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- Mobilization of mercury by sediment transport after a prescribed fire in NE Portugal: Insight into size classes and temporal variationPublication . Méndez-López, Melissa; Parente-Sendín, Andrea; Acemel-Míguez, Lara; Fonseca, Felícia; Santos, Israel; Figueiredo, Tomás de; Arias-Estévez, Manuel; Alonso-Vega, Flora; Nóvoa-Muñoz, Juan CarlosTerrestrial ecosystems are important sinks for atmospheric mercury (Hg). It is well known that high severity wildfires can mobilize Hg in the surroundings of burned areas due to changes in ecosystem stability, but it is unclear whether this also occurs after lower severity fires, such as prescribed fires. The present study determined Hg concentrations and mobilization rates in different size fractions of sediments collected after a prescribed fire in a scrubland area. Sediments, collected from eight erosion plots on six occasions, were analysed for total Hg, C and N in several size classes (<0.2 mm, 0.2–0.5 mm, 0.5–2 mm and >2 mm) and Hg mobilization rates (HgST) were calculated for each size fraction. Average total Hg were 38, 57, 94 and 126 μg kg^-1 for size fractions > 2, 0.5–2, 0.2–0.5 and < 0.2 mm, respectively. Total Hg was negatively correlated with C/N ratio, involving the humification degree of organic matter of sediments in Hg retention. In the last event (eight months after fire), sediments had 45–106 % more Hg, depending on size fraction, compared to the initial event. Mercury mobilization rates varied between 32 and 78 mg ha^-1, with the fraction 0.5–2 mm accounting for 46 % of the mobilized Hg. The results revealed that prescribed fires can mobilize Hg, so their use to prevent wildfires must be done with caution.
- Impacto do fogo controlado na estabilidade da agregação do solo em áreas de matos do Parque Natural de Montesinho, NE PortugalPublication . Santos, Israel; Figueiredo, Tomás de; Royer, Ana Carolina; Szymczak, Denise; Fonseca, FelíciaO solo é um recurso indispensável para a manutenção da vida. No entanto, com o tempo, vem sofrendo impactos negativos capazes de reduzir a sua qualidade, comprometendo a manutenção dos ciclos naturais dependentes deste meio. Neste sentido, o fogo é considerado uma atividade que pode interferir com o estado de conservação do solo. Devido à utilização do fogo controlado em Portugal como ferramenta de gestão da vegetação, torna-se importante a realização de estudos que contribuam para o conhecimento dos seus efeitos no solo. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto de um fogo controlado aplicado no Parque Natural de Montesinho, NE Portugal, na estabilidade da agregação do solo dois e sete meses pós-fogo, comparando com o solo original. As amostras foram coletadas em 11 pontos nas profundidades 0-3, 3-6, 6-10 e 10-20 cm ao longo de dois transetos, com aproximadamente 15 m de distância entre pontos e transetos. Após a avaliação da estabilidade da agregação, foram comparadas as condições do solo antes e depois do fogo. O fogo contribuiu para a redução da estabilidade da agregação ao longo do tempo e da profundidade do solo, mostrando os agregados de maiores dimensões menor estabilidade. Estes efeitos podem traduzir-se num aumento da erodibilidade do solo.
- Impacto do fogo controlado na estabilidade da agregação do solo em áreas de matos do Parque Natural de Montesinho, NE PortugalPublication . Santos, Israel; Fonseca, Felícia; Figueiredo, Tomás de; Szymczak, Denise AndréiaO solo é um recurso indispensável para a manutenção da vida. No entanto, com o tempo, vem sofrendo alterações que resultam na perda de sua qualidade, comprometendo a manutenção dos ciclos naturais dependentes deste meio. Neste sentido, o fogo é considerado uma atividade que pode interferir com o estado de conservação do solo. Devido à utilização do fogo controlado em Portugal como ferramenta de gestão da vegetação, torna-se importante a realização de estudos que contribuam para o conhecimento dos seus efeitos no solo. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto de um fogo controlado aplicado no Parque Natural de Montesinho, NE Portugal, na estabilidade da agregação do solo dois e sete meses pós-fogo, comparando com o solo original, ou seja, antes da aplicação do fogo, o qual decorreu no dia 22/03/2021. As amostras estudadas foram coletadas em oito pontos nas profundidades 0- 3, 3-6, 6-10 e 10-20 cm ao longo de dois transetos, com aproximadamente 15 m de distância entre pontos e transetos. Após a coleta, as amostras foram tratadas em laboratório e realizada a análise da estabilidade dos agregados do solo em duas classes de tamanhos (0,25 e 0,4 mm). A partir destes resultados, foi possível realizar comparações da estabilidade da agregação antes e pós o fogo controlado, os impactos conforme as profundidades, classes de tamanho dos agregados, identificar seu comportamento ao longo do tempo pós tal perturbação, e ainda foi realizada a aplicação de Tecnosolo em pontos da área de estudo a fim de identificar seus possíveis benefícios para a agregação do solo. Desta forma, identificou-se que o fogo contribuiu de forma significativa para a desestabilização dos agregados do solo. Além disto, foi constatado que a classe de tamanho dos agregados é um fator que influencia a sua estabilidade, sendo mais estáveis as classes de menores dimensões. O fogo também contribuiu para a redução da estabilidade da agregação ao longo do tempo e da profundidade do solo.
- Impacto do fogo controlado na estabilidade da agregação do solo em áreas de matos do Parque Natural de Montesinho, NE PortugalPublication . Santos, Israel; Figueiredo, Tomás de; Royer, Ana Caroline; Szymczak, Denise; Fonseca, FelíciaO solo é um recurso indispensável para a manutenção da vida. No entanto, com o tempo, vem sofrendo impactos negativos capazes de reduzir a sua qualidade, comprometendo a manutenção dos ciclos naturais dependentes deste meio. Neste sentido, o fogo é considerado uma atividade que pode interferir com o estado de conservação do solo. Devido à utilização do fogo controlado em Portugal como ferramenta de gestão da vegetação, torna-se importante a realização de estudos que contribuam para o conhecimento dos seus efeitos no solo. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto de um fogo controlado aplicado no Parque Natural de Montesinho, NE Portugal, na estabilidade da agregação do solo dois e sete meses pós-fogo, comparando com o solo original. As amostras foram coletadas em 11 pontos nas profundidades 0-3, 3-6, 6-10 e 10-20 cm ao longo de dois transetos, com aproximadamente 15 m de distância entre pontos e transetos. Após a avaliação da estabilidade da agregação, foram comparadas as condições do solo antes e depois do fogo. O fogo contribuiu para a redução da estabilidade da agregação ao longo do tempo e da profundidade do solo, mostrando os agregados de maiores dimensões menor estabilidade. Estes efeitos podem traduzir-se num aumento da erodibilidade do solo.