Percorrer por autor "Silva, Elisabete da Graça Cascais da"
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- Acessibilidade digital dos museus – o caso da rede portuguesa de museus na região Porto e NortePublication . Silva, Elisabete da Graça Cascais da; Esteves, Elsa Tavares; Morais, Elisabete PauloNos últimos anos assistiu-se ao aumento do número de tecnologias assistidas que os Museus utilizam para envolver o visitante de um modo completamente novo. As tecnologias de informação e comunicação oferecem novas oportunidades para envolver o visitante no ambiente museológico, seja dentro ou fora de portas, adotando experiências culturais interativas, com o intuito de serem acessíveis a todos os visitantes. A presente dissertação tem como questão de partida: Os museus estão preparados para acolher um visitante digital? O visitante digital de um museu, não é apenas aquele que está atrás do computador, mas todo aquele que utiliza outras ferramentas digitais para o aceder e entender. Os museus devem adotar e desenvolver mecanismos que promovam a acessibilidade intelectual e que adaptem a sua comunicação aos seus mais diversos visitantes, para que a interação prevaleça. Neste sentido, a presente pesquisa teve como objetivo principal a identificação e análise de ferramentas digitais e técnicas de comunicação utilizadas pelos museus, em ambiente web e in loco, que promovem a Acessibilidade Digital. Na primeira fase, para a análise dos websites dos museus, foi criada uma matriz de variáveis que define a Acessibilidade Digital, em função das ferramentas digitais e técnicas de comunicação identificadas na revisão de literatura. Da análise resultou uma matriz que define Acessibilidade em três dimensões: Visibilidade, Usabilidade e Interatividade. Para cada uma destas dimensões foram identificadas variáveis (no total de 28 variáveis), possíveis de observar e testar, por forma a serem consideradas ativas nos websites dos museus. Numa segunda fase, aplicou-se um questionário online a todos os museus da amostra com o propósito de recolher informação complementar e obtiveram-se 22 respostas. Os resultados obtidos na análise dos websites são abaixo do expectável, pois em nenhum dos websites foram identificadas a totalidade das variáveis referenciadas. Existem museus com percentagens inferiores a 10%, tendo apenas um museu com percentagem superior a 50%. Da análise dos questionários, percebe-se que existe uma maior preocupação com a diversidade dos visitantes, devido à conjugação de técnicas de comunicação multiformato com equipamentos/ferramentas digitais.
- As Ferramentas Digitais nos MuseusPublication . Silva, Elisabete da Graça Cascais da; Esteves, Elsa Tavares; Morais, Elisabete PauloNos últimos anos verificou-se um aumento de tecnologias assistidas que os Museus utilizam para atrair e envolver o visitante. As ferramentas digitais utilizadas no ambiente museológico, seja dentro ou fora de portas, permitem criar experiências culturais interativas, com o intuito de serem acessíveis a todos os visitantes. Assim, torna-se imperativo identificar as ferramentas digitais disponíveis e possíveis de serem adotadas pelos museus, considerando a acessibilidade e usabilidade para o visitante. O presente trabalho visa dar um contributo teórico no entendimento da evolução tecnológica que os museus, enquanto difusores culturais têm acompanhado, para além de identificar as técnicas de comunicação utilizadas e as ferramentas digitais aplicadas. Verifica-se ao nível da literatura consultada uma panóplia de ferramentas digitais que os museus podem utilizar no âmbito de alcançar todos os públicos e perfis de visitantes.
