Percorrer por autor "Ribeiro, Maria Isabel"
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- Absence from work and job satisfaction: a case study developed in the municipality of Bragança, PortugalPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António; Lopes, Isabel MariaAbsence from work has a direct impact on the quality of the service provided by the council to its citizens. The aim of this research is to analyse the correlation between work absenteeism at the Town Council of Bragança and job satisfaction; identify factors concerning the type of work as well as the worker’s attitudes, behaviours and values which may be correlated to job satisfaction. To achieve these objectives, it was developed a quantitative, observational and cross-sectional study involving a survey conducted among the workers of a medium-sized municipality located in the northeast of Portugal. The correlations were tested by using Spearman’s statistic test for a level of significance of 5%. From the 71 workers surveyed, 28 had already been absent from their workplace. The main causes stated by workers to justify their absence were sickness, short (14.1) and long-term (7%), family caregiving (12.7%), and others (8.5%). The existence of a correlation between absenteeism and job satisfaction was not proved. However, correlations were observed between job satisfaction and type of work (Sig.<.05). Although no statistically significant correlation was found between job satisfaction and absenteeism, there are some factors associated with the type of work and with workers’ attitudes, behaviours and goals which showed to be correlated to job satisfaction. Therefore, it is recommendable that middle and executive managers continue to improve such conditions so as to increase the productivity, quality and efficiency of the service provided to citizens by council workers.
- Absenteeism and job satisfaction in a portuguese municipalityPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António; Lopes, Isabel MariaAbsenteeism has a direct impact on the quality of the service provided by the municipality to its citizens. Therefore, the objective of this research is to analyse the correlation between work absenteeism at the Bragança municipality, Portugal and job satisfaction; to identify factors concerning the type of work as well as the worker’s attitudes, behaviours and values which may be correlated to job satisfaction. To achieve these objectives, it was developed a quantitative and cross-sectional study based on a survey directly administered to the municipality workers. Spearman’s test was used to study the correlation at a 5% level of significance. From the 71 workers surveyed, 28 had already been absent from the workplace. Workers justified their absence with short-term sickness (14.1), family caregiving (12.7%) and long-term sickness (7.0%). The correlation between absenteeism and job satisfaction was not verified. However, correlations were observed between job satisfaction and type of work (Sig.< 0.05). Although no statistically significant correlation was found between job satisfaction and absenteeism, there are some factors associated with the type of work and with workers’ attitudes, behaviours and goals which showed to be correlated to job satisfaction. Therefore, it is recommendable that executive managers continue to improve work conditions in order to increase the productivity, quality and efficiency of the service provided to citizens.
- Academic self-efficacy in Portuguese public higher education studentsPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António; Fernandes, António PedroAcademic self-efficacy refers to the belief of an individual successfully attaining an academic task or achieving a specific academic goal. Self-efficacy is critical to student success because it influences the choices students make along their academic and professional path. This study aimed to determine the level of academic self-efficacy in higher education students and to verify if there were differences statistically significant, taking into account the sociodemographic variables, namely, gender, age and nationality, and the academic variables, such as scientific area, degree, course year, course with or without integrated internship and attendance regimen. To achieve these objectives, an observational, cross-sectional, quantitative and analytical study was carried out based on a random sample of 2152 individuals from a total of 8200 students enrolled, in the 2018/2019 school year, in a public higher education institution located in the Northern of Portugal. The margin of error was 1.81%. The students were aged between 17 and 52 years old. The students registered a moderate level (4.42 ± 0.092) of academic self-efficacy out of 7. It was observed that 45.5% of the students registered a high level of academic self-efficacy; 17.9% revealed a low level; and the remaining 36.6% showed a moderate level. Statistically significant differences were found in academic self-efficacy taking into account the nationality of students (p-value = 0.041). The foreign students registered a highest academic selfefficacy level. Additionally, the comparison analysis demonstrated that there were significant differences between the students' scientific area (p-value = 0.004) and attendance regimen (p-value = 0.043). It was the Technology and Management students as well as the worker students who had the highest levels of academic self-efficacy. Nationality, scientific area and attendance regimen showed to be differentiator factors of academic self-efficacy. Foreigner students, worker students and students from the technology and management scientific area showed more confidence to achieve their academic goals. In fact, students’ confidence in succeeding in their academic assignments will affect their lifelong learning. Therefore, higher education institutions should be able to improve the academic self-efficacy of students, creating innovative learning environments adapted to the needs and knowledge of their students.
