, Maria Augusta; Pimentel, Maria Helena (2010). Auto-eficácia do cuidador informal de idosos dependentes - estudo preliminar de adaptação e validação da escala de auto-eficácia do cuidador. In II Congresso Internacional da SPESM. Do Diagnóstico à Intervenção em Saúde Mental. Barcelos. p. 280-289. ISBN 978-989-96144-2-0

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Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental

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