Percorrer por autor "Rocha, Gleidcy Helle dos Reis"
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- Nunca vou pisar numa loja dessas! Desconstruindo os tabus com a SafadeusaPublication . Rocha, Gleidcy Helle dos Reis; Costa, CarlosA presente dissertação aborda a Safadeusa, uma ideia de negócio inovadora no mercado de produtos eróticos, que busca romper com os tabus existentes e democratizar o uso desses produtos. O estudo examina a evolução do mercado de sextoys, contextualizando-o dentro das transformações sociais, culturais e tecnológicas que têm moldado as perceções sobre sexualidade ao longo das últimas décadas. Ao longo do trabalho, são discutidos aspetos como o impacto da tecnologia no mercado dos produtos eróticos na experiência dos consumidores, as barreiras morais ainda enfrentadas por produtos eróticos e as tendências emergentes que prometem redefinir o setor. A Safadeusa se posiciona como uma resposta às lacunas do mercado, oferecendo soluções que vão além do prazer físico, abordando também questões de educação sexual, saúde e bem-estar. Com uma proposta diferenciada, a marca visa atender a públicos diversos, incluindo mulheres, homens, casais, pessoas idosas e a comunidade LGBTQIA+, promovendo uma sexualidade mais inclusiva e menos estigmatizada. A dissertação analisa como a Safadeusa pretende explorar o uso de tecnologias avançadas para oferecer produtos personalizados e conectados, e como a interseção entre prazer e saúde sexual pode contribuir para uma mudança cultural em direção à normalização do uso de sextoys. Além disso, o trabalho investiga os desafios do mercado, ressaltando a importância de garantir a segurança e a confiança dos consumidores. A Safadeusa propõe-se a ser uma marca que, ao mesmo tempo em que se adapta às mudanças nas preferências do mercado, também lidera o debate sobre a liberdade sexual e a importância do prazer como componente fundamental do bem-estar humano. Com uma abordagem baseada na inovação e no rompimento de barreiras, a empresa pretende redefinir o papel dos produtos eróticos na sociedade contemporânea, transformando-os em instrumentos de autoconhecimento e empoderamento.
- Orçamento participativo e mudanças climáticas: um estudo das autarquias locais portuguesasPublication . Rocha, Gleidcy Helle dos Reis; Costa, Cláudia S.; Santos, Susana Ferreira dosOs problemas decorrentes das mudanças climáticas estão se agravando e suscitando grandes preocupações acerca do futuro do planeta e das próximas gerações (Santos, 2021). Como resultado, os governos, tanto em nível nacional, quanto em nível local estão sempre em busca de políticas para mitigar ou pelo menos reduzir as consequências das mudanças climáticas. Dentre tantas ferramentas hodiernamente utilizadas, uma tem ganhado especial destaque nos últimos anos, qual seja, o orçamento participativo, que apesar de ser primordialmente uma política de fomento à democracia, tem adquirido novas facetas no cenário da mitigação e adaptação climáticas. Neste sentido, esta dissertação pretende obter resposta para a seguinte questão de investigação: O orçamento participativo pode contribuir como ferramenta de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas autarquias locais portuguesas? Para dar resposta à referida questão, o estudo pauta-se em dois pressupostos de investigação, se as autarquias locais possuem condições para implementar experiências de orçamentos participativos direcionados para o clima; e se os cidadãos estão dispostos a participar em projetos de tal ordem. Pretende-se através da resposta a questão de investigação contribuir para a criação de uma nova onda de orçamentos participativos temáticos direcionados aos problemas climáticos. Para tal, o estudo assenta em uma abordagem qualitativa de um estudo de caso, com estratégia de investigação interpretativa. Quanto à recolha de dados, optou-se pela utilização de uma análise documental de modo a obter o maior número possível de informações acerca dos orçamentos participativos nas autarquias locais portuguesas. Os dados recolhidos e analisados permitiram concluir que os municípios e freguesias possuem condições para a implementação de práticas participativas direcionadas para o clima, todavia pelo ponto de vista dos cidadãos, algumas mudanças ainda são necessárias para que os orçamentos participativos direcionados para o clima, possam ter efeitos positivos.