- Adesão à amamentação na 1ª hora de vida do recém-nascidoPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Sá, Ana; Santos, Elsa; Curopos, LíliaO aleitamento materno é considerado um dos pilares fundamentais para a promoção e proteção da saúde das crianças. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a amamentação se inicie na 1ª hora de vida do recém-nascido e que permaneça como aleitamento materno exclusivo (AME) até aos seis meses de vida. Sendo reconhecido o importante papel dos profissionais de saúde na proteção e apoio ao aleitamento materno. Objetivos: O presente estudo teve por objetivo determinar a prevalência de adesão à amamentação na 1ª hora de vida do recém-nascido e conhecer os fatores associados a essa prática. Metodologia: Esta investigação, de natureza quantitativa, transversal, observacional e descritiva, teve como base dados primários recolhidos através da aplicação de um questionário, no período de outubro a dezembro de 2013. A amostra recolhida era constituída por 37 puérperas do Serviço de Obstetrícia da ULS do Nordeste. As participantes tinham em média 27 anos de idade (DP= 6,3) e a maioria (59,5%) eram primíparas. Resultados: Do total de mães que participaram nesta investigação, apenas 62,2% (n=23) colocaram o recém-nascido à mama na 1ª hora de vida. O principal fator da não adesão à amamentação foi o tipo de parto, seguido da débil colaboração dos profissionais de saúde, mais concretamente, dos enfermeiros (as) que nem sempre têm disponibilidade para auxiliar a mãe neste processo, mesmo em situações em que o bebé e a mãe reúnem as condições de saúde necessárias para o efeito. A decisão de amamentar é tomada antes da gravidez (73,0%) uma vez que as mães reconhecem que a técnica da amamentação confere vantagens para a saúde da mãe e do filho (a) (70,3%) e protegem o recém-nascido de muitas infeções (64,9%). Dos resultados apurados, verifica-se que apenas 24,3% das mães referem que se deve amamentar exclusivamente com leite materno até aos 6 meses. Por outro lado, os resultados mostraram que as informações recebidas pelas puérperas foram sobretudo facultadas pelos profissionais de saúde, destacando-se o papel fundamental do enfermeiro(a) (59,5%) e do(a) médico(a) de família (37,8%). As informações recebidas incidiam, em especial, nas vantagens da amamentação para a mãe (70,3%), na prevenção e dificuldades que possam surgir durante o processo de amamentação (40,5%) e nas vantagens desta prática para o recém-nascido (1,9%). Conclusões: Para haver uma boa adesão à amamentação é importante que esta técnica se inicie se possível na 1ª hora de vida do recém-nascido, sendo conveniente que a mãe esteja bem informada sobre as vantagens do aleitamento materno e possa contar com o apoio de um profissional habilitado.
- Adesão à terapêutica anti-hipertensiva: o caso do centro de saúde nº 1 de BragançaPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Lima, Mariana; Miranda, Tânia; Fernandes, AntónioEsta investigação tem como objectivo analisar a adesão ao tratamento anti-hipertensivo por parte dos doentes do Centro de Saúde nº 1 localizado no Concelho de Bragança, bem como avaliar o conhecimento que os utentes têm acerca da HTA. A amostra inclui 366 inquiridos (235 do género feminino e 131 do género masculino), com idades entre os 18 e os 95 anos. Foi elaborado um questionário intersectivo, face a face, inserido num estudo de carácter transversal, observacional-descritivo. Os dados foram sujeitos a tratamento estatístico através do programa SPSS 17.0 (Statistical Package for Social Sciences). Dos utentes inquiridos, 33,9% possuem HTA sendo a média de idades de 62,9 anos. No que diz respeito ao conhecimento dos utentes sobre a doença, verificou-se que este é satisfatório em cinco das oito questões propostas. Nos indivíduos medicados, apenas 50,4% aderem ao tratamento, sendo o esquecimento a principal justificação para a não adesão. A taxa de prevalência da HTA obtida nesta investigação poderá ser explicada pela idade avançada da maioria dos respondentes. Os utentes em geral possuem conhecimentos satisfatórios acerca da HTA, o que poderá ser resultado do esforço das equipas de saúde. Os resultados da adesão ao tratamento, embora preocupantes, assemelham-se aos obtidos por outros investigadores. This investigation is justified by the growing importance of the adhesion to the therapeutics to treat Arterial Hypertension (AHT). The main objective of this investigation involves the analysis of the adhesion to the antihypertensive treatment of the patients of Bragança’s Health Center nº. 1; and, the evaluation of their knowledge about AHT. The sample includes 366 individuals (235 female and 131 male), with ages between 18 and 95 years old. An intersectional questionnaire face to face was made, inserted in an observational-descriptive and transversal study. Data statistical treatment