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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
De acordo com Staal et al. (2024), a investigação pela prática é entendida como um processo conduzido pelo fazer, caracterizado por ciclos de experimentação, prototipagem, reflexão e iteração, nos quais o conhecimento emerge da interação entre o corpo, os materiais e as ideias. Ao refletir sobre a criação de fotolivros, as ações do artista/investigador — fotografar, dispor, compor, editar, desfazer, recombinar (…) — constituem atos epistemológicos que revelam uma dimensão incorporada do pensamento do/a autor/a. O fotolivro, neste sentido, torna-se um espaço performativo do pensamento, em que as suas páginas são lugares onde imagens fotográficas (entre outras), conceitos, associações de ideias e afetos se articulam. Tendo como inspiração a ideia de Hardy-Vallée (2020) do fotolivro como variante, pode afirmar-se que o processo permite germinar possibilidades de originalidade
na criação, sugerindo uma ontologia fluida da obra de arte vinculada ao processo e não ao produto — em que fazer, observar, decidir, refletir e iterar são verbos comuns, como recordam Staal et al. (2024).
Descrição
Palavras-chave
Cognição criativa Fotolivro Cognição incorporada Materialidade Didi-Huberman Barthes Pensamento por montagem
Contexto Educativo
Citação
Pinto, A. L. F. (2025). O fotolivro como espaço performativo do/a autor/a. In NINE - 1ª Conferência internacional em investigação artística e metodologias de design do método à matéria: revelando práticas de investigação. Instituto Politécnico de Bragança: Mirandela. ISBN 978-972-745-366-5. p.84
Editora
Instituto Politécnico de Bragança
