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Os lugares e as gentes na ficção narrativa dinisiana - os Serões da Província e Os Fidalgos da Casa Mourisca

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Os lugares e as gentes na ficção narrativa dinisiana – Serões da Província e Os Fidalgos da Casa Mourisca Após algum tempo votada ao esquecimento, a narrativa de Júlio Dinis voltou a constituir objeto de reflexão entre os investigadores, nas últimas duas décadas. Este artigo pretende contribuir para a investigação desenvolvida em torno deste autor e da sua obra narrativa, no sentido de discutir a importância que as experiências de Joaquim Coelho vividas nas Beiras, quando ali se recolheu por motivos de saúde, possam ter tido na recriação ficcional dos locais e das gentes, nos contos, novelas e romances do escritor portuense. A narrativa ficcional configura paisagens físicas e humanas ficcionadas, determinadas pela capacidade de observação e análise minuciosas. Os hábitos, costumes, tradições e linguajar próprios dos locais e das gentes beirãs revelaram-se uma fonte de inspiração inquestionável que o autor sintetizou na perfeição num momento de transição do Portugal Velho para o moderno e do Romantismo para o Realismo.

Descrição

Palavras-chave

Paisagem física e humana Beira Litoral Conto Novela Romance português

Contexto Educativo

Citação

Vicente, Fernanda (2023). Os lugares e as gentes na ficção narrativa dinisiana - os serões da província e Os Fidalgos da Casa Mourisca. In Ana Cristina Carvalho e Cristina Costa Vieira (Eds.) Beira(s): Imagens do ambiente natural e humano na literatura de ficção. Lisboa: Edições Colibri, p. 83-100. ISBN 978-989-566-117-6

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