was made using SPSS 17.0 (Statistical Package for Social Sciences). Of the inquired patients, 33,9% had AHT with, in average,62,9 year-old. In five of the eight proposed subjects about AHT, it was verified a satisfactory knowledge about the disease by the patients. In medicated patients, only 50,4%, were treatment adherent. The main justification to non adhesion was the lack of memory. The prevalence of AHT on this study can be explained by the advanced age of most patients. In general, patients had a satisfactory knowledge about AHT that can be a result of health team effort. Although preoccupying, results of treatment adhesion were similar to other studies. Esta investigación tiene como objetivo analizar el cumplimiento del tratamiento antihipertensivo por los pacientes del Centro de Salud nº. 1de Bragança y evaluar el conocimiento que los usuarios tienen acerca de la HTA. La muestra incluyó a 366 participantes (235 mujeres y 131 hombres), con edades comprendidas entre los 18 y 95 años. Se elaboró un cuestionario que se inserta en un estudio transversal, observacional y descriptivo. Los datos fueron sometidos a análisis estadístico con SPSS 17.0 (Statistical Package for Social Sciences). De los usuarios encuestados, el 33,9% tiene hipertensión y una edad media de 62,9 años. En lo que respecta al conocimiento de los usuarios acerca de la enfermedad, se concluí que es satisfactorio en cinco de las ocho preguntas formuladas. En los pacientes tratados, sólo el 50,4% adhieren al tratamiento. La principal justificación para el incumplimiento es el olvido. La tasa de prevalencia de la hipertensión obtenida en esta investigación se puede explicar por la edad avanzada de la mayoría de los encuestados. Los usuarios suelen tener un conocimiento satisfactorio acerca de la hipertensión que puede resultar de los esfuerzos de los equipos de salud. Los resultados de la adherencia al tratamiento, aunque preocupantes, son similares a los obtenidos por otros investigadores.
- Adesão à terapêutica em diabéticos do tipo 2Publication . Ribeiro, Maria Isabel; Pinto, Isabel C.; Carvalho, Carina Neto de; Martins, Catarina Andreia Oliveira; Soares, Nelson Fernando Moreira; Rafael, Ricardo Jorge MirandaAntecedentes/Objetivos: Atualmente regista-se um aumento significativo dos casos de Diabetes mellitus tipo 2 a nível mundial e em idades cada vez mais precoces (WHO, 2003; SPD, 2012). Segundo a SPD (2012), a prevalência desta patologia, em Portugal, em 2011, foi de 7,0%. Esta doença carateriza-se pelo aumento dos níveis de glicose no sangue, a hiperglicemia, que se deve, à insuficiente produção de insulina e/ou, à ação insuficiente da mesma (WHO, 2003; Nogueira et al, 2006; SPD, 2012). Na literatura a adesão terapêutica é retratada como o grau de concordância do comportamento do doente face às indicações do médico ou outro profissional de saúde, ao nível do cumprimento da prescrição médica e ao nível das indicações relativas ao estilo de vida e comportamentos saudáveis (WHO, 2003). Foram objetivos desta investigação determinar a adesão à terapêutica em diabéticos do tipo 2, utentes de uma farmácia comunitária localizada no concelho de Bragança, e identificar os motivos que mais contribuíram para a não adesão à terapêutica. Métodos: Estudo quantitativo transversal e analítico. A recolha de dados foi feita no período de janeiro a março de 2012 usando uma técnica de amostragem não probabilística acidental. Os utentes da farmácia foram abordados e convidados a participar, voluntariamente, no presente estudo aquando da dispensa de antidiabéticos orais (ADO). Na recolha de dados foi utilizado o teste de adesão ao tratamento (MAT), desenvolvido e validado para Portugal por Delgado & Lima (2001) e adaptado por Gimenes et al (2009). Participaram neste estudo 35 indivíduos com idades compreendidas entre os 48 e os 90 anos, sendo a maioria do género feminino (57,1%). Resultados: Relativamente à terapêutica medicamentosa, 91,4% dos utentes utilizam apenas antidiabéticos orais, 2,9% associam os antidiabéticos orais à insulina e 2,9% apenas utilizam insulina. Os resultados revelam que a esmagadora maioria (97,1%) adere à terapêutica medicamentosa. A hora da toma, seguido do esquecimento e do abandono da toma sem indicação médica foram os fatores que mais contribuíram para uma menor adesão à terapêutica. A dieta, o exercício físico e a toma de medicamentos associada a outras patologias mostram ser diferenciadoras do grau de adesão. Conclusiones: Esta investigação aponta para a necessidade do reforço das informações prestadas aos utentes com recurso a ferramentas que auxiliem o cumprimento das dosagens e horários. O uso de pictogramas, de informação escrita nas embalagens, a utilização de caixas multidose, entre outras medidas, são contributos, pouco dispendiosos e úteis, que ajudam a melhorar o grau de adesão à terapêutica medicamentosa.
- Adesão à terapêutica em diabéticos tipo IIPublication . Carvalho, Carina Neto de; Martins, Catarina Andreia Oliveira; Soares, Nelson Fernando Moreira; Rafael, Ricardo Jorge Miranda; Ribeiro, Maria Isabel; Pinto, Isabel C.Atualmente regista-se um aumento significativo dos casos de Diabetes mellitus tipo 2 a nível mundial e em idades cada vez mais precoces (WHO, 2003; SPD, 2012). Segundo a SPD (2012), a prevalência desta patologia, em Portugal, em 2011, foi de 7,0%. Esta doença carateriza-se pelo aumento dos níveis de glicose no sangue, a hiperglicemia, que se deve, à insuficiente produção de insulina e/ou, à ação insuficiente da mesma (WHO, 2003; Nogueira et al, 2006; SPD, 2012). Na literatura a adesão terapêutica é retratada como o grau de concordância do comportamento do doente face às indicações do médico ou outro profissional de saúde, ao nível do cumprimento da prescrição médica e ao nível das indicações relativas ao estilo de vida e comportamentos saudáveis (WHO, 2003). Foram objetivos desta investigação determinar a adesão à terapêutica em diabéticos do tipo 2, utentes de uma farmácia comunitária localizada no concelho de Bragança, e identificar os motivos que mais contribuíram para a não adesão à terapêutica. Este estudo é quantitativo, transversal. A recolha de dados foi feita de janeiro a março de 2012 usando uma técnica de amostragem não probabilística acidental. Os utentes da farmácia foram abordados e convidados a participar, voluntariamente aquando da dispensa de antidiabéticos orais (ADO). Na recolha de dados foi utilizado o teste de adesão ao tratamento (MAT), desenvolvido e validado para Portugal por Delgado & Lima (2001) e adaptado por Gimenes et al (2009). Participaram neste estudo 35 indivíduos com idades compreendidas entre os 48 e os 90 anos, sendo a maioria do género feminino (57,1%) Relativamente à terapêutica medicamentosa, 91,4% dos utentes utilizam apenas antidiabéticos orais, 2,9% associam os antidiabéticos orais à insulina e 2,9% apenas utilizam insulina. Os resultados revelam que a esmagadora maioria (97,1%) adere à terapêutica medicamentosa. A hora da toma, seguido do esquecimento e do abandono da toma sem indicação médica foram os fatores que mais contribuíram para uma menor adesão à terapêutica. Esta investigação aponta para a necessidade do reforço das informações prestadas aos utentes com recurso a ferramentas que auxiliem o cumprimento das dosagens e horários. O uso de pictogramas, de informação escrita nas embalagens, a utilização de caixas multidose, entre outras medidas, são contributos, pouco dispendiosos e úteis, que ajudam a melhorar o grau de adesão à terapêutica medicamentosa.
