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Publicação

Prevalência da disfagia na pessoa com acidente vascular cerebral na fase aguda

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorGomes, Maria José
dc.contributor.authorFerreira, Mónica Lisa Gonçalves
dc.date.accessioned2023-11-22T11:38:24Z
dc.date.available2023-11-22T11:38:24Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractFoi desenvolvido este trabalho no âmbito do mestrado em enfermagem de Reabilitação, sendo que a primeira parte do mesmo diz respeito ao relatório de estágio onde são elencadas as competências obtidas e as experiências vividas. A capacidade de deglutição, enquanto processo fisiológico fundamental da alimentação, irá interferir com todos os aspetos da vida social e de lazer, com grande impacto na qualidade de vida da pessoa que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). Assim, torna-se imperativo perceber se o impacto da disfagia é considerável e deve ser visto como uma questão de grande preocupação por todos os elementos envolvidos na equipa multidisciplinar e, neste caso específico, pelo EEER. Objetivo: Descrever as experiências vividas e as competências obtidas em contexto de estágio e avaliar a prevalência da disfagia em doentes pós acidente vascular cerebral na fase aguda. Métodos: Estudo de coorte retrospetivo utilizando uma base de dados, criada para este efeito, que inclui informação de todos doentes admitidos numa unidade de AVC entre janeiro e março de 2023. Resultados: 64 doentes com diagnóstico de AVC, maioritariamente mulheres, com uma idade média de 71,3 anos, prevalece o AVC isquémico com lesão predominante do hemisfério direito. Na admissão há um maior número de doentes que revelaram deglutição comprometida (53,1%), sendo que destes 12,5% apresentaram disfagia ligeira, 14,1% disfagia moderada e 23,4% disfagia grave. Na alta não houve uma alteração significativa destes valores. No entanto, houve um doente que alterou o grau de disfagia ligeira para sem disfagia e outro que, pelo contrário, de sem disfagia passou para disfagia ligeira. A disfagia grave manteve os mesmos valores (23,4%). A disfagia moderada aumentou os valores (17,2%), uma vez que houve dois doentes que agravaram o status de disfagia ligeira para moderada. Conclusão: Entre o momento da admissão e a alta, nesta amostra, não de verificaram grandes alterações no que diz respeito à gravidade e ao número de doentes com disfagia. Esta monitorização é importante para que se possa trabalhar preventivamente, minimizando as complicações que a disfagia pode espoletar.pt_PT
dc.description.abstractThis work was developed as part of the Master's program in Rehabilitation Nursing, with the first part of it relating to the internship report, listing the acquired skills and lived experiences. Wallowing capacity, as a fundamental physiological process in feeding, affects all aspects of social and leisure life, significantly impacting the quality of life for individuals who have experienced a stroke. Therefore, it is imperative to understand whether the impact of dysphagia is considerable and should be a matter of great concern for all members of the multidisciplinary team involved, particularly the EEER Aim: To evaluate the prevalence of dysphagia in patients during the acute phase following a stroke. Methods: We conducted a retrospective cohort study utilizing a hospital database specifically created for this purpose, which includes information on all patients admitted to a stroke unit between January and March 2023. Results: The study comprised 64 patients diagnosed with stroke, predominantly females, with an average age of 71,3 years. Ischemic stroke with predominant right hemisphere lesions was the most prevalent type. Upon admission, a higher number of patients (53,1%) exhibited compromised swallowing function, with 12,5% showing mild dysphagia, 14,1% moderate dysphagia, and 23,4% severe dysphagia. There were no significant changes in these values at the time of discharge. However, one patient transitioned from mild dysphagia to no dysphagia, while another patient changed from no dysphagia to mild dysphagia. Severe dysphagia remained constant at 23,4%. Moderate dysphagia increased in prevalence (17,2%) due to two patients whose status worsened from mild to moderate dysphagia Conclusion: In this sample, no significant changes were observed in the severity and number of patients with dysphagia between admission and discharge. Regular monitoring is essential to work preventively and minimize the complications that dysphagia may trigger.pt_PT
dc.identifier.tid203395506pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/28910
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectTranstornos de deglutiçãopt_PT
dc.subjectAcidente vascular cerebralpt_PT
dc.subjectEnfermagempt_PT
dc.subjectReabilitaçãopt_PT
dc.titlePrevalência da disfagia na pessoa com acidente vascular cerebral na fase agudapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameEnfermagem de Reabilitaçãopt_PT

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