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António Lobo Antunes: a dança das almas mortas

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A morte, é um elemento pendular na construção da obra de Lobo Antunes, nela surgindo de modo obsidiante. Detendo-nos sobretudo em A Morte de Carlos Gardel, o tema da finitude humana é um vector de questionamento da identidade, aproximando-se de representações simbólicas – conectadas com o conceito de Danse macabre –, que, na obra deste autor, são transmutadas. Se na Idade Média a morte surge ligada à peste, tendo visto a sua presença acentuada nas várias artes, em Lobo Antunes mostra-se a partir da guerra, especialmente no segundo romance, Os Cus de Judas, onde a personagem principal conversa com o pretenso fantasma do primeiro soldado morto.
Death is a vital part in António Lobo Antunes’s work, though it appears in an obsessive way. Focusing our attention mainly in A Morte de Carlos Gardel, we can say that the human finitude is the central vector of identity, close to symbolic representations, that, in Antunes’s work, are completely shifted. If death appears in the Medieval Age closely related with the black plague, having its presence been intensified in several arts, in Antunes death is shown from a personal point of view due to Antunes’s experience of warfare. This issue is especially presented in his second novel, Os Cus de Judas, where the main character talks with the (alleged) ghost of the first dead soldier.

Descrição

Palavras-chave

Guerra Morte Identidade Fantasma Escrita

Contexto Educativo

Citação

Cardoso, Norberto do Vale Loureiro Teixeira (2021). António Lobo Antunes: a dança das almas mortas. In Santa Barbara Portuguese Studies. p. 36-56

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