- Adherence to therapeutic in outpatients: literature reviewPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Nascimento, Luís; Roque, Fátima; Herdeiro, M.T.F.Non-adherence to therapeutic is a widespread problem that contributes to the worsening of chronic diseases and to increase the expenditure on health care [1-3]. Objective: To present a review of the literature on the subject "Adherence to therapy" in outpatients. Methods: A search was carried out in the Medline database and the combinations of words Medication, Adherence and Outpatients were used for the period from 2010 to 2017. including only articles that adopted the Morisky Medication Adherence Scale (MMAS) to measure adherence to medication and studies developed in hospital context. In addition, articles with non-conventional therapies were excluded, namely those that resorted to the use of medicinal plants. Information was collected on the place of the study, period, type of study, sample, pathology, adherence to therapy in terms of rate or score (mean) and factors identified as being associated with non-adherence to therapy. Results: The search retrieved 461 publications and 44 were included in the analysis. The included studies are from Europe, Asia, Africa and America. Most of the studies were observational (84.1%). The remaining studies were interventional studies (15.9%). There were, also, 4 multicenter studies. In most studies, the Morisky scale was used with 8 item and only 31.8% used the shorter scale with 4 items. The sample sizes ranged from 34 to 2595 chronic patients and were mostly non-probabilistic (convenience) (75%). The most common pathologies were: diabetes, hypertension, diabetic retinopathy and hypercholesterolemia (34.1%); psychiatric diseases (25%), cardiovascular diseases (18.2%), among others. Taking into account the variable "adherence to therapeutic", 84.5% of the studies used a dichotomous variable. The others determined the score (mean with associated standard deviation). In general, therapeutic adherence was low. Considering the adherence rates, the lowest were recorded in the treatment of hypercholesterolemia (7.4%) and the highest was recorded in the treatment of hypertension in patients with apnea (83%). It should be noted that the cut-off point did not remain the same in all studies. The factors most commonly referred to as being associated with non-adherence were age, forgetfulness, lack of social support, the complexity of intake and stopping medication when the patient feels better. Conclusion: Interventional studies show significant improvements in adherence, comparing the situation before and after the intervention. Therefore, it is a priority to implement measures that improve adherence to therapy. References 1. Conn VS, Ruppar TM, Chan KC, Dunbar-Jacob J, Pepper GA, Geest SD. Packaging interventions to increase medication adherence: systematic review and meta-analysis. Current Medical Research And Opinion 2015, 31(1):145-60. 2. Ababneh MA, Al-Azzam SI, Alzoubi KH, Rababa'h AM. Adherence in outpatients taking warfarin and its effect on anticoagulation control in Jordan. Int J Clin Pharm. 2016, 38(4):816-21. 3. Napolitano F, Napolitano P, Angelillo IF. Collaborative Working Group. Medication adherence among patients with chronic conditions in Italy. Eur J Public Health 2016 26(1):48-52.
- Adherence to therapeutic in outpatients: literature reviewPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Roque, Fátima; Nascimento, Luís; Herdeiro, M.T.F.Non‐adherence to therapeutic with chronic treatments may compromise patient health, increase care costs and lead to unnecessary consultations and diagnoses, as well as additional treatments with potentially serious side effects1‐5, which can cause significant negative impacts on patients' quality of life5. Chronic diseases, due to their intrinsic nature, are particularly susceptible to non‐adhesion5. According to the World Health Organization (WHO), inadequate adherence to drug therapy in chronic diseases is considered a worldwide problem of great magnitude6. In developed countries only 50% of individuals suffering from chronic diseases adhere to drug treatments. While precarious access to health care, lack of adequate diagnosis and limited access to medicines, and poor adherence to drug therapy in developing countries are conditions that challenge successful chronic disease.
- Adolescentes: autoimagem e nivel social e económicoPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Correia, Teresa I.G.; Martins, MatildeSão vários os fatores que podem influenciar o processo de formação da imagem corporal entre eles, o género, a idade, nível social e económico. Este estudo tem como objetivo analisar as relações entre o nível social e económico e a autoperceção da imagem corporal em adolescentes. Métodos: Investigação de natureza transversal. Após solicitada a autorização de participação aos responsáveis pelos adolescentes, foram distribuídos, no ano letivo 2010/2011, em contexto de sala de aula, 320 questionários a estudantes, com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos, que frequentavam o 2º ciclo de escolaridade de uma Escola localizada no Concelho de Vila Nova de Gaia, Porto. Para avaliar a perceção da autoimagem corporal utilizou-se a Escala de Silhuetas proposta por Tiggemann & Wilson-Barret (1998). O nível social e económico foi determinado através da Classificação Social Internacional estabelecida por Graffar. Dos adolescentes que participaram nesta investigação, 77 eram do género feminino. Uma parte significativa dos adolescentes apresentou sobrepeso (24,2%) ou obesidade (18,3%). Os resultados permitiram verificar que a imagem corporal esteve associada ao género (Χ2= 54,121; p= 0,046 <0,05), ao Índice de Massa Corporal (Χ2=48,291; p=0,000 <0,05) e ao nível social e económico (Χ2=6,273; p=0,043 <0,05) Por um lado, foram os adolescentes do género feminino que apresentaram, em maior número, insatisfação corporal por excesso de peso ou obesidade. Por outro lado, observou-se que os adolescentes de nível social e económico mais elevado apresentaram maior satisfação com a sua imagem corporal e menor Índice de Massa Corporal em comparação com os adolescentes de nível social e económico mais baixo.As condições sociais e económicas em que os adolescentes estão integrados influenciam a sua autoimagem. Neste sentido, destaca-se o papel da escola e da família na educação destes jovens, acompanhando-os e ajudando-os na compreensão e gestão das suas emoções.
