ESSa - Artigos em Revistas Não Indexados à WoS/Scopus
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Percorrer ESSa - Artigos em Revistas Não Indexados à WoS/Scopus por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Médicas::Medicina Básica"
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- Longitudinalidade do cuidado à criança na atenção primária à saúde: estudo avaliativo transversalPublication . Silva, Tamires Carolina; Lopes, Fabiana Nascimento; Branquinho, Isabella Duarte; Maciel, Fernanda Faria Serra; Viegas, Selma Maria da Fonseca; Antão, Celeste; Lanza, Fernanda MouraAvaliar a presença e a extensão do atributo longitudinalidade da Atenção Primária à Saúde na atenção à saúde da criança em um município de Minas Gerais, segundo a experiência dos cuidadores. Métodos: Estudo avaliativo, transversal, realizado em 29 equipes da Atenção Primária à Saúde. Participaram 389 cuidadores de crianças de zero a dois anos de idade. Os dados foram coletados por meio do Primary Care Assessment Tool – Brasil, versão criança, e analisados por estatística descritiva e inferencial, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Os escores geral e essencial apresentaram alta orientação para a APS. O atributo longitudinalidade apresentou escore satisfatório (6,7), evidenciando vínculo entre cuidadores e profissionais, especialmente com o enfermeiro e com o residente de enfermagem. Foram identificadas fragilidades em alguns itens que compõem o escore. Observou-se associação entre maior grau de afiliação ao serviço e melhores escores de longitudinalidade. Conclusão: A longitudinalidade do cuidado à criança apresentou alta orientação para a APS, embora persistam desafios. Os resultados fornecem subsídios para o fortalecimento da organização dos serviços e da qualidade da atenção à saúde da criança.
- Risco ergonómico dos profissionais de saúde em unidades de cuidados intensivos: estudo observacional baseado no método REBAPublication . Costa, Susana; Couto, Sandra; Brandão, Frederico; Couto, Germano; Oliveira, Isabel; Novo, AndréAs tarefas de posicionamento e transferência de doentes em unidades de cuidados intensivos estão associadas a lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho, dada a combinação de posturas forçadas, esforços de elevação e manuseamento em espaços frequentemente constrangidos. Estas exigências, repetidas ao longo dos turnos e muitas vezes realizadas sob pressão assistencial, aumentam a carga biomecânica e o risco de microtraumas cumulativos, justificando a implementação de medidas ergonómicas e de apoio técnico. Objetivo O objetivo deste estudo consiste em identificar o risco ergonómico em unidades de cuidados intensivos. Métodos Estudo quantitativo, descritivo e observacional, envolvendo uma amostra de 61 profissionais em contexto real de cuidados. O risco ergonómico foi avaliado por meio de observação estruturada, realizada ao longo dos turnos e centrada nas tarefas críticas de posicionamento e transferência, utilizando o método Rapid Entire Body Assessment (REBA), que permite quantificar a carga postural global e estabelecer níveis de ação para intervenção. Resultados A pontuação média foi 10,7 (desvio-padrão 2,12), evidenciando um nível de risco globalmente muito elevado. Na distribuição categorial, 57,9% das observações situaram-se em risco muito alto, 30,5% em risco alto e 11,6% em risco médio, indicando que a larga maioria das situações requer ação imediata ou rápida ao abrigo dos níveis de intervenção definidos pelo método. Discussão/Conclusão Verificou-se exposição intensa às questões investigadas, o que exige intervenções imediatas orientadas para reduzir a carga biomecânica e padronizar procedimentos. Prioriza-se a disponibilização e o uso consistente de ajudas técnicas (como lençóis deslizantes, pranchas de transferência, gruas), a formação prática recorrente com feedback à equipa e a reorganização de tarefas e fluxos para garantir duplas nas transferências, acessibilidade do equipamento e tempos operacionais seguros